OGE para 2013 será aprovado esta tarde pela Assembleia Nacional

Desde a última sexta – feira que o Governo e os deputados a Assembleia Nacional estão a analisar e a debater o OGE para 2013. São mais de 150 milhões de dólares. 65% do valor alimenta o investimento público. O Primeiro Ministro Gabriel Costa, prometeu reduzir a inflação para 7% e projectou crescimento económico na ordem dos 4,5%.

Saúde, educação, economia e justiça se afiguram como as grandes prioridades do Governo de Gabriel Costa. «Procedendo-se a uma análise por áreas de acção governativa, constata-se que estão ali evidenciadas as prioridades do Governo, sendo 21,0% destinados a Transportes e Comunicação, 14,4% a Serviços Públicos Gerais, 13,8% a Habitação e Serviços Comunitários, 9,4% a Combustíveis e Energia e 8,8% a Saúde», declarou o Primeiro Ministro aos deputados na apresentação sexta – feira do OGE para 2013.

O leitor tem acesso a mais pormenores sobre o OGE para 2013, clicando no documento seguinte :GOVERNO OGE

Abel Veiga

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    Malditos Assaltantes do Poder diz Responder

    Este orçamento não vem resolver o problema do país mas sim desses assaltantes do poder

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    mimi Responder

    muito bom !!!

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    Malditos Assaltantes do Poder diz Responder

    Quero ver este orçamento a ser executado

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    mata real Responder

    Este governo, este 1o Ministro, este Presidente da República, este Presidente da Assembleia Nacional, esses deputados definitivamente vão afundar este país. Ha 37 anos que andamos nisto. Vira o disco e toca o mesmo. São sempre os mesmo, CREDO, CREDO, CREDO.

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    E. Santos Responder

    O poder foi assaltado pelo mesmo o ADI.Porque tiveram medo de falar no parlamento….Porque ADIsta tem medo da aposição,tinham medo de “EXPLICAR SEM COMPLICAR”, Tinham rabo preso….

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      Preta de santomé Responder

      ém mesmo um palhaço, fale, comente sim, dê o seu contribuito, mas faça-o com conhecimento de causa, escrver ou comentar por si só não!

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    Diáspora Responder

    anda tudo doido, os sem noção vão afundar esta nação …..
    demitam -se todos..

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    São tomé e Príncipe Responder

    Nós sabemos que são Tomé e Príncipe, são duas ilhas totalmente Agrícola como fazem um orçamento sem dar prioridade a Agricultura, pesca e pecuária , nem se fala de Agricultura depôs fala em desenvolvimento para mim este orçamento esta chumbado…………

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      Barão de Água Ize Responder

      Sem Economia a funcionar; sem apoios à agricultura, pescas, turismo e empresas privadas, STP continuará a não ter futuro onde a pobreza seja apenas uma memória do passado.

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    Anita Responder

    Tela Nom, apenas um conselho: esses documentos antes de serem tornados públicos, devem ser primeiramente convertidos em formato PDF.
    Obrigada

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    Barão de Água Ize Responder

    Crescimento económico para 2013 de 4,5% ???? Alguém bebeu demais e confunde desejos com realidade.
    Se pelo menos a Economia tivesse só 2% de crescimento, isso seria já fantástico porque todos nós sentiriamos na nossa vida uma substancial melhoria e a pobreza começaria a desaparecer, energia estável, ruas e estradas em boas condições, reabilitação do “Hospital” e etc… Mas esperem por 2014 para ver que tudo estará na mesma pou pior. A não ser que o “santo” petróleo “benza” a nossa Terra.

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    grevegeral Responder

    A receita e os ingredientes para executar-se o Presidencialismo estão preparados, senão vejamos:
    1º- 15 anos de partido único – um autentico Fracasso.
    2º- depois do referendo de Agosto de 1990, validou-se o Multi-partidarismo e desde então uma panóplia de governos e governantas vêm desfilando pela Republica vítimas de quedas artificiais, conspirações, maquinações, e cabalas.
    3º Eis que surge então a besta no tabuleiro de xadrez, que como a Fénix, renascendo das cinzas, em apenas dois meses no altar, já está a iniciar a sua queda abrupta para o in-paraíso, para então concluir-se clarividentemente que, não resta outra solução de sistema governativo, senão cumprir-se a profecia de São Tomé Poderoso, que ocultamente nos diz que para que esta ilhas paradisíacas, politicamente-endemoniadas, tenham finalmente governos estáveis, que cumpram cabalmente as legislaturas, só existe uma e única saída e solução: O PRESIDENCIALISMO.
    Temos que partir para um PRESESEDENCIALISMO, do tipo Americano, em que o Presidente da Republica enquanto chefe do executivo, possa receber um “Impeachment”, que apesar de nunca ter sido efectivamente utilizado contra um presidente norte-americano, alguns casos chegaram bem perto disso, e nós enquanto “Pai” do Multi partidarismo em África podemos fazer a diferença, transformando o “Impeachment”, numa novidade em África, que certamente muitos países africanos seguirão o nosso exemplo.
    Foi apenas uma visão sobre o meu País, acredite quem quiser…

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      Barão de Água Ize Responder

      Apoio totalmente o que apresenta.
      STP não deve ter medo do Presidencialismo (democrático). Para isso é necessário outra Constituição que assuma o Presidencialismo, com regras claras e em conjunto com revisão do Código Penal, impeça, com execução firme da Lei,a eleição de aprendizes de ditadores ou cargo vitalicio, entre outras medidas.
      Seria muito interessante o debate Nacional de como seria essa constituiçãso. STP pode dar lição a África se tiver coragem de ter um Governo em Regime Presidencialista que traga bem estar ao Povo, com decisões rápidas e redução minima de conflitos institucionais.

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    congratulation Responder

    Sera que é desta que se vai mandar para o tribunal a lista de todos os dinheiros mal parados incluindo os das casas sociais não pagas pelos buguerzinhos do País, ou o Oscar vai responder sozinho, pq não gostam dos seu comentarios sem censura da RNSTP E da TVS.

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    antoniaQuinta Responder

    Depois do OGE aprovado espero que este governo consiga de facto fazer melhor do que o anterior. Foi por isso que surge o 15º gonverno constituicional. A minha esperança é banhada de muita incerteza no fazer, melhor.
    Senão vejmos o seguinte:
    como que se compreende que o próprio governo atropela as leis ou Decretos-Lei da Nação.
    Chamo aqui atenção do Governo e particularmente do Sr. P.M. para o Decreto-Lei nº 22/2011 de 24 de Junho do mesmo ano(espero que os díarios da Republica não fizerão parte dos docs. que não se fez passagem de pasta) .Afinal de contas o Sr. P.M. é jurista de profissão. Até bem recentemente o Bastonário da Ordem dos Advogados de S. Tomé e Príncipe. Homem da Lei.
    Diz este Decreto 22/11(Regime Jurídico das Empresas Públicas) no seu artigo 23 alinea a) : “Dois dos membros de Conselho de Administração da Empresa Públicas é designado livremente dentre os profissionais com experiença no ramo da atividade da empresa e,”
    “um membro da sociedade civil, podendo ser escolhido entre os utentes dos serviços de interesse económico geral”.
    As mudanças efectuadas por este governo nas empresas públicas obdecem este Decreto? e o caso da ENAPORT?
    PEna é, que não temos uma Assembleia completa para fiscalizar.
    Assim sendo, peço encarecidamente actuação da sua Exª P.R. para o cumprimento da Lei.

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    CREDO Responder

    Sr.(a) BARÃO DE ÁGUA IZE,
    O Sr. parece que é do ADI, que está a+enas para complicar. A teta está a querer secar. Por isso é que quem aproveitou, aproveitou. Como v^a casa do LEVI, no LUCUMI, está de vento em Pôpa.

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      Barão de Água Ize Responder

      Não represento ou apoio qualquer partido.
      O Sr. CREDO, não tem a noção do que é um País ter um crescimento da Economia como este Governo apresenta.
      Na teoria Económica, em média, o crescimento de 2% é o minimo em que um Pais pode considerar que está a crescer.
      Este Governo, aponta 4,5%!!!!!
      Vamos aguardar o decorrer de 2013 e já passaram 2 (dois) meses. Depois poderá escrever aqui que eu tinha razão.

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    Muxima Kizúa Nzambi Responder

    São Tomé precisa de tudo isso sim, mas acima de tudo precisa de gestores e não de chefes de gabinete que andam ai a comprar, usurpar e danificar bens públicos.
    Saúde, Educação é a alavanca para o futuro de uma nação sem isso nunca se vai longe. O grande problema vivenciado no País é a (má fé) porque o facto de saber que posso fazer as consultas em grandes clinicas ou até mesmo no exterior não se preocupam com os coitados que sobrevivem na miséria.
    Pediram democracia, correram com os colonos mas arruinaram o País. Da um nó na garganta quanto saímos da cidade e vamos as Roças. Aonde estão aquelas obras lindas deixadas pelos Colonos? Aonde foram os Hospitais? Escolas? Povo pensa um pouco são todos habitantes dessa terra linda, então os coitados das Roças também precisam ser tratados como filhos e não como enteados.
    Deixem de ganancia

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