Cultura

Latitude 63 de Francisco Costa Alegre foi reeditada

A obra que realça a importância do tempo e dos números, destaca o ano de 1963, pela sua importância histórica para  continente africano. Uma obra que retracta paixão, vingança, cuja  publicação, aconteceu esta semana em simultâneo com a apresentação de outro livro, que mostra a riqueza do património arquitectónico da cidade de São Tomé.

“São Tomé e Príncipe – As Cidades Património Arquitectónico”, é o título de um livro  documentário, elaborado por João Sousa Morais e Joana Bastos Malheiro. Foi apresentado esta semana em São Tomé, a cidade que é o principal tema do livro. «Se verificarmos o estado da cidade e os momentos que a cidade tem e particularmente em África é talvez das cidades que ainda está bem conservada e tem uma coerência e uma escala muito interessante. A preocupação da obra é a identificação daquilo que é o património arquitectónico da cidade e que como qualquer cidade, supera o país», declarou João Sousa Morais.

Co-autor do livro, João Morais, cidadão português, explicou que o livro é resultado de um intenso trabalho desenvolvido no país em parceria com a sua colega Joana Bastos Malheiro. «O que realizamos ao longo de praticamente dois anos de trabalho, foi identificar esse património, perceber qual era a história da cidade, perceber como é que a cidade cresceu, e quais são os seus momentos mais interessantes e obviamente tem como reflexo os próprios edifícios», pecisou.

Considera que a cidade de São Tomé tem apetência para ser património mundial ou nacional, isto, como resultado da sua enorme riqueza patrimonial.

Na mesma ocasião, foi publicada a reedição do livro Latitude 63, de Francisco costa Alegre. O livro retrata a história de uma moça que pertencia a uma família de 5 filhos. Ela se apaixonou por um americano de origem são-tomense.

Ausente do país o autor foi representado pelo seu filho, que explicou o cerne do livro, que retracta o romance entre um são-tomense de origem norte americana que «vivendo nos Estados Unidos, veio a São Tomé para participar numa conferência que teria lugar no mês de julho. No entanto foi baliado. O livro retrata assim, a paixão, a vingança, ciúmes, e tem um pouco de sátira. É um livro que tem muitas lições a serem tiradas que nos faz repensar sobre a nossa maneira de estar e de agir no dia-a-dia», sublinhou o apresentador do livro.

Abel Veiga

    1 comentário

1 comentário

  1. Juvenal Espirito Santo

    27 de Maio de 2013 as 8:32

    Muito boa iniciativa!!!
    Lanço um desafio.Para quando a reedição da obra de Caetano Costa Alegre?

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