Orlando Piedade ganhou II edição do Prémio Literário Francisco Tenreiro

O romance sob o título “Os Meninos Judeus Desterrados de Portugal para São Tomé e Príncipe por Ordem Del Rei Dom João II”, mereceu aprovação unânime do júri do Concurso literário Francisco Tenreiro.

Orlando Piedade(na foto a esquerda), jovem escritor é o autor da obra, que permite a sociedade são-tomense reviver as suas origens. O Júri do concurso realçou o facto de o romance trazer a ribalta uma importante fase do povoamento do arquipélago são-tomense. «O romance distinguido, baseia-se em factos históricos que se prendem com uma importante fase de povoamento de São Tomé e Príncipe», declarou o júri.

“Os Meninos Judeus Desterrados de Portugal para São Tomé e Príncipe por Ordem Del Rei Dom João II”, traduz uma rigorosa investigação histórica de São Tomé e Príncipe, e retracta o percurso de uma criança de 6 anos que viveu e venceu todas as adversidades da altura. «Sinto-me especialmente honrado, uma vez que é o primeiro prémio que vem do meu berço, do meu país», reagiu Orlando Piedade.

Segundo o autor da obra, o Prémio Literário Francis Tenreiro, avaliado em 50 milhões de dobras, cerca de 2 mil euros, é um estímulo, «para darmos continuidade ao nosso trabalho».

Olinto Daio, Ministro da Educação, Cultura e Ciência, disse que o Prémio confirma que a cultura são-tomense continua viva. «Porém há uma necessidade dela ser resgatada e estudada. E um dos mecanismos para que isso aconteça, é nós investirmos na produção literária», pontuou.

A primeira edição do Prémio Literário Francisco Tenreiro, foi realizada no ano 2012. A escritora Olinda Beja, com a obra “A Sombra do Oká”, foi a vencedora da primeira edição.

Abel Veiga

 

 

 

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    Alberto Responder

    Gostava que me ajudassem: onde posso encontrar o livro? Será que o Instituto Camões, em S.Tomé o terá disponível? Obrigado.

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    Francesco Sinibaldi Responder

    La voix des sens.

    Dans la nature
    des sourires
    une voix
    disparaît
    avec la chanson
    de l’âme
    silencieuse…

    Francesco Sinibaldi

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