Comissão Eleitoral sensibiliza por meio de futebol

“Recensear é dizer sim a São Tomé e Príncipe”, este slogan tem sido passado de diversas formas em todo o país, no quadro do Recenseamento Eleitoral de Raiz 2017, que arrancou no pretérito 25 de Fevereiro e quese vai alongar até o 25 de Maio, do ano em curso.

Depois da sensibilização porta a porta e diversas acções de dramatização, passando a mensagem sobre a importância do recenseamento Eleitoral de Raiz, agora foi a vez do futebol também fazer parte da sensibilização, tendo sido o pavilhão desportivo do Liceu Maria Manuela Margarido, MMM, o palco escolhido para as emoções de um torneio relâmpago de futsal, envolvendo quatro estabelecimentos de ensino secundário do país: Desejada, MMM, Santana e Liceu Nacional, o vencedor do torneio.

O evento que foi mais que um torneio de futsal englobou também actuação dos músicos Sócio de la Veja, Killa-Z e Trigue T, que deixaramsem respiração os alunos que vibraram com as músicas cantadas por eles.

Também o conhecimento dos discentes acerca da Comissão Eleitoral e da campanha em curso foi testado pelo agente sensibilizador do organismo, que ficou surpreendido com a sapiência dos alunos. Por último alguns alunos tiveram a oportunidade de fazer o seu novo cartão, exibindo-o para os colegas.

CEN- futebol (1)Antes de todo o aparato que envolveu o certame, os presentes ouviram as breves palavras do representante da Comissão Eleitoral, Edlander Matos, que apelou para a importância deste acto para o futuro do país, sublinhando que todos os santomenses com idade igual ou superior a 18 terão que fazer o seu cartão, alertando que sem o mesmo, não poderão exercer o seu direito de cidadania. Esses vocábulos foram aplaudidos pela bancada, que estava a rebentar pela estrutura.

Quanto ao torneio propriamente dito, o Liceu Nacional foi o grande vencedor, batendo na final com toda classe os anfitriões, por 4-1, numa final com sentido único. Já  Santana e Desejada, contentaram-se com os terceiro e quarto lugares, respectivamente.

Na hora do balanço, o secretário-geral da Comissão Eleitoral, Melves Castro, não teve dúvidas em considerar queo objectivo foi alcançado e que a mensagem foi assimilada.

Na mesma linha estiveram os alunos que se mostraram: primeiramente, privilegiados com a escolha das suas escolas para o evento e,em segundo lugarmaravilhados com a forma como toda actividade foi arquitectada e se desenrolou.

Concernente ao Recenseamento, é de recordar que o mesmo será realizado também em Angola, Gabão, Portugal, Cabo-Verde e Guiné-Equatorial, países que possuem uma forte comunidade santomense.

Não se esqueça! “Recensear-se é dizer sim a São Tomé e Príncipe”.

Gil Vaz

 

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    Vexado Responder

    Coisa para comer dinheiro. O que esperar de um dj? Festa!

    Deviam alugar carros com vidros normais e não escuros. Todos os jeeps da comissão eleitoral têm vidro fumado.

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    Gerardo Costa Responder

    Alguém saberá explicar de facto, porque razão saíram na sala do 1º andar do escritório do Ensino Superior e Ciência, na véspera das eleições legislativas passadas, as listas dos alunos da Universidade São Tomé e Príncipe aprovados para receberem bolsas de estudo e até agora as bolsas não saíram ?
    Será que se está se aguardando as próximas eleições autárquicas e legislativas para simularem novamente estas aprovações para nos abrirem os apetites eleitorais, para irmos votar com caras de contentes e parvos com estes truques de magia malabarista universitária eleitoral ?

    Desafia-se os alunos da USTP a fazerem um estudo cientifico sobre este tema e apresentarem-no neste jornal. Os melhores trabalhos serão concerteza premiados com os votos dos leitores deste jornal.

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    Ralph Responder

    É bom promover a importância de votar aos jovens. Sem dúvida que isso é importante. No entanto, um problema sério a enfrentar os jovens em volta do mundo é que há poucos políticos a que valem a pena votar. São superficiais, preguiçosos, suscetáveis à corrupção e mais interessados nos jogos políticos em vez de representar as pessoas que os elegem. Por isso, a miaoria dos jovens assumem uma atitude de complecência e desinteresse no ato de votar. Não acreditam que votar vá entregar-lhes uma sociedade melhor. Sem uma melhoria na qualidade dos candidatos e representates, esta situação vai continuar a persistir.

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