Economia

Preço de combustíveis explode na ilha do Príncipe

O desânimo está patente no rosto dos habitantes da ilha do Príncipe. Consequência directa da falta de ligação marítima entre as duas ilhas, o preço dos combustíveis explodiu na ilha do Príncipe. A gasolina está a ser vendida por 50 mil dobras o litro.

Na ilha maior São Tomé, a gasolina é vendida a 26 mil dobras, cerca de 1,7 euros. No mesmo território nacional, ilha do Príncipe, a gasolina custa actualmente 50 mil dobras o litro, 2,4 euros. Uma explosão do preço dos combustíveis, que tem a ver com a falta de ligação marítima entre as duas ilhas verificada nos últimos 20 dias.

O barco privado que regularmente garantia transporte de combustíveis para a ilha do Príncipe, está fora de serviço em processo de inspecção. Aliás pelo que o Téla Nón apurou a tal embarcação não reúne condições técnicas e de segurança para continuar a transportar bidões de combustíveis para o Príncipe.

Consequência do transporte de combustíveis e passageiros em pequenas barcaças, dezenas de pessoas perderam a vida nos últimos anos na travessia entre as duas ilhas. O Barco Príncipe importado pelo Estado são-tomense há cerca de 3 anos, também está sempre avariado.

Por tudo isso, regista-se uma rotura no stock de combustíveis e víveres na ilha do Príncipe. «Neste momento a população do Príncipe está a pagar muito caro pelo custo da dupla insularidade. Não é normal neste momento no Príncipe estar-se a comprar um litro de gasolina por 50 mil dobras. Tudo isto por causa da falta de condições em termos de ligação marítima. O Estado são-tomense tem que começar a assumir mais os custos da insularidade do Príncipe. Não há combustível e tudo está parado», reclamou António Barros, Presidente da câmara do comércio da ilha do Príncipe.

Com o mercado inflacionado por causa da falta de combustíveis, os mais de 6 mil habitantes da ilha, pagam caro o preço da insularidade. O preço dos bens alimentares disparou. No mercado de Santo António, o preço do peixe, banana, hortaliças e outros produtos alimentares, explodiu. «O Governo São-tomense tem que arranjar um barco porque estamos muito mal», declarou Deolinda Andrade, vendedora no mercado de Santo António.

Reconhecida como uma das regiões do país, onde se regista maior índice de pobreza, a Ilha do Príncipe, continua isolada no Golfo da Guiné. «Estamos a atravessar momentos muito difíceis. Não é de estranhar porque enfrentamos constantemente estes constrangimentos. É uma situação que vai demorar muito tempo», sublinhou Nestor Umbelina, Secretário do Governo do Príncipe para o sector das obras públicas e infra-estruturas.

Para além da rotura do stock de combustíveis, o custo de vida no Príncipe, é determinado por outros factores. Há mais de 2 anos que o cais da ilha não tem uma grua para garantir o embarque e desembarque das mercadorias. A última grua instalada no cais desde a década de 80, acabou por cair no mar quando tentava retirar um tractor que se encontrava numa barcaça.

Desde Dezembro de 2008, que o desembarque de mercadorias para o Príncipe, é feito a força muscular. Os comerciantes que importam para o Príncipe, tem que pagar os estivadores individualmente por cada saco de arroz ou qualquer outro produto. Custos que se reflectem no preço dos produtos no mercado.

Abel Veiga

    20 comentários

20 comentários

  1. Nando Vaz (Roça Agostinho Neto)

    20 de Setembro de 2011 as 13:35

    Sem palavras!

  2. Teodora

    20 de Setembro de 2011 as 13:43

    Isto é demonstrativo daquilo que o senhor Patrice e sua quadrilha querem para a região autónoma do Príncipe. Isolá-la, marginalizá-la e condená-la ao fracasso. O povo deveria revoltar e mandá-lo para a rua. Não há direito para que o Príncipe seja marginalizado no conjunto nacional e mem uma grua nem um barco o poder central pode criar condições para comprar e minimizar as dificuldades de operacionalização do porto da região.
    Ainda por cima o governo central foi assinar um contrato de cabo submarino que vai dificultar mais o isolamento do Príncipe enquanto S.Tomé terá fibra óptica. É assim que querem união? É assim que querem coesão nacional? Se não precisam do Príncipe para a coesão e unidade nacional deixem-nos resolver a sua vida e organizarem como comunidade sem nada ter conosco. Eles podem escolher o seu destino sem estar ligado a S.Tomé. Têm este direito. Todos nós devemos fazer este esforço de análise e vemos que os governos de Rafal Branco e Patrice Trovoada passaram a vida a empurrar o Príncipe para trás. Todos nós somos irmãos não deveríamos estar a comportar assim com uma parcela do nosso país. Parem com isto, por favor. Eu sou natural de S.Tomé mas começo a compreender as pessoas do Príncipe quando falam e queixam. Compreendo perfeitamente o Tozé Cassandra quando manda aquelas bocas.
    Teodora

  3. Bem ni wê mali ni tlachi

    20 de Setembro de 2011 as 15:42

    Vamos morrer todos neste pais que ninguem faz nada.

  4. xikito

    20 de Setembro de 2011 as 17:53

    Que injustica existe nesse nosso pais.
    Os irmao de principe tera de fazer qualquer coisa

  5. adilson

    20 de Setembro de 2011 as 18:49

    26 mil dobras = 1.7 Euros???

  6. Anca

    20 de Setembro de 2011 as 20:38

    O que significa transporte marítimo?

    Para que serve?

    “Transporte marítimo”

    “O transporte marítimo é o transporte aquático que utiliza como vias de passagem os mares abertos, para o transporte de mercadorias e de passageiros (Chorão, 2003, p. 647).” “O transporte fluvial usa os lagos e rios.” “Como o transporte marítimo representa a grande maioria do transporte aquático, muitas vezes é usada esta denominação como sinônimo.”

    “Com o desenvolvimento da industria automóvel e da aviação a importância do transporte marítimo decresceu, mas ainda assim é eficaz para curtas viagens ou passeios de lazer, Os navios já há muito que são utilizados para efeitos militares, tanto para formação, invasões, bombardeamentos, transporte de armamento e recursos como por exemplo os Porta-aviões.”

    “O transporte marítimo pode englobar todo o tipo de cargas desde químicos, combustíveis, alimentos, areias, cereais, minérios a automóveis e por ai adiante.” “A carga chamada carga geral é transportada em caixas, paletes, barris, contentores etc.” “Um dos meios de empacotamento de carga mais utilizados e que mais contribuiu para o desenvolvimento do transporte marítimo desde a década de 1960 é o uso de contentores.” “Existentes em tamanhos padronizados permitem o transporte de carga de uma forma eficiente e segura, facilitando o transporte e arrumação da carga dentro dos navios.” “Existem softwares especializados para o carregamento de contentores, divulgando informação sobre como e de que forma dispor a carga dentro dos contentores, optimizando espaço e cumprindo regras de transporte, por exemplo cargas leves em cima de cargas pesadas.”

    “História”

    “A navegação marítima nas épocas antiga, medieval e moderna (figura 2), foi o mais importante meio de difusão comercial e cultural.” “Foi pelo mar que os portugueses descobriram novos mundos, que os vikings fizeram as suas conquistas e muito mais.” “A história do barco é tão antiga quase como a do homem, antes de trabalhar a pedra o homem descobre que um tronco suficientemente grande é capaz de o fazer flutuar, depois com o evoluir da civilização, quem sabe cem, mil ou cem mil anos depois vai aprendendo maneiras de mudar a forma desse tronco tornando-o mais estável e melhor, chegando mais tarde a barcos e caravelas (Gomes, 2004).”

    “Têm-se verificado inúmeros avanços na tecnologia de navegação desde a idade média, quando os navegadores mediam a altura (ângulo em relação à linha do horizonte) da estrela polar (no hemisfério norte) para saber a latitude usando o astrolábio, passando pelo advento do relógio utilizado para medir a longitude, até os dias de hoje, em que avançadas tecnologias, tais como o GPS e comunicação via satélite, são utilizadas para saber a localização e orientação de navios com precisão em qualquer hora ou situação meteorológica.”

    “Um dos canais naturais mais longos e importantes para a travessia entre os oceanos Atlântico e Pacifico é o Estreito de Magalhães, descoberto em 1520 por Fernão de Magalhães, mas com a evolução da industria e exigências cada vez maiores pelo mercado são necessárias infra-estruturas cada vez mais sofisticadas, por exemplo os portos, como a construção de canais e diques para a uma mais rápida travessia de navios, um desses exemplos é o Canal do Panamá.”

    “O Canal do Panamá é talvez o canal de ligação entre oceanos mais importante do mundo, tem 82 km de extensão interligando os oceanos Pacifico e Atlântico.” “Foi inaugurado a 15 de Agosto de 1914 e representou um triunfo estratégico e militar importantíssimos para os Estados unidos, visto que serviu de apoio á primeira guerra mundial.” “Revolucionou ainda os padrões do transporte marítimo até então utilizados e serve agora como uma das principais ligações marítimas entre Nova York e Califórnia, outrora feita pelo Estreito de Magalhães que era uma rota longa e perigosa.”

    “Vantagens e desvantagens”

    “Permite deslocar cargas de maior tamanho e em maior quantidade com menores custos associados em comparação com o transporte aéreo ou terrestre para deslocações intercontinentais.”

    “As principais desvantagens que existem no transporte marítimo são:

    pouca flexibilidade da carga
    a baixa velocidade de transporte
    necessidade dos produtos transitarem nos portos/alfândega, implica um maior tempo de descarga
    distância dos portos aos centros de produção
    estragos ou perdas de carga.” “(Carvalho, 2002, p. 194).”

    In Wikipédia

    • Anca

      20 de Setembro de 2011 as 20:42

      Não obstante, em pleno séc. XXI, estamos nessa miséria e pobreza.

      Que vergonha

      Pratique-mos o bem

      Pois o bem

      Fica-nos bem São Tomenses

    • Anca

      20 de Setembro de 2011 as 21:03

      Ver também

      “Cais”

      “Um cais é uma estrutura, ou região na beira da água com tais estruturas, na borda de uma abra ou de um porto onde navios podem atracar, ou aportar, para carregar ou descarregar carga.” “Tal estrutura inclui um ou mais atracadouros (local para amarras), e pode também incluir píeres, armazéns, ou outros equipamentos necessários para manipular os navios.”

      “Um cais também é um nível mais alto, ou calçada, geralmente recoberto de pedras, ao longo de um rio ou canal, ou a avenida que passa ao longo dessas calçadas.”

      “Um cais comumente compreende uma plataforma, fixa em estacas, frequentemente.” Os principais portos comerciais tipicamente mantêm.”

      “Diferença entre cais, ancoradouro e píer”

      “Um cais é uma estrutura ou região construída paralelamente à água, usualmente destinada para embarcações aportarem nela, em uma abra ou porto.” “Uma avenida construída paralelamente à água, ou perto de um cais, pode ser conhecida como um cais, como os “quais” em Paris ou o Cais de Santa Rita.” “(sentido de região ou calçada paralela à água)”

      “Um ancoradouro, embarcadouro ou desembarcadouro é uma estrutura construída especificamente para os navios aportarem, carregarem e descarregarem carga, e para passageiros embarcarem e desembarcarem das embarcações, podendo ser construída em qualquer direção, geralmente em uma área portuária.”

      “Um píer é uma trilha, passarela ou estrutura que avança na água perpendicularmente à terra.” “É geralmente bem leve, construída a maioria das vezes para pessoas passarem ou trabalharem, mas também serve para embarcações aportarem.”

      “Resumindo: um cais é uma estrutura ou região paralela à água, com o objetivo de embarcações atracarem e pessoas trabalharem, geralmente em um porto.” “Um ancoradouro têm o objetivo principal de os navios ancorarem e cargas e pessoas terem acesso a ele, e os píeres são estruturas que avançam na água, diferentemente dos cais, que são paralelos à água.” “Então, uma vez que um ancoradouro está desativado, não sendo usado mais para navios ancorarem, ele é um píer ou um cais, dependendo de sua direcção.” “Um cais usado para navios ancorarem é também um ancoradouro, e um píer pode ser um ancoradouro também, apesar de as estruturas leves dos píeres às vezes serem mais adequadas para pessoas andarem e passarem do que para embarcações atracarem.”

      “Porto (transporte)”

      “Um porto é uma área, abrigada das ondas e correntes, localizada à beira de um oceano, mar, lago ou rio, destinada ao atracamento de barcos e navios, e com o pessoal e serviços necessários ao carregamento e descarregamento de carga e ao estoque temporário destas, bem como instalações para o movimento de pessoas e carga ao redor do sector portuário, e, em alguns casos, terminais especialmente designados para acomodação de passageiros.” (Soares et al., 2000, p. 4935).

      “Um porto que está localizado à beira de um oceano ou de um mar é constantemente chamado de porto marítimo, como em Santos, Rio de Janeiro, Recife, Leixões e Sines e a beira de um rio ou estuário é chamado um porto fluvial, como Lisboa, Aveiro, Belém ou Manaus. Já um pequeno porto destinado principalmente à recreação é mais habitualmente chamado de marina.”

      “Normalmente os cálculos de estruturas portuárias para atracação dos barcos em segurança, como quebra-mares, molhes, bacias de evolução e outras são efectuados por especialistas em engenharia hidráulica utilizando-se de modelos matemáticos e de modelos físicos em laboratórios de hidráulica marítima.”

      “Indispensáveis para um porto são:

      “Presença de profundos canais de água (profundidade ideal varia com o calado das embarcações)”
      “Protecção contra o vento e ondas
      Acesso a estradas e/ou ferrovias”

      “Portos de carga movimentados devem ter acesso a uma vasta rede ferroviária ligando o porto a outras regiões agrícolas e/ou industriais, permitindo assim o escoamento de diversos produtos a outras regiões do país e do mundo.”

      “Os portos são alvo de várias políticas integradas de Qualidade, Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho, de forma a assegurar a plena satisfação dos seus clientes.”

      “Destas políticas destacam-se os seguintes princípios:

      “Melhorar a qualidade e eficácia dos serviços prestados”
      “Cumprir e fazer cumprir os requisitos legais, regulamentares e normativos aplicáveis aos serviços prestados, aspectos ambientais e à segurança e saúde”
      “Prevenir, controlar e minimizar a poluição, designadamente os resíduos gerados pelas suas actividades, promovendo o recurso ao investimento em novas tecnologias e processos menos poluentes”
      “Identificar e minimizar os riscos existentes, procedendo à implementação de acções correctivas e preventivas, de modo a eliminar qualquer factor de risco nas suas instalações”

      • Anca

        20 de Setembro de 2011 as 21:04

        In Wikipédia livre

        • Amério

          21 de Setembro de 2011 as 10:53

          Este governo deve ir para rua. Quem trata desta forma uma parte da nossa população, por malvadez, má-fé ou ódio deve ir para rua. Estas pessoas não servem para governar o país. Porquê que fazem isto? O que é Patrice anda a fazer? É para isto que eu votei nele? As pessoas do Príncipe devem manifestar e correr com este primeiro-ministro. Ele só anda a tratar da sua vida e dos seus familiares. Olhem que está no governador do Banco? Olhá quem está nosutros sectores importantes do país. Isto é uma delapidação dos bens públicos.
          AMÉRICO

  7. lino

    20 de Setembro de 2011 as 22:31

    Filme de terror!!!
    Sem comentários!

  8. Luis

    21 de Setembro de 2011 as 11:44

    As dificuldades ocasionais de transporte de combustível para a ilha do Príncipe não pode nuncar justificar que oportunistas e sanguessugas dupliquem o preço de venda de combustivel que, importa dizer-se, esta determinado pelo Governo. Sendo assim acho que a Polícia Económica deve actuar!!

  9. GC

    21 de Setembro de 2011 as 11:53

    Favor corrigir 26000 dbs=1.061 euros
    50000dbs=2.04 euros pois o cambio é 1 euro =24500dbs /obrigado

  10. Henry

    21 de Setembro de 2011 as 15:16

    Isso demonstra, que o Governo Central, não está nem um poco preocupa com os habitantes daquela parcela de terra, caso contrário teriam resolvido esse problemão como dizem os brasileiros, num instantes, mas como isso não os afecta, e nem estamos na época das campanhas então se importa. Mas é muito lamentável essa situação. Espero que Deus ajude os habitantes de Príncipe e os dê força necessária para ultrapassarem essa fase dificil.

  11. Ana Teixeira

    21 de Setembro de 2011 as 15:31

    Gostaria, por favor, de saber quantos são, em Euros, 50 MIl Dobras. Obrigada.

    • GC

      25 de Setembro de 2011 as 13:09

      GC diz:

      21 de Setembro de 2011 às 11:53

      Favor corrigir 26000 dbs=1.061 euros
      50000dbs=2.04 euros pois o cambio é 1 euro =24500dbs /obrigado

  12. Malébobo

    21 de Setembro de 2011 as 15:56

    Não quero ser advogado do Governo, mas os vendores ambulantes so ficam a espera desta oportunidade

  13. MINO IHÊ

    21 de Setembro de 2011 as 18:06

    ………..É triste nos dias de hoje no ano 2011 estar -se a conviver com uma situação do passado longiguo, está problema é CRÓNICO e incuravél , os nossos governantes ao longo dos anos já deram prova masi que suficiênte de que são incopetentes na resolução desses e outros problemas que são “vitais ” a população , eu nasci e cresci na ilha do príncipe já passaram 35 anos e os fantasmas do passado continuam a assombrar o povo . Eu apartir de Lisboa lanço um apelo aos homens ditos governantes das ilhas ditas maravilhosas, já que não tiveram a corajem de preservar o que tinha sobrado da era colonial, que pelo menos não distruam o nosso PAÍS, e se não conseguem levar o país a bom porto o entregem o mesmo as Nações Unidas para que se possa salvar o povo das mãos desses incopetentes ……….. obrigado

  14. Isidoro Porto

    21 de Setembro de 2011 as 22:24

    Governos, Presidentes e Deputados eleitos com base em “BANHOS” só podem resultar nisto.

    Banho significa corrupção eleitoral onde os candidatos são corruptores e os eleitores, os corruptos. Na hora do balanço só os governantes são os culpados. Sejamos consequentes.

    Governos promovidos por MOÇÕES DE CENSURA só podem dar nisto.

    O Povo santomense continuará a comer cru isto porque tem sido até agora muito apressado. Os apressados comem crus, diz um velho ditado.

    Serão os libaneses, camaroneses, nigerianos ou taiwanes a venderem os combustíveis acima dos preços oficialmente estabelecidos na ilha do Príncipe? Será algum ministro? Acredito que não. Talvez sejam os próprios cidadãos do Príncipe a praticarem estes preços.

    Não conseguimos adquirir uma grua em dois anos de Governação mas prometemos 10 mil postos de trabbalho e o povinho acreditou através do banho.

    Quanto mais combustível consumirmos, melhor para os sócios da ENCO ( a Sonangol, o Estado, na pessoa dos seus representantes nesta sociedade e uns poucos santomenses a nível pessoal). Neste ponto de vista esqueçam as barragens hidroeléctricas e as energias renováveis. O próximo passo será a venda da EMAE como devedora da ENCO e a venda do próprio ESTADO SANTOMENSE como devedor da EMAE, 3 a 4 anos depois. Vivam e verao

    A nova central térmica de Santo Amaro custou 15 milhões de USD. Estamos a dever a ENCO cerca de 20 milhões de USD em 3 anos. Isto totaliza cerca de 35 milhões de USD. Penso que metade deste valor seria suficiente para construir pelo menos uma mini-hídrica que pudesse abastecer um ou dois distritos e paulatinamente resolveriamos este problema de energia distrito por distrito.

    Não podemos esquecer que um certo sector do Príncipe juntou-se aos chico espertos de São Tomé e em defesa do ambiente e combateram juntos a construção de um porto para prestação de serviços nesta ilha. Hoje, talves este porto tivesse debelado tanto o isolamento da ilha como esta subida dos combustiveis. Quem semeia vento colhe tempestade, diz um velho ditado. Sejamos consequentes.

    21/SET/2011

  15. Nikilay Monteiro

    22 de Setembro de 2011 as 10:46

    Creio que o aprovisionamento de qualquer produto comercializado pela ENCO deveria ser asseguarada pela propria ENCO.A ENCO deve procurar forma de adquerir um pequeno barco especificamente para transporte de combustiveis de São Tomé para Principe, por forma a não termos rotura de stocks nem o aumento de preço, tendo em conta que estamos num mercado interno.Porque tendo rotura de stock,haverá tambem rotura no fornecimento da energia electrica, e menos produtiviadade para varias instituições.COPEIAM CABO VERDE!(ENACOL E SHELL)

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