Mangungo de Jerónimo Salvaterra reeditado para perpetuar a cultura nacional

A obra literária lançada há 15 anos, foi reeditada com o apoio da embaixada do Brasil em São Tomé e Príncipe. Mitos e cultura são-tomense alimentam um livro preenchido com adivinhas, provérbios e outras referências da identidade são-tomense.

O livro que tem 7 capítulos revela vários mitos são-tomenses. Desvenda adivinhas e sustenta o saber popular através dos provérbios. Um dos mitos de grande realce dá título ao livro, Mangungo. «Mangungo é um procedimento que é utilizado pelos curandeiros. É uma forma de adivinhação. A folha de mangungo que é um arbusto da nossa terra, é posta em forma de cruz. O curandeiro, põe lá cinza e outros objectos e entre o contacto da mão dele e da sua cliente, faz perguntas para satisfazer a curiosidade da sua cliente», explicou Jerónimo Salvaterra.

A obra literária é um legado a ser preservado pelos jovens, daí a razão da sua reedição. O autor do livro considera que a forma de ser e estar do são-tomense, detalhada no livro, deve ser absorvida pela juventude. Um contributo para a perpetuação e disseminação de valores da identidade são-tomense.

Abel Veiga

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    Jorge Correia Responder

    Gostei do novo visual do jornal on line tela non mas gostaria de fazer um apelo.
    Como todos nos sabemos o tala non nao e somente lido nos Paises da lingua oficial Portuguesa nas como o mundo inteiro, portanto eu gostaria que houvesse uma forma de outros leitores como da lingua oficial Inglesa tambem tivesse acesso ao mesmo jornal, porque desta forma ajudaria a vender a figura de Sao Tome e Principe, para Turismo, e tambem na area de investimento.
    Obrigado
    Jorge Correia
    Abuja/Nigeria

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    cesario verde segundo Responder

    acho bom que obras literárias sejam editadas e reeditadas, sobretudo para nós os santomenses que de facto temos muito poucas obras publicadas se formos a anlisar os universo dos restantes irmaos que compoem os PALOPS.

    contudo, algo que particularmente nao gosto detro da nossa cultura ( embora que muitos tambem o continuem a considerar de valores), sao as ditas alusoes e estorias de defuntos, almas e curandeirismo elevados até dentro da escrita, visto que isso ainda contribui para que duma forma assentida, a sociedade africana esteja submersa no obscurantismo crasso, o que leva até mesmo a dirigentes e pessoas letradas constantemente a recorrerem a essas prácticas tao ediondas.

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    Kátio A.Pequeno Responder

    Salve salve. Jornal nosso dançando ao ritmo da música! Tá na hora da Literatura SãoTomense seguir mesmo Caminho. Digitalização das obras Literárias de São Tomé e Principe seria concerteza o meio mais rápido, viável de atingir os jovens e toda massa amante da literatura pelo Mundo.

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    Xavier Muñoz Responder

    Os parabéns ao Jerónimo pela reedição de Mangungo. Esse livro foi durante tempo a primeira aproximação ao cosmos mítico de São Tomé!

    Os parábéns também a Abel Veiga a a equipa de Tela Non por abrir de novo o jornal com esta impecável imágem do site, que combina simpleza, usabilidade e modernidade!

    Cumprimentos,

    Xavier

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    mariana salvaterra Responder

    Africa em geral,devido a maioria da nossa
    populacao,viver no analfabetismo,onde o obscurantismo,e outras práticas das trevas
    e primitivismo floriram há uma necessidade urgentes de filtrar e podar tudo que é mau
    que é retrocado e maligno para preservar o que é bom. pois ser ervanário e ter conhecimento da flora é bom mais a prática de curandeiros nao nos honra a nossa cultura. Quando os reaccionários americanos injuriam o lado africano do presidente vestiram-lhe curandeiro!… precisamos que os nossos etenologos,sociologos antrop.padres,etc tragam a luz o que é puro e belo que tenha virtude pois é isso que fizeram nas outras culturas. e a nossa é uma cultura emergente,dito isso amo o meu irmao jerónimo e envio um bj do tamanho de s.tomé e prin.

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    vandino gomes Responder

    estou de acordo, há que endireçar esforços no sentido de perpetuar a nossa cultura, mas se queremos passar uma imagem positiva de forma a despertar a atenção para a cultura do nosso país, não creio que relembrando práticas obscuras de feitiçaria estamos de facto a prorrogar algo que seje bem aceite pela comunidade em geral.

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    norberto varela miranda Responder

    parabens tela non pelo novo visual

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    olinda beja Responder

    Meus sinceros parabéns pela nova face do Téla Nón que já me fazia falta!

    Meus parabéns também ao Jerónimo Salvaterra e força para continuar na senda da literatura.

    Olinda Beja (Lausanne – Suiça)

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    cesario verde segundo Responder

    estimada escritora olinda beja, embora que este nao seja o palco apropriado pra tal, contudo, gostaria de poder contacta-la para que abordassemos caso possivel, alguns aspectos sobre a literatura santomense entre outros assuntos do meu profundo interesse.

    sou filho daquele a quem a senhora tratou por joraci na sua primeira obra após ter visitado s.tomé pela primeira vez. sabe de quem falo.vivo cá na europa no pais que lhe está a norte.

    abracos!!!

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    Pedro Responder

    Parabéns ao autor!..e que outras organizações ajudem os escritores Saotomenses, à semelhança da Embaixada do Brasil, na publicação das obras literárias, veiculadoras da nossa cultura, nossos valores…
    Parabéns também ao Téla-non por ter respondido ao apelo dos leitores do jornal ,propriciando-lhes,sobretudo os ” diasporanos”,uma participação mais activa.
    Em relação às produções literárias são-tomenses, penso que é necessário fazer com que elas ultrapassem a fronteira do “solo pátrio” e se estendam a outros leitores, sobretudo os do mundo lusófono. A “moda ” é fazer com que os livros cheguem aos leitores. Porque não procurar uma participação /parceria com vários outros países lusófonos quando realizam a Feira dos Livros?
    Viva a cultura.

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    José Maria Cardoso Responder

    Fazia imensa falta este espaço de debates e troca de ideias no Téla Nón, se é que tivermos em conta como a página de condolências, de dor, de luto, de lágrimas e de ovação, recentemente criada e a disposição do público, foi confundida por uns, com disparos de balas contra o alvo morto e de promoção pessoal por outros, até a reclamar Dr. (doutor) antecedendo a assinatura.
    Infelizmente, muitos de nós não temos a noção de que esta vitrina extravasa o nosso cantinho da Terra Sagrada e corre pelos olhos do mundo inteiro. Estamos a vender o nosso S.T.P., para tal, o produto deve ser de boa qualidade como foi a preocupação dos responsáveis do Téla Nón que vêm apostando na inovação que as novas tecnologias de informação põe ao nosso alcance.
    O egocentrismo ocidental faz de nós, escravos do tempo na Europa. É madrugada dentro e depois de catorze horas diárias(tapem os ouvidos da consciência) de trabalho a bater no fundo, tô a dar uma vista de olhos na terra através do Téla Nón. O nível de debates de destacados temas, baixa a zero a qualificação dos seus actores. Desculpem-me!
    A língua portuguesa, é muito linda e a introdução de certas terminologias do nosso crioulo, ainda a torna mais doce, afável e comunicativa. O nosso crioulo, o chamado dialecto e a nossa educação de berço não convivem com as palavras obscenas, o que elevam a nossa forma de ser e de estar de mulheres e homens santomenses.
    Criticar os desmandos, a corrupção, a má gestão da coisa pública, o banho e tudo de menos correcto dos nossos dirigentes políticos, não compactua com certas expressões deselegantes dos nossos intervenientes. Comparo muitas das intervenções ousadas aos jovens mal-educados que confundem a liberdade da libertinagem, partindo as garrafas de bebedeiras nas ruas das nossas cidades e que as inundam de lixo e, não só.«Fê na ká pega fá, sela glavi»! É feia demais a forma tão baixa como exibimos a nossa revolta nesta rica oportunidade. Afinal, que mensagem queremos fazer chegar aos nossos políticos? A malcriadez?
    Por favor, meus caros co-cidadãos, revejam no orgulho e na humildade que sempre nos caracterizaram para tornar mais séria e elevada a nossa auto-estima e participação nesta janela do Equador aberta ao Mundo.
    É verdade que carecemos de publicações de filhos da terra que possam enriquecer a nossa expressão quotidiana. Entretanto, as poucas que temos, são de qualidade de se tirar o chapéu.
    Parabéns Jerónimo Salvaterra!
    Parabéns Olinda Beja! Francisco Costa Alegre, Aito Bonfim, Albertino Bragança, São Deus Lima, Inocência Mata, Manuel Bernardo, Lúcio Pinto, Padre Horácio Neto…! Descanso eterno Francisco Tenreiro, Caetano Costa Alegre, Marcelo da Veiga, Alda do Espírito Santo, Francisco Silva …!
    Parabéns o Téla Nón!
    Viva a nossa África!
    Lisboa, 29.05.10

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    gilker Nascimento Responder

    Estas palavras foram profundas!!!Devemos realmente salutar todos aqueles que de uma certa forma contribuem para incentivar a leitura em Sao Tome e Principe através das suas obras.Falando em Olinda Beja,admiro muito esta senhora,que estive na apresentaçao do seu livro#Cajamanga#é uma senhora de uma simplicidade e humildade impar,minha senhora e ainda canta muito bém.Aquela musica Mama Africa que cantou marcou-me imenso.Que continue assim!Deço cá paga çam!Caso tenha escrito mal,corija-me por favor!Até a proxima

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    alberto Responder

    Num pais de cegos quem tem um olho reina.

    A literatura saotomense esta de parabens!!! Mas qual literatura?! Pode-se considerar a descriçao de espiritismo como literatura?
    Sim podemos dizer que o feiticismo faz parte da nossa cultura bla bla bla bla…

    Se sim, se calhar nao chegou a hora de rompermo-nos com esta “maldita” cultura que nos oprime? Que oprime os mais velhos tratando-lhes de feiticeiros?! Que estigmatisa as mulheres…

    A literatura é um termo cientifico, e como tal tem que seguir o seu rigor cientifico peculiar. Relatar dez velas, uma galinha, cacharamba e alguns rituais pode se chamar isso de literatura?? Bravo!!! Sao Tomé nos temos escritures de qualidade. Quem nao tem qualidade sao os juizes dos grandes premios literarios internacionais que nao têm a clarividencia literaria necessaria para apreciar a nossa literatura.

    A prova podemos contar nos dedos os premios internacionais atribuidos aos “escritores” saotomenses.

    Francamente os nossos escritores estao com falta de inspiraçao. Tanta coisa que deveria ser documentada e nao sao. Como por exemplo os nossos erros e sucessos do passado, para que sim os jovens inspirassem dos sucessos e evitassem os erros.

    Esta nossa cultura de encontrar soluçoes divinas aos nossos problemas quotidianos é que faz de nos os africanos um povo retrogrado. A inteligencia de um branco é a mesma que de nos os africanos. O que nos difere deles é a nossa cultura, que para termos sucessos num negocio temos que ver dia aziago, ver o nosso curandeiro, lançar o encanto e esperar que as coisas aconteçam.

    Na nossa cultura se alguem der bem na vida é porque tem sorte!!! Ou tem um bom curandeiro…é como se tudo fosse obra do fatalismo, quando nos sabemos que o factor de sucesso dentre outros sao os estudos e muito mas muito trabalho, dentre outros.

    Assim vai o nosso pais com os pseudos intelectuais a frente das nossas decisoes cruciais. Como por exemplo a Sr Nazaré de Ceita que transpira a cultura sao tomense. Ha anos que é DIRECTORA da cultura, mas que todos vemos que é uma pessoa ultrapassada, resignada, com poucas ou nenhuma iniciativa nem criatividade. Sra Nazaré, quando é que vai criar um projecto para formar cineastas, artistas plásticos, músicos, dançarinos…Tudo é questao de cooperaçao internacional. Com a cooperaçao podemos alcançar isto, mas visto que este tipo de cooperaçao nao tras dinheiro vivo, nada é feito…Bom pelos vistos a Sra Nazaré nao deve ter com certeza um bom curandeiro!!! Mas com a saida do Mangungo devera ter algumas ideias!!!

    Muitos poderao dizer que como jovem que sou estou a renegar a nossa cultura…NAO!!! NAO!!! E NAO!!!
    Quero sim uma cultura de qualidade feita por profissionais qualificados. Que a dansa seja dansada por dansarinos que livros sejam escritos por escritores, que a música seja feita por músicos, …etc., e nao por pedreiros e sapateiros!!!

    Gostaria de ver um libro sobre os nossos pintores e as suas obras, Protasio pina, Nezo, Eduardo Malé, Zémé…Que se formasse coreografos de maneira a dar um ton verdadeiramente artístico e exportavel a nossa puita, danço congo, ussua,socopé…Que se formasse músicos de maneira a tocarem diversos instrumentos musicais.
    Gostaria que celebrassemos o casamento do esencial da nossa tradiçao com a modernidade.

    No tempo dos meus antepassados utilisava-se candeeiro de azeite, mas se estivermos , no estigma de preservar a nossa cultura e renegar a modernidade, hoje nao teriamos energía e com ela a internet que permete este confronto de ideias nao so nas fronteiras santomenses mas no mundo inteiro. Mas para chegarmos a a energia eléctrica tinhamos que pasar por candeeiro de azeite. Houve no entanto o proceso de evoluçao. A nossa cultura , a nossa historia deve servir de referencia para evoluirmos, e nao uma prisao que no acorrenta a tradiaçao espirituais sem evoluirmos.
    Sao esses ideias que eu como joven gostaria de ver publicado no Mangungo.

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      JERÓNIMO SALVATERRA Responder

      Apraz-me bastante congratular com o Téla Non por nos brindar com um espaço privilegiado para podermos exprimir as nossas ideias e manifestarmos as nossas opiniões e aspirações em qualquer parte do mundo. Por isso, o Téla Non está de parabéns.

      De parabéns estão também todos aqueles que aproveitam esse espaço para dizerem o que lhes vai pela alma, acerca das pessoas o modus vivendi e as coisas deste nosso STP, felicitando, fazendo críticas construtivas, porque só assim é que as coisas caminham para o desenvolvimento, sobretudo apontando soluções para debelar as enfermidades constatadas.

      Gostaria de aproveitar esse espaço para agradecer a todos aqueles que me encorajam a prosseguir na senda da escrita com a reedição de Mangungo (mitos e culturas santomenses)

      Conforme reza a sabedoria popular; O que o berço não deu, a tumba não tira. Daí que, acerca de Mangungo (mitos e culturas santomenses) se torne imperioso que eu apresente aos utentes desse espaço o prefácio da 1ª edição dessa obra e a temática que ela encerra.

      PREFÁCIO (1ª EDIÇÃO)

      Para quem, como eu, tem vindo a dedicar algum tempo a efectuar pesquisa sobre o processo histórico da formação da sociedade santomense é gratificante verificar idêntica preocupação por parte de outros investigadores.

      Ao ser-me proposto pelo autor, um amigo de infância, por quem nutri sempre muita admiração, pela sua inteligência e talento, que prefaciasse o seu trabalho, não resisti à tentação de aceitar o convite, não obstante as minhas limitações e os meus afazeres de momento. Se não bastasse a amizade e admiração que tenho pelo autor, ficaria ainda a convicção do seu trabalho ser uma achega à pesquisa dos fenómenos socioculturais de São Tomé e Príncipe, o que me forjaria de algum modo a dar-lhe o meu modesto contributo.

      Com efeito, por mais estranho que possa parecer, é o passado destas ilhas quase totalmente ignorado, por duas ordens de razões, a saber: – uma primeira, por carência de estudos com base em pesquisa histórica, alimentando-se variadíssimas vezes lugares comuns, que desvirtuando a realidade dos factos, se vão perpetuando como verdades; uma segunda resulta da falta de divulgação dos estudos existentes e de uma orientação bibliográfica sistematizada.

      Quanto à primeira, é necessário desmistificar os tais lugares comuns através de pesquisa científica e de interpretações metodológicas válidas. Sobre a segunda razão, direi apenas que é forçoso divulgar, sob variadas formas, tudo o que se possa considerar produção intelectual de valor. Só através de uma inventariação sistemática da recolha das mais diversas manifestações culturais e da sua divulgação, se poderá obter uma fonte de âmbito científico capaz de permitir atitudes de reflexão sobre o que se pode apelidar de fenómeno cultural. Só o conhecimento aprofundado das manifestações culturais e do sentido dessa produção cultural de raiz popular nos pode levar a ter uma atitude de compreensão e de aceitação daquilo que nos rodeia, porque a falta de entendimento dos fenómenos culturais, da sua génese e evolução leva-nos, não poucas vezes, a atitudes de rejeição do outro, ou do que por outros, é produzido ou é parte. O trabalho que ora é dado à estampa contém, para além de uma produção própria do autor, que qualifico de grande importância, um conjunto de recolhas inseridas no universo cultural da população santomense, que vai dos provérbios aos mitos e outras crenças. O trabalho que Jerónimo Salvaterra nos oferece é, sem dúvida, uma amostragem diversificada de momentos e valores da história das populações de São Tomé e Príncipe, que constitui um importante contributo no processo de inventariação da nossa produção cultura.

      CARLOS Filomeno Azevedo Agostinho das NEVES (Historiador)

      Dedicatória
      Em Jeito de Abertura
      Prefácio da 1ª edição
      CAPÍTULO I – COISAS DA MINHA TERRA
      S. Tomé e Príncipe – Resenha histórica e social
      Aspectos do falar santomense
      Ditos e provérbios – língua santomé
      Interjeições
      Nomes gentílicos
      Aguêdê ê? Alê.:
      Juras
      Pragas
      Sátiras
      CAPÍTULO II – AO SABOR DA PENA
      Alma Negra
      Duas ilhas verdes
      São Tomé
      Divagações
      CAPÍTULO III – MITOLOGIA E SUPERSTIÇÃO
      Mitos e crenças
      Pagá-Dêvê
      Plêndê-Dêvê
      Senténxa
      Vento
      Ôcossô
      Santo d’ água
      Bambi
      Epílogo
      CAPÍTULO IV – MAGIA E FEITICISMO
      Arte mágica
      Processos de adivinhação
      CAPÍTULO V – RELIGIÃO
      Credo religioso em S. Tomé e Príncipe
      Animismo
      Catolicismo
      Protestantismo
      Festas Religiosas
      Santos da Terra mais venerados

      CAPÍTULO VI – VECTORES CULTURAIS SÃOTOMENSES
      Valores culturais
      Noção de santomensidade
      As Línguas Nacionais
      A língua materna
      A Música
      Agrupamentos Musicais de ontem e de hoje
      Vocalistas
      Música Moderna são-tomense
      Bandas Musicais
      Músicos e Compositores
      A Dança
      A Puíta
      A Tafua
      O Djambi
      A Ússua
      O Socopé
      A Deixa
      Bula Uê
      Quiná
      Danço-Congo
      O Tchiloli de São Tomé
      Auto de Floripes
      Teatro de cariz religioso
      Tlundu
      Stleva
      Vindes Menino
      Usos e costumes
      Bocado
      Chuva de três de Maio
      Nozadu
      Sôtxi Flimá
      Paçus fià gleza
      CAPÍTULO VII – SÓIA
      Glossário
      Referências Bibliográficas

      Bem-haja a todos.
      Mucluclú fé téma matá Sun dê, ê cá potó ni son plumêlu.

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        Eduardo da Costa Carvalho Responder

        a identidade cultural de um povo é sempre bem vindo.Ficar registado,gravado,filmado e interpretadopela geração futura é muito importante.Tudo ou quase tudo eu já ouvi o meu pai e a minha mãe já me falaram do assunto. Que é O berço de saida dos povos que se espalhou pelo mundo inteiro .Não se esqueçam que há hábitos dos negros canadianos americanos caraibenhos sul americanos negros europeus com GENESES de S. Tomé.

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    Eduardo da Costa Carvalho Responder

    estou interesado em comprar toda a ediçâo

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    Liudmila Responder

    Parabéns ao autor!..e que outras organizações ajudem os escritores Saotomenses na promoçao da nossa cultura.

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