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RIO 2016 – STP consegue 17º lugar na canoagem

Está terminada a participação de São Tomé e Príncipe nos Jogos Olímpicos Rio-2016.

Representado na competição por duas modalidades, atletismo e canoagem, STP disse adeus a competição, no início da semana, com a participação do canoísta nacional, Buly Triste, na categoria, C1-1000 m, onde conseguiu posicionar na 17ª posição, nesta que foi a melhor prestação nacional nos Jogos.

Aos 24 anos, o canoísta que acumula até o momento quatro internacionalizações, encheu de orgulho o seu seleccionadorque não escondeu a sua satisfação perante a imprensa, caracterizando de milagre o feito alcançado pelo atleta.

Quem também jubilou com a actuação do canoísta, foi o presidente do Comité Olímpico Santomense, João Costa Alegre, que aproveitou a oportunidadepara criticar todos aqueles que só passam o tempo a desencorajar os atletas nacionais.

Gil Vaz

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    Pinto Responder

    Acho um mau resultado, pois somos talvez o local do mundo com mais canoas e devíamos ter mostrado melhor as nossas qualidades

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    Emilio Freitas Responder

    Foi um mau resulto sim, soube atraves de tv brasileira que ele passou dois anos treinando no rio com um dos grandes especialista nessa modalidade, antes desses jogos, mas qd se houve falar que ele ficou em 17 º lugar acha que foi algo de estraordinario, ele foi o pior da serie dele, porque eram feito por grupos de oito e com pior tempo da sua serie. Pra se ter uma ideia, foram mais de um minuto depois do primeiro colocado, era como se tivesse pego alguem que n treinava e jogado pra competir. Dois anos treinando no rio e faz essa figura triste ai, e achamos todos que foi algo extraordinario, fale verdade COI-STP. Somos pobres sim somos, mas honre o pais qd tiverem a minima oportunidade, assiste a esses jogos todos, um por um, ando de ferias lol

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    Rambo Responder

    Sinceramente, o resultado nao foi mau foi pessimo. Se for pra enviar esses atletas de faz de conta melhor e nao ter representacao nenhuma. Vi a corrida do atleta e o mesmo desapareceu no ecra da TV de tao atrasado que estava. Uma vergonha, ate eu que nunca pratiquei essa modalidade ganharia esse atleta.

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    Didinho Responder

    Acho injustos todos estes comentários que estão a fazer ao canoista Buly Triste.

    Afinal ele foi o único dos concorrentes dessa corrida que levou uma rede de pesca na canoa, remou e pescou ao mesmo tempo, daí ter ficado tão atrasado em relação aos outros.

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    ANCA Responder

    O modo de ser estar de São-tomense.

    Acha-se muito bom o máximo, fala barato, é vaidoso, gosta de paleio.

    Gosta pouco ou nada de trabalhar, somente passear, festa, bebedeira, mulher-enguices.

    É pouco Humilde.

    Por isso a montanha há de continuar a parir ratos.

    A culpa é de quem continua a dar dinheiro e sustentar essas vaidades, pois passeiam e nunca prestam contas nem resultados.

    Assim é na gestão da administração pública, nas diferentes instituições nas públicas/privadas, assim é no desporto, nas diferentes modalidades, na selecção nacional de futebol, na sociedade civil.

    Urgente mudar está cultura, mediante, a cultura de responsabilização, responder pelos actos praticados, prestar contas, fiscalização, certificação, auditorias internas/externas, a qualificação de base, a formação.

    Ex; A selecção nacional de futebol tem somado resultados negativos atrás de resultados negativos, ainda assim o Treinador continua a frente da selecção a ganhar um ordenado, a ter prestigio.

    Houve trapalhada na primeira volta das eleições, o Presidente do CNE meteu a mão pelos pés, da divulgação dos resultados, a notícias correu o mundo, para dias depois desmentir, o dito por não dito, ainda assim continua a frente da instituição.

    Há cargos de extrema responsabilidades, em que se tem que estar preparado e a altura de desafios propostos, e jamais fazer de conta.

    Isto é que tem contribuído para fracasso das nossas instituições, por mais formação e investimentos.

    O problema está na nossa cultura enquanto cidadãos São-tomense, modo de ser, de estar, de pensar, aliada, a nossa pouca dimensão Territorial/Populacional/ Estrutura Económica, a dupla insularidade, por vamos continuar de mãos estendidas, pois para-além que gostamos pouco de trabalhar, somos poucos, humildes.

    Solução insistir na consolidação do núcleo da família São-tomense, pois que ela constitui, a base da sociedade São-tomense tal como a conhecemos hoje, com perdas de referências e valores, insistir na melhoria cultura da educação/formação de excelência, na cultura de responsabilidade/responsabilização, prestação de conta de pelos actos, mediante a fiscalização, auditorias, a certificação das instituições, diversificar economia de modo a permitir, a empregabilidade dos cidadãos São São-tomenses.

    Ultrapassar constrangimentos, da dupla insularidade, externa interna bem como isolamento, em relação aos grandes centros económicos, nos transportes(Aéreos, Marítimos,Terrestres, Portos e Aeroportos, estradas de qualidade, Mercados Municipais, Pontos de Vendas, Lojas, Supermercados, Hipermercados, Talhos certificados, Farmácias, aposta na diversificação na agricultura, sem esquecer a produção de flor, frutas, chá, e plantas medicinais , na criação de gados/aves, produção de ovos, na pequenas industrias, Carpintaria, Serralharia, Lanifícios/Costura/Moda, Produção de Vidros/Barros, Loiças, etc, etc, bem como aposta no turismos, de praia, de sol, de natureza, de marcos históricos aliado a História, aposta nos serviços de qualidade, como Hospitais, Escolas, Universidade, Polo de Investigação, aposta forte nas economias do mar, pescas Semi-Industrial, construção naval, desportos marítimos, atracção Viagens de Cruzeiros, a agua cultura, etc, etc, etc, e muito muito urgente aposta no empreendedorismo, criação de cultura e classes empresarial nacional, com cultura de negocio, virados para exportação, mediante processos de qualidade e certificação, na produção.

    Jamais somente na exportação de cacau, café, ou copra.

    Precisamos de diversificar, inovar, criar mais valia, tornar as nossas instituições fortes e capaz de acompanhar o processo inovador/informações que passam no mundo e adaptar.

    Pois que o mundo em que vivemos e que fazemos parte, está sempre em mudanças e inovação.

    Mediante a Hierarquização e Organização.

    Se se queres ver o País (Território/População/Administração), bem.

    Acredita em ti

    Juntos somos capaz

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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      Madiba Responder

      O senhor escreve as suas ideias tão bem! Se é que nunca foi político está de parabéns. E se alguma vez foi político santomense, então nunca mais escreve coisas destas!
      Mas, seja como for, os meus parabéns.

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    Rato Responder

    Graaaaaaande coisa!!!!
    kkkkk

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    Ralph Responder

    Não é justo criticar o desempenho do atleta que representou o vosso país nos jogos olímpicos. O nível de desporto nos jogos é altíssimo e ele competiu contra atletas de outros países que dispunham de muito mais recursos. Os atletas dos países desenvolvidos têm muitas vantagens sobre os dos países em desenvolvimento e é muito difícil ser competitivo sem ter dado muitos anos de prática e sem ter gasto muito dinheiro no apoio dos atletas. As nações com o mais sucesso gastam muito dinheiro e esforço para assegurar que os seus atletas podem treinar de modo “fulltime” e preparar-se para competição muito forte. O espírito dos jogos olímpicos é concorrer e fazer o melhor que for possível, mesmo se isso não resulte numa medalha ou numa posição numa final. Acho que é fantástico que um país tão pequeno e pobre como STP pode mesmo ser representado nos jogos olímpicos. O sucesso vai vir anos no futuro quando STP tenha continuado a selecionar atletas para ganhar experiência nas condições difíceis de desporto ao nível alto mundial.

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    Ralph Responder

    Mais uma coisa. Verifiquei os resultados deste atleta no site oficial dos jogos e descobri que ele desempenhou melhor do que vários outros. Não chegou ao fim da sua semi-final, derrotando o canoista moçambicano. Ainda mais, houve vários atletas que marcou tempos piores nas fases eliminatórias e semi-finais. Considerando a falta de recursos de que ele dispunha e a falta de competição suficiente para ser verdadeiramente competitivo, acho que ele fez um bom esforço.

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