Cultura

“Os Mares do Meu Arquipélago, Contos”

É obra literária de Lúcio Neto Amado. Uma obra literária de ficação que retrata vida e problemas da mão de obra cabo-verdiana, angolana, moçambicana contratada para trabalhar em São Tomé e Príncipe desde o início do século XIX, assim como dos portugueses que cá vieram explorar riqueza.

São 122 páginas de contos são-tomenses, escritos por Lúcio Neto Amado. Uma obra de ficção  que procura transmitir as peripécias da vida dos contratados que vieram trabalha nas plantações de cacaue café de São Tomé e Príncipe.  No lançamento do livro, o autor cantou “Sodade” ou “Saudade”, a música cantada pela falecida Cezária Évora, que imortalizou o sofrimento dos contratados cabo-verdianos trazidos para São Tomé e Príncipe.

Livro explica que a maior parte dos contratados, era apanhado em rusgas, de seguida metidos em barcos com destino a São Tomé e Príncipe. «O livro trata deste episodio. Eu andei a investigar com oss de origem cabo-verdiana, com as pessoas angolanas e não só, que viveram  este passado. Tiveram pessoas com mais de 80 anos que foram falando da sua vida, dos sacrifícios», referiu o autor do livro.

O Trabalho de investigação para composição do livro durou 15 meses. Lúcio Amado andou por várias roças de São Tomé e Príncipe, onde ainda vivem muitos dos antigos contratados. «Essas pessoas dizem que se misturaram com as outras, portanto cabo-verdianos com angolanos, moçambicanos por aí fora e resultando aquilo que nós chamamos prolongamento social tonga. Há muitos tonga por aí que têm a ver justamente com essas pessoas, indivíduos de Príncipe, individuo de São Tomé e por aí fora, portanto é um livro que retrata este sacrifício que eles empreenderam durante muitos anos desde do princípio do seculo XIX até 25 de Abril de 1974 ou portanto até 1975 no momento em que nós adquirimos a independência, isto é um testemunho verídico um testemunho de gente que se sentiu muito o trabalho destas obras das roças», referiu Lúcio Amado.

A obra foi apresentada por Artur Vera Cruz. « O doutor  Lúcio teve uma árdua tarefa em digamos colher  e recolher juntos dos mais velhos algumas termologias que não era conhecidas  atualmente por isso eu acho que estamos de parabéns  com o seu contributo que vem enriquecer o nosso património cultural  eu queria realçar aqui que não se trata de um primeiro contributo  parece que a menos de um ano já nos brindou com uma outra obra neste caso temos uma obra vocacionada  para o conto que traduzem um imaginário  com aquilo que foi a realidade  santomense nos últimos 50 anos», sublinhou, Artur Vera ruz.

Bendzaison Lima

    21 comentários

21 comentários

  1. Ledji milondó

    12 de Abril de 2013 as 7:05

    Valeu, vamos seguindo sempre em frente que Deus nos abençoará. Força e firmeza, com a contribuição de todos, transformaremos S.Tomé e Príncipe num porto seguro e apetecível para todos.

    • Estevão

      12 de Abril de 2013 as 9:51

      Eu achei a linguagem, tanto do apresentador da obra como do próprio autor, muito pobre e sem nexo. Temos que melhorar neste aspeto. Não basta aparecer a escrever babuseiras sem nexo nem conteúdo para publicação. O país tem que crescer mais neste aspeto. Quando escrevem devem fazê-lo com alguma substâbcia ao nível de conteúdo. O país pode e deve fazer mais neste âmbito. Investiguem bem, trabalhem mais e só depois publiquem, por favor.

      • Edy

        12 de Abril de 2013 as 16:37

        vc esta dizendo isso pork é nacional, se fosse estrangeito que escreveu isso sobre nós vc não questionaria.É; nós sempre somos ASSIM!

        • Gualtar Almeida

          14 de Abril de 2013 as 12:39

          achas que este livro tem algum cabimento? só mesmo cá em s.Tomé

      • Professor

        13 de Abril de 2013 as 13:06

        Parabéns ao Lúcio Amado porque ele tenta fazer alguma coisa por nós e não fica aos cantos sendo cúmplice de uma política corrupta e uma sociedade culturalmente pobre. Parabéns a esse senhor que toma a iniciativa de nos escrever, de falar as verdades que precisamos ouvir. O senhor Estevão vá buscar substância inclusive para escrever os comentários, que são de dar pena, porque além de estarem mal escritos dizem mal das pessoas que querem transformar nosso país em um país decente. Vida longa ao Lúcio Amado. E que cresças!

        • Estevão

          13 de Abril de 2013 as 20:10

          Mas fazer qual coisa meu Deus? O senhor acha que aquilo é um livro no sentido real do termo? Eu não estou contra o senhor Lúcio ou qualquer outra pessoa. Só acho que aquilo não é livro para se apresentar como publicação porque é muito pobre. O senhor Lúcio tem todo o direito de publicar os seus livros, acho muito bem que o faça, mas eu não consigo chamar aquilo de livro. Aquilo, quanto muito, é um conjunto de apontamentos, sem nexo nem conteúdo científico, cultural ou histórico, ou mesmo ficcional,que o senhor Lúcio decidiu escrever com todo o direito que ele tem. Agora dizer que aquilo tem interesse para o país é que acho exagerado. Eu acho que o senhor Lúcio deveria fazer mais investigação antes de publicação e esforçar-se mais para fazer uma obra mais interessante. Isto não é uma crítica feita por malvadez ou algo parecido. Eu só queria ajudar o senhor Lúcio. Peço desculpas se o odfendi

        • Gualtar Almeida

          14 de Abril de 2013 as 11:07

          deves ser igual a ele ou pior

    • Gualtar Almeida

      14 de Abril de 2013 as 12:40

      outro que se contenta com tão pouco xiiiii

    • Gualtar Almeida

      14 de Abril de 2013 as 12:49

      se Deus não abençoou até agora vai ser muito difícil alcançarmos esta bênção ou será que o Lúcio vai conseguir santa ignorância meu Deus

    • Luciano

      14 de Abril de 2013 as 15:40

      ele esta a fazer tudo para chegar a Ministro da Educação e cultura tenham cuidado

  2. HLN

    12 de Abril de 2013 as 7:59

    Parabens ao autor da obra é mais uma valia para o conhecimento da historia dos Santomenses.
    Especialmente para o Bendzaison Lima, presta mais atenção naquilo que escreves, como por exemplo: ficação, ficção, trabalha, cacaue, oss.

    • Professor

      13 de Abril de 2013 as 13:09

      Bendzaison Lima precisa de substância.

    • Gualtar Almeida

      14 de Abril de 2013 as 12:42

      grande escritor com estas estes livrinhos vai ser um segundo Almeida Garrett xiii

    • Gualtar Almeida

      14 de Abril de 2013 as 12:45

      parabéns ele fez algum milagre? quando é que vai ser santificado?

  3. Carlos Mena

    13 de Abril de 2013 as 0:35

    Ao mesmo tempo que tento ler os comentários dos texto aqui colocados também as lágrimas vêm me aos olhos. A julgar pelos textos testados e castigados de erros ortográfico aqui colocados é fácil perceber em que garras se encontra o meu belo País medieval. S.Tomé promete.. E muito! Afinal em S.Tomé a Educação padecem de uma contradição atormentadora: é suposto os alunos com bolsa de estudo no estrangeiro aprenderem e assegurar um bom nível de conhecimento de forma a ajudar a desenvolver o País. A intenção subjacente à ideia da formação no exterior foi a redução das diferenças entre as classes sociais e o aumento das hipóteses de todos de ascenderem socialmente devido a uma preparação cultural abrangente a fim de poderem levar uma vida rica e plena. Para além disso, havia a esperança de a formação no estrangeiro promover o que era designado por “competências comunicativa”, significando uma maior compreensão mútua.
    Hoje em dia já é bastante pacifico afirmarmos que, a avaliar pelos resultados, o GOVERNO não ganhou, o País não ganhou e o Povo não ganhou esta disputa. Todas as avaliações comparativa dos aproveitamento para o País demostram que muitos dos alunos bolseiros no exterior acabam por ficar nestes oportunos Países- por mais diversas razões, nomeadamente o nível do desenvolvimento dos mesmos é claramente superior que o nosso S.Tomé. E ficou bem provado que mesmo aqueles que regressaram arrependem-se amargamente uma vez, que não encontram oportunidade de vida no seu próprio PAÍS. A única esperança que me resta é que os poucos corajosos que tiveram a infeliz ideia de regresar, como eu! Não paremos de lutar…Perante estes deprimentes resultados, os representantes nada fazem, por outras palavras: o feitiço consistiu na manutenção de ficções, na negação da realidade e no esforço de ignorar as evidências. Depositar alunos no estrangeiro não trouxe um retorno acentuado ao País. PONTO!! Em resumo, a educação esta num estado lastimável que a miséria permanece completamente desconhecida, visto a sua dimensão ser inconcebível,
    Tal estado de coisas deve-se ao facto de terem perdido as referências. Já não se sabe o que deve fazer, e com que finalidade. Uma vez que os antigos cânones do governo parecem ser redutores e caducos,
    Este já vai longo-e ainda tenho que ir dormir meus irmãos….

    • Gualtar Almeida

      14 de Abril de 2013 as 12:44

      as lágrimas vieram-te aos olhos então o calelu estava picante ou foi do vinho que o Lúcio te ofereceu?

  4. gualter almeida

    13 de Abril de 2013 as 18:09

    ah ah ah ah ah só me da vontade de rir com esta palhaçada que povo é nosso que não vê as coisas por isso estamos a ser massacrados cada vez mais, mas costuma-se a dizer cada um tem aquilo que merece enfim mais um livro deste senhor muito mas de certeza que vai ser ultimo FUI fica bem LÙCIO AMADO estou contigo e nunca te deixarei

  5. Gabão

    15 de Abril de 2013 as 11:32

    o próximo livro que ele escrever é sobre pedofilia ele é um dos grandes ou maior pedófilo nesta terra

  6. Vera cruz

    15 de Abril de 2013 as 13:51

    amigo Gualter nem só de pedofilia também sobre bruxedo e de calotes que ele tem pregado como é que é possível darem tanto credito a uma pessoa daquela só mesmo s.Tomé e Príncipe

  7. Tomé

    15 de Abril de 2013 as 20:09

    Tenho lido já a muito tempo alguns comentários contra o tal LÙCIO AMADO sabendo que realmente ele é uma pessoa problematico e rancoroso de mau fundo e sempre a ser atacado não sei porque este senhor não se aruma nun canto para evitar esses comentários.Poissabemos que ele gosta muito de dar nas vistas mas deixem de dar do que dar atenção a pessoas sem perssonalidade como o mesmo:

  8. rapaz de riboque

    29 de Abril de 2013 as 23:04

    este gajo andou cá em Portugal em negócios escuros tenham cuidado com ele

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