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Conselho de Segurança: terrorismo é desafio para África Ocidental

PARCERIA – Téla Nón / Rádio ONU

Piora na situação humanitária também foi citada; órgão também reiterou sua preocupação com situação na Guiné-Bissau.

Conselho de Segurança. Foto: ONU/Manuel Elias

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.

O Conselho de Segurança saudou recentes desenvolvimentos políticos em alguns países da África Ocidental, mas expressou preocupação com a ameaça do terrorismo na região.

Em declaração presidencial emitida na segunda-feira, o órgão condenou de forma veemente todos os ataques terroristas realizados na região, especialmente no norte e centro do Mali e da Bacia do Lago Chade, principalmente pelos grupos terroristas Boko Haram e Estado Islâmico do Iraque e do Levante, Isil.

Força-tarefa

O Conselho de Segurança encorajou Estados-membros e parceiros multilaterais a darem apoio à Força-Tarefa Conjunta Multinacional para “garantir sua plena operacionalização” e aumentar as ações coletivas para combater o Boko Haram.

Através do Escritório da ONU na África Ocidental e Sahel, o órgão ressaltou seu compromisso de trabalhar para fortalecer a cooperação para combater ameaças de seguranças entre fronteiras e impedir a propagação do terrorismo.

Guiné-Bissau

O Conselho também reiterou sua preocupação com a situação na Guiné-Bissau.

O órgão pediu a todos os líderes políticos do país que respeitem o Acordo de Conacri e ações da Comunidade Económica dos Estados da Africa Ocidental, Cedeao, para ajudar a encontrar uma saída para a crise política.

Situação humanitária

O comunicado também fez referência à difícil situação humanitária causada por ações terroristas na região da Bacia do Lago Chade.

O Conselho pediu à comunidade internacional que “apoie imediatamente o fornecimento” de assistência urgente às pessoas mais afetadas pela crise nos Camarões, no Chade, no Níger e na Nigéria, incluindo com o pleno financiamento do apelo da ONU para a região.

O órgão também fez um apelo a governos regionais para facilitarem o acesso humanitário e trabalharem com as Nações Unidas no desenvolvimento de opções para entrega de ajuda.

Pirataria

Sobre a Côte d’Ivoire, também conhecida como Costa do Marfim, o Conselho saudou o progresso feito em paz, estabildade e prosperidade económica após o fechamento da Missão da ONU na nação a 30 de junho.

Preocupado com a pirataria no Golfo da Guiné, assim como o tráfico de serem humanos e bens ilícitos, incluindo drogas, o Conselho destacou a necessidade de fortalecer o combate a todas as atividades ilícitas na subregião.

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    1 comentário

1 comentário

  1. Quaresma

    26 de Julho de 2017 as 20:41

    Estou como o outro: Pratica o bem que o bem fica bem, bla, bla, bla

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