BAD disponibiliza 7 milhões de dólares para financiamento de projectos na agricultura e pescas

Para aumentar a produção alimentar e melhorar a qualidade dos produtos locais, o Banco Africano de Desenvolvimento, disponibilizou 7 milhões de dólares, ao projecto de reabilitação das infra-estruturas de apoio a segurança alimentar. Verba que nos próximos 7 anos será aplicada nos sectores da agricultura e pescas.

O montante de 7 milhões de dólares, será aplicado na reabilitação das infra-estruturas dos sectores da agricultura e pescas. Álvaro Vila Nova, Director do Projecto, indicou que aumento da produção alimentar é o grande objectivo do projecto, que procura também melhorar a qualidade da produção local. Um projecto que vai actuar directamente junto às associações das comunidades agrícolas piscatórias, promovendo acções de luta contra a pobreza.

Segundo Álvaro Vila Nova, o fundo do BAD vai permitir a reabilitação das pistas rurais, um importante factor para o desenvolvimento das comunidades, tendo em conta a sua importância económica, facilitando o escoamento da produção do campo para a cidade.

Construção de secadores, é outra acção a ser implementada tanto nas comunidades piscatórias como nas comunidades agrícolas. Novos sistemas de irrigação das culturas também serão financiados pelo projecto.

Abel Veiga

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    Lucrécio Responder

    Gente de santomé cu príncipe!!! Fica de olho aberto é!!! Sete milhoes de dólar vai entra em santomé. Esses homem estão a preparar pra cada um tirá um bocado dele e pobre fica sem nada é!!! cuidado!!!

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    Francisco Ambrósio Agnelo Responder

    Mais uma soma em dinheiro para não se fazer nada! Apenas fala-se da bonita expressão” Reabilitação das infra-estruturas”, cujo significado contrasta com os objectivos pretendido alcançar. É evidente, que uma das formas de erradicar a pobreza, é dar a melhor condição de habitabilidade aos que mais necessita; é sem dúvidas, que temos visto nos jornais demolição de casas degradadas, bairros inqualificáveis na textura Urbana entre outros. Não sendo aceitável, mas é admissível na nossa sociedade, casebre ainda ela de madeira mal construída. As casas das Empresas Agrícolas representam fracções maiores da vergonha do País. O facto, é Justificado, com a falta de obras de restauração, e recuperação que não fará feira ao longo dos tempos. Os moradores ainda vivem à luz da vela, cafuca ou outro meio bisara que não a luz eléctrica ou energia verde. Dar atenção a este sector, estará de alguma forma, a garantir o trabalho a homens e mulheres deste País, dignificando a pessoa humana.

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      Francisco Ambrósio Agnelo Responder

      Correcção
      Onde está escrito “ a recuperação que não fará feira”
      deve-se ler “ a recuperação que não fora feita”

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    maria correia Responder

    é claro com tanto dinheiro em jogo tudo é posivel, mas sinceramente eu acredito no governo do sr.ministro patrice trovoada que tudo fará para para conter aqueles que não querem bem do nosso paraiso na ilha do equador n emporta onde estivemos estaremos a lutar para o futuro melhor de s.tóme.coragem e força.abaixo os gatunos.

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    eu Responder

    Esse dinheiro esta disponivel ha dois anos…!

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    Anca Responder

    É com grado que vejo, o investimento a ser feito, na modernização do sector da pescas,agricultura e segurança alimentar.

    A agricultura e pescas, passo acrescentar também no contexto actual, deve ser dada uma atenção especial ao sector mar ou se quiser-mos a economia do mar, são sectores fundamentais, para o relançamento da economia e segurança alimentar nacional.

    Pese embora, necessário se tornar prioritário, a modernização da estrutura, base da sustentabilidade futura das actividades agrícolas, das pescas, do sector mar, com ganhos que poderão advir, o saber tirar partido das economias de escalas para os referidos sectores, com a criação de mais valias em relação nos produtos agrícolas e piscatório(conservação,transformação,exportação), no contexto de garantia da qualidade e segurança alimentar.

    A questão da acessibilidade e canais de irrigação, são fundamentais, para a produção e o escoamento dos produtos agrícolas(seus derivados), embora creio, que as questões de modernização dos processos de produção, factores de produção, se deve dar uma importância adequada(reforma agrária e agrícola, planeamento e efectividade de um horário de produção agrícola, incentivo ao aumento da remuneração e renda agrícola, de modo a constituir, um sector de actividade, atractivo, dada da nossa dimensão como país(território/população)Hab/Km2 ,efeitos de forte dependência externa, tomando em conta a políticas agrícolas de curto, médio e longo prazo, para a fazer frente, realidade do contexto internacional, que se vive a nível de aumentos de preços e a diminuição da produção agrícolas(cereais, bens alimentares, etc,etc), passando pela implementação e criação de mercados abastecedores, a nível distritais/regionais, de modo a incentivar a produção agrícola, conservação, transformação e exportação dos produtos agrícolas e seus derivados, de modo a fazer baixar e controlar os preços internos de produção agrícolas, tirar partido da economia de escalas dentro do sector agrícola, (planeamento e ordenamento do território, com planos de desenvolvimento agrícola a nível das autarquias),zonas de cultivo, florestas e parques, etc, etc,,,.

    Quanto ao sector das pescas, a modernização dos processos de produção( novos modos de pescas que não artesanal), modernização infraestruturas(embarcações adequadas a vários tipos ou modo e pescas,infraestruturas de conservação/secagem e transformação e tranporte do pescado, certificação de garantia dos processos de pescados, desde a captura até a sua transformação,venda e exportação, criação de mais valia, para aceder e conquistar os mercados, e ganhar maior rendibilidade e atractividade(investimento/promoção do emprego/trabalho) no sector das pescas, construção e implementação dos mercados de peixe, lotas,bem como a sua comercialização nos diversos centros, (actualização da legislação nesta matéria), regras de higiene e segurança alimentar no processamento do pescado, salvaguardando a saúde e segurança pública, criação de laboratório de investigação/pesquisa e analise do ambiente e fauna marítima, salvaguardando a renovação/manutenção das diferentes espécies de pescado, tendo sempre em conta o desequilíbrio do ambiente marinho,
    pensando nas gerações futuras, questões de sustentabilidade futura da sociedade e do ambiente, etc, etc,,,

    Implementação de políticas e planos de transporte e distribuição/exportação, dos derivados e produtos agrícolas e das pescas.
    Implementação de um plano de educação/formação de qualidade, dos agentes ligados aos processos de produção, manuseamento, comercialização e venda de derivados e produtos agrícola, das pescas.
    Criação de um selo, e certificação/garantia,certificação/origem,certificação/qualidade, dos produtos e derivados agrícolas e piscatórios.

    Em suma dinamização do mercado e economia interna.

    Mais unidade, mais disciplina, mais empenho no trabalho, agir para inverter-mos o quadro do país, no que diz, respeito da pobreza e miséria extrema.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    rapaz de riboque Responder

    o problema é que muita boa gente não quer trabalhar o foro é muito maladro antigamente era os caboverdianos e os tongas é que trabalhavam ainda havia ignorantes que os apelidavão de gabão assim nunca la chegamos

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    Isidoro Porto Responder

    Não é admissível que sendo a Zona Económica Exclusiva de STP tão rica em atum, que em 36 anos de independência STP não tenha adquirido nem sequer 1 (um) atuneiro.

    O actual governo não deve deixar passar esta oportunidade de crédito do BAD. É altura para até meados de 2012 STP adquirir pelo menos 4 (quarto) atuneiros, a fim de em primeiro lugar assegurar a dieta alimentar rica em proteína marinha a preços mais baixos a população e consequentemente as nossas crianças. O pescado em STP está muito caro para os bolsos das populações mais desfavorecidas.

    Paralelamente a aquisição dos atuneiros, o actual Governo deveria adquirir pelo menos 2 camaras frigoríficas alimentadas a paineis solares, para cada distrito, instalando-as nos dois centros mais populosos de cada um (sendo um total de 12 camaras frigoríficas).

    Em terceiro lugar, a aquisiçao de carrinhas frigoríficas híbridas (movidas a electicidade e a gasolina) a fim de distribuir o pescado aos centros de distribuição distritais.

    Eu acho que o BAD não tem a noção das necessidades de STP. Disponibilizar 7 milhões de dolares para 7 anos significa 1 milhão por ano. Isto não resolve nem de longe nem de perto o problema da pobreza em STP. Sabemos que o BAD disponibiliza dezenas e as vezes, centenas de milhhões de dólares a outros países.Disponibilizar uma média de 1 (um) milhão de dólares por ano para combater a pobreza, não passa de paliativo. Estaremos na mesma e deixando um fardo aos nossos vindouros.

    As instituições como o FMI, Banco Mundial, BAD, etc, têm que parar de emprestar migalhas a STP, se de facto pretendem nos ajudar e obter resultados concretos a médio prazo. E preciso ser sério.

    Os nossos dirigentes deverão convencer tais instituições, apresentanto-lhes projectos estruturantes de vulto para de facto mudarem o rumo de STP. Investimentos de 1 milhão de dólares por ano (na agricultura e nas pescas) para dimunuem a pobreza, simplesmente agrava a dívida aque deixaremos aos nossos vindouros.

    Este Governo (os futuros também) deve desenvolver capacidades para absorver os empréstimos disponíveis. Desde 18/10/2010 que li a notícia sobre este empréstimo. Um ano depois o empréstimo continua com o montante intacto, o que significa que durante 12 meses não se usou nem 1 centavo do fundo. Isto é inadmissível.

    Isidoro Porto
    21/NOV/2011

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    Anca Responder

    Necessário se torna a valorização/preservação do ambiente com boas praticas de cultivo, modernização da nossa agricultura.

    A titulo de alerta vou deixo-vos aqui está informação,produzida pela revista CiênciaHoje;

    “Chocolate poderá ser um luxo para poucos nas próximas décadas”

    “Alterações climáticas ameaçam terminar com produção de cacau”

    “É apreciado pelo mundo todo, vendido em grande quantidade, escolhido como presente predilecto, especialmente, no Natal, Páscoa ou dia de S. Valentim e tem poder antioxidante, na percentagem certa.” “Segundo um estudo do Centro Internacional de Agricultura Tropical e avançado, recentemente, pela Fundação Melinda e Bill Gates, o chocolate poderá vir a ser um luxo que poucos se poderão permitir, dentro de umas décadas.”

    “Devido às mudanças climáticas, por volta de 2050, Gana e a Costa do Marfim – dois dos maiores produtores de cacau a nível mundial – não terão terrenos aptos para cultivar a planta e não é possível produzi-lo na Europa, por necessitar de um clima tropical húmido.”
    “A investigação prediz uma subida da temperatura de um grau Celsius até 2030, aumentando para 2,3 graus Celsius antes de 2050 – o que é considerado bastante para inibir o desenvolvimento de vagens de cacau, que por conseguinte podem levar a uma queda radical nos rendimentos e à óbvia subida de preços.”

    “O estudo publicado passou em revista 19 modelos climáticos distintos e aplicou-os às características de diferentes plantas de cacau.” “Os resultados mostraram um aumento gradual da temperatura e prevê que quase a totalidade dos terrenos analisados não estejam aptos para o cultivo, estimando que essa decadência comece já em 2030.”

    ““Já sentimos os efeitos do aumento das temperaturas em áreas marginais e com as alterações climáticas, o problema aumentará progressivamente.” “Num momento em que a demanda de chocolate está a crescer, particularmente na China, acabará por levar a um significativo aumento de preço”, segundo referiu o autor do estudo, Peter Laderach.”

    “Soluções”

    “Chocolate será um produto extremamente caro.”
    “Chocolate será um produto extremamente caro.”
    “Como tem o potencial de afectar a distribuição – e por isso o preço – milhares de pequenos agricultores já manifestam a sua preocupação e pedem ajuda.” “Muitos destes produtores já usam árvores de grande porte para fazerem sombra e manterem as plantas de cacau frescas.”

    “O relatório faz uma série de recomendações adicionais.” “Esses incluem sugestões de colheitas alternativas para ajudar a atenuar o risco de danos, bem como implementação de medidas para minimizar o risco crescente da ameaça de incêndios incontroláveis durante períodos de seca.” “Outras das soluções propostas são a possibilidade de transladar as plantações para zonas mais elevadas, limitado às planícies do território da África Ocidental, investimentos em sistemas de irrigação melhorados, e estudos científicos que se foquem em mais variedades cacau tolerantes ao calor.”

    “Os resultados do estudo servirão a decisores políticos para futura aplicação no Projecto de Sustentos de Cacau da Fundação de Cacau Mundial, uma parceria público-privada que visa ajudar a melhorar a produção de cacau e os rendimentos do agricultor na África Ocidental.” “A sociedade é consolidada pela Fundação Melinda e Bill Gates, com 15 companhias de chocolate.”

    In CiênciaHoje

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    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    Anca Responder

    Modernizemos a nossa cultura agrícola.

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    Anca Responder

    A titulo de alerta para a preservação da biodiversidade marinha deixo-vos este artigo encontrado no CiênciaHoje;

    “Oceanos enfrentam declínio “chocante””

    “Novo relatório revela situação sem precedentes na história da humanidade”

    “As pressões que se exercem no oceano, como o aumento de temperatura ou a sobre-pesca, fizeram-no entrar num declínio “chocante”, marcado por sintomas que antecedem as extinções em massa.”

    “O alerta foi feito num relatório realizado por investigadores do Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos (IPSO, na sigla em inglês), que indica que os ecossistemas marinhos enfrentam perigos ainda maiores do que os estimados até agora pelos cientistas e que correm o risco de entrar numa fase de extinção de espécies sem precedentes na história da humanidade.”

    “Neste trabalho, o painel de especialistas advertiu que factores como a pesca intensiva, a poluição e as mudanças climáticas estão a agir de uma forma conjunta que não havia sido antecipada.”

    “Segundo Alex Rogers, director científico do IPSO e professor da Universidade de Oxford, “as conclusões são chocantes.” “Há mudanças que estão a acontecer mais rápido do que o expectável e de forma que não se esperava que fossem acontecer por centenas de anos”, como o degelo no Árctico, na Groenlândia e na Antárctida, o aumento do nível dos oceanos e libertação de metano no mar.”

    “Efeitos em cadeia provocados pelos poluentes”

    “Neste estudo verificou-se, por exemplo, que alguns poluentes permanecem nos oceanos por estarem presos a pequenas partículas de plástico que lá foram depositadas.” “A existência destes componentes, para além de prejudicar a alimentação dos peixes que os consomem, é responsável pela proliferação de algas tóxicas.”

    “O estudo descreveu também como a acidificação do oceano, o aquecimento global e a poluição estão a agir de forma conjunta para aumentar as ameaças aos recifes de corais, tanto que 75 por cento dos corais mundiais correm o risco de sofrer um severo declínio.”

    “O relatório observou ainda que episódios anteriores de extinção em massa revelaram tendências que estão a ocorrer actualmente, como distúrbios no ciclo de carbono, acidificação e baixa concentração de oxigénio na água.”

    “Alex Rogers, director científico do IPSO”
    “”Ainda contamos com boa parte da biodiversidade mundial, mas o ritmo actual da extinção é muito mais alto [do que no passado] e o que enfrentamos é, certamente, um episódio de extinção global significativa”, afirmou Alex Rogers, explicando ainda que os níveis de CO2 que são absorvidos pelos oceanos já são bem mais altos do que os registados durante a grande extinção de espécies marinhas que ocorreu há 55 milhões de anos.”

    “Este relatório, que será formalmente apresentado esta semana em Nova Iorque, recomenda ainda que se acabe, urgentemente, com a pesca intensiva, dando atenção ao alto mar, onde não há regulamentação eficaz, que se mapeie e reduza a entrada de poluentes como plásticos, fertilizantes agrícolas e dejectos humanos e que se minimize as emissões de gases de efeito estufa.”

    In CiênciaHoje

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    Pois o bem

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