Agentes económicos da ilha do Príncipe formados em matéria de importação e exportação

Cerca de 33 agentes económicos da região autónoma do Príncipe tomaram parte numa acção de formação, organizada pelo projecto de apoio ao sector do comércio, com o financiamento da União Europeia.

A formação centrou-se em aspectos administrativos e técnicos de importação e exportação. O Projecto financiado pela União Europeia pretende reforçar as capacidades técnicas e institucionais, dos diversos sectores e actores concernente a politicas comerciais.

Recorde-se que o projecto de apoio ao Sector do comércio (PASC), visa apoiar os esforços do governo, no quadro da integração de forma durável da economia santomense, na economia Mundial.

Ao mesmo tempo procura preparar o país, com vista a integração regional num processo de elaboração de uma estratégia comercial ao longo prazo.

A inserção gradual e sustentada da economia santomense na economia global, reserva ao sector do comércio e a sua integração nas estratégias nacional de desenvolvimento e combate a pobreza no país, como sendo um papel de primeiro plano entre os diversos sectores que deverão contribuir para atingir este objectivo. «A pequinês do nosso mercado, a fraca base de produção, a extrema dependência da assistência financeira externa e a falta de infraestrutura de apoio ao comércio como o porto e aeroporto estradas, são dentre outros, os constrangimentos e desafios que se colocam ao sector do comércio», destacou Gabriela de Carvalho, representante da direcção do Comércio no acto de encerramento da referida formação.

A elaboração de uma estratégia comercial a médio e longo prazos, as negociações de um Acordo de Parceria Económica APE, as negociações de Acesso de São Tomé e Príncipe a OMC, a melhoria do ambiente de negócios e o conveniente abastecimento do país, figuram entre os principais desafios a ultrapassar.

O abastecimento do mercado nacional é assegurado pela importação que atingiu 114,3 milhões de dólares em 2011, representando a maior fatia bens de investimentos e produtos alimentares, e as exportações representaram apenas cerca de 5,9 milhões de dólares sendo um défice do balanço comercial de 103, 7 milhões de dólares-

União Europeia e Angola são os dois destinos das importações e exportações são-tomenses.

Fredibel Umbelina – Ilha do Príncipe

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    Espírito S Responder

    Caros,
    Gestores, agentes económicos.
    Acredito que São Tomé e Príncipe, não seje um mercado fácil para investir, por diversos motivos, dos quais destacam-se a insegurança e falta de colaboração dos serviços públicos, bancários, judicial entre outros aspectos…
    Mas se “olharmos para à ÁRVORE e VER que árvore está para FLORESTA”, verificaremos que temos um grande potencial. “Is the time” Hoje temos no mercado nacional sectores de actividades económicas como primário, secundário e terciário em São Tomé e Príncipe, que funcionam? , mas a meio gás, por diversos motivos “há quem até atribua à culpa a conjuntura internacional” por isso surgem como oportunidades de mercado para os Santomenses que queiram primar por uma lógica de serviços de qualidades e diferenciação da actividade produtiva e de serviços, e que queiram vencer no árduo trabalho que terá pela frente de forma a ajudar, aos senhores acima visualizados afim dos mesmos poderem melhor as nossas estatísticas, deixarei aqui algumas ideias de negócio. *-*
    “Uma vez que temos uma fábrica de cervejas pq que os agricultores nacionais não plantam sevada? desta forma estaríamos a diminuir nas importações e como produtores poderíamos potenciar as nossas exportações.
    “Criação de zonas de lazer tipo Goumet (restauração)”
    Criação de cooperativas industriais do pescado, onde abrirá oportunidades de integração da actividade principal “core business” para os enlatados. Desta forma estaríamos a fomentar as exportações e à abastecer o mercado interno.
    Já fomos uma vez auto-suficientes ao nível do leite, Pq que não voltamos a ser de novo? Acredito que o investimento inicial passara pela boa vontade de um banco comercial apenas não nomeio os bancos pq são muitos.
    É verdade que ainda existe muitas assimetrias na distribuição de riqueza em São Tomé e Príncipe, boa notícia já temos fibra óptica, pq não potenciar a distribuição de produtos alimentares e agrícolas porta-à-porta mediante compras online.
    Todas estas actividades podem ser fornecidas por n empresas em São Tomé e Príncipe, sem que haja prejuízo pq os líderes de mercado ainda não estão bem definidos. Faltam nos sim sem sombra de duvidas Apoios financeiros!
    Bem haja…

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