Economia

FMI dá nota positiva ao desempenho macro-económico do Governo de Patrice Trovoada

Segundo o FMI a economia são-tomense, regista crescimento gradual em 2011. Até o final do ano o crescimento real do PIB deverá situar-se nos 5%, contra 4,5% registado em 2010.

Na avaliação positiva do FMI sobre a situação macroeconómica do país, o destaque vai para o desempenho fiscal do Governo. O Relatório da equipa técnica do FMI que durante 15 dias trabalhou no terreno, garante que no primeiro semestre de 2011 a colecta de receitas fiscais superou as expectativas.

Por outro lado, o FMI diz que registou com agrado o facto da despesa do governo central, ter-se mantido em linha com o Orçamento Geral do Estado. No entanto crítica o poder local são-tomense, que segundo o FMI não está a pagar as facturas de alguns bens de utilidade, nomeadamente a energia eléctrica.

A crónica dívida da Empresa de electricidade EMAE, para com a fornecedora de combustíveis a ENCO, constitui também preocupação para o FMI, que recomendou o Governo a adoptar o mecanismo de ajuste automático de preços de revenda de produtos petrolíferos, em linha com as flutuações dos preços internacionais.

Por outro lado, o relatório da equipa técnica do FMI explica que o governo não conseguiu controlar a inflação. Em Julho de 2010 situava-se em 11,5%, mas em Julho de 2011 saltou para 15% .

Subida do preço dos bens alimentares no mercado internacional e despesas dos partidos políticos nas eleições legislativas de 2010 e presidenciais de 2011são as razões apontadas pelo FMI para a subida da inflação.

Aspectos que segundo o FMI não tiram nota positiva ao Governo de Patrice Trovoada, cujas  acções em curso vão permitir em 2011 o crescimento do produto interno bruto na ordem de 5% contra 4,5% registado no ano passado. Os dados avançados pelo FMI indicam que os sectores da construção civil e do comércio serão os responsáveis pela subida do PIB em 2011.

Abel Veiga

    10 comentários

10 comentários

  1. ghadafi

    12 de Setembro de 2011 as 19:24

    Fmi, cambadas de bandidos

  2. Anca

    13 de Setembro de 2011 as 0:23

    Muito bem.

    No entanto muito ainda a fazer.

    Envide-mos esforços, Santomenses, para erguemos, o nosso país, cada um com a sua contribuição, através de trabalho árduo, eficiente e eficaz,luta contra a corrupção, rumo a crescimento, desenvolvimento sustentável, para vencer-mos à pobreza e miséria que assola o nosso povo a nossa nação querida São Tomé e Príncipe.

    Temos que mudar a trajectória do país.

    Bem haja

    Pratique-mos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  3. Henry

    13 de Setembro de 2011 as 9:47

    Espero que com a subida do PIB traga de certa forma desenvolvimento para o nosso país, visto que a população colocou toda a sua confiança e esperança nesse Governo, esperemos que continuem a fazer subir o PIB, que chegue pelo menos até aos 50%. Bem haja a todos nós.

  4. Henry

    13 de Setembro de 2011 as 9:50

    Indepedentemente de não se estar a ver nada de concreto a ser feito por esse governo, demonstra até certo ponto que o mesmo está a trabalhar com vista ao desenvolvimento de S.Tomé e Príncipe.

  5. ghadafi

    13 de Setembro de 2011 as 12:41

    Voces ai do tela no nao entendem nada do que o FMI representa, por esta ignorancia, nao deixou passar o meu comentario…chamei esse pessoal do FMI de nome pouco amigavel porque e o que sao

  6. leguela

    13 de Setembro de 2011 as 15:58

    Isto merece uma análise mais aprofundada. Reparem, os governos de S. Tomé e Príncipe sem fazerem nada a economia cresce. Se apostassem forte na agricultura, turismo , pescas e serviços o crescimento era inquestionavelmente de dois digitos. Aí sim, resolveria os problemas do desemprego e miséria. A fonte de crescimento é justamente aquelas que nunca trazem divisas. Daí que não consigo entender como é que se quer diminuir o defice da balança de pagamentos. A continuar assim, S. Tomé e Príncipe continuará eternamente a depender da ajuda externa e totalmente exposto a choques externos.

  7. Nando Vaz (Roça Agostinho Neto)

    13 de Setembro de 2011 as 18:09

    Temos que pensar as alternativas interna para a dinamica da economia. E não esperar da ajuda dos parceiros externos!..

  8. aglm

    13 de Setembro de 2011 as 23:12

    sao falsa estatistica d FMI com ajuda dos quadros nacional que estao a inrequecer, para confundir as pessoas d franca percepçâo. Um pais q nao disponibiliza os dados para sociedade. Qle é a economia que esta a crecer! Estão a produzir o quê! O que esta a crescer é a populacão a viver na miseria. Maldosos Falsos sorriso nos dentes.

  9. eliseu

    14 de Setembro de 2011 as 14:13

    isto ate e brincadeira…..um pais que nao produz nada, . como e que a economia pode crescer, se a nossa balanca e sempre negativa…..se o pais e 100 porcento depenmdete da importacao…..nao entendo mt de economia mas e preciso que um economista venhe a explicart isto melhor…..

  10. Assuncao

    15 de Setembro de 2011 as 13:38

    K’e? crescimento!tou k nem o outro, cresceu em ke? FMI diz k despesa do governo ta compativel com OGE? francamente!?nao percebo nada disto, nem ha transparencia na gestao da coisa publica!!!,mas esta gente deve ‘e cortar nas despesas, e viajar so se extremamente necessario e na classe economica, sem subsidios desproporcionais, isso dentre mais, seria provas de trabalho e de honestidade.
    Com cumprimentos.

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