Cultura

“Aurélia de Vento” mais um romance de Albertino Bragança

A obra literária de Albertino Bragança, lançada na última semana, relata a história de uma mulher são-tomense, jovem e corajosa, a Aurélia que sendo tão persistente como o vento, vence muitos obstáculos da vida.

O escritor Albertino Bragança, decidiu com a obra “Aurélia de Vento”, conduzir os são-tomenses para a sua realidade mais profunda. A história de “Aurélia de Vendo” desenrola-se na zona da cidade da Trindade e arredores.  «Com este livro tentei trazer as nossas raízes, encontrar também muitos dos nossos medos, as nossas superstições. Não obstante estar de acordo com elas as trouxe ao público, para que pudéssemos reflectir sobre as mesmas e chegarmos a consenso», afirmou o escritor(na foto).

A obra literária patrocinada pela CST e pelo Banco Internacional de São Tomé e Príncipe, coloca “Aurélia de Vento”, num grande conflito com a sua enteada. «Este livro tem como pano de fundo um ódio visceral entre duas mulheres, uma madrastas e a sua enteada. As duas sempre em confronto até que infelizmente a acção tenha enveredado para a morte. Creio ser uma obra que o público são-tomense para quem eu escrevo irá gostar», acrescentou.

A obra literária centrada na realidade são-tomense, é o terceiro livro publicado pelo escritor Alebrtino Bragança. “Rosa de Riboque e Outros Contos” foi o primeiro, seguiu-se “ Um Clarão sobre a Baía”. Agora é a vez de “Aurélia de Vento”. «Lendo os livros de Albertino Bragança, sentimos que estamos diante de um grande contador de histórias. Alguém que domina o português de uma maneira extraordinária, mas que ao mesmo tempo é capaz de dominar a linguagem popular, o forro, portanto é alguém que está bem entranhado na realidade do nosso povo, e ser capaz de exprimir com a linguagem do mesmo povo a realidade que esse povo vai vivendo», referiu o Bispo da Diocese de São Tomé e Príncipe, Dom Manuel António, um dos presentes no lançamento da obra.

Segundo Albertino Bragança, o título da obra literária tem a ver com a coragem e determinação da Aurélia. Uma mulher são-tomense de atitude persistente como Vento.

Abel Veiga

    16 comentários

16 comentários

  1. Dá Demonio Cara D'ele

    28 de Junho de 2011 as 14:07

    Albertino apesar de ser um dos grandes preguiçosos de STP a par de Pinto da Costa ainda assim por vezes dá algum ar da sua graça escrevendo, já o Pinto fez um livro só visto porque se não, não se acredita.

    Albertino ou Pinto qual deles é mais preguiçoso?? Respondam por favor!

    • Diasporano.cv

      21 de Julho de 2011 as 17:14

      Sr Dá Demónio…. nome sugestivo , hem!!!
      Será que todos nesta terra são preguiçosos? Ou chamar preguiçoso aos que têm mostrado inteligência satisfaz o seu ego? Neste mesmo jornal , ví chamar preguiçoso ao Sr Pinto da Costa por vencer esta 1ª estapa da Presidencial, ví chamar a aquele,etc, etc.
      Uma produção literária não é trabalho de todos…. é do inteligentes, de quem sabe pensar, ser criativo , etc
      Da minha parte, parabenizo o Sr Albertino Bragança, vulgo Dotor, por legar ao povo santomense mais uma obra para delícia dos estudiosos, dos críticos, dos nossos estudantes, dos que fazem da leitura um acto de prazer, etc

      Ao Sr Dá Demónio… deixa de preguiça ,leia a obra … quem sabe, poderá mudar de vocábulo. Nunca é tarde para aprendermos.

      Sejamos críticos com argumentos.

      Que o povo exerça o seu desejo na sugunda volta das presidenciais e que o eleito respeite o confiança/ esperança.

  2. J. Maria Cardoso

    28 de Junho de 2011 as 14:40

    Prefiro valorizar ao dote que Albertino Bragança deixa aos leitores que têm mais uma obra nas prateleiras da nossa praça tão carente dessa merenda.
    Parabéns Albertino Bragança!

  3. Rio de Ouro

    28 de Junho de 2011 as 16:12

    ” dote deixado” ? Afinal o escritor está vivo ou morto? Acontece que quando se fala de dote deixado, pode-se subtender que estamos a falar duma herança deixada por alguém que falecera.

  4. Anca

    28 de Junho de 2011 as 21:00

    Uma sociedade é composta por vários membros ou indivíduos.

    Na sociedade que se diz e quer humana;

    Quando um dos seus membro ou individuo(os),inventa, escreve algo, seja prova ou número, seja ele adopção de um comportamento novo que esta também inerente a um pensamento novo, para o bem de todos, todos saem a ganhar.

    É de louvar, elogiar, condecorar.

    Pois constitui exemplo, para outros membros ou indivíduos, que fazem parte dessa mesma sociedade, seja ele (exemplo no modo de vida, o modo de pensar e agir).

    Na sociedade Santomense, onde há um défice, de bom costume, boa pratica,défice de valorização e construção de boas ideias,pensamento e comportamento, séria imperioso até de louvar que mais indivíduos, reflectissem, agissem, escrevessem, sobre algo, sobretudo sobre os problemas que condiciona a sociedade, onde estão inseridos, de modo a dar exemplo, e constituir de mudanças de atitudes,comportamento e pensamento, para o bem estar social de todos os indivíduos Santomense.

    Uma ideia que teve ou tem sucesso, num determinado espaço e tempo, tem a mesma inerência de ter sucesso, noutro espaços e tempo, desde que aplicada bem a formula a receita.

    Têm como exemplo;

    Uma receita de bolo, inventada e escrita para sociedade brasileira mas que tem sucesso a nível mundial.

    Ex; bolo de chocolate, bolo de cerveja, etc…,

    Bem haja a todos

    • Anca

      28 de Junho de 2011 as 21:04

      Quem diz brasileira, diz também portuguesa, Santomense, etc, etc…

  5. Anca

    28 de Junho de 2011 as 21:01

    Quis dizer, prosa ou número

  6. Digno de Respeito

    29 de Junho de 2011 as 4:11

    Caro ALbertino B.,

    É motivo para felicitar-lhe porque é mais uma riqueza cultural santomense. Contudo, sugiro-lhe que seja mais interventivo no mundo cultural santomense para o bem da nação….

  7. Afonso Santos

    29 de Junho de 2011 as 14:46

    não ha tempo pra ler livros!
    agora é hora de voto no Tempo Novo

  8. Mendes Cabral

    30 de Junho de 2011 as 18:04

    Numa altura destas, dois individuos rivais, ambos apelidados na nossa sociedade como relutantes em relação ao trabalho, decidem publicar livros.
    Qua li….

  9. Madalena

    30 de Junho de 2011 as 18:09

    Um tempo Novo, com atitudes pertinazes, pode fazer história. Não brinquemos com coisa seria. Para ja acredito na vitoria do Camarada Aurelio, vou votar nele, por causa dos insultos feitos a sua pessa e sobretudo a Mãe.
    Todas as Mães dão tudo de si, para criar um filho,sabe Deus como ele passou. Aurelio vai defende os mais pobres e miseraveis, será o guardião dos coitados, aqueles que vivem com menos de 1 Dolar por dia.

  10. Helder Leitão D`alva

    30 de Junho de 2011 as 21:04

    Meu Caro Peru, espero que guarde o meu livro,estou corioso em leer esta obra. Pela sua êxperiencia deveria contribuir mas para nossa cultura e não só.

  11. bom gosto

    2 de Julho de 2011 as 11:42

    Parabéns pela contribuição cultural que em vindo a nos brindar! Pois é mais uma obra que nos traz. No entanto acho que seria melhor enveredar totalmente a cultura em detrimento da política.

  12. AGENTE

    6 de Julho de 2011 as 14:26

    EU acho que o mas preguiçoso és tu, palhaço sem criatividade,pq se tu n sabes o que é escrever, procure saber, pq como Albertino, existem poucos no nosso pais. E ATENÇÃO BOM ESCRITOR N É AQUELE EDITA TODOS ANOS UMA OBRA, ATÉ PQ ESSE N TEM TEMPO P PENSAR, Q É AQUILO EXIGE UMA OBRA, O Q É K TU SABES DE LIVROS… PENSO QUE NEM SE QUER LÊS-TE AS ANTERIORES OBRAS DESTE ILUSTRE SENHOR DA ESCRITA EM PORTUGUÊS … VAI DAR UMA VOLTA COM COMENTÁRIOS INDEFESOS…

  13. Libo de água

    12 de Julho de 2011 as 12:56

    Se Sr, DEVIA ir para mato plantar bananeira
    enquanto foi ministro não fez nada .. eu também sei escrever ..
    Não é prioritário esse tipo de gente no nosso pais .. queremos trabalho,emprego, Hospital, comida, viver com alegria,.

  14. Mento Muala

    25 de Julho de 2011 as 11:48

    Sei que o senhor sabe escrever porque não escreveu nada?O senhor fala em plantar bananeira no mato né? Nem todos nasceram para planta bananeiras,pelo menos o escritor resgata-nos nas suas obras a memoria da nossa cultura e quando diz “Não é prioritário esse tipo de gente no nosso pais”qual é o país vive sem a sua cultura e sem os seus valores basicos de boa educaçao e de valorizaçao dos dinamizadores da cultura deste país?Poderia diz que o “intriguista é como carvão quando não queima, suja”.já agora para aqueles que pensaram que o livro saiu por causa da campanhã,deveriam pensar no futuro do país em vez de correr atrás do banho.E para terminar,ja pensaram que o Albrtino Bragança é rotulado de preguiçoso mas nunca foi chamado de ladrão e corrupto,portanto, pensem em aqueles que nada fazem e estao constantemente a roubar o país.
    Obrigado

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