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Plantas de São Tomé e Príncipe remédio para muitas doenças

São Tomé e Príncipe é um arquipélago rico em plantas medicinais. O poder curativo de muitas delas está provado cientificamente. No entanto a floresta são-tomense ainda tem muitas novidades para dar a medicina. Médicos tradicionais do país, estão a trabalhar em parceria com o instituto superior de ciências da saúde de Portugal doutor Egas Moniz na recolha e investigação das plantas com enorme poder curativo.

Através do instituto superior de ciências da saúde de Portugal doutor Egaz Moniz, foi laboratorialmente comprovado o poder curativo de mais de 50 plantas de São Tomé e Príncipe. O saber empírico dos médicos tradicionais do país, os chamados “Stlinjon”, ficou também comprovado.

Desde tempos mais antigos que o conhecimento dos Stlinjos, tem dado tratamento para diversas patologias em São Tomé e Príncipe. Numa parceria com os médicos tradicionais do país, os estudantes finalistas do curso de farmácia do instituto português de ciências da saúde, decidiram investigar mais plantas medicinais.

Sob a direcção da professora Maria do Céu Madureira, os investigadores portugueses acompanhados por dois médicos tradicionais, nomeadamente Amâncio Valentim e o Senhor Pontes este último com 83 anos de idade, percorreram mais de 12 quilómetros entre a roça Generosa no norte de São Tomé, e a montanha circundante para recolher amostras que serão alvo de investigação científica.

Mesmo no início da caminhada, e apesar da estação seca prolongada, a equipa de investigação começou a descobrir plantas curativas. O Stlinjon Mato, senhor Pontes, chamou atenção dos estudantes portugueses para uma planta rastejante conhecida entre os são-tomenses por Stlofi. «Esta planta quando enrolada no pescoço ajuda a combater dores do pescoço, e mau-olhado. Também para as crianças, é muito bom para combater febre, e mal de barriga. Ferve-se a folha e dá-se o banho a criança», explicou o senhor Pontes.

Problemas de prisão de ventre na infância também são tratados por Stlofi, acrescentou o médico tradicional. Os estudantes de farmácia tomaram notas, e colheram amostras para serem analisadas em laboratório.

Coberta por floresta densa, a região norte de São Tomé é a mais acidentada do arquipélago. Os desfiladeiros germinaram plantas endémicas de grande valor medicinal. Cata Piquina, é uma delas.   Segundo os médicos tradicionais esta planta é utilizada no tratamento de casos de hipertensão. Um saber empírico já comprovado cientificamente. Maria do Céu Madureira, professora do instituto português confirmou que desde 1960 a medicina utiliza compostos químicos a base da Cata Piquina, para controlar a tensão alta. A comprovação científica do valor curativo desta planta foi feita nos Camarões, país vizinho de São Tomé e Príncipe.

Na região montanhosa de difícil acesso para o homem, o senhor Pontes de 83 anos, galgou terreno e conseguiu ultrapassar vários obstáculos criados pela natureza. A natureza revela vários segredos para a investigação científica. Mato Cana é nome tradicional de outra planta que trata casos de infertilidade nas mulheres, bem como infecções internas. «É utilizada para resolver o problema de infertilidade e as infecções internas incluindo as infecções urinárias. Também é importante para os diabéticos, e ajuda a controlar a tensão arterial», explicou o médico tradicional, Amâncio Valentim.

Plantas de valor medicinal que são irrigadas há centenas de anos, por cursos e quedas de água pura e fresca. Nas montanhas da região norte o homem tem a possibilidade de encher o pulmão com ar puro.

Pau Sabão é o nome de outra planta, que para além de aliviar dores de dente, trata também de problemas da pele. «Nós utilizamos a casca do pau sabão para tratar de dores de dente. A folha é muito boa para tratar sarnas, coceiras ou mesmo feridas na pele. Usa-se para tomar banho. Esta folha cria espumas que ajudam a matar os micróbios», precisou o senhor Pontes.

Informação recolhida pelos estudantes portugueses, e com elementos comprovativos cientificamente segundo a professora Maria do Céu Madureira. «Normalmente para um farmacêutico quando usamos uma planta que faz espumas, sabemos antecipadamente que ela tem um composto químico que se chama sapunina, de onde vem a palavra sabão. Esses compostos químicos sapuninas, são muito utilizadas para tratar feridas ou doenças de pele de origem fúngica. Não são só bactérias, também fungos. Já há estudos científicos que comprovam que esse composto actua sobre mais de 17 tipos de fungos», enfatizou a professora.

Nas raízes, troncos e folhas das plantas de São Tomé, existem tratamentos para várias enfermidades. A disfunção eréctil, ou impotência sexual masculina, tem cura. Cuaco Maguita é o nome vulgar da planta que reanima a tesão. «Quando um homem tem dificuldades de erecção pode tirar a raiz ou casca juntar a bebida alcoólica e utilizar que o efeito será imediato», detalhou o médico tradicional, Pontes.

Uma espécie que já é conhecida nos meios científicos. «É uma planta endémica, é de tipo psicótica já foi identificada em Coimbra. Mas ainda não a estudamos. Tem uma particularidade muito interessante. È que podem ser anti-inflamatórios por dois mecanismos de acção diferentes, Podem ser extremamente interessantes para a indústria farmacêutica e para a humanidade», salientou Maria do Céu Madureira.

Uma troca de conhecimentos entre médicos tradicionais e investigadores científicos, que não deixa margem para dúvidas sobre o poder curativo das plantas são-tomenses. Segundo a professora de farmácia do instituto português de ciências da saúde, mais de 80% das plantas medicinais do arquipélago que foram estudadas em laboratório confirmaram as teses do saber tradicional. «É um saber empírico que está comprovado cientificamente em termos laboratoriais e de acções farmacológicas, é fantástico», frisou.

Maria do Céu Madureira, já publicou um livro com 50 plantas de São Tomé e Príncipe, de valor curativo e comprovadas cientificamente. Desta vez os estudantes portugueses, recolheram mais 100 amostras de plantas para serem investigadas. «Como professora de farmácia e formadora destes jovens investigadores, o nosso objectivo último é conseguir algum novo medicamento para todo o mundo. Estamos sempre abertos a investigar o que a mãe natureza tem de potencialidades. Levamos um manancial de espécies para serem investigadas. Mas algumas nunca foram estudadas por ninguém e é o que aguça a curiosidade dos investigadores e quem sabe podemos conseguir um novo medicamento», concluiu.

A riqueza curativa da fauna são-tomense, atiçou a curiosidade dos estudantes portugueses. Venceram vários obstáculos erguidos pela natureza nas montanhas da região norte de norte de São Tomé.

A busca de plantas medicinais conhecidas pelos médicos tradicionais do arquipélago, e outras ainda desconhecidas pelo saber empírico do país, começou na ilha do Príncipe e terminou na região norte da ilha de São Tomé.

Abel Veiga

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    Dasafrica Responder

    Sra professora Maria do Céu Madureira, fico satisfeito pelas investigações que tem feito.
    Gostaria que após as suas analises despunibilisasse o seu livro a nós santomenses para podermos saber como utilisar a planta.
    Vi na Tv uma entrevista sua mostrando algumas plantas mas no entanto não explicou como deveriamos usa-la..

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    Alberto Nascimento Responder

    temos muito mais do que o tao falado petrol.

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    Carlos Ceita Responder

    Excelente iniciativa da Universidade Egas Moniz sobre plantas medicinais.
    Mas tenho imensa pena que não estejam envolvidos também nestas descobertas os técnicos da saúde e os quadros qualificados na área de farmácia e os quadros da área de biologia e bioquímica. Estarão eles na administração pública?
    Ter apenas os médicos tradicionais a dar explicação sobre as plantas curativas leva os portugueses que nunca estiveram em STP a impressão de que somos um país sem ambição para investigação científica e inovação, pior ainda ficam com a ideia de que o leões e as cobras passeiam na nossa capital.
    Se pudesse fazer uma pergunta a professora Maria do Céu Madureira perguntava-lhe.
    Já contactou o actual governo e mais concretamente a nova ministra da saúde o que ela acha da sua excelente iniciativa?
    Tem tido contacto com os profissionais de saúde e técnicos santomenses? O que é que eles acham da ideia das plantas medicinais?
    Seria possível/viavel a construção de uma fábrica de medicamentos num futuro próximo em STP?
    Enfim muitas perguntas poderiam ser feitas mais estas já me satisfazem.

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    Madalena Responder

    Atenção!! Não se trata da descoberta da pólvora!!!!
    Muito cuidado com as doses nos medicamentos tradicionais.
    Passsoooo!

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    Adriano Málé Bobo Responder

    Esta investigações deveriam ser feita com os medicos nacionais e os investigadores Portugueses,
    obrigado,
    fui

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    Fernando Augusto(Cocas) Responder

    E importante investigar as plantas de modo a ajudar os donos das mesmas plantas a ter uma broxura medicinal.E nao pensarmos logo em negocios ou exploraçoes com fins lucrativos e esquecendo a posiçao da origem.

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    BLAGA PENA Responder

    Necessitamos de um inventario das nossas plantas medicinais
    Viva S Tomé e príncipe
    Viva a sra Professora Maria do Céu Madureira

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    Ciosmy Power Responder

    pois é, poucos são os paises que têm tanta diversidade na fauna e flora como o nosso, o pior é que não sabemos aproveitar e outros e que vêm explorar e depois patentear, mais tarde somos nós que vamos comprar o produto acabado desta pesquisa a um preço exoberante,.
    temos várias alternativa para o desenvolvimento mas o que falta é a aposta o investimento e o incentivo a inovação, temos que parar de ser seguidores e começar a ser criativos porque temos muito que fazer para este país.

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      Estudante Santomense em Venezuela Responder

      Isso mesmo Ciosmy, só um bom economista, para ver as coisas no seu sentido real, é que nós temos q tomar atençäo, pq eles vëm, investigam, e qd vëem q dé certo, começam a exportar e fabricam os medicamentos fora de S.Tomé y qual é o nosso benefício,comprar depois os nossos mesmos productos a preços exoberantes como disseste e mt bem!!
      Um abrçao pra ti!!

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    Digno de Respeito Responder

    Caros conterâneos, numa notíca semelhante pronuncie sobre a matéria de estudo. Certo que continuarei a insistir com a possível existência de um Laboratório ou um Observatório Internacional em matéria de pesquisa e investigação cientifica em Biomedicina ou similar.

    Além de ler aqui comentarios que questionam a existência de técnicos nacionais, já alguém questionava o mesmo e o interesse dos nacionais nessa matéria confundindo a participação no estudo como o objecto de negócio (próprio). Eu questionaria de outra maneira. Será que os técnicos nacionais estariam mesmo interessados em estudar a sua própria “natureza”?

    Certo que o estudo que está sendo orientada pela profª Maria do Céu Madureira, não se referencia como a “descoberta de pólvora” porque vem reforçar e credenciar ciêntificamente o conhecimento impírico. Mas, há ter em atenção e louvar este belíssimo trabalho já que parece não exitir orgulho nos ou dos técnicos nacionais em matérias de pesquisa e de investigação ciêntifica. Não basta fazer licenciaturas, mestrados e doutoramentos acomodarem-se entre 4 paredes. É preciso que se dê oportunidade insentivando a nova geração no campo investigativo. O País que temos é bastante rico pela sua propria natureza, graças a Lei Devina e o seu desenvolvimento depende apenas da vontade dos homens. Não basta pensar apenas em petróleo, turismo e agricultura. Pensemos sim no recurso mais forte mas tb nas alternativas lógicas para STP. Porque já imaginaram que com o resultado dessa investigação publicado, pode resultar em patentiamento de marca medicinal ao nivel internacional?! Espero que o dia se venha perceber o quanto é importante a existência de MARCA nacional e o seu posicionamento no mercado. Calculariam o seu preço no mercado internacional e que o mais rediculo sermos nós mesmo os possíveis compradores e ao preço de ouro e quando o dinheiro dessa compra poderia ser canalizado para outros investimentos?!!

    Pelo que oiço dizer temos pelo menos um técnico nacional que mostra interesse em matéria de investigação. Aliás, investigador na sua area de saber que é Agricultura. Trata-se de um antigo professor do Liceu e trabalhou ou trabalha num laboratório: Filipe. Este, dizem que participa em conferencias internacionais e apresenta trabalhos e muito mais ( ATENÇÃO: não tenho dados ) e sempre manifestou interesse em objectos. Aproveito para sugerir ao Estado santomense em também apostar nos santomenses negociando bolsas de investigação ciêntifica para estudos, apresentação e publicação de casos studing …

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      BLAGA PENA Responder

      Sr. Digno de Respeito, concordo plenamente consigo, muito obrigado pelo sua contribuiçao.
      Viva

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    moreno Responder

    e mais que sabido que temos plantas digamos milagrosas.o problema e a falta de base cientifica.temos que ter argumentos cientificos para evidenciar, para explicar porque razao a planta x ou y tem efeitos curativos numa ou noutra enfermidade.que sao plantas medicinais sao, mas requere estudos.um bem haja

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    Madalena Responder

    Digo e repito, não se trata de descoberta de nenhuma pólvora. As Ilhas de SaoTome e Principe, datam de 1470 1471, achamento destas ilhas, por isso há muita documentação sobre as plantas medicinais em bibliotecas portuguesas, trabalhos cientificos, outros a titulo monografico.
    O Grande problema é saber quanto é que o governo Portugues e Saotomense investem na pesquisa cintifica? Qual é montante destinado a Investigação no orçamento do estado.
    Não se trata da descoberta da pólvora.
    Qualquer dia vão dizer que temos gás natural, ja sabemos temos sim e muito!!
    pedras preciosas? Sei lá peguntem os Sovieticos e Cubanos, ou mesmo a secreta santomense, o Chefe é Ministro agora.
    passooo

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    Carlos Ceita Responder

    Meus amigos e amigas quando falei de descoberta, referia ao trabalho científico da professora Maria do Céu Madureira. Não propriamente a plantas medicinais de STP que como todo sabemos já existiu de facto.
    Mas voltei ao debate porque apreciei os comentários do interveniente Digno de Respeito sobre o tema. Sobretudo quando ele fala de marca dos produtos.

    Efectivamente temos de trabalhar as nossas matérias-primas. Alem das plantas medicinais temos um vasto leque de matérias primas que precisam ser analisados cientificamente.

    Temos nosso café que é um dos melhores do mundo senão mesmo o melhor do mundo.
    Temos vários tipos de frutas desde cajamanga a pêssego (no nosso pêssego não sei se existe nalguma parte do globo) mas não temos uma marca de refrigerante. Até já tivemos chamava-se Flebe (mas a marca desapareceu) debatemos isso intensamente no fórum yahoo group.
    Tememos o efeito que o cacharamba provoca na nossa sociedade devido ao seu uso exagerado. Mas havendo um estudo serio da composição e uma analise de controlo qualidade do produto cacharamba porque não deve ela ser uma marca de aguardente nacional?
    Temos vários rios e riachos e não temos sabido aproveita-lo para criar uma marca de água saotomenses.
    Temos o cacau e mas uma vez é um estrangeiro que tem-se evidenciado pela marca do cholcolate saotomense.
    O apelo que faço aos quadros nacionais (se é que o meu apelo vale alguma coisa) é: organizem-se busquem financiamento não esperem pelo governo. Há organizações internacionais que podem financiar projectos científicos. A única exigência é que o projecto tenha cabeça troco e membro.
    Já temos universidades em STP ela deve incentivar estes tipos de iniciativas científicas. Que tal a criação de uma associação de cientistas e investigadores saotomenses.

    PS: Peço desculpas por não dispor de tempo suficiente para aprofundar o tema.

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    Carlos Ceita Responder

    (nosso pêssego não sei se existe nalguma parte do globo)–> a frase anterior dizia no nosso pêssego obviamente que quis dizer nosso pessego

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    Digno de Respeito Responder

    Caro Carlos Ceita, não me quero evidenciar. Alias, não estamos aqui para esse feito mas, voce pode ter os mesmos conhecimentos que tenho tal como muitos têm sobre a produção e o patentiamento de uma marca.

    Você nem imagina o quanto custa. E como diz e muito bem, não se deve espera pelo Estaod para termos iniciativa. Mas, uma iniciativa dessa natureza requere alguns requisitos e sem inumera-los, basta dizer-lhe o básico. É preciso uma NORMALIZAÇÂO e a respectiva REGULAMENTAÇãO. Esse passo inicial é dado por entidades e organismos de direito e não um singular e estando a actuar longe de uma luz “guia”, provávelmente estaremos a falhar. E isto deve ser associado ao Estudo de Qualidade.

    E agora pergunto o chocolate que está sendo vendido algures na Europa com base no nosso cacau, rende algum para o Cofre do Estado santomense?!! Se sim, desculpe a minha ignorancia. E de que forma esse investimento privado sobre a referencia ST é rentavel para um nosso país rotulado de “pobre” mas maravilhoso?

    Em geito de consulta, basta se dirigir ao El’Corte Inglês e perguntar o preço do tal chocolate ( não cito o nome pra não tar ai a publicitar de forma gratuita …. rs…rs)E compare o preço com outras marcas e saiba porquê? Outra referencia, junto a estação do metro Baixa do Chiado, tente localizar a única loja derivados do cacau santomense e analise o seu bolso.

    Tal como muitos outro produtos nacionais que no meu entender mobilizariam algum recurso económico influenciando positivamente o PIB nacional. E são acções básicas, como caso de produção manufacturada em banbús. Sabe-se que qualquer materia prima derivado do bambú (abundante em ST) tem preço alto no mercado internacional. Os nosso artisão fazem maravilhas cim a sua arte. Existe algum program que insentiva o escoamento dos seu manufacturados? Eles já se esforçam no dia-a-dia pra dar um páo de cada dia aos seus familiares. Mas, vê-se a obra deles publicadas ao troco do nada no mercado internacional. Eles como “leigos” na matéria sedem seus produtos Têm ajuda para aperfeissoamento técnico, pelo menos para faze-los dispertar para o contexto real do desenvolvimento global?

    Apenas exemplos daquilo que a marca nacional pode gerar para o tão pequeno país como o nosso. E certo que envolve muito trabalho feito por especialistas na matéria.Tem custos associados. E parece que ja temos alguns técnicos com essa visão e dotada de capacidade técnica.

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    Son Longo Responder

    Torna-se necessario estudar com exactidao os possiveis efeitos secundarios em cada uma dessas plantas e por ao conhecimento do publico. Obrigado.

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    Maria Augusta Responder

    Caros co-leitores o “ouro de qualquer actualidade é o conhecimento produzido”. Na minha modesta opinião aquilo que São Tomé e Prínicipe necessita é de motivação, seja qual a área de conhecimento a aprofundar. Da minha experiência, como alguém que muito crê nas potencialidades do povo santomense, parece-me que a grande pulsão sociológica em que é necessário apostar é na CRENÇA dos santomenses na diáspora em relaçáo à sua pátria. Não sou santomense e custa-me muito ouvir, quase sempre, um discurso minimalista em relação a São Tomé. Se acreditarmos conseguimos, a partir da partilha de muitos saberes, alavancar São Tomé para um patamar diferente. Hoje é o dia das mulheres de São Tomé e Prínicipe e não podia deixar de referir que ela têm sido o soro, o analgésico, a profilaxia natural para que o País continue na senda de melhor qualidade de vida. O melhor de São Tomé e Príncipe são as suas gentes. Sóló bili zá em San Tomé. Bén sá cuá sum fé. Bem hajam.

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    walter Responder

    desejo receber essamensagem no meu email

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    walter Responder

    recebe essa mensagema ai meu amigo

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