Desenvolvimento do mercado nacional /Privatização ou não da EMAE

Um artigo que reflecte dois temas da actualidade. Wadirluchtter Pires, jovem quadro são-tomense, analisa aspectos do desenvolvimento do mercado nacional tendo como alvos as empresas de telecomunicações CST e UNITEL.  Reflecte também sobre a privatização ou não da empresa nacional de água e electricidade.

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    cacau Responder

    Wadirluchtter Pires, mais raio de nome e esse?

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    António Silva Responder

    Na realidade, que raio de nome. Caminhamos para o “abismo” da nossa identidade. Ele terá descendente alemão? Austríaco? Sueco? Se fosse o caso, seria apelido; agora o nome próprio!
    De certeza que deve existir, Bin Laden! Já vi Yasser, Lénine!
    Os nossos serviços de registo civil tem de estabelecer normas e critérios, senão um dia já não teremos no país os Manuéis, Joãos, Carlos, Pedros, Joanas, Lúcias,etc, etc.
    Existem tantos nomes bonitos e simples! Porquê complicar? No exterior alguns nomes desses enfrentarão dificuldades, por causa do terrorismo.
    Livrem-nos.

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    António Silva Responder

    Correcção:
    Onde me refiro descendente, será sim, ascendente.

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    fabu Responder

    Erro grave,ele é quadro donde?
    Pura mentira,vamos dar Cesar o que é de Cesar,conhece-o perfeitamente,é um estudante de um curso médio,de noite.

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      Acreditamos todos num melhor STP Responder

      Meu caro que diferença faz? diz-me por favor o seu conceito de Quadro Nacional.

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    Esperteza Responder

    Meu amigo tem nome dos anos oitenta…..é tipo desta decada

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    Esperteza Responder

    Meu caro amigo!
    Sou de opinião que estado Santomense perdeu uma boa oportunidade de se livrar da EMAE, quando ofereceram ( desculpa me, privatizaram ENCO) para Sonangol deviam ter feito promoção paga uma e leva duas. Acredita que pela forma dependente de combustível que EMAE tem, so ENCO ( SONANGOL) podia ficar com EMAE. Agora para EMAE resta saber quem quer fazer lavagem de dinheiro, porque um empresário serio nos dias de hoje não enterra seu dinheiro na EMAE.

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    desta terra Responder

    Esse nome deve ser Nazi.

    Não é santomense de certeza absoluta.

    Santomenses não costumam ter nomes Nazistas.

    Ou houve engano nos serviços de registros nacionais.

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    desta terra Responder

    Se formos ver o benefício que o Estado tem em manter uma empresa como a EMAE sob seu comando, esse benefício é zero.

    Logo, o melhor a fazer é mudar o actual modelo de gestão dessa empresa.
    Actualmente só serve para dar empregos a parasitas dos políticos que não sabem fazer mais nada se não ganhar dinheiro a custa do Estado (cada director da EMAE ganha entre 60 a 80 milhões de dobras/mês) e nos colocar sob apagões quase diários.

    Não compensa o Estado ter essa empresa!

    Portanto, a solução é mesmo privatizar( num misto Estado e Privado).

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    Paracetamol 500mg Responder

    Meu caro, não se pode privatizar a EMAE quando sabemos que em STP muita coisa não vai.
    No meu entender, este não é o momento ideal para realizar privatizações em certos sectores de produção do Estado.
    Os cidadãos não têm condições económicas para suportarem os encargos reais da produção.
    Lá teria o Estado de subsidiar a empresa. Por isso, não é uma boa opção no curto prazo.

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      Paracetamol 500mg Responder

      …quando sabemos que em stp muita coisa não vai bem.

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        Moço Lazon Responder

        Meu caro, compreendo o que dizes mas sou da opinião que mais vale pagar por um serviço com qualidade do que pagar por um serviço que nem se quer se usufrui. Nesse momento paga-se pela luz e água que hora vai hora vem, se com a privatização haja resolução desse problema de falta de luz então que seja privatizada a empresa ainda que se pague mais.

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    Fede ká dóchi Responder

    Eu quero ficar com a EME, mas só água. Assim consigo meter água em tudo o que é canto. E aí ou isto conserta ou estraga. Porque o país vai ficar inundado. Aí mais uma vez ou afunda ou fica submerso e cada um salvará como poder.

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    Barão de Água Izé Responder

    Não é só o estudo da privatização da EMAE que deve estar em cima da mesa. Também se deve considerar a reprivatização de tudo que foi nacionalizado no pós-independência e com base em politicas económicas marxistas.
    O germe da pobreza na nossa terra começou com nacionalização radical.
    O grande passo para STP iniciar a recuperação, passa por acertar, ajustar contas com a politica económica de então.

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    Estanislau Afonso Responder

    A empresa EMAE é uma empresa viável. Eu enquanto economista consigo fazer gerar lucro na EMAE. O insucesso desta empresa está na má gestão. Mas por outro lado, aconselho a realização de concurso internacional para privatização da EMAE. Caso seja necessário privatizar.Não entregar directamente a Sonangol, empresa publica de Angola o País que financia partido político, como tem sido moda.

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      O que é para se dizer, temos que dizer Responder

      Esta contratado… Sr. Economista, diz, não em teoria, mas sim na pratica, cinco decisões importantes que tomava hoje se fosse nomeado gestor de EMAE com carta branca para os próximos cinco anos?

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    muita calma nesta hora Responder

    muito bem uma boa matéria pode não agradar a todos mas pode mudar muitas coisas para o país………….força e continua……………

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      muita calma nesta hora Responder

      e para de ver o nume de quem escreveu mas sim o tema em questão…. se vale ou não e da sua opinião

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    Gil Responder

    Mais um… futuro ministro de S.Tomé e Príncipe.:))

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    Stwart Neto Responder

    Esse , com devido respeito, não sei se é quadro e qual quadro. Sabem , em STP desde que tenhas calça preta e camisa branca, e uma gravata, já é doutor.
    Se és estudante ainda tens perdão.
    Senão vejamos, será que as pessoas e muito em particular os jovens já não estudam as coisas profundamente?
    Será que esse rapaz ou doutor, sabe quanto produz a EMAE de água e electricidade, será que ele sabe pelo menos o custo de produção desses produtos?Se é doutor faça um diagnostico para si, para que possas compreender melhor onde vivemos.
    Será que os santomenses podem pagar o custo real de energia? Ou será que os nossos politicos já fizerem tudo para resolver essa questão.
    Outra coisa, aprendam com os outros , o que passou com os outros paises e vá estudar e trabalhar para conhecer melhor o seu Pais.
    Privatizar, tudo bem, mas os politicos irão continuar a estragar na mesma a empresa.
    Será que o problema é privatizar ou não privatizar? Mais uma vez estude o Pais em vez de lançar apenas ideias que mesmo as crianças fazem. Faça um trabalho profundo sobre a problematica de funcionamento dessa empresa de depois escreve. Conselho, vá estudar e trabalhe.

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    G. V. Responder

    pare de criticar o jovem pelo nome. o mais importante é o tema que ele trouxe. Se ele fosse nazista ou terrorista, certamente ele nao falaria da porra do EMAE. Pense no vossa país

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    PATRIOTA DA NAÇÃO Responder

    É de salutar a sua ideia e audácia em apresentar este artigo, demonstrou ter conhecimentos para o seu nível mas repare:
    1º Falou da CST e a UNITEL Telecomunicação Angolana UNITEL, «esperamos que seja possível a diversificação do mercado nacional nos serviços de telecomunicações colocando um término no monopólio da CST Espera-se que as forças do mercado funcionem perfeitamente com a entrada da nova empresa de Telecomunicações, e que os benefícios suplementares da diversificação satisfaçam as necessidades dos consumidores, e que a concorrência perfeita traga maior alavancagem ao mercado e impulsione o desenvolvimento da economia nacional.
    A pergunta é achas que com o termino do monopólio da CST a nossa economia impulsionasse?
    Ora, nem a CST nem a UNITEL são empresas privadas de capital estrangeiro logo e os míseros imposto que pagam ao estado em nada impulsiona a economia Nacional a política de emprego nestas empresas nada abona para dos quadros nacionais ( não é possível fazer carreira nestas empresas) o país serve de uma fonte de enriquecimento para os seu proprietários/ accionistas e os santomensses explorados.
    2º EMAE o problema da nossa e querida empresa de água e electricidade é mais graves do que pensas, na minha opinião é o único problema da EMAE e política se um dia os políticos decidirem não brincar com coisas meramente técnicas a EMAE funcionará em pleno.
    Por outro lado, a vida de um país esta em
    1º Energia e água
    2º Aeroporto
    3º Porto
    E privatizar estas coisas é um risco a correr.
    Um bem haja aos Santolas

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