Economia

Combustíveis subiram esta manhã(quinta – feira)

O Conselho de Ministros reunido na última quarta – feira decidiu aprovar o aumento do preço dos combustíveis. O petróleo de cozinha que custava 9 mil dobras, (trinta e seis cêntimos do euro) saltou para 12 mil dobras (48 cêntimos do euro). O gasóleo antes vendido por 18 mil dobras (73 cêntimos do euro) custa a partir de hoje 21.500 dobras o litro (oitenta e sete cêntimos do euro). A gasolina pulou de 22 mil dobras (oitenta e nove cêntimos do euro) o litro para 26 mil dobras (1 euro e seis cêntimos). A actualização do preço dos combustíveis anunciada pelo Governo, resulta de negociações com a empresa que comercializa o produto, a ENCO. Note-se que desde o ano 2008 que o mercado são-tomense registou um ligeiro aumento no preço dos combustíveis, cerca de 1 dobra sobre o preço praticado na altura. Em 2009, registou-se uma redução dos preços, de acordo ao comportamento do petróleo no mercado internacional, que depois da explosão dos preços em 2008, conheceu significativa baixa no ano 2009. O novo ajuste aprovado pelo Conselho de ministros é o mais pesado que o arquipélago regista nos últimos 3 anos.

    38 comentários

38 comentários

  1. Buter teatro esquecido

    3 de Março de 2011 as 7:44

    O Governo foi fraco nesta negociação, a estratégia de redução de imposto petrolífero para baixar o aumento do preço dos combústiveis não foi a melhor.

    No meu intender, os nossos dirigentes foram menos inteligentes, de certeza que usando uma boa estratégia, o aumento dos preços seria igual e o imposto seria inalterável.

    • Celsio Junqueira

      3 de Março de 2011 as 10:35

      Meu Caro “Buter teatro esquecido”,

      Não sei em que percentagem foi aplicado o Imposto sobre os produtos petroliferos ai em STP (a noticia não explora a carga fiscal sobre o combustivel), mas penso que esses valores são aceitaveis dentro do cenário actual.

      Já vivi num micro-estado Europeu e paraiso fiscal (com a carga fiscal proxima do zero) e os preços são superiores a esses: gasóleo(0,87€) e a gasolina (1,06€).

      O nosso problema está no rendimento per capita por habitante não conseguir comportar esses preços. É um problema da nossa economia e do nosso tecido produtivo.

      E já agora os economistas no terreno não se pronunciam sobre a “inflação”?

      Abraços, e penso que o Governo portou-se bem,

      • Buter teatro esquecido

        3 de Março de 2011 as 15:19

        Caro Celsio Junqueira;
        Preocupante é a sua visão, mais contudo gostaria que fosse exibido nome do País Europeu com a carga fiscal próxima de zero.
        É de realçar que o imposto petrolífero ajuda muito nas receitas públicas. O nosso Estado perante uma discusão do preço de petróleo com um produtor, importador, distribuidor, de um país irmão (Angola) na minha opinião seria facil o Governo rejeitar a hipotese de dar o beneficio fiscal e o preço aumentava na mesma proporção. Sobre a inflação, o povo não vai sofrer tão cedo, devido a grande massa monetária em circulação, resultante da campanha presidencial. Mais, acrescento que apartir do mês de outobro deste ano, o nosso povo poderá vir a ter consequências negativas.

        • Celsio Junqueira

          4 de Março de 2011 as 9:59

          Caro Buter teatro esquecido;

          O país em causa chama-se Principado de Andorra, situa-se entre a Espanha e a França, tem menos de metade da superficie de STP e também da população. Aconselho-o a investigar bem esse micro-Estado, e se precisar de alguma informação extra, posso ajudar-lhe, mas penso que na wikipedia tem quase tudo.

          A minha opinião foi dentro de uma perspectiva global e não focalizada. Estamos na Aldeia Global e competindo (no bom sentido) com outros Estados.

          Obrigado pela opinião in loco sobre o panorama da “inflação”.

          Abraços cordiais,

          PS – Podia fundamentar melhor “O nosso Estado perante uma discusão do preço de petróleo com um produtor, importador, distribuidor, de um país irmão (Angola) na minha opinião seria facil o Governo rejeitar a hipotese de dar o beneficio fiscal e o preço aumentava na mesma proporção”?

          • Buter teatro esquecido

            5 de Março de 2011 as 0:32

            Caro Celsio Junqueira;
            Estou muito feliz com o seu bom gesto de investigação. Entretanto, aproveito está oportunidade para alertar o seguinte: Os dezasseis países incluindo Principado de Andorra, que usaram a estratégia de isenção ou beneficio fiscal aos produtos petrolíferos; são países que gozam de outros beneficios, como paraísos fiscais, imensa riqueza proveniente do petróleo, Monarquia e outros são turisticos. Não podemos comparar com o triste nosso S.Tomé e Príncipe que para financiar o orçamento do Estado tem recorrer à ajudas externas.
            Sobre o fundamento, solicitado acerca do comentário acima referido tenho o prazer de dizer o seguinte:
            Acho que é de conhecimento de todos que Angola vem desde muitos anos manifestar a sua solidariedade com S.Tomé e Príncipe, nessas circunstâncias, se por acaso, o senhor primeiro Ministro, aproveitasse essa boa relação bilateral, Dúvido muito, que a Sonangol deixava de fornecer o Petróleo ao nosso País, porque o Governo recusou o aumento de 50% no preço do petróleo.

          • Celsio Junqueira

            5 de Março de 2011 as 19:04

            Caríssimo,

            Antes de mais obrigado pela explicação do poder negocial, parece convincente, embora defenda o contrário, que é STP comprar o petróleo sem o carácter solidário, como qualquer outro país.

            Meu caro, nunca quiz comparar (nem acho que se possa) STP com o Principado de Andorra ou qualquer outro micro-Estado Europeu. Mas podíamos aprender muito com eles, lá isso não duvido. E um pormenor para clarear, qualquer micro-Estado Europeu não é produtor de petróleo, nem de riquezas naturais como ex: ouro, prata, diamante, etc. O desenvolvimento é feito a custa da “inteligência” e organização.

            Para concluir, o Principado de Andorra (a paisagem não é bonita) recebe por ano +- 9 milhões de turistas por ano e não tem aeroporto e nem porto, e a acessibilidade é igual a estrada que vai de Guadalupe à Neves. Deviamos reflectir sobre isso!!!

            Abraços Cordiais,

      • Em dúvida

        3 de Março de 2011 as 16:17

        Per capita (por habitante)?

        • Celsio Junqueira

          4 de Março de 2011 as 10:01

          Foi erro, é só per capita!
          Obrigado,

          Saudações,

  2. Irmão colombo

    3 de Março de 2011 as 7:57

    Isto é uma bomba, vamos morrer todos,não melhor dizer nós os pequenos

  3. fidelito

    3 de Março de 2011 as 8:19

    Eu acredito que a oscilação dos preços de combustiveis no mercado interno deva acompanhar também a sua evolução no mercado internacional.
    ATÉ AQUI TUDO BEM!
    Só que há o lado social. CABE AO GOVERNO DEFENDER O POVO SEM POR ISSO PREJUDICAR A EMPRESA VENDEDORA DE COBUSTIVEIS.
    O que eu tenho muita dificuldade em entender, é que no mês de Julho de 2008 o preço de combustiveis atingiu o máximo histórico de 148 DOLARES no mercado internacional.
    O governo na altura conseguiu manter o preço de gasolina cá no país a cerca de Dbs.22.000, gasóleo a volta de dbs 18.000 e petróleo de cozinha a volta de dbs. 9.000.
    HOJE O PREÇO DE BARIL DE BRENT NO MERCADO INTERNACIONAL ESTÁ ABAIXO DE USD 120.
    Porquê que se tem que aumentar o preço de combustivel nesta grande proporção?

    • De Boa Fé

      3 de Março de 2011 as 16:19

      Porque não se fez os aumentos sucessivos e a empresa já acumulou prejuízos insuportáveis. Não será.

  4. Original

    3 de Março de 2011 as 8:31

    Já agora não esqueça de reduzir IRS porque foi muito mal calculado e está a dar cabo dos bolsos de quem trabalha.

    • Eleutério Sousa

      3 de Março de 2011 as 10:57

      Existe São-tomenses que entendem do IRS e IRC, estudaram isto em Portugal tem praticar. Nos concursos para direcção dos Impostos só colocaram juristas que não percebem nada de fiscalidade, uma coisa é fiscalidade outro é direito fiscal. Acredita que na direcção de impostos não tem ninguém formado em contabilidade, auditoria financeira, fiscalidade, só lá está curiosos, chama-se isso, cunha partidária. Conheci jovens de STP em Portugal quando lá estive de ferias com cursos liga a essas áreas que mencionei, outros a fazer mestrados em fiscalidade, contabilidade, Auditoria, Gestão fiscal dentre outros cursos conexos.

      Falei com um rapaz do Príncipe por indicação de um amigo, rapaz ajudou me a resolver umas coisas nas finanças de Portugal, como tinha regressado a STP e deixei muita coisa pendente e fui notificado pelas finanças para por as coisas em dia, se não iam penhora a minha casa, rapaz explicou me tudo que tinha que fazer, fez me IRS, tratou me assuntos sobre IMI, posso dizer que fiquei contente.
      Perguntei a esse rapaz porquê ele não vem para STP trabalhar, ele virou disse me, em STP só consegue trabalhar nos impostos e outros lugares por cunha, eu não tenho cunha, que os concursos são feitos as escondidas para facilitar amigos, primos, cor politica, nem na embaixada publicam concursos públicos…

      Eu pessoalmente vou falar com 1º ministro sobre essa situação, não pode continuar assim, se não só perdemos bons quadros por causa do compadrio..

      • Celsio Junqueira

        3 de Março de 2011 as 14:37

        Meu Caro Eleutério,

        Um bom testemunho que subescrevo na parte dos quadros que estão em Portugal.

        Temos jovens em Portugal que podiam impulsionar as Instituições e as Empresas em STP.

        É preciso calcular o custo dessas ausências no país.

        Agora, o Governo se quiser dar o 1º passo de transparência e lisura na contratação do pessoal, devia atribuir essa função (pelo menos o processo de selecção) a uma entidade externa e independente.

        Abraço,

      • Politico da Elite Corrupta de STP

        3 de Março de 2011 as 16:53

        Qual 1º ministro? Se for esse que não recebi e nem fala com ninguém, só se for na próxima campanha eleitoral!
        Já agora diz -me o nome desse rapaz do Príncipe, conheci um que deu-me explicação de contabilidade, ajudou -me bastante quando entrei no 1º ano curso de Gestão na Universidade Lusófona, faz tempo que não o vejo, fiquei sem o numero dele.
        Qual 1º ministro? Se for esse que não recebi e nem fala com ninguém, só se for na próxima campanha eleitoral!
        Já agora diz -me o nome desse rapaz do Príncipe, conheci um que deu-me explicação de contabilidade, ajudou -me bastante quando entrei no 1º ano curso de Gestão na Universidade Lusófona, faz tempo que não o vejo, fiquei sem o numero dele.

      • FILHO DA TERRA

        4 de Março de 2011 as 13:41

        Como diz o velho proverbio nunca esquecido..
        “Quem tem padrinho na cozinha não passa fome”.

        PS: FT

  5. Ze Cangolo

    3 de Março de 2011 as 8:41

    O amigo Buter refere a que o Executivo deveria usar uma boa estratégia para que os impostos se mantivessem inalterado face ao aumento do preço dos combustíveis. Conhece alguma estratégia melhor? Quer partilhá-la com todos os leitores?

    • Buter teatro esquecido

      3 de Março de 2011 as 20:14

      O Governo deveria recusar, fundamentando que aumento em grande percentagem provoca um pânico na económia, a ENCO deve ajustar o preço todos os anos, e, que a ENCO deve criar uma solução plausível para o aumento em pequena escala e que o Governo está disponível. Acusava a gestão da ENCO como negligente no ajustamento do preço.

      • Virtual

        4 de Março de 2011 as 16:56

        Não sabes o que dizes!?
        Sabes quem regula os preços de combustíveis em STP?

  6. João

    3 de Março de 2011 as 9:14

    Ao que parece o Governo não foi tão fraco assim. Veja a primeira proposta apresentada pela ENCO…
    João

    • Albertino Silva Braganca de Sousa

      5 de Março de 2011 as 9:31

      bem visto esse ponto tambem!

  7. Arlindo Borja

    3 de Março de 2011 as 10:23

    Governo fez muito bem em aumentar os preços de combustível porque essa é a tendência do mercado internacional, não temos como fugir, infelizmente os parvos, burros da nossa sociedade é que não vê essa tendência e andam enganar o povo, coisa que MLSTP gosta de fazer.
    Acho que se deveria actualizar constantemente os preços de combustível para evitar mal maior. Infelizmente nosso poder de compra é baixo e quem sofrerá disso tudo é a população mais pobre. No entanto, acho que o país poderá apostar nas áreas de produção, como a agricultura, mini -fabricas de transformação de nossos produtos, somente assim, vamos conseguir aumentar o poder de compra da população e eliminar a pobreza extrema na nossa sociedade.
    Aconselho o governo a realizar estudos de viabilidade financeira de projectos de desenvolvimento como: produção de Sumo natural com as frutas da terra, apostar fortemente na agricultura, projectos nas áreas de pesca, turismo. Com isso meus senhores poderemos chegar ao outro patamar.
    O grande mal da nossa terra é que alguns querem viver a custa dos pobre, quê mentalidade mais triste, infelizmente isso é o facto.

    • Albertino Silva Braganca de Sousa

      5 de Março de 2011 as 9:33

      bem dito Arlindo e sei que és u mgrande economista que o país tem disperdicado, por isso que estás onde estás fora da terra, porque nao te resta outro remédio, se nao te remeteriam ali na Rosema em tua cidade natal ganhando 100 euros por mes, como estao a fazer como todos os quadros formados que regressam.

  8. Mak

    3 de Março de 2011 as 10:53

    O governo agiu bem . Assim vamos cumorir com os padrões internacionais e assim ganharemos credibilidade e o país vai ganhar mais reseita para resolver o problema mais profundo do pais.

    Força GOVERNO

  9. mouammar kadhafi

    3 de Março de 2011 as 11:56

    depois de anunciar um”aumento mais pequeno pssivel” o governo anuncia a concessao a petrolifera angolana o porto de ana chaves, aeroporto internacional, a parte santomense na stp airways e possivelmente a emae…Procurem a falha!!!*

    *a baixa de peço do combustivel esta a ser feita dentre outros em troca de interesses santomenses

  10. Alberto Nascimento

    3 de Março de 2011 as 12:27

    o Governo aqui não tinha como fazer milagres!

  11. Madalena

    3 de Março de 2011 as 13:32

    Nós somos do país que vende petroleo, nem sabemosonde pára o dinheiro da venda, dos 30 mil barris.
    Este aumento, não devia significar nada, mas enfim sem fim.
    Somos produtor ou não de petroleo?
    vendemos ou não vendemos petroleo?
    comercializamos ou não?
    Afinal ??
    “Quem ki respondi-mo é é é é!!!!”

  12. boca calada

    3 de Março de 2011 as 14:17

    credo , credo , credo … nóm cu sa machi fraco na ca guêntéfa…!

  13. Cocolola

    3 de Março de 2011 as 18:14

    STP é país de muito indefinição, nao se sabe bem para onde caminha este país. Em termos de futuro.
    Zona industrial para onde?
    Santana…
    Ou Neves?
    Turismo????
    Petroleo?
    exportador ou consumidor
    Importador? Até quando???
    10 anos?
    15?
    30?
    Quem tem o dossier
    Quem recebe os justificativos da venda do Petroleo, para que conta vai parar a grana?
    Quem movimenta a conta?
    Quantas pessoas utilizam o dinheiro???
    Nós vivemos numa Republica de verdade.
    Olha o KadaFi!!!!

  14. Cocolola

    3 de Março de 2011 as 18:17

    muita indefinição, queria eu dizer.

  15. MM Deus Afonso

    3 de Março de 2011 as 23:06

    A finalidade da vida política é o melhor dos fins e o principal empenho da
    política é fazer com que os cidadãos sejam bons e capazes de nobres ações.

  16. Original

    4 de Março de 2011 as 7:20

    Estamos a ver ponta do fio sem saber onde está enrolado.Este aumento é para quanto tempo?Será que ENCO vai parar por aí?Sendo ENCO uma empresa no mercado e sabendo que mercado é que dita regras,acredito que haverá um segundo aumento para breve e é melhor esclarecer desde já.

  17. A. Cardoso

    4 de Março de 2011 as 21:02

    Meus caros, o dinheiro do Estado é como água-benta.

  18. BARAO DE AGUA'-IZE'

    4 de Março de 2011 as 23:08

    Nao ha nenhum DJAMBI para nos salvar ? Va, mais um DJAMBI, se faz favor ?

  19. visão de domingo

    5 de Março de 2011 as 14:07

    Tá a ficar madurooooooooooooooo! Como vai disparar o custo de vida!!!

  20. Isidoro Porto

    6 de Março de 2011 as 7:10

    30,000 barrís de petróleo por dia equivalem a 10,950,000 barrís ao ano (365 x 30,000). Se forem vendidos no mercado internacional ao lucro de USD: 0.30 (trinta cêntimos do dolar por barríl) a favor de S.Tomé e Princípe, o pais arrecadara um lucro bruto de USD: 3,285,000 (três milhões, duzentos e oitenta e cinco mil dólares). Tendo em conta que essas operações implicam gastos de pelo menos 33%, podemos considerar que o país arrecadaria um lucro líquido aproximado de USD:2,000,000. Este valor só pode ser confirmado pelos envolvidos neste negócio. Infelizmente ninguém conhecedor deste valor quer informar a Nação que jum dia juraram defender. Só apresentam comprovativos dos depósitos no tesouro nacional.

    Muitos dos nossos parceiros estratégicos e não só, são produtores de petróleo e em quantidades colossais.

    Imaginem que esta fórmula do cidadão Fradique de Meneses, seja aplicada por todos nossos parceiros produtores de petróleo, beneficiando São Tome e Principe com 200,000 (duzentos mil) barrís de petróleo por dia?
    Teriamos 200,000 x 365 dias = 730,000,000 barrís anuais por parceiro. Consequentemente, ao serem vendidos no Mercado Internacional com um lucro bruto de trinta cêntimos do dólar para São Tomé e Príncipe, o país arrecadaria um lucro bruto de USD: 21,900,000 (Vinte e Um Milhões e Novecentos Mil Dólares) por ano, que retirando os 33% de custos operacionais, teriamos um lucro líquido aproximado de USD: 14,000,000 (Quatorze Milhões de Dólares) anuais. Se multiplicarmos este valor pelos 8 (oito) parceiros e amigos produtores de petróleo (Nigéria, Angola, Guiné Equatorial, Brazil, Líbia, Gabão, Congo Brazaville e Argélia) teremos USD: 14,000,000 x 8 = USD: 112,000,000 (Cento e Doze Milhões de Dólares) por ano de lucro líquido para São Tomé e Príncipe a custo ZERO para tais parceiros.

    Deste modo evitariamos que:
    – O OGE dependesse anualmente das contribuições dos parceiros internacionais;
    – Negociassemos permanentemente a nossa dívida externa com vários parceiros;
    – Negociassemos permanentemente o perdão da nossa dívida externa com os respectivos parceiros;
    – E acima de tudo, que que vendessemos tudo ou cedessemos a gestão das infra-estruturas estratégicas ao estrangeiro por falta de recursos.

    Acho que apesar de a fórmula ser de autoria do actual Presidente Fradique de Menezes, por favorecer substancialmente a balança de pagamento do nosso país, quaisquer governos deverao explorá-la até a exaustão nas negociacões com os parceiros de STP produtores de petróleo. Arrecadar mais de cem milhões de dólares anuais a custo ZERO para estes países não deve constituir nenhuma vergonha para São Tomé e Príncipe, nem nenhum bicho de sete cabeças para tais países.

    Se os anteriores governos tivessem convencido tais parceiros a aplicarem esta fórmula a custo ZERO para as suas economias, os mesmos países teriam poupado esforços para doar ou emprestar somas, com ou sem juros a STP por um lado, e STP não se veria a braços com a elevada dívida externa ao longo dos anos, por outro. Esta é que é uma verdadeira cooperação de irmandade,um so ganha e outro nao perde nada.

    Por ter sido uma fórmula criada por um cidadão nacional Fradique de Menezes, (pois um dia ele deixará de ser Presidente da República) e por ter sido persistente na aplicaçãao da mesma desque os primeiros anos da nossa independência (já tentou aplicá-la sem sucesso no negócio dos diamantes a favor do país nos tempos idos, dizem que a aplicou na venda de cacau sem prejuízo para o país) e agora voltou a aplicá-la com sucesso no negócio do petróleo, peço às instituções que lecionam Gestao de Empresas a divulgá-la interma e internacionalmente como fórmula de autoria de um cidadão nacional para NOVO MODELO DE COOPERAÇÃO ENTRE OS PAÍSES MAIS RICOS E OS MAIS POBRES PARA EVITAR OS FARDOS DAS DÍVIDAS EXTERNAS DESTES.

    Esta fórmula deve ser apresentada pelas nossas autoridades as instituições económicas internationais, tais como FMI, Banco Mundial, Banco Europeu, Comunidade Europeia, Banco Africano de Desenvolvimento, etc, etc, para que ela e o seu autor sejam reconhecidos como contribuintes na luta contra a pobreza dos países mais pobres, evitando o fardo das dívidas externas dos mesmos.

    É preciso que as nossas autoridades ajam rápidamente nesta direção pois se atrasarem outras nações poderão se apoderar da autoria da mesma, como aconteceu com a ideia do referendo sobre o PRESIDENCIALISMO, proposta pelo mesmo cidadao nacional Fradique de Menezes, tempos atrás.
    *******************************

    A ENCO devia 10 milhões de dólares a Sonangol por isso decidimos vendê-la a mesma, para pagarmos a divida. Três anos depois a EMAE fica a dever 15 milhões de dólares a ENCO, que em última análise é a Sonangol com mais de 70% das ações. Como solução queremos vender ou ceder a gestão da EMAE á Sonangol ou á outa empresa. Pela sequência dos acontecimentos, daqui a mais alguns anitos, o Governo ficará a dever a EMAE que será eventualmente da Sonangol. Que solução será aplicada? Vender ou ceder a gestão do GOVERNO de Sao Tomé e Príncipe a Sonangol ou a outra empresa qualquer? É preciso repensar a venda ou a cedência da gestão de empresas ou de infra-estruturas estratégicas ao estrangeiro. Esta prática é desastrosa para o país. A venda da ENCO não resolveu o problema, antes pelo contrário o agudizou, pois em menos de 3 anos, a dívida ultapassou os 10 milhões na altura da venda, cifrando-se em 15 milhõesde dolares.

    Negociar a aplicaçêao da fórmula do cidadão Fradique de Menezes resolveria definitivamente o problema da ENCO, da EMAE e do Governo para com a Sonangol, pois teriamos cerca de 14 milhões de dólares por ano, para suportar estas dívidas a CUSTO ZERO para o parceiro que a aplicar. Caso contrário valerá a pena liberalizar o mercado dos combustíveis em São Tomé e Príncipe, porque apesar desta irmandade estamos a perder de ano para ano o controlo das nossas empresas e instituicoes.

    O solução dos problemas de São Tomé e Príncipe passa necessariàmente pela melhoria de gestão da coisa pública e não só, por parte dos santomenses, juntos e isoladamente. Não há estrangeiro nenhum que salve a Nação de outrem. As dívidas da ENCO para a Sonangol muito recentemente, e agora, da EMAE para com a ENCO são as provas disto. Que fique claro que nem a ENCO no passado, nem a EMAE agora, estão a dever a Sonangol. No passado, o verdadeiro devedor foi Estado Santomense que deveu a EMAE que por sua vez não pôde pagar á Sonangol. Agora, continua a ser o Estado Santomense que deve a EMAE que por sua vez não pode pagar a ENCO. Por isso não vale a pena fazermos política de avestruz, escondendo apenas a cabeça na areia deixando o corpo de fora.

    Fradique é um verdadeiro pensador, quer queiramos, quer não.

    06/Fev/2011

  21. NANDO VAZ (ROÇA AGOSTINHO NETO)

    7 de Março de 2011 as 17:26

    TODOS SABEMOS QUAL É A SITUAÇÃO ACTUAL E A CONJUNTURA INTERNACIONAL,FORÇA NOSSO GOVERNO, FAZENDO CAMINHO E CAMINHANDO!..

  22. walker

    14 de Março de 2011 as 3:26

    meu sao tome minha terra linda
    nao sei uke diser o meu pais vai de mal a pior k situasao as coisas nunca vao melhorar
    asim os pobres e k sofrem senhora mal saiu de um cargo entrou noutro coitado do meu povo

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