Cabo Verde disponibiliza 214 mil euros para luta contra a pobreza em São Tomé e Príncipe

Transformação da agricultura em São Tomé e Príncipe, através da formação dos agricultores e técnicos, introdução de novos sistemas de regadio, abertura de linha de crédito, e a promoção do agro-negócio, são os objectivos do projecto financiado pelo governo cabo-verdiano.

No quadro do acordo de cooperação assinado entre os estados são-tomense e cabo-verdiano em Maio passado a quando da visita do Primeiro-ministro cabo-verdiano, uma equipa técnica dos dois países já começou a trabalhar no sentido de implementar o projecto de luta contra a pobreza assente na transformação da agricultura.

A maior parte dos habitantes das roças são cabo-verdianos e seus descendentes. Constituem a principal força de trabalho agrícola de São Tomé e Príncipe. A pobreza é mais profunda no meio rural. João Baptista Freire, director geral da agricultura de Cabo Verde, faz parte da equipa técnica que está a preparar o programa de investimento para mudar a agricultura. «Muitos cabo-verdianos vivem na pobreza nas roças. No entanto têm água, têm solo e plantas. Precisam é transformar a agricultura para transformar as suas vidas. O projecto envolve a formação profissional que é importantíssima para debelar a pobreza, formar agricultores, formar técnicos, fazer a investigação aplicada a extensão rural, fazer com que os agricultores possam mudar a produção e fazer o agro-negócio. Poderem exportar, e produzir para o mercado local», explicou o Director Geral da Agricultura de Cabo Verde.

Cabo Verde disponibilizou 214 mil euros para dar início a execução do projecto. «Nós já temos o financiamento. Dentro de 1 ano teremos que investir 214 mil euros, mais de 20 mil contos cabo-verdianos que temos a disposição, para esta fase inicial que implica a construção de estufas, sistemas de adopção de água e a formação», salientou.

A mudança da mentalidade dos agricultores é uma das prioridades do projecto de luta contra a pobreza. «O agro-negócio é outra vertente importante. Isto é produzir para ganhar dinheiro. A agricultura terá que deixar de ser de sobrevivência, a banana aqui cresce de forma natural. Deve passar a ser uma produção agrícola voltada para o mercado. Será uma outra mentalidade», reforçou.

Para além dos 214 mil euros já disponíveis o executivo cabo verdiano conseguiu angariar mais fundos junto ao governo do Luxemburgo, para apoiar o projecto de luta contra a pobreza em São Tomé e Príncipe. «Estamos neste momento a implementar tudo o que foi acordado. Na semana passada acabamos de assinar um protocolo com Luxemburgo, e vai poder transferir parte deste montante para as comunidades aqui em São Tomé e Príncipe», assegurou o Ministro cabo-verdiano das comunidades, Sidónio Monteiro.

Com vista a promoção de investimento privado no projecto em causa as autoridades cabo-verdianas pretendem organizar em São Tomé, uma feira empresarial para promover o negócio em torno da agricultura. «Uma feira importantíssima com empresários são-tomenses e cabo-verdianos, onde a questão é o negócio a volta da agricultura. Na questão do crédito traremos para São Tomé, a experiência cabo-verdiana em termos de mutualismo de micro-finanças», frisou o director geral da agricultura de Cabo Verde.

A delegação de Cabo Verde, anunciou a execução do projecto durante uma visita a Roça Santa Margarida. Ocasião em que o Ministro das Comunidades Sidónio Monteiro, ofertou ao grupo musical da roça, AMISOL, alguns instrumentos musicais.

O ministro realçou a importância do projecto que está a ser financiado pelo governo cabo-verdiano com vista a melhoria das condições de vida dos são-tomenses e cabo-verdianos que vivem nas roças.

Porque os dois países celebram a festa da independência no mesmo mês, o responsável cabo-verdiano, demonstrou a unidade entre os dois povos. Sidónio Monteiro, avançou dados que reforçam o orgulho dos cabo-verdianos radicados em São Tomé e Príncipe, em relação a sua terra natal.

O Ministro disse que após a independência do país, as autoridades coloniais e não só diziam que os cabo-verdianos não iriam conseguir manter-se independentes durante 6 meses. O facto é que já passaram 35 anos, e o país não pára de crescer. Os colonizadores deixaram 1 aeroporto no arquipélago de 10 ilhas, e hoje segundo o ministro das comunidades Cabo Verde tem 4 aeroportos internacionais. Deixaram 1 liceu e hoje o seu país tem mais de 50 liceus. Alguns exemplos que falam por si, sobre o orgulho dos cabo-verdianos em relação a conquista da independência nacional.

Não faltou tchabeta. Aliás a semelhança do que tem acontecido noutras roças e localidades do país, as mulheres de Santa Margarida, criaram um grupo que mantém viva esta manifestação cultura que os seus pais, avôs e bisavôs, trouxeram para São Tomé desde o início do século XX.

Abel Veiga

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    Milagrosa Responder

    Só mentiras e exagero. Com bairros de latas em Sao vicente por fazer, veja progara regioes de RTC na net, antes que mandam retirar.
    Os guardas florestais sem salario, falta de saneamento na Praia, capital do país, energia um problema grave, deliquentes em massa, “cassu bobi”.
    Conversa de fazer boi dormir. Era o Barco, agora é outra coisa. Votos roubados e doentes e mortos com atestado para votar hummm. haver vamos.

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      diz-se caçu body Responder

      antes de citar o pais dos outros e principalmente a minha cidade maravilhosa (mindelo)convem, pelo menos, ter noçoes basicas sobre determinados assuntos, p nao deixar mal, o nosso pais e a nossa naçao.

      com tantos problemas de desemprego e sobretudo de divida externa em portugal, nunca deram uma maozinha a STP?

      gente foco, pf

      devemos ser criticos, n invejosos

      depois de assistir o programa regioes, sugiro que revejam, se tiver coragem, as festividades das comemeoraçoes da independencia de STP e de CV, e dps desafio/o/a a me dizer se este pais tem potencial ou nao para dar seguimento ao supra referido.

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    Jorgek Responder

    Como filho de cabo-verdianos nascido em S.tomé, acho que é importante esse tipo de cooperação. S.tomé precisa(devido à incompetencia) que alguem(de fora) chegue e trabalhe para eles e assim continuamos com vergonha na cara!

    Quero pedir a todos os filhos de CVs em STP que acompanhe noticias que têm a ver com acordos de CV com países europeus nomeadamente luxemburgo a fim de realizar programas de redução da pobreza em meio ruaral santomense,promovendo trocas comerciais porque ha muita verba envolvida. Espero que CV trabalhe com transparencia pois bandidos estao em todo lado e CV não é excepção.

    Quando é que vamos exigir de portugal a devolução da dignidade aos nossos país que se viram esforçados nas roças para hoje nao terem sequer onde comer? Quando? se estao interessados em levar isso adiante digam alguma coisa que falamos depois.

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      Jorgek Responder

      desculpem erros: rural e pais.

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      Maria Responder

      “…exigir de Portugal a devolução da dignidade ao nosso país”??
      Amigo, Portugal fez muitas coisas erradas em São Tomé, mas também pagou e está a pagar caro essa factura. Os edifícios e infra-estruturas que foram construídos às nossas custas e que vocês não souberam preservar, os milhões que já vos doamos e que acabam por ir parar aos bolsos de toda a gente menos do povo, a ajuda técnica que vos passamos… enfim… a lista não acaba. Quem tem que restituir a dignidade ao povo de São Tomé é o próprio povo e os governantes que elege. Acima de tudo isto, os intelectuais que se mostram preocupados com o País deviam realmente servir os santomenses, ajudando-os a defender os seus direitos.
      São Tomé está constantemente a receber milhões de euros para ajuda e onde está esse dinheiro? Num hospital moderno e eficaz? Num aeroporto seguro? Em escolas? Em estradas com condições que permitem uma mobilidade segura e rápida pelo País? Onde? São realmente os portugueses que têm que devolver a dignidade a São Tomé??

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    oliveira e castro Responder

    e porque que o guilhermo posser é qe se tem que empoleirar e demoinstrar a bochecha gorda numa noticia relacionada com essa matéria?
    porque tambem descende de cabo-verdianos?
    já foste primeiro ministro e ministro de outras pastas nesse nosso stp, até quando é que deixas de ser desavergonhado e agradeces tudo quanto já conseguiste em stp?

    isso é malandrice, pa!

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      tagarela Responder

      Caro, não se trata de Guilherme Posser mas sim do Sidónio Monteiro, Ministro das Comunidades Emigradas de Cabo Verde, em visita à STP, dias atrás. Viva STP!!!

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        FC Responder

        hahahaha, essa foi boa!

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      FC Responder

      Meu caro, tiveste muita piada pá! Depois de tantas notícias deprimentes, consegui rir um bocado esta tarde.

      Cumprimentos

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      PATRICIO E FODIDO Responder

      OLIVEIRA E NORMAL. SRRRRRRRRRS A BOCHECHA GORDA E KI ME FEZ RIR. E SE FOSSE MESMO POSSER NAO SERIA NADA MAL. LOL.

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    tagarela Responder

    Pondo regionalismos de parte, é certo que CV está a fazer pelos seus, em terras distantes, acaba por ajudar STP. Podemos tirar proveito, se queisermos.
    As ajudas conseguidas por CV, poderiam ter sido conseguidas por STP se os nossos governantes assim o quisessem. Infelizmente, os nossos não olham por aqueles que estão em STP e muito menos os que estão além mar. Temos de reconhecê-lo.

    Cabo Verde tem pobrza, tem miséria, mas mostra, pelos menos, amor aos seus irmãos e intenção palpável de querer ajuda-los e crescer economicamente. Viva STP!!!

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      triste Responder

      E UMILHANTE SER AJUDADO POR CV QUANDO TEMOS MUITO MAIS RECURSOS NATURAIS.SO MESMO STP.

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        FC Responder

        Há um recurso que temos a menos, em quantidade e qualidade, os homens!

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    Julieta Francisco Responder

    Fico sempre muito irritada quando leio esse tipo de notícias. A criação de projectos é uma forma (velada) de roubar o dinheiro do povo, esse dinheiro que é extorquido com os impostos que os cidadãos são obrigados a pagar e que não lhes serve quase em nada.
    Se essa intenção do governo caboverdiano é séria, então que venham pessoas «honestas» e tentem implementar esses projectos, pois fica a ganhar todo são tomé e príncipe e tb cabo-verde
    e a parceria ganha outros contornos, mas , por favor, não deixem o dinheiro solto por aí e analisem muito bem os orçamentos, porque pela parte são-tomense não ponho a minha mão no fogo.

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    tagarela Responder

    Que seja dado o uso devido a verba referida. Viva STP!!!

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    Miborges Responder

    Recomendaria a/ao Milagrosa que pensasse antes de escrever certas coisas, porque se alguns santomenses tivessem a mentalidade e o querer vencer dos caboverdianos São Tomé e Príncipe seria, com certeza, um país melhor. Todos os países têm as suas dificuldades, o pior é quando a ignorância supera a intiligência. Como diz a/o Tagarela: VIVA STP

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    Assunção Responder

    Se nós não sabemos, os outros k façam por nós,tristes!! Os corruptos estão em todo lado, mas se a classe politica cabo-verdiana fosse como a nossa, Cabo-Verde não estaria referenciado na lusofonia e no mundo pela sua dedicação e capacidade na gestão dos recursos. A diferença é k eles fazem mais para o país, e têm brio, orgulho, patriotismo, que nem mesmo longe de casa, a distância os separa destas características, sempre de coração no seu país, maximizando esforços para se puderem, investir na terra, coisa que os sãotomenses desconhecem(é só málinguas, cobiça no que outro tem, arrogancia e com mania que sabem tudo). bora lá trabalhar k é o melhor que temos a fazer.
    Com cumprimentos.

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    jaka doxi Responder

    APROVO ESTA IDEIA.
    MAS POR FAVOR NÃO ENTREGUEM NENHUM TUSTÃO DESSA VERBA AOS DIRIGENTES DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE.AXIFÁ!
    FUI

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    Arlindo Pereira Responder

    Utilizo este espaço para alertar o Governo Cabo verdiano do seguinte: Projectos dessa natureza em São Tomé foram um fracaso total no passado recente.Dando minha humilde contribuição, considero que existem factores talves este projecto não toma em consideração,tais como: a segurança das propriedades ou seja o roubo não incentiva as pessoas ao trabalho. Outro factor relevante, é o facto do mercado interno, em que o produto importado é mais barato e mais consumido.Ajuda alimentar e o habito alimentar dos santomenses são consideraveis. A titulo de exemplo: um kg de arroz de ajuda alimentar no mercado interno,alimenta mais pessoas e custa menos do que um kg de mandioca ou banana. Nesta caso vale a pena plantar banana ou mandioca?
    Para terminar, considero de extrema importancia as infraestruturas rurais,como as pistas em que vem referido no projecto.
    DEUS ABENÇOA COOPERAÇÃO ECONOMICA CABO-VERDE SÃO TOMÉ E PRINCIPE

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    oliveira e castro Responder

    obrigaod pela correcao tagarela.

    de facto precipitei-me na imagem e confundi-me rotundamente.

    se bem que o visado pelas minhas anteriores palavras, tampoco nao é nenhum coitado.

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      FC Responder

      Sem Stress, a mim tembém inicialmente me pareceu, hehehe!

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    cesarjesus Responder

    Depois de ler esta noticia, de como Cabo verde se desenvolveu nos ultimos 35 anos d indenpendencia, e ainda vem ao nosso Pais ajudar os seus e a nos tambem de uma forma geral!!!
    Eu pergunto, o que os nossos governantes fizeram pelo nosso pais no mesmo periodo de tempo?…Nada!!! Nem a principal imagem de um Pais que e o Aeroporto conseguiram transformar numa imagem apreciada de forma a cativar Torristas!!!
    Os nossos Politicos sao pessoas sem amor a Patria e sem sentimento para com os Nacionais(santomenses)!!!
    Espero que esta verba seja usada por fins a que se destina, de forma a dar esta populacao das Rocas uma vida mais condigna
    e um futuro prospero…e triste ver como estas pessoas vivem nas Rocas, sem nada e entregue a si mesmo!!!
    Haja Paciencia…

    Forca Povo STP…

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    PATRICIO E FODIDO Responder

    FRADIQUE APRENDE COM CABO VERDE EM VEZ DE QUERER EXPULSAR OS SANTOMENSE DO SEU PAIS.

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    Sulfato de cobre Responder

    Confundir estas duas pessoas não é dificil. Farinha do mesmo tacho. Oliveira tens que pôr a lupa. Olá Milagrosa, a verdade amarga, não estas coisas em publico. okei.Voce é gente fina. Na terra de cego, olho viló é que manda. “Cóloló qui ta manda”.

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    Edgar Lima Responder

    Nao sou contra a ideia de ver um Pais a ajudar o outro,mais entristece-me realmente ver um Cabo Verde no estado de grande crise internacional e com tantos problemas internos vem ajudar o governo de S.tome e Principe, isso so demonstra que os politicos Cabverdianos sao mais inteligentes,mais prudentes do que os …….dos nssos derigentes, desculpe a todos mais a todos os Santomenses da minha expressao.Bolas, mais que vergonha dos nssos politicos um Pais tao pequeno que a populacao cabe tdos no estadio de Maracana-Brazil.Muda isto por favor

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    Amarildo Responder

    Bem, se calhar o Oliveira é primo do Posser… naqueles tempos de “Quem mostrava esse camin longe, quem mostrava esse camin longe Esse camin p’rá Saõ Tomé Saudade oh, saudade Saudade desse nhá terra de SÃ Niclau” muitas famílias foram separadas…

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    oliveira e castro Responder

    nao sou familiar do guilherme posser, e apenas digo que como qualquer ser humano imperfeito, pois estou susceptivel a errar, como já afirmei ter errado e o reconheci e bem com a ajuda do tagarela que me aclarou a questao sobre a pessoa em causa na foto.

    contudo, dispenso responder quem me queira ofender por tal acto erroneo, porque deveras estaria respondendo com a mesma moeda, e isso nao me caracteriza. pelo contrário, apenas desejo que todos sigamos fazendo bons comentários.

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      Correcto Responder

      Correcto…

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    Milagrosa Responder

    Oi meu caro!
    Corrigir é bom, mas é preciso saber.
    “Caçu body, nem Cassu bodi” Esta expresão é de origem inglesa. Se calhar estou a explicar de mais. Cash or boY. O criolo diz ao torto e ao direito cassu bodi. caçu boi, etc.
    Em português, salvo a maior tradução é dinheiro ou homem.
    ok, diz-se caçu body, aprendeu? Se quiser faço desenho!!
    passar bem!

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    Andrade Catanhede Responder

    Iniciativa digna de ser louvada, sustentada e protegida.
    Uma vez mais, o Governo Cabo-verdiano lança-nos um repto. Pomos a disposição da nossa comunidade a quantia de 214 mil euros para dar início a execução de projectos e vocês o que farão em prol da vossa e da nossa comunidade nessas antigas roças?
    Com base na máxima “Sela óvo queblá clôço pá budo tê vlegonha”. Para os que não sabem o que quer isto dizer em Português (Torna-se necessário que o “ôvo” parta o caroço, para que a “pedra” sinta-se envergonhada). Estou convencido que não é desta vez que a pedra vai sentir-se envergonhada. Somos mesmo duros e desavergonhados como a pedra. Lamento ter de dizer isto, mas é a realidade!…Passamos o tempo a apontar o dedo uns aos outros, convencidos que somos melhores, quando afinal somos todos da mesma espécie. “Quem quiser conhecer o vilão, dê-lhe o bastão”. Há muitos conterrâneos nossos que quando estão fora do governo, ou de alguma direcção do estado, criticam a actuação dos que lá estão, e afirmam ter soluções para tudo. Chamam-lhes burro e incompetente e demais adjectivos!… Depois de lá chegarem, o primeiro que fazem é iniciar e elevar o número de disparates em relação ao seu predecessor. Assim vai a nossa querida terra. Até quando? Não sei!… Talvez o tempo dirá.
    Muitas vezes ponho-me a pensar porque razão somos assim!…O problema não se põe apenas a nível da classe dirigente. De uma forma geral, o santomense tem graves problemas de ACTITUDE. A atitude é má perante o trabalho, ela é má em termos organizativos e na gestão da coisa pública e privada, ela é má socialmente e com tendência a agravar-se. Em fim, com muita pena, mas é o que se consta no nosso dia a dia.
    Fico com a impressão que a própria Mãe Natureza é cúmplice da nossa ATITUDE. Porquê trabalhar quando ela nos dá o suficiente para sobrevivermos? Povos há que se não trabalharem duramente, perecem!…Talvez, seja por causa dessa passividade a que os nossos ancestrais se viram submetidos, por causa da fartura natural, ao longo dos séculos, essa mesma passividade passou a fazer parte da nossa maneira de ser e de estar( não sou antropólogo nem tão pouco sociólogo ou coisa parecida, por isso, gostaria que tivéssemos a coragem de convidar peritos nacionais e estrangeiros nessa matéria, para ajudar-nos a debater e clarificar a razão de ser da nossa atitude. Depois de se conhecer a origem e o percurso do mal, estaríamos em condições de diagnosticar e aplicar os correctivos. Vejam só…com a riquíssima natureza que possuímos, o mar acrescenta-nos o ouro negro.
    Ainda em relação ao tema, espero que se pense na sustentabilidade desta iniciativa, para que as coisas não se resumam a mera propaganda política e que morra logo assim que o fundo disponibilizado se esgotar, ou se mude de governo em ambos os países.
    Viva o Povo de S.Tomé e Príncipe, Viva o Povo de Cabo Verde

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    Bili Uê Responder

    Deveriamos todos ter vergonha na cara!
    Receber doações de Cabo Verde no país de chuva e da fartura.

    Que pena de STP, que pena tenho dessa terra, essa pra mim foi a gota d’àgua!

    Esmolas de Cabo Verde. Chegamos nisso realmente. Está tudo perdido.

    saudações

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      Magalhaes Ferreira Responder

      Concordo consigo na ideia, excepto na classificação da dádiva como esmola. De facto seria impensável um cenário destes. Como é possível uma terra destas com as potencialidades que tem, estar permanentemente à espera de dádivas dos outros para tudo? O Trabalho dignifica qualquer povo e com uma gestão transparente e politicas sãs, contribui para o bem estar geral do povo.

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    Dr.Hamilton Cabral Responder

    O desafio não sera nada facil para Cabo Verde.. mas com força e coragem… juntos faremos de São Tomé e Principe um pais melhor… (riqueza= trabalho)

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    Regina Responder

    muito obrigado o governo Caboverdiano por estar a fazer todos os possiveis para ajudar S.tomé, agora cabe ao governo S.tomense gerir bem esse dinheiro e tirar essa ilha maravilhosa de vêxames. Força vá em frente!!

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    Adolfo Responder

    Cabo Verde nos deu chapa sem mão!!!!
    Mas é de se louvar o gesto.

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    zaa Responder

    O BRASIL TEM COMO AJUDAR SÃO TOMÉ E PRINCIPE

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    Costa e Sousa Responder

    A POBREZA DOS DITOS CABOVERDIANOS EM STP NAO E DIFERENTE A DOS SANTOMENSES MAIS POBRES. PORQUE MOTIVO O CV NAO FAZ UMA AJUDA SEM DESCRINACAO? QUANDO O GOVERNO DE STP FEZ A DESTRIBUICAO DE TERRAS, DESTRIBUI TB PARA OS DITOS CABOVERDIANOS. PORQUE CV NAO FALA DE CAVERDIANOS DE SUCESSO EM STP? UMA PONTINHA DE BOM SENSO NAO FICA MAL A NINGUEM. PARA MIM OS CABOVERDIANOS Q ESTAO EM STP SAO TODOS SANTOMENSES, PQ ESTAO TODOS A COMER O PAO QUE O DIABO AMANSOU. SE QUIZEREM AJUDAR, AJUDEM A TODOS SANTOMENSE POBRES E FALEM TB DE CABOVERDIANOS DE SUCESSO EM STP. SAUDACOES.

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    helder afonso Responder

    Essa troca de bolacha nao resolve nada. Saotomense e caboverdianos: NHOS E TUDO IRMAO.

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    Tico Neto Responder

    MEU DEUS!!!QUE VERGONHA!?até então estou achando tudo isso brincadeiras de mau GOSTO!!!CABO-VERDE ajudar os seus coterrâneos e descendentes SÃOTOMENSES!?
    mas que PÓRRA É ESSA minha gente!!!
    Até onde as coisas chegaram…um país “mais pobre que o nosso” chegar ao ponto de nos dar BOFETADAS sem mãos!? e mesmo assim somos os VALENTÕES…é tempo dos santomanses retirarem toda a máscara da cara…nós somos ordinários e desavergonhados!!!isso é mesmo deprimente…esse país está a precisar dalguns TALIBANS…bombardear todos os CORRUPTOS SÃOTOMENSES…!não tardará, eles que se cuidem!!!viva cabo-verde.

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    Africano de Raiz Responder

    O Governo de Cabo Verde composto pelos PAIGC-PAICVistas, comparsas do MLSTP-Comunistas, nao está a ajudar cabo-verdianos em Sao Tomé e Príncipe, nao está preocupado com a miséria dos caboverdianos em Sao Tomé e Príncipe,está sim a preparar-se para cacar votos duma populacao há décadas submetida à mais profunda miséria. É preciso ter lata na cara, esse ministro “criado-à-pressao”, ministro falsificador de atestados médicos, agora pronto para falcatruar os coitados e pobres cabo-verdianos das rocas. Nao vamos deixar nao, PAIGC/CV, nao vamos deixar nao! José Maria Queixudo, nao vamos deixar nao! falsificador-mor Sidónio, nós sao-tomenses/cabo-verdianos nao precisamos de vocês. Procurem votos noutros lados. Saberemos sair da nossa pobresa e dificuldades com o Governo de Patrice Trovoada, democrata como o MpD-Movimento para Democracia; o Dr.Patrice Trovoada e o Dr.Carlos Veiga saberao como encontrar solucoes para nos tirar desta miséria que até parece perpétua. Viva ADI. Viva MpD. Viva Sao Tomé e Príncipe d Cabo Verde, unidos e independentes.

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    Costa e Sousa Responder

    240 mil euros? Vai tirar STP da miseria? Essa quantia nem da para “enxaguar” o queixo aos nossos comiloes. Apesar de tudo q se passa em STP, os Santomenses de origem Caboverdiana, nunca foram excluidos pelos sucessivos governos STP,vivem de igual modo como vivem todos os outros mais pobres. Sei q foram destribuidas terras para todos e o governo de CV quando fala nunca menciona esse aspecto. Talvez nao convenha. Sinto-me satisfeito saber que em STP ha Santomenses de origem Caboverdiana que conseguiram, com mt trabalho e humildade, vencer na vida. Eu admiro-os: PARABENS.

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    ze cabra Responder

    tam espertos que somos receber esmola de caboverde e essa grande vechame somos grandes chulas com tanta riqueze nesta terra viver de esmolaq de quem criticavamos que se enforquem esses nossos politicos de meia tijela

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    jose salomao Responder

    Senhor ministro das comunidades acho vergonhoso virem sistematicamente com a mesma e pomposa historia da incrementacao da agricultura em s.tome como forma de ajudar os caboverdianos que la estao. O senhor por acaso viu como vivem os caboverdianos em s.tome. Viu o estado em que estao. sera que esses caboverdianos conseguem a custo de uma enxada, catana extrair da terra alguma coisa. com cerca de 70,80 e 90 anos o senhor recomendaria aos seus pais trabalharem. De´lhes sim aquilo que precisam: reforma condigna, proteçao a saude, e tudo o que tem de direito pelos anos de trabalho arduo que tiveram em s.tome. Fale sim com os governos de s.tome e portugal para que lhes de a indeminizaçao pelo esforço feito durante todos os anos de colonizaçao. Fale sim com o governo de s.tome que lhes pague pelos trabalhos que prestaram pos independencia. Isso sim seria a melhor coisa a ser feito por sua excelencia.
    Nao venha com com historial barato porque esses nao merecem esse desrespeito.
    Va e confirme a maneira com dormem, como moram e fa~lhes de agricultura.

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