Cultura

“A Verdade da História” será apresentada esta quinta – feira  

Livro do empresário e político são-tomense Delfim Neves, de 442 páginas pretende mostrar a verdade fundamental do país São Tomé e Príncipe.

Delfim Neves, mergulha-se nos factos vividos me mais de duas décadas de vida e vivência política, para trazer ao público as razões de base do impasse político vigente no país, mas também as origens dos conflitos políticos e institucionais, e explica as razões da falta de consensos e sinergias, que se reflectem na ausência do progresso.

Delfim Neves, vice-presidente do PCD, deputado a Assembleia Nacional, ex-ministro das Obras Públicas, e ex-candidato às eleições presidenciais, mostra também no livro a sua “Visão do Futuro Colectivo”.

Na abertura do livro, escreveu agradecimentos para várias individualidades são-tomenses, que influenciaram a sua vida política e social. Alguns já deixaram o mundo dos vivos, como Francisco Silva e a Dr Julieta Graça. Outros ainda vivos, como o escritor Albertino Bragança e Leonel d´Alva.

Agradecimentos também extensivos aos que tentaram derruba-lo política e socialmente: «a todos aqueles que directa ou indirectamente, m colocaram cascas de banana ao longo do caminho; que retribuíram a minha dedicação e fidelidade com ingratidão e traição. Graças a les aprendi lições que me fortaleceram …..».

Na tarde desta quinta-feira, “ A Verdade da História” de Delfim Neves vem a luz do dia no Hotel Pestana, e com a apresentação do ex-presidente da Assembleia Nacional e do Tribunal de Contas, Francisco Fortunato Pires.

Abel Veiga    “

    8 comentários

8 comentários

  1. ANCA

    31 de Janeiro de 2017 as 9:51

    A única verdade que o povo de São Tome e Príncipe conhece é que aqui algum tempo anos atrás, houve bens alimentares que foram importados do Brasil, no valor de cinco milhões de ajuda concedido pelo Brasil, e que chegou ao País(Território/População,Administração), estragados pobres, para venda e consumo público.

    Até hoje jamais foi esclarecido ou escrito nos tribunais um livro de reclamação, ou da verdade da história. Isso e outras barbaridades, como o caso das lanchas, barcos, etc, etc,…

    Quando se se quer abrir caminhos para candidaturas políticas, escreve-se livros,….

    Mas hoje o povo já entende e percebe, só se deixa enganar quem assim quiser.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  2. Filho de lá terra

    31 de Janeiro de 2017 as 13:01

    espero que nas linhas dessas verdades esteja incluído também as tuas falcatruas pesadas .

  3. Fugii Fala

    31 de Janeiro de 2017 as 20:02

    malfioso

  4. ricardo

    1 de Fevereiro de 2017 as 9:01

    O nome da obra devia ser “A verdade da História do Arroz”

  5. sotavento

    1 de Fevereiro de 2017 as 9:33

    Pode ser que o livro do sr. Delfim triunfe…agora todo mundo lanca livros, com vocacao ou nao todo mundo quer protagonismos atraves da literatura.

  6. joana

    1 de Fevereiro de 2017 as 9:52

    O maior mafioso em São Tomé e Príncipe chama-se Patrice Emery Trovoada, mais conhecido por Patrício. Vai vivendo e fazendo a sua vida a custa dos fundos públicos. Não estudou nada e nunca trabalhou. Vocês conhecem o nome da empresa DELE? Conhecem algum santomense que trabalha na empresa DELE? Ele diz que o dinheiro é capim. Ele trabalhou AONDEEEEE?

  7. Boa iniciativa

    1 de Fevereiro de 2017 as 22:42

    Boa Iniciatva.
    Gostaria muito de poder comprar este livro para conhecer a versão dos factos de alguém que todos os santomenses apontaram e apontam os dedos sem conhecer a real versão dos factos. Falam tanto do arroz, mas tanta gente comeu o bendito arroz e ninguém ficou doente, ou teve uma epidemia de diarreia, ou algo do género. Deveriam é ficar preocupados com a praga da ferida nos pés que tem afectado tantos santomenses. Isso sim é a praga da malvadez deste governo que temos.
    É sempre bom conhecer-se os 2 lados da história, porque todo mundo tem o direito a palavra, e a justificar-se. E o que aconteceu com Sr. Delfim, foi que todos lhe apontaram os dedos, sem reconhecer o esforço que o senhor fez para trazer o arroz, que fazia falta no mercado na altura.
    Falam mal da comida importada do Brasil, mas compram produtos de prazo vencido ou estragado no mercado CKDO. Como ninguém fala destas coisas?!
    Preferem um falso messias, que até agora só tem afundado o nosso país a cada dia. O Dubai está em regressão. Tanta malvadez neste país que nem o nosso Santo Tomé poderoso vai nos ajudar. E digo-vos mais, esta epidemia da ferida no pé é mesmo um sinal do nosso castigo por sermos tão ingratos. Quem lê a bíblia sabe do que falo.

  8. joão Manuel

    10 de Fevereiro de 2017 as 20:07

    As feridas nas pernas são consequências do arroz podre e comida podre importado pelo autor do livro
    Estas coisas vão para o organismos e depois começam a manifestar mais tarde.
    Quando se aconselhou as pessoas a não comerem estes produtos, não ligaram e agora está-se a pagar.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Recentemente

Topo