Árbitros abandonam os apitos e bandeirolas por causa de agressões e pancadarias

O Téla Nón que tem acompanhado as edições do campeonato nacional de futebol, tem dado conta de sucessivas agressões e luta campal nos campos de futebol. Os acontecimentos do passado dia 1 de Setembro, forçaram os árbitros a abandonar os apitos.

Numa nota de imprensa, a Associação São-tomense dos Árbitros de Futebol, anunciou ao país que os seus membros estão indignados face aos abusos e que têm sofrido e decidiram abandonar os apitos e as bandeirolas. «Pela presente os árbitros filiados na Federação São-tomense de Futebol informam que, na sequência das agressões físicas protagonizadas pelos militares aos árbitros na partida de futebol do dia 1 de Setembro de 2013, entre as equipas de 6 de setembro vs Trindade FC, da censura engrenada pela TVS às imagens de pancadaria, da detenção ilegal e prisão de um arbitro pelos militares no dia 02 do corrente mês, dos sucessivos casos por se esclarecer (nomeadamente, nos jogos Cruz Vermelha vs Caixão Grande, Udescai vs Aliança, etc,) decidiram não mais pegar nos apitos e bandeirolas neste campeonato», diz a nota de imprensa.

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    Lupuye Responder

    So fazem muito bem. Os fans, os jogadores, podem e devem apoiar as suas equipas mas tem que respeitar os arbitros e os seus ajudantes. No campo eles e que sao A LEI. E possivel que haja este ou aquele problema com a arbitragem de um jogo mas quem de direito deve recorrer as formas legais de contestacao.
    A verdade e que o problema que estamos vivendo nos campos de futebol so retratam a que estamos vivendo na nossa sociedade de uma forma geral: falta de repeito pelas leis e os seus representantes, pelo que e do outro etc, etc. Nunca tinha visto o povo santomense tao violento! E uma vergonha. E por coisas v~as. Enquanto nao repormos a ordem na nossa sociedade, as pessoas continuarao a pensar que esse tipo de comportamento e normal. Nao o e!!!!!

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    Preto Responder

    É o que da quando se enche o quartel de crianças e vagabundos!

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      Riquito Responder

      Bom!…estou com uma vontade enorme de te dar uma resposta a tua altura…mas pensei melhor…..e acha k não vale a pena…..deixa lá estar…….boa sorte….com estes comentários….

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      manak Responder

      e assim mesmo, quem nao respeita leva na lona. bem feito. desporto em s.tome nao tem lucro, nao nos leva a lado nehum. podem abandoner apito que nao faz mal….fui.

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        manak Responder

        podem abandoner apito. nao faz mal… ninguem neste meio vai ser Cristiano Ronaldo. podem acabar ate com o desporto em geral.

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    queredor do bem Responder

    esses militares estao abusar dimais eles pensam que sao superhomem pais nao tem quem governa .

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    Estanislau Afonso Responder

    A equipa de 6 de Setembro deve ser afastada do campeonato de futebol, pelo facto de não saberem relacionar o serviço militar e a prática de desporto.

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    Trinta Mil Responder

    Isso é apenas a ponta do iceberg, Os comportamentos estão relacionados com o clima de mal estar reinante no País, não havendo condições para a propagação, de uma sublevação, procuram um bode expiatório para justificar a ira. Mas isso pode ser o mote da reforma das forças armadas. Quem deve ser militar, Policia, atinge chefe com arma de fogo. Qual é o perfil das forças armadas!! e outras forças?
    Ja não se toma santo!!!

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    Barão de Água Izé Responder

    Coloquem os militares a ser bandeirolas e árbitros centrais, assim pode ser que haja paz no futebol……

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    Alcidio Pereira Responder

    É minha convicção que as forças armadas não deviam ter equipa de futebol (ou qualquer outra modalidade) a participar num campeonato civil. A equipa do “6 de Setembro” há muito que devia ter sido dissolvida . É coisa do passado… socialista, de partido único.

    Não de deve misturar alhos com bugalhos.

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    osvaldo pereira Responder

    presidente da federação santomense de futebol, comandante Paxire ,o que tem a federação a dizer sobre tudo isso? Não tenha medo de falar pois é muito importante saber o que a FSF pensa sobre tudo isso que tem acontecido em São Tomé e Principe.

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    ADERTO SOUSA PONTES Responder

    SÓ mesmo em S.TOMÉ

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    Poto Zamblala Responder

    Alcidio Pereira:

    Concordo com o teu entendimento e vou mais longe, a própria FSF deve encontrar outras formas de atacar a violência, provavelmente com imaginação e não apenas optar por medidas administrativas. No comunicado, os árbitros dizem que há casos, nomeadamente os de Água Izé e Caixão Grande, que, ainda não foram resolvidos e o Sr. Cr. Pachire prometeu-lhes isso e até agora não fez e surgiu este, onde os seus próprios colegas militares estão envolvidos. Será que ele tem argumentos para convencer os arbitros. Não sei e… avaliar pela sua intervenção na televisão, onde ele não consegue distanciar – se dos seus colegas de arma ou seja quer estar com Deus e Diabo ao mesmo tempo… enfim. Vê- se que o homem está fragilizado e na TVS até seus colegas, deixaram-no a falar sozinho. É o país que temos que vai de mal a pior.

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    Original Responder

    Já que é assim,porquê que os militares não jogam entre si,oficiais contra soldados de forma que pancadadria fica entre eles?

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    Anjo do Céu Responder

    Apoio incondicional a posição tomada pela Associação dos Arbitros. A sociedade ainda não está moralizada para desporto popular, e com 38 anos da independencia nacional ainda se regista estas atitudes incorrigiveis. Antes que mal cresça os arbitros tomam as medidas de travar de uma vez por todas essas agresões constantes nos campos de futebol.Governo tem que reagir para por cobro esta situação.Flá sóóóóóóóóóóó

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    Dicas dos Santos Responder

    Que vergonha é o nosso futebol,já não respeitam ninguém esses militares, lá porque usam a farda pensam que mandam em tudo. devem ser severamente punidos e banidos do quartel general.
    Apelo a far play no nosso futebol para bem de todos nós que amamos esse desporto.

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    som Responder

    Agora gostaria q.o Sr.Presidente da federação(EX. comandante das forças armadas,reaja a esse acto!ñ foi a 1ª muito menos a ultima se a equipa de 6 de Setembro continuarem no campeonato,os militares já a muito que deixaram de ter a educação,se o mal esta nos patenteados,por isso avé veremos!

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    Estanislau Responder

    Sou da opinião de que os militares, não deviam estar na prática desprtiva ou serem excluidos a equipa 6 de Setembro, quero ainda lhes dizer que a agressão fisica esta fora da moda…é uma vergonha este tipo comportamento agressivo. Só espero que alguém tome medidas ponição contra estes MALFETORES E COBARDOS.

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    cubanito Responder

    Na altura da situação entre a UDESCAI e Aliança muitos se manifestaram e impugnaram a atitude de alguns adeptos da UDESCAI, mesmo sabendo que o clube não foi culpado por atos de alguns adeptos isolados o concelho de arbitragem criticou duramente a UDESCAI levando mesmo a sanção e radiação do seu campo, prejudicando mesmo o plantel que agora se encontra numa situação difícil. Naquela altura tinha dito que o pior estaria por vir. Como sou amente do futebol condeno esta atitude do 6 de setembro mas sinceramente muitos destes arbitro são verdadeiro causadores desta situação, sabemos que o desporto no país tem muitas limitações então todos devemos contribuir de melhor forma. Estive presente neste encontro, mas uma vez digo condeno esta atitude mas os senhores de apito devem demostrar parcialidade não favoritismo. Isto também serve para que eles possam meditar sobre vários comportamentos não mas correto no futebol. Neste campeonato vários jogos foram decididos por árbitros tomamos ex. do jogo UDESCAI vs Praia CRUZ na primeira volta toda a população sabe que Agua Izé foi prejudicado claramente por arbitro da partida. Qual a medida tomada com o mesmo?. Isto é para refletirmos sobre a situação. A coisa não esta boa devemos parar e pensar que tipo de futebol queremos e como o vamos fazer. haver vamos.

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