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“OMNIA APERIT” de Francisco Costa Alegre vai ser apresentado em Lisboa

 

A obra será apresentada em Lisboa no dia 14 de Junho na Livraria Ferin  pelas 17, 30 horas. 

APRESENTAÇÃO DA OBRA “OMNIA APERIT” EM MEMÓRIA DE CAETANO COSTA ALEGRE

Já foi dito algures que os Números e o Tempo condicionam a vida dos seres humanos desde os velhos tempos até aos nossos dias que também são tempos, mas novos tempos. Assim este ANO, de 2016 no dia 12 de Junho, como novos tempos, comemora-se o JUBILEU dos cem anos da primeira publicação póstuma da obra VERSOS do primeiro e insigne poeta lírico santomense, Caetano Costa Alegre de feliz memória, e cujos textos continuam a servir de modelo de grande urbanidade.

As festividades comemorativas a volta da imagem deste ídolo nacional,  contempla dois momentos solenes, nomeadamente:

  • um em S. Tomé no dia 26 de Abril, dia do nascimento do poeta e outro, cerimónia já realizada
  •  no dia 14 de Junho em Lisboa na Livraria Ferin, localizada na Rua Nova de Almada 70-74, Livraria essa que em conjunto com o amigo do poeta Cruz Magalhães, imortalizaram  os seus textos, cujos ensinamentos constituem a cada dia que passa revelações de cidadania santomense. a cerimónia terá lugar as 17,30 horas.

Para o efeito um sobrinho neto do insigne poeta, Francisco Costa Alegre com a maior humildade de sempre apresenta ao público uma obra comemorativa, cujo título é “Omnia Aperit – Abril: Mês do Livro e das Grandes Celebrações” quer em S. Tomé, quer em Lisboa.

Neste livro, Francisco Costa Alegre introduz-nos a conhecer as grandes celebrações do mês de Abril, como um mês muito significativo na história da humanidade. Por outro lado o autor traz ao público revelações escondidas há um século em relação a vida e obra do poeta, incluindo alguns manuscritos originais do poeta que lhe foi fornecido por uma sua prima de nome Maria Paula Costa Alegre de Ceita, que no quadro da sua intensa pesquisa, encontraramm-se em Luanda/Angola.

Na sequência disso Francisco Costa  leva-nos a conhecer o lado materno do poeta pois ninguém conhecia o lado materno de Caetano Costa Alegre, até a data presente. Este lado materno segundo consta no livro, foi revelado por uma sua sobrinha neta de Cetano Costa Alegre, de nome Anastácia da Trindade Quintino Lima.

Todos conheciam Caetano Costa Alegre como filho Manuel da Glória Costa Alegre e Antónia Maria Fernandes, que por sinal  pertencia a família Espírito Santo, pois ela tinha um irmão que se chamava, Manuel da Graça Espírito Santo, de que o próprio Caetano Costa Alegre, faz menção nos seus textos poéticos.

Hoje sabe-se que  a mãe de Caetano Costa Alegre teve um outro filho com um membro da  família Lima, e este chamava-se Manuel da Cruz Lima. Este Manuel da Cruz Lima foi avô da Anastácia da Trindade Quintino Lima que no quadro da pesquisa Francisco Costa Alegre  e ela se encontraram como quem apanha uma agulha no palheiro.

No âmbito dessas distintas revelações Francisco Costa Alegre leva-nos até Brasil para conhecermos o poeta Augusto dos Anjos, personalidade novecentista com características idênticas a de Caetano Costa Alegre.

A história da literatura de S. Tomé e Príncipe está repleta de elementos que ainda precisam de esclarecer e preservar para que se reforce o património material e imaterial da nação que ora pretendemos erguer.

A personalidade que fez a apresentação deste livro em S. Tomé recaiu na pessoa do Senhor Sociólogo Olívio Diogo, que agiucomo se fosse um  TRINDADENSE  de zona de Capela onde nasceu o nosso homenageado Caetano Costa Alegre, um TRINDADENSE de gema.

Para apresentação em Lisboa foi destacada a pessoa da Drª Abegail Tiny para conduzir a divulgação desta obra em homenagem ao poeta…….

 

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