Café biológico de São Tomé e Príncipe já está a conquistar o mercado francês

A sociedade francesa Malongo em parceria com os pequenos agricultores da região de Monte Café, estão a abrir uma nova era para a cultura de café. Após assinatura de acordo com o Governo são-tomense em Março passado, para produção e exportação do café, a sociedade a Malongo, promoveu com sucesso 80 quilos do produto no mercado francês.

É o início do projecto que devolve esperança de futuro melhor, para centenas de famílias da região de  Monte Café. 6 meses após a assinatura do acordo com o governo são-tomense, a sociedade francesa Malongo, que está a trabalhar em parceria com o fundo das nações unidas para o desenvolvimento agrícola, na reabilitação da produção do café de São Tomé, exibiu com sucesso 80 quilos do produto no mercado francês.

O sabor pura origem do café biológico de São Tomé e Príncipe, garante o sucesso do projecto que prevê para os próximos anos, elevar a produção dos pequenos produtores da região de Monte Café para cerca de 300 toneladas ano. Para 2011 prevê-se uma produção de 15 toneladas do café de alta qualidade.

O sucesso do café biológico de São Tomé e Príncipe, no mercado francês foi motivo de festa no museu do café, localizado na Roça do mesmo nome, que reuniu os agricultores e membros da sociedade francesa Malongo. «Estamos a dizer aos agricultores que 6 meses após a assinatura do acordo, cá estamos. Há produção já começou e queremos que continuem a desenvolver esta cultura magnífica que vai permitir-vos a viver melhor, que vai vos permitir uma integração mais fácil na vida económica nacional», afirmou Jean Pierre Blanc.

Através da formação dos pequenos produtores de café, sobre as técnicas da produção biológica, o projecto pretende para os próximos 5 anos aumentar a produção anual para cerca de 300 toneladas. Mais de 150 mil novas plantas de cafezeiro vão ser lançadas nas terras férteis de Monte Café e suas antigas dependências.

A criação da cooperativa dos agricultores é uma prioridade. A partir de 2015 a cooperativa deverá ser autónoma, ou seja, não contará com o apoio técnico e financeiro do PAPAFPA, a ONG que está a trabalhar em parceria com a sociedade Malongo na reabilitação da produção do café.

A semelhança do projecto de cacau biológico, a cooperativa dos agricultores, assegura a exportação e comercialização do produto no mercado francês, ou seja, para a sociedade Malongo.

Abel Veiga

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    Madalena Responder

    Estas gentes nos sufocam, ao torto e ao direito.
    De quando em vez dão uma golfada de ar fresco. O nosso cacau e café para não citar outros produtos não precisam de elogios, são de excelente qualidade.
    Quando lhes apetece, tecem elogios , quando não lhes apetece fazem o embargo. Foi assimque acabaram com Costa de Marfim, até hoje vive uma siutação grave, de indefinição. A união europeia, aprovou directiva para produzir o chocolate a partir de oleo de coco. Conclusão, o cacau baixou de preço, passaram a expotra mais, optaram em comprar oleo de palama da Asia. Por isso… kA bili eeee, povo, Nocentxi ka molé ni lida di odjó.

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    Madalena Responder

    exportar menos, queria dizer

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    Madalena Responder

    Oleo de palma, faz chocolate,mmelhor que a gordura de cacau

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    suave Responder

    tens toda a razao madalena.

    esses lacraios só aparecem ali arrumados em santos, como na altura em que dadas religioes foram a africa e america latina impondo o seu cristianismo falso e sangrento totalmente aparte do que ensina a Bblia.

    os empresários europeus só vao para ali sacar dividendos, e o beneficio apenas entra nos bolsos de entidades politicas e economicas nacionais que lhes dao o alvará ou negoceiam com eles, dedendo-lhes tudo, até escravizar o seu povo, se for necessário. admira-me que por sorte nao vendam as suas mulheres tambem.

    onde já se viu que italiano é que explora a confeccao do cacau nacional dando-lhe uma melhor qualidade e sofisticacao, produzindo-o ali mesmo e vendendo por avultadas somas como 4,5 ou 8 euros? enquanto os senhoes nacionais sim só querem patrois, terranos e tudo isso. até compram productos que sao oferecidos ao pais na ma odo governo e revendem a belprazer a populacao, enquanto que os proprios usurpadores nacionais, nao investem em nada.

    é demais.

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    zuntabaué Responder

    Pequena retificação : o PAPAFPA não é uma ONG, mas sim um Programa do Estado em parceria com o FIDA. Trata-se de um Programa de Apoio à Pequena Agricultura Familiar e a Pesca Artesanal.
    Parabens ao Papafpa e ao grupo Malongo por este resultado promissor!

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