Economia

Governo apoia várias famílias a montarem negócio próprio

Muito brevemente diversas familiares de baixa renda vão beneficiar de um micro credito. O acordo entre governo e um banco comercial que vai gerir o dinheiro já foi assinado. As candidatas a este empréstimo estão a receber uma formação sobre pequenos negócios.Na escola primária de Neves, 64 mulheres estão a ser orientadas no sentido de criarem o seu próprio negócio, as que já têm experienciais sem sucesso, colhem os ensinamentos para obterem lucros nas suas actividades económicas. No final da formação, mães carenciadas serão beneficiárias de um micro crédito.

“Nos temos cerca de um bilhão e 500 mil dobras para distribuir a nível nacional. Depois da selecção que vamos como sabe este dinheiro vai também pagar os formadores.” Disse Felisberto Carvalho, secretário-geral do ministério da saúde dos assuntos sociais.

Durante trinta dias essas mulheres vão ter conhecimentos básicos sobre relação inter-pessoal gestão de pequenos negócios e elaboração de projectos. Algumas das candidatas ao crédito dedicam-se a salga de peixe, venda fardo, e outras são cabeleiras.

“Lembá já está organizado nesta matéria, por isso, que iniciamos neste distrito. Agua Grande e Mé- Zochi estão seleccionados”.

Segundo Felisberto Carvalho Secretario Geral do Ministério da Saúde e Assuntos Sóciais, o governo já celebrou um contrato com um banco comercial do país para gerir o dinheiro. Felisberto Carvalho, trata-se de um programa que visa combater a pobreza.

“O governo ajuda mil mulheres mães carenciadas, com algum apoio financeiro, e nós temos a consciência que não chega. O governo para este ano económico inscreveu no seu programa algumas verbas para apoiar estas mulheres com micro crédito. E neste momento seleccionamos algumas. Nos vamos alargar isto para todo o distrito do país e a região autónoma do Príncipe”.

Mães carenciadas recebem formação para beneficiarem de um micro credita dinheiro que vai sair do orçamento geral do estado.

Ramusel Graça

    15 comentários

15 comentários

  1. Matabala

    9 de Agosto de 2011 as 13:36

    Bem haja

  2. Alberto Nascimento

    9 de Agosto de 2011 as 16:13

    Eu não confio no SR. PatricIU. Este senhor é um mentiroso, um menino mimado que quer tudo. Eles são muitos. O Senhor Branco, o Sinhor Neves e muitos destes senhores que fazem tudo para o poder e o dinheiro. Estessenhores não tem nada de honra nem cacter. São os maiores mentirosos de sempre. São Ass*a**inos do povo e da naçao. O Sr. patricio é um mintoroso de cara podre. Ele na campanha disse que ia por um hospital em cada zona do pais. Esta no youtube. Cuidado com essa gente.

  3. Alberto Nascimento

    9 de Agosto de 2011 as 16:14

    Ele na campanha disse que ia por um hospital em cada zona do pais. Esta no youtube. Cuidado com essa gente.

  4. Anca

    9 de Agosto de 2011 as 17:46

    Boa iniciativa.

    Embora à posteriori necessário se torna a monitorização e acompanhamento e apoio na gestão, às famílias beneficiadas de modo a não haver desperdício de tempo em formação e na atribuição de fundos, pois trata-se de combate a pobreza.

    Muito bem
    Mais iniciativas destas, não só à nível governamental, como também a nível privado, é de todo interesse de modo a subtrair, um dos flagelos(a pobreza,a miséria) que afectam negativamente a sociedade, assim como o País.

    Bem haja

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Mesmo quando os recursos são escassos,

    basta haver vontade, é possível.

  5. Lódóma

    9 de Agosto de 2011 as 19:48

    Aproveito este espaço para apresentar os leitores um comentário para se analisarem como acharem; No Repórter África de ontem dia 08/07/2001 as 19:30 apareceu um senhor como comentador da RTP África dizendo coisas inaceitável eu no meu ponto de vista lhe considero como insinuador de instabilidade homem que gosta do desmando para poder desfrutar …

    • Luis de sousa

      10 de Agosto de 2011 as 19:45

      Caro(a)Lódóma:
      Tambem tive a oportunidade de ter assistido o Repóter África desse dia,e estou completamente escandalizado com aqueles comentarios, mas pareciam ter sido encomendados,um ataque vergonhoso de quem devria ter sido imparcial.Quanto a isso faça como eu e envia uma reclamação para RTP atraves do seu endereço electrónico. Um bem haja

  6. Anca

    9 de Agosto de 2011 as 21:41

    Aqui vos deixo, este artigo sobre o futuro crescimento económico, logo sobre o futuro das economias.

    Num artigo de opinião,que li, In Público.

    “O futuro do crescimento económico”
    “Por Dani Rodrik”

    “Talvez pela primeira vez na história contemporânea o futuro da economia global esteja nas mãos dos países pobres.” “Os Estados Unidos e a Europa prosseguem a luta como gigantes feridos, vítimas dos seus excessos financeiros e da sua paralisia política.” “Parecem condenados pelo pesado fardo da dívida a anos de estagnação ou crescimento lento, aumentando a desigualdade e a possibilidade de conflito social.” “Entretanto, grande parte do resto do mundo transborda de energia e esperança.”

    “Os governantes na China, no Brasil, na Índia, e na Turquia preocupam-se com o elevado, não com o baixo, nível de crescimento. Em alguns aspectos, a China é já a maior economia mundial e o maior mercado emergente e os países em via de desenvolvimento contribuem com mais de metade da produção mundial.” “A consultora McKinsey baptizou a África, durante muito tempo sinónimo de fracasso económico, de terra de “leões em movimento.””

    “Como muitas vezes acontece, a ficção é o que melhor traduz este espírito de mudança. O romance-comédia do romancista russo emigrado Gary Shteyngart, Super Sad True Love Story, é um guia tão bom como outro qualquer para o que pode estar para vir. Passada num futuro próximo, a história desenrola-se nuns Estados Unidos que resvalaram para a ruína financeira e para uma ditadura de partido único, envolvidos em mais uma aventura militar no exterior, sem sentido – desta vez na Venezuela.” “Todo o trabalho nas empresas é efectuado por imigrantes qualificados; as universidades da Ivy League adoptaram os nomes das suas congéneres asiáticas para conseguirem sobreviver; a economia está obrigada ao banco central da China; e “as paridades yuan/dólares americanos” substituíram a moeda habitual como o activo seguro de eleição.”

    “Mas será que os países em vias de desenvolvimento conseguem realmente conduzir a economia mundial? Grande parte do optimismo relativamente às suas perspectivas económicas é resultado de extrapolação.” “A década anterior à crise financeira global foi, em muitos aspectos, a melhor de sempre para os países em vias de desenvolvimento.” “O crescimento espalhou-se muito para além de alguns países asiáticos e, pela primeira vez desde a década de 1950, a grande maioria dos países pobres experimentou aquilo a que os economistas chamam convergência – uma diminuição das disparidades de rendimentos em relação aos países ricos.”

    “Todavia, isso foi um período único, caracterizado por muitos ventos favoráveis à economia.” “O preço dos bens de consumo era elevado, beneficiando especialmente os países da África e da América Latina, e o financiamento externo era abundante e barato.” “Além disso, muitos países africanos bateram no fundo e renasceram de longos períodos de guerra civil e declínio económico.” “E, como é óbvio, o rápido crescimento nos países desenvolvidos alimentava naturalmente um aumento do volume de trocas comerciais globais que atingiram níveis recorde.”

    “Em princípio, o fraco crescimento pós-crise nos países desenvolvidos não obsta necessariamente ao desempenho económico dos países pobres.” “O crescimento, em última análise, depende de factores associados à oferta – investimento e aquisição de novas tecnologias – e o número de tecnologias que podem ser adoptadas por países pobres não desaparece quando o crescimento dos países desenvolvidos é lento.” “Por isso, o potencial de crescimento dos países atrasados é determinado pelo sua capacidade de colmatar o fosso que os separa das fronteiras tecnológicas – e não pela rapidez com que a própria fronteira avança.”

    “A má notícia é que ainda nos falta uma compreensão adequada de quando esse potencial de convergência se efectua, ou do tipo de políticas que geram crescimento auto-sustentado.” “Mesmo os casos indubitavelmente bem-sucedidos foram sujeitos a interpretações contraditórias.” “Há quem atribua o milagre económico da Ásia a mercados mais livres, e há quem acredite que tudo se deve à intervenção estatal.” “E demasiadas acelerações de crescimento acabaram por dar mau resultado.”

    “Os optimistas estão confiantes em que desta vez é diferente.” “Acreditam que as reformas dos anos 1990 – uma melhor política macroeconómica, maior abertura, e mais democracia – abriram caminho para um decrescimento sustentado no mundo desenvolvido.” “Um relatório recente do Citigroup, por exemplo, prevê que o crescimento será fácil para países pobres com populações jovens.” “A minha leitura dos factos aconselha-me mais cautela.” “É evidentemente motivo de celebração que tenham sido banidas as políticas inflacionárias e que a governação tenha melhorado em muitos dos países em vias de desenvolvimento.”

    “De uma maneira geral, estes desenvolvimentos melhoram a resistência da economia a choques e impedem o colapso económico.” “Mas estimular e manter um crescimento rápido exige algo mais: políticas orientadas para a produção que estimulem as mudanças estruturais em curso e promovam a criação de postos de trabalho em novas actividades económicas.” “Um crescimento que assente em entradas de capital ou em um aumento dos bens transaccionáveis tende a durar pouco.” “Um crescimento sustentado exige vislumbrar incentivos para encorajar o investimento do sector privado em novas indústrias – e fazê-lo sem corrupção e com a competência adequada.”

    “Se a história serve para alguma coisa, o leque de países capazes de o fazer continuará reduzido.” “Portanto, embora possa haver menos colapsos económicos, devido a uma melhor gestão macroeconómica, um crescimento elevado continuará provavelmente a ser pontual e a constituir excepção.” “Em média, o desempenho pode ser um pouco melhor do que no passado, mas longe de ser extraordinário como esperam os optimistas.”

    “A grande questão em relação à economia mundial é se os países desenvolvidos que se encontram em dificuldades económicas serão capazes de criar espaço para os países em vias de desenvolvimento com um crescimento mais rápido, cujo desempenho vai depender largamente de incursões em indústrias transformadoras e de serviços em que os países ricos sempre foram dominantes.” “As consequências a nível do emprego nos países desenvolvidos seriam problemáticas, especialmente devido à escassez de empregos bem pagos.” “Tornar-se-ia inevitável um considerável conflito social que ameaçaria o apoio político a uma abertura económica.” “Por fim, uma maior convergência na economia global pós-crise parece inevitável.” “Mas uma grande reviravolta nos destinos dos países ricos e pobres não parece nem economicamente provável, nem politicamente possível.”

    “Professor de Economia e Política Internacional na Universidade de Harvard.”

    In PÚBLICO

    De recordar que São Tomé e Príncipe,faz parte do grupo dos países mais pobre do
    mundo.

    Por isso mudemos e comecemos a traçar juntos caminhos rumo a vias de crescimento rumo a desenvolvimento sustentável.

    Isso exige mudança de paradigma político, mudança de comportamento( pensamento e atitudes) individual e social colectiva, uma visão abrangente do que pode ser futuro de desenvolvimento sustentável a curto, médio e longo prazo, de todos os agentes sociais e económicos.

    Bem haja a todos

    Pratiquemos o bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  7. Helves Santola

    10 de Agosto de 2011 as 0:26

    Que notícia boa gente. É sinal de que estão a trabalhar, pelo menos estão a dar esse sinal. Ainda hoje, eu estava a pensar em programas do governo. Porque é que não há mais informações, porque o governo ñ mostra mais factos das suas atividades? Eu tenho a impressão que esse governo fica parado…..mas esse projecto SOCIAL é um bom sinal. Espero que o Tela Non saiba acompanhar o este projecto, prover informações à população, incentivando assim bom andamento das coisas, chamando a responsabilização e prestação de contas.

  8. carlos

    10 de Agosto de 2011 as 6:29

    nao entendo o povo kuando governo nao faz nada critica kuando tenta fazer chama o homem de mentiriso nao entendo mentiroso es tu alberto nascimento aprenda a escrever melhor

  9. P.Fernandes

    10 de Agosto de 2011 as 15:18

    Olhos Vivos – (10-08-2011) – Marco hoje a presença neste palco de oipnião e de comentários apenas para desejar a todos os meus concidadãos um santa semana de paz,na certeza do futuro, fazendo votos de que agarremos o presente para atingirmos o futuro,a meta e os objectivos que pretendemos e que nos orgulhamos, deixando-mos de estar preso ao passado.O meu apelo vai no sentido de apelarmos a mudança de atitude porque temos uma identidade e um nome a defender com humildade.Haver vamos!Bem haja São Tomé e principe!Olhos Vivos.

  10. aglm

    10 de Agosto de 2011 as 17:41

    S.T.P é um pais pobre e numa linguagem formal chamamos pais em via de desenvolvimento é para atingirmos esse desenvolvimento é importante criarmos a pequenas e medias empresas e com esta pequenas e medias poderemos combater o desemprego e o crescimento da economia. Agora financiar a vendedora do peixe e de fardo é uma boa ideia mais não é uma boa estrategia para um pais na situação de stp.

  11. Mário Fonseca

    12 de Agosto de 2011 as 18:00

    Eu, desde a minha infância sempres tive dúvidas dessas coisas de dar esmolas!
    Viva economia de escala!

  12. sulila miranda

    15 de Agosto de 2011 as 8:14

    Só agora? Uhn, esse povo ainda vai vos mostrar o peso da sua força, espera e verão! Eles já vos mostraram que vos puseram aí para resolver os gritantes problemas que os afecta, entretanto nada ou quase nada tendes feito, tendo inclusive uns,delegado poderes a subordinados na ambição de ser Presidente da República. Cuidado o povo já vos sancionou por esta e avisou que de burro nada tem, não tarda que verão. Estou amando e admirando cada dia mais o meu povo!

  13. Bernardino cientista politica

    16 de Agosto de 2011 as 13:25

    Os meus agradecimentos v/exc senhor primeiro ministro, cada vez mais sinto esperançado no seu governo,acredito que as suas qualidades e capacidades vai levar esse pais em direcção a desenvolvimento,nos juventude stp estamos fartos do sistema do mlstp, queremos acabar com senhores sistemática politica viva adi

  14. gikitinhonha

    19 de Agosto de 2011 as 17:51

    esperamos que isto nao so fica no papel

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