Sabores da gastronomia de Taiwan e da Ásia conquistam a imprensa internacional

Sabores e aromas da República da China – Taiwan, traduzidos em várias dezenas de pratos degustados pelos 23 convidados internacionais. Marcas de num exercício que começou na capital Taipei, seguiu pela cidade portuária de Zeelung, entrou pela metrópole de Taichung, para depois regressar a Taipei.

A mesa é sempre redonda. É o estilo asiático, ou então chinês. Redonda e ao centro com uma segunda placa, que vai girando ao toque das mãos, levando para diante do convidado as diversas iguarias que os cozinheiros não cansam de enviar para a mesa redonda.

Hortaliças pintam os pratos de peixe ou de carne. Sopas com ingredientes diversos são servidos, quase sempre na parte final da farta refeição. Um método puramente chinês.

Um exercício de degustação da variada culinária taiwanesa e chinesa, que começou em Taipei, no restaurante Din Tai Fung, localizado no rés de chão do mais alto centro comercial da capital, com mais de 500 metros de altura, por sinal um dos maiores arranhecéus do mundo.

23 convidados, entre os quais, jornalistas e fotógrafos, oriundos de países da América Latina, da América do Norte, da Ásia, Oceania, e um de África(Téla Nón), sentam-se a volta da mesa redonda, para inaugurar a festa da gastronomia. «Considero a gastronomia taiwanesa como excepcional. Tem uma gama variada de pratos. A cozinha chinesa é por si só uma das melhores do mundo», desabafou para o Téla Nón, Osamu Tsuchida(na foto) . Jornalista japonês do jornal “The Tokyo Shimbu”.

A placa do centro da mesa redonda vai dando voltas e os cozinheiros do restaurante Din Tai Fung lançam novas iguarias na roda da gastronomia. «Muitos cozinheiros chineses vivem no Japão, e desde a minha infância que saboreo a gastronomia chinesa.  As cozinhas francesas, chinesas e turcas são as 3 melhores do mundo», reforça Osamu Tsuchida na conversa com o Téla Nón.

Steamed(na foto) é o nome de uma iguaria, que parece ser a grande especialidade do restaurante Din Tai Fung. A acção dos cozinheiros, visível através de uma janela de vidro, reflecte a mestria, mas também a variedade do mesmo prato que pode ser de peixe, de vegetais etc, etc.

O Governo de Taiwan quer promover os seus sabores e partilha-los com o mundo, por isso a imprensa internacional, foi convidada de honra para a longa visita de degustação da gastronomia e de descoberta da cultura, que começou em Taipei e se estendeu por outras quatro cidades. «É para promover a nossa cultura folclórica e culinária. Isso para que o mundo conheça os nossos valores culturais», declarou de forma contundente, Jeff Chia – Hao Lee, segundo secretário do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan

Taipei a capital, abriu caminho da desgutação para Tumsai, uma cidade que a pesca construiu no caminho para a cidade portuária de Zeelung, onde a gastronomia se misturou com uma das maiores festas tradicionais de Taiwan, “ O festival de fastasmas”.

A cidade de Zeelung ficou iluminada durante a noite pelo fogo de artifício, na celebração da do festival de fantasmas. Os convidados sentiram o paladar de pratos chineses e asiáticos, de restaurantes de elite, mas também o sabor indígena. Música animou o jantar no restaurante indígena onde pratos mais rústicos, deram sabor à vida nocturna em Zeelung.

Taichung, uma metrópole mais ao centro da ilha de Taiwan, ofereceu pratos requintados da melhor cozinha taiwanesa e asiática. «A cozinha taiwanesa ganhou aspectos diferentes, em a cozinha da china continental. Terá ganhado isso, em função das influências estrangeiras.Taiwan esteve sob dominação japonesa, e para além disso, a ilha se abriu ao mundo, há muitos anos atrás», pontuou o jornalista japonês Osamu Tsuchida.

Uma força gastronómica, sustentada pela utilização de produtos locais. Os potes de caldos e sopas que entram na roda da mesa são novidade para a análise de Osamu Tsuchida. «Estive em Pequim e Xangai e não vi isto».

Os sabores da gastronomia taiwanesa evoluem e cidade a cidade de região em região. Ao mesmo tempo as marcas da história e cultura da ilha, são mostradas aos visitantes. O povo “Hakka”, que chegou a Taiwan há mais de 400 anos, oriundo da China Continental, faz história de um museu nos arredores de Taichung. Os aborígenes outro grupo social antigo de Taiwan, é protegido e a sua identidade promovida para que seja memória vida do povo, da ilha chamada formosa.

Téla Nón – Taipei / Taiwan

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    Kanimambo Responder

    Agora entendo o por quê da trégua que o tela non deu ao ADI. O Abel encontra-se em viagens e justamente em Taiwan. lololololo Aproveita as férias Abel.

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    De Longe Responder

    Taiwan,… Taiwan,… Taiwan…
    Sempre Taiwan. Que seja para bem.
    Se for para o estilo “gaba ele faz coêza que ele quer pa ele dar pão” é uma miséria pegada.
    Se for para o estilo “é um país que avançou pela consciência e sabedoria dos governantes e é boa referência para seguirmos”, assim justifica ter governantes que vamos tendo. Assim poderemos dizer “Bem-vindo Taiwan e todos os outros povos com quem possamos aprender e progredir.

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    Pen Drive Responder

    O quê que S.Tomé e Príncipe tem a ver com esta crónica?

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    Santiago Responder

    Enfim…

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