BGFI financia crédito ao sector das pescas

O único Banco de Investimento da praça financeira são-tomense, decidiu abrir linha de crédito para dinamizar o sector da pesca artesanal. Os pescadores da região norte da ilha de São Tomé, por sinal zona que conserva o maior banco de pescado da ilha de São Tomé, são s primeiros beneficiários.

O governo de STP   assinou com o grupo bancário  BGFI BANK STP, um contrato de financiamento  no valor de 200 mil euros para concessão de micro-crédito aos pescadores e palaiês da vila de Santa Catarina . O contrato contem três assinaturas num único contrato em que o BGFI  com financiador , o governo santomense  como credor e a ONG MARAPA  como gestor de cerca de quatro mil milhões de dobras para atribuição de micro-creditos aos pescadores artesanais e palaiês.

O compromisso foi  na última semana na vila de Santa Catarina perante os pescadores e palaiês  que vão ser os primeiros a serem beneficiados com esta linha de credito. O crédito será destinado apenas para a compra de canoas do tipo Prao , motores fora de bordo e outros equipamentos de pesca. « É uma oportunidade  que o governo esta a dar aos pescadores e palaiês de ter a sua disposição os meios que precisa para trabalhar, mais é preciso pagar porque é dinheiro alheio ou seja é dinheiro do banco, e se o banco esta disponível para por este dinheiro a disposição é porque o governo também esta presente e deu a sua palavra. O governo vai assumir os juros desse financiamento» disse Agostinho  Fernandes.

Nesta  primeira fase  será destinado  aos pescadores e cooperativas de palaiês da zona norte do pais onde  esta previsto também a atribuição de 40 canoas  do tipo PRAO e 6 botes de fibras.

Mais um projecto  de apoio a segurança alimentar  em STP desta vez  virada para  a área da pescas artesanal. Os pescadores mostraram-se satisfeitos e estão confiante que com esta iniciativa o sector poderá conhecer melhores dias. «…este  credito  vai nos ajudar não só os pescadores  também como as palaiês e nós estamos muito satisfeito com isso  e que o governo continue com as outras comunidades» disse um dos  pescadores.

Segundo o ministro de plano e desenvolvimento esta  previsto também  a chegada  de alguns equipamentos de  pescas  para serem comercializados  a um preço mais baixo. «.nós estamos  neste momento a importar materiais de pescas, todos os materiais de pescas que os pescadores precisam, dentro de alguns meses  vão chegar  e vão estar a disposição dos pescadores» afirmou o ministro de plano e desenvolvimento.

Agostinho Fernandes também aproveitou o momento para fazer a entrega de alguns matérias e equipamentos a associação das palaiês de Santa Catarina  e também um valor em cheque  de cinco milhões de dobras  para movimentar o negocio de transformação e comercialização  do pescado.

A sede da associação recentemente reabilitada foi onde acolheu o evento  que será estendido  a todas as zonas piscatórias do pais. Cinco anos é o tempo de duração do projecto  que conta com a parceria do BGFI BANK  STP.

Sonia Lopes

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    Comedor de pão com peixe frito Responder

    Isto é bom!…Força!

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    Filho da Região Autónoma Responder

    Pescadores do Príncipe que por qualquer motivo queira beneficiar deste credito, terá que apanhar avião para ir a ST para tratar das papeladas? Gostaria de obter respostas.

    Já estamos fartos da vossa indiferença em relação ao Príncipe.
    ST e P são as ilhas que compõe esse país chamado STP.
    Respeita nos por favor. Tudo fica lá em ST.

    Bolsa de Taiwan, nem se quer dão o trabalho de fazer teste de inglês ao jovens do Príncipe. Decidem tudo no Ministério da Educação sem dar confiança a Secretaria de Estado Regional.
    Depois dizem que STP tem divida externa, quando na verdade quem tira proveito, são alguns senhores da cidade de ST.

    Cuidado com desrespeito a povo de Príncipe!

    Qualquer dia, vamos deixar de participar nas eleições legislativas e Presidências, estamos a estudar essa hipótese já algum tempo!

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      pagagunu Responder

      Vocês já andam a estudar esta hipotise a muito tempo, quando é que vai ser … estamos fartos de chantagem o Sr sabe quantos jovens do principe vive na cidade de ST??? O senhor sabe quantos quadros oriundos do principe vive e trabalha na ilha maior ??? o senhor o montante da transferencia diaria que vai a Ilha do Principe ??? vamos deixar de plantar divisão , podemos e devemos reclamar mas nunca sobre a base de ameassas fica muito mal a todos. Somos um só povo uma só nação, assim foe e assim sera, mesmo contra sua vontade , porque estamos condenados a isto.
      Bom fím de semana.

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    zuchi dletu Responder

    Agora aplaudo as medidas ! não é só criticar, mas contribuir para construir e bem com as nossa observações e comentários e reconhecer e estimular ! Sempre entendi que não se devia unicamente “dar” – já dizia o provérbio chinês, se vires um homem com fome à beira do rio, não lhe dês um peixe, ensina-o a pescar – assim tal banco em STP com a salvaguarda do governo a apoiar o financiamento, política que deve ser estimulada, ao facultar ma linha de crédito vai permitir que aqueles que ao crédito tenham acesso saibam que têm que estimar o equipamento, que o rentabilizar pois terão de amortizar no tempo, para isso vão aprender a gerir, e a produzir ara cumular, de modo a pagar o que lhes foi emprestado, Assim talvez comecemos a formar o embrião de um tecido económico próprio que no nosso país se não criou nestes últimas dezenas de anos. Vamos passar ao apoio à agricultura, à construção de empresas, vamos para a frente !
    apoiado senhor ministro Agostinho Fernandes !

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      zuchi dletu Responder

      ai ai, mas já me chegaram notícias de menos transparência ? será que não podemos fazer nada de bom sem manchas e suspeitas ?
      ó senhores do governo, para não existirem dúvidas de coisas menos corretas esclareçam nos sobre o processo de “seleção” do banco para o programa de apoio através de concessão de micro crédito ! assim ficávamos mais descansados. por outro lado, se lançam suspeitas sobre o tal novo banco gabonês, onde estava o bistp o banco equador e outros daí para avançarem com uma linha de apoio ao desenvolvimento com linhas de créditos para o apoio ao comércio, à indústria, aos serviços, enfim vocês bancos que amealham e acumulam riqueza permitir que os que se querem aventurar na criação de empresas em stp tenham crédito e apoio acessível a juros e prazos acessíveis ? onde parava a banca comercial e de serviços em stp ? e já agora, para quê tantos bancos em stp se não existem investimentos nacionais, internos, industrias ? motores de produção de riqueza interna ? um ou dois bancos que apoiassem com medidas corajosas e de investimento o povo empreendedor não serviam ? os bancos até podiam servir de motor para o arranque económico de stp, tenho dito isso a uma pessoa que tenho por amigo e a quem muito respeito, e que “tem” um banco mas ele também “está parado”, porquê ?

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        Malapê_Tema Responder

        Como diz o Paços Coelho em Portugal (Não sejamos picuinhas).
        Aplaudimos quando tem que aplaudir e criticamos quando tem que criticar e na minha opinião esta é uma notícia que merece ser aplaudida.
        A crítica em relação ao banco é para outra notícia.
        Pratiquemos o bem sem ver a cor do outro lado.

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    mudança Responder

    Desculpem a minha ignorancia: Esse BGFI BANK STP não é banco de investimento? Ou será para branquiamento de capitais?
    Para microcredito é que não era de certeza.
    Nenh bilá guizádu cálu?!

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      matuitui Responder

      Sum Mudança ê sum pôgi ná vugo fá ê! Pundá shi sun cá flá unha cuâ, sum Isidoro de Porto cá cugi outlô cuâ! Magi 1 quâ sa ceto, potuguege cá flá: Não é por grandes orelhas que o burro vai a feira! O BGFI vai começar mas quém vai pagar? Não sei se é polícia ou se é motoqueiro, se é o governo ou se é o povo? E os juro? Háaaa, isso é que é vivê!
      Quém não quer vai laber sabão, ou se quiser falar muito, vai beber azeite! BGFF já começou! BGFI, isso è que é vivê!
      Pena que quém fica a frente a falar não tem nada e sunguê cu ficá ni tlachi condido só sa sochi cu cá mama budo di juro de dgêlo cu põvo pleçá. Icê só sá mudança cu pôvo pigi!
      BGFI, isso é que é banco!

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    Neves Responder

    Boa iniciativa…assim se constroi um pais.

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    Telavive Responder

    Sinceramente não entendo o que alguns santomenses querem! Quando os governos não fazem criticam. Quando fazem arranjam argumentos de toda natureza para manchar a boa iniciativa. Porquê que não paremos de nos maltratar uns aos outros e incentivar, louvar e encorajar as boas iniciativas?

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    Isidoro Porto Responder

    Felicito o Governo, a MARAPA, os Pescadores, Palaiês, os Deputados (do MLSTP, ADI, PCD e MFDM), e o povo Santomense em geral por esta iniciativa.

    Neste momento, após dois anos de arrumação da casa (com viagens a mistura), só resta ao governo apresentar realizações, realizações e realizações, para justificar a confiança nele depositado nas urnas há dois anos.

    Ao ser concretizada ás riscas, com honestidade das quatro partes envolvidas ( o BGFI, o Governo, a MARAPA e os Pescadores e Palaiês, sem contra-forças de boicote e destruição), esta iniciativa trará benefícios para todos santomenses.

    Ē bom que os beneficiados saibam trabalhar, criar sustento para as suas famílias, honrar os comprimissos com o Banco, e criar ativos suscetíveis de promover um micro banco interno da comunidade, capaz de dar auto-sustentabilidade ao projecto, apos o seu fim, daqui a cinco anos.

    Penso que já é preocupação da MARAPA, mas reforço, solicitando aos envolvidos (os mais esclarecidos) que não se esqueçam de munir cada embarcação com búsulas. Pode-se comprar bússulas baratas e de boa qualidade. Ė fundamental treinar os pescadores para o uso correcto das bússulas. Elas devem ser de uso OBRIGATÓRIO em todas a embarcações durante a faina, pois elas poderao salvar vidas dos nossos pescadores.

    Eu sou um fanatico pelos números. Adoro os numeros pois, eles não mentem, nem deixam mentir.

    Lamento não saber o universo dos Pescadores e Palaiês a ser beneficiado, os tectos mínimos e máximos dos créditos, e os respectivos juros (em números).

    Por uma questão de transparência, quando se fala de um financiamento bancário de EUR: 200,000.00 (Duzentos Mil Euros), cujos juros serão assumidos pelo Governo (ou seja, pelo Estado, ou todos os santomenses), é de capital importância saber o valor do JURO (em percentagem ou em valor) por ser um gasto público.

    Por outro lado, o Governo ao publicar o valor dos juros praticados pelo BGFI, neste financiamento, poderemos estimular a concorrência dos outros Bancos do Mercado Nacional, que serão estimulados a financiar outros projectos com juros mais competitivos. Por isso, uma simples publicação dos números, pode desencadear uma cadeia competitiva e mais valia no Mercado Interno.

    Nesta óptica, acho importante, incluir neste projecto, uma actividade que, a juzante, poderá contribuir para o sucesso deste projecto: A PRODUÇÃO LOCAL DE SAL.

    A produção local de sal poderá baixar o custo final de peixe seco e consequentemente, aumentará o rendimento dos seus produtores. Por outro lado, as divisas que serviriam para compra de sal no exterior do país (mesmo que comprados por privados, eles precisariam de converter as dobras em dólares para a reposição do stock), serviria para outras despesas.

    O BGFI começa a dar mostras que deve ser acarinhado. Este é um muito bom começo.

    Gostaria que mais financiamentos noutras áreas fossem feitos, nomeadamene nas das águas de mesa, produção de sal (matéria prima a custo ZERO), produção de sumos a base de frutas locais, agricultura familiar, produção de medicamentos (temos centenas de plantas medicinais), etc.

    Recorro ao nosso provérbio popular que diz: “TUDO NGUE CU CA PLEME MELE, TE VONTE DE LOLO DEDO”, para salientar que esta é uma iniciativa louvável e parabenizar mais uma vez o Governo, o BGFI, a MARAPA e os Pescadores e Palaiês, bem como os Deputados.

    AS VIAGENS ESTAO A DAR OS SEUS FRUTOS. ESTAMOS NO BOM CAMINHO.

    Isidoro Porto
    28/AGO/2012

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    ANCAS Responder

    Muito bem

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençõe São Tomé e Príncipe

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    malebobo Responder

    Se é verdade que este banco é de investimento, porque que não criam um progrma, nacional, para apoiar de facto, algumas iniciativas locais, para gerar riqueza para crescimento da economia a nivel do pais, obrigado, fui

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