A obra será apresentada em Lisboa na primeira semana de Outubro, em local e data a anunciar, sendo enviado convite oportunamente.
Para inscrever e ter acesso ao livro clique sobre os dois documentos :
Ayres Sacramento de Menezes estava para ser deportado para ilha do Sal quando o Senhor Monteiro de Mendonça, ricalhaço que vivia numa vivenda da Rua Tomas da Fronteira em Lisboa e que alterou o percurso do navio que o levaria para a ilha do Sal.
Ele mandou alterar a rota do navio que levava o Ayres Sacramento de Menezes para deportação para ilha do Sal.
Ayres Sacramento de Menezes veio para Portugal aos 11 anos mandado pelo seu tio, sócio do Henrique de Mendonça que vivia na Rua Marquês da Fronteira no topo de El Corte Inglês.
Ayres Sacramento de Menezes foi discípulo do professor Francisco Gentil com quem praticou cirurgia depois de ter regressado de Moçambique onde foi médico miliciano.
Ayres Sacramento de Menezes é indicado pela população para deputado e essa opinião é desacordada pelo governador e é encerrada a liga e foi nomeado um governador para São Tomé.
Ayres Sacramento de Menezes promoveu a formação de uma escola de enfermagem para muitos nacionais.
Portugal deveria pedir desculpas aos descendentes do Dr. Ayres Sacramento de Menezes pelas barbaridades cometidas na sua própria terra.
O governador é colocado a bordo pela população nativa e Ayres Sacramento de Menezes é colocado para ilha do Sal.
E a bordo Ayres Sacramento de Menezes consegue contactar o padrinho Henrique de Mendonça economista e sócio da Companhia Nacional /Colonial que alterou o rumo/rota do barco que vem primeiro acostar a Lisboa em vez da Ilha do Sal no cais de Lisboa.
O senhor Henrique de Mendonça vem espera-lo a bordo e desembarca-o.
Ayres Sacramento de Menezes ficou sem vencimento e trabalha durante dois anos.
Depois de várias exposições e influências é mandado para Angola e impedido de descer em São Tomé que lhe preparava uma recepção.
Estávamos em 1931 e que só tiveram permissão para ir a bordo a mãe do Dr. Ayres Sacramento, Maria Alves, a esposa Aida Azancot de Menezes, filhos Manuel Pedro Azancot de Menezes, Jacob Azancot de Menezes, Maria Antonieta Azancot de Menezes e Hugo José Azancot de Menezes que tinha 4 anos naquela altura.
A esposa Aida Ramos Azancot de Menezes e os filhos juntaram-se seis meses depois ao Dr. Ayres Sacramento de Menezes n Chibia que ficava a 40 km do Lubango na província da Huila.
Ayres Sacramento de Menezes ministrava ginástica e treinava futebol e iniciava a formação de atletas.
Escrito aos 25/02/2012 por:
Ayres Guerra Azancot de Menezes
Acabei de comprar o livro a que se refer esta página. Verifequei que não consta o nome da minha falecida mãe, MARIA DO CARMO GENTIL FERNANDES PADREL CORREIA CARRILHO, filha de MÁRIO DE ALMEIDA PADREL CORREIA , MEU AVÔ, (pag. 371).
Caso vejam interesse em completar a informação,estou disponivel para colaborar juntando a documentação que possuo.
com os melhores cumprimentos
Ayres Sacramento de Menezes estava para ser deportado para ilha do Sal quando o Senhor Monteiro de Mendonça, ricalhaço que vivia numa vivenda da Rua Tomas da Fronteira em Lisboa e que alterou o percurso do navio que o levaria para a ilha do Sal.
Ele mandou alterar a rota do navio que levava o Ayres Sacramento de Menezes para deportação para ilha do Sal.
Ayres Sacramento de Menezes veio para Portugal aos 11 anos mandado pelo seu tio, sócio do Henrique de Mendonça que vivia na Rua Marquês da Fronteira no topo de El Corte Inglês.
Ayres Sacramento de Menezes foi discípulo do professor Francisco Gentil com quem praticou cirurgia depois de ter regressado de Moçambique onde foi médico miliciano.
Ayres Sacramento de Menezes é indicado pela população para deputado e essa opinião é desacordada pelo governador e é encerrada a liga e foi nomeado um governador para São Tomé.
Ayres Sacramento de Menezes promoveu a formação de uma escola de enfermagem para muitos nacionais.
Portugal deveria pedir desculpas aos descendentes do Dr. Ayres Sacramento de Menezes pelas barbaridades cometidas na sua própria terra.
O governador é colocado a bordo pela população nativa e Ayres Sacramento de Menezes é colocado para ilha do Sal.
E a bordo Ayres Sacramento de Menezes consegue contactar o padrinho Henrique de Mendonça economista e sócio da Companhia Nacional /Colonial que alterou o rumo/rota do barco que vem primeiro acostar a Lisboa em vez da Ilha do Sal no cais de Lisboa.
O senhor Henrique de Mendonça vem espera-lo a bordo e desembarca-o.
Ayres Sacramento de Menezes ficou sem vencimento e trabalha durante dois anos.
Depois de várias exposições e influências é mandado para Angola e impedido de descer em São Tomé que lhe preparava uma recepção.
Estávamos em 1931 e que só tiveram permissão para ir a bordo a mãe do Dr. Ayres Sacramento, Maria Alves, a esposa Aida Azancot de Menezes, filhos Manuel Pedro Azancot de Menezes, Jacob Azancot de Menezes, Maria Antonieta Azancot de Menezes e Hugo José Azancot de Menezes que tinha 4 anos naquela altura.
A esposa Aida Ramos Azancot de Menezes e os filhos juntaram-se seis meses depois ao Dr. Ayres Sacramento de Menezes n Chibia que ficava a 40 km do Lubango na província da Huila.
Ayres Sacramento de Menezes ministrava ginástica e treinava futebol e iniciava a formação de atletas.
Escrito aos 25/02/2012 por:
Ayres Guerra Azancot de Menezes
Acabei de comprar o livro a que se refer esta página. Verifequei que não consta o nome da minha falecida mãe, MARIA DO CARMO GENTIL FERNANDES PADREL CORREIA CARRILHO, filha de MÁRIO DE ALMEIDA PADREL CORREIA , MEU AVÔ, (pag. 371).
Caso vejam interesse em completar a informação,estou disponivel para colaborar juntando a documentação que possuo.
com os melhores cumprimentos