Dezenas de jovens procuram lugar como actor no filme “A ILHA”

No último domingo várias dezenas de pessoas começaram a participar no casting para a rodagem do filme “A ILHA”.

Um projecto de realizadores portugueses, com destaque para Nicolau Breyner, que também vai desempenhar o papel de actor no filme. O projecto foi lançado durante a recente visita do secretário de Estado dos Negócios Estrageiros e Cooperação de Portugal, Luís Campos Ferreira.

São Tomé é o primeiro palco da rodagem do filme, que terá expressão artística também em Angola e Portugal.

Na maioria jovens, os são-tomenses perfilaram nas instalações do Centro Cultural Português, para a conquista do papel de actor na rodagem do filme que começa no próximo domingo. «Neste momento estamos a procurar o personagem Almeida que é um chefe de obras, que tem cerca de 30 anos, uma jovem de 18 anos. O file vai ser rodado um pouco por toda a ilha», declarou o realizador …..

Após as primeiras avaliações, confiança tomou conta de alguns dos concorrentes. Laurindo Vicente, habituado a fazer teatro manifesta-se confiante de que vai agarrar um dos papéis secundários. «Não foi difícil porque já tenho muito tempo no teatro. Só espero agora ser selecionado. O papel para mim é de chefe de uma empresa. Espero agora ter esse papel para mim», desabafou o jovem.

Regina Ferreira também saiu confiante após o teste com a equipa de realização do filme. «Dei o máximo. Precisam a personagem de uma moça de cerca de 18 anos, que estará nua cascata e depois aparece o namorado e a abraça. Estou confiante que conseguirei este papel», afirmou. .

O filme que tem 3 palcos de rodagem, São Tomé, Angola e Portugal, cruza histórias da era colonial e da actualidade.«O filme e fala de duas histórias que se cruzam. Uma no passado colonial e outra no tempo contemporâneo. É a história de uma ilha que no tempo colonial tinha uma fortaleza que era utilizada para prisão colonial com presos políticos que lutavam pela independência dos países e depois no tempo contemporâneo a ilha de se transforma num grande estaleiro de obras a favor de uma empresa multinacional que quer fazer da ilha m resort privado. E no meio das duas histórias há uns cães que aparecem que são cães fantasmas, que vêm repor a justiça social», acrescentou o realizador.

.De recordar que quando anunciou na passada semana a intervenção de homens do cinema português na rodagem do filme “A Ilha” em São Tomé o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, Luís Campos Ferreira, garantiu que o arquipélago são-tomense pode se transformar numa centro de indústria cinematográfica na região do Golfo da Guiné.

Abel Veiga

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    Nilda Ceita Responder

    gostei de muito de participar no casting ………

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    Myklail de Ceita Responder

    Na primeira mão, fala o “Almeida”. Foi uma experiência muito boa!

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