Primeira ligação marítima entre São Tomé e Príncipe e Cabo Verde poderá acontecer em Junho próximo

assinatura-do-acordo.jpgA empresa são-tomense EXPRESSO, pertencente ao grupo Gibela  e a cabo-verdiana DRAGAVERDE, que assinaram na última segunda – feira no palácio do governo, um memorando de entendimento com o objectivo de viabilizar a abertura a ligação marítima entre os dois arquipélagos de língua oficial portuguesa, pretendem materializar o acordo num prazo de 60 dias, com a realização da primeira ligação marítima entre os arquipélagos.  

O memorando de entendimento, assinado na presença dos primeiros-ministros de São Tomé e Príncipe e de Cabo Verde, constitui um dos resultados práticos da visita oficial de José Maria Neves à São Tomé, no quadro do reforço das relações bilaterais de cooperação.

Com a assinatura do memorando, as duas empresas decidiram trabalhar para concretizar um desejo antigo das autoridades governamentais, disponibilizando um navio com capacidade para 800 passageiros, 4.269 toneladas e dezenas de viaturas, numa iniciativa pioneira de parceria empresarial.

Os signatários do memorando foram o empresário cabo-verdiano, Felisberto Furtado pela empresa Dragaverde e Aurélio Martins, presidente do Grupo Gibela, da qual a EXPRESSO – Sociedade de Transportes Colectivos e Marítimos, Limitada é uma das suas empresas subsidiárias.

Sob o olhar atento de Rafael Branco e José Maria Neves, os dois empresários selaram o documento que conta com a bênção dos dois governos, particularmente no que respeita aos incentivos fiscais e outros, como forma de estimular e consolidar a iniciativa.

acto-do-acordo.jpgO Presidente do Grupo Gibela Aurélio Martins, salientou a importância do acordo que vai sustentar pela primeira vez as trocas comerciais entre os dois países. «Quisemos com esta parceria dar resposta concreta ao desejo manifestado pelos governantes, incentivando desta forma a movimentação de pessoas e bens nos dois sentidos», afirmou Aurélio Martins.

Segundo o espírito do memorando, as duas partes vão começar a trabalhar nos aspectos administrativos e operacionais para que a primeira viagem seja realizada no prazo de 60 dias.

Por seu turno, o empresário Felisberto Furtado manifestou-se satisfeito por ter encontrado um parceiro com visão empresarial para abraçar a ideia e fomentar a aproximação entre os dois arquipélagos com um passado histórico comum.

Como forma de rentabilizar os investimentos a serem feitos, os dois empresários já espreitam outras oportunidades de negócios, nomeadamente o estudo sobre a viabilidade de ligações marítimas entre os vários países da sub-região africana, incluindo Angola, Camarões, Senegal e Nigéria.

Téla Nón

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    vos da defesa Responder

    Até paresse uma vergonha coisa pra governo fazer nao consegui tinha que ser um privado a fazer ….ke vergonha depois diz que sabes governar….o senhor Rafa para ficar afrente passa a ficar ataz isto ker dizer ki estas a fugir da responsabilidade..

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      mourinho Responder

      qui bom homem dr aurelio martins
      qui pior rapaz rafa branco tens medo de assumir

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