Economia

Companhias Afex Global e Ouvert Energy ligadas a bancos comerciais instalados em São Tomé e Príncipe

Das 4 companhias petrolíferas concorrentes aos blocos da zona económica exclusiva são-tomense, duas são nigerianas. A Ouvert Energy é o nome mais conhecido no país, porque está envolvida no negócio dos 30 mil barris de petróleo cedidos pela Nigéria a favor de São Tomé e Príncipe.

Para além de ser a empresa que o estado são-tomense contratou para realizar, o agora polémico negócio de comercialização dos 30 mil barris de petróleo que a Nigéria cede a São Tomé e Príncipe, a Ouvert Energy está ligada ao Island Bank.

Um banco comercial da praça financeira são-tomense dominado por capital nigeriano. Aliás foi o próprio Presidente da República Fradique de Menezes quem explicou a nação que a empresa Ouvert Energy tem ligações com o Islanda Bank, quando falava sobre o caso dos 30 mil barris de petróleo.

Na cerimónia de abertura das propostas do primeiro leilão de petróleo da zona económica exclusiva são-tomense, ficou também provado que a companhia Afex Global, de capital inglês, entrou na corrida pelos blocos sob impulso do Banco Equador. O próprio administrador do referido banco comercial, Rui Mendonça, anunciou a ligação com a companhia petrolífera. «A Afex é uma empresa de direito inglês, com sede em Londres e é operadora petrolífera neste momento na Guiné Equatorial e no Madagascar. Tem uma parceria estratégica com o Banco Equador e com uma empresa financeira americana», explicou Rui Mendonça.

O responsável do banco comercial de capital angolano, assegurou que «o Banco Equador deu o impulso e trouxe a Afex Global para participar neste leilão», frisou.

Abel Veiga

    9 comentários

9 comentários

  1. arlindo

    18 de Dezembro de 2010 as 13:59

    tenho medo dessas empresas, será vai dar certo…porqué não participaram as empresas de nome internacional no ramo do petroleo neste concurso…estou muito preucopado com o fecho deste leilão do nosso petroleo

  2. petroleomafioso

    18 de Dezembro de 2010 as 20:53

    o nosso petroleo é tão volatil que as empresas reconhecidas no mundo do petroleo têm medo de explora-lo para não se queimarem.

  3. Adelaide

    19 de Dezembro de 2010 as 1:54

    Arlindo:
    Você tem razão, pois, em princípio nenhuma dessas ditas empresas apresentam credibilidade financeira, nem competências técnicas para desempenhar esse projecto de tão grande envergadura. Neste mundo, cada vez mais globalizado, os nomes das “bigs companies” como a shell, a Texaco, a Mobil, Repsol,British petroleum,Elf, Total, Petrobras entre outras….., talvez não saibam onde fica S. Tomé?. Eu pessoalmente, preferia a ELF( Francesa),visto ter uma larga presença e experiência na região do Golfo da Guiné. Enfim, eu sou como santo Tomé—-vamos ver para crer.

  4. Nelson Capela

    19 de Dezembro de 2010 as 16:25

    E simples.Nenhumas das grandes empresas petroliferas acreditam na estabilidade politica do pais por um lado,e por outro esse negocio e um negocio de riscos e avultados custos financeiros dado as caratecristicas dos blocos apresntados

  5. Sulila Miranda

    19 de Dezembro de 2010 as 17:38

    Podem continuar a “comer” dinheiro do petróleo que não demora muito vão ter que ajustar contas com esse povo.
    Depois não digam que tiveram azar, porque vocês já vêm comendo somas chorrudas há varios anos.
    Não perdem por esperar… seus…!

  6. Anonimato

    19 de Dezembro de 2010 as 23:14

    Nao existe transparencia na gestao de coisa publica em STP. Razao e’ clara: alguns querem roubar e nao estao interessados no desenvolvimento da nossa terra. Vigilancia! Temos que mudar isso! Clima de segredos, sigilos, corrupcao, e roubos. So com seriedade que empresas e pessoas de remone terao interesse em investir em STP. Nos temos que fazer o possivel para que haja alguma imagem de credibilidade, seriedade, e responsabilidade em Sao Tome e Principe.

  7. Mario Pinto

    20 de Dezembro de 2010 as 7:45

    tudo aqui cheira falsidade mas tudo.

  8. Madalena

    20 de Dezembro de 2010 as 13:28

    O nosso país tem gente de muito pouca capacidade para governar, resta pois uma restia de fumo com a nova geração. Transe nas escolas, desvios de conduta e postura, bem cmo falta de ética na coisa pública.
    Se calhar alguém deseja ficar com o edificio da escola de Guadalupe. Inventam estas coisas ruins. Resultado, os pais vão exigir uma nova escola, o estado vai ter que construir e depois faz alienação, Venda da escola.
    Conclusão:
    O diabo vai ao raio que os parta.
    É um truque velho, mas “Deço té podé”
    Já não se fala de GUGU?
    GUGU da dinheiro?
    Casa de Beirão tinha gugu, salvo o devido respeito a este antigo comerciante e a sua familia. Na minha cabeça fica este sindrome, que as casas comerciais grandes têm “GUGU”. O ROque, Francisco Cabral, Casa Inglesa, Luiz & Fonseca.
    Só agora se apercebe que o gugu nunca existiu.
    Bebemos e fumanos ervas ao son de musica alta e atetecivel , claro que se corre o risco de entrar em transe, mas não é Diabo, uma especie de extase.
    BILI uê. Nocentxi cá molé ni lida de odjó.

  9. Hugo Lima

    20 de Dezembro de 2010 as 15:35

    Enquanto o país não se organizar, nenhuma empresa credivel e famosa entre nesse jogo e falta de transparências dos políticos Santomenses. Anté kêjá telá….

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Recentemente

Topo