Análise

Curso/Ciclo Economico de São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe, país independente a 38 anos, onde o seu ciclo económico passou pela produção e exportação de cacau, copra, café, banana e óleo-de-palma.

Dentre estes, existem outros fatores de subsistência económica tais como:

v  Pesca

v  Agricultura

v  Pecuária

v  Turismo

v  Etc.

Num dos artigos anteriores, já havia mencionado que em São Tomé e Príncipe, a política de crédito a estes sectores é reduzido ou quase zero, onde cerca de (2%) foi concedido.

Os sectores mais privilegiados são:

v  Comércio com cerca de 28%

v  Construção com cerca de 23%

v  Consumo com cerca de 20%

Fonte: Banco Central de São Tomé e Príncipe.

Com todos esses contornos, o Banco Central, prevê a redução de crédito a economia devido a créditos mal parrados que assombram o Mercado Financeiro Nacional.

Nestas perspetivas, a pergunta que se deve colocar é a seguinte:

Será que os créditos financiados são canalizados para o investimento no sector de produção e com intuito de impulsionar a economia?

Do meu ponto de vista, não existe investimento estruturante em São Tomé, a maior percentagem do crédito são créditos consumos, crédito ao comércio e construção, e, dando o fraco rendimento das famílias e com a inexistência de investimento que atraia retorno “lucro”, implica deficiência no retorno do empréstimo contraído. E la esta, se não há investimento, porquê haver financiamentos?

Esta é para reflexão de todos que estão interessados a diversificar a economia nacional, por um lado.

Por outro lado, são as análises que passarei a citar nos pontos abaixo:

1-      “Pesca”, São Tomé e Príncipe é independente a 38 anos, entretanto, não dispões de uma única embarcação de pesca; um país independente a 38 anos, a pesca é feito no tronco de madeira escavada (Pesca Artesanal).

Será que esta modalidade de pesca contribui para a economia?

Será que este sector da economia é beneficiado com crédito de forma estruturante?

Acho que, este modelo de pesca é feita no país pobre e que não tem estrutura nem plano para desenvolvimento, país que prefere ficar de mãos estendida a pedir apoio.

2-      “Agricultura”, este é outro sector crucial da economia, um sector que durante a era colonial, deu as suas provas e levou o país a ranking de maior produtor de cacau mundial; economia nacional estava em alta com a produção de cacau, café, cana-de-açúcar, etc.

3-      “A palmeira-dendém”, é outro meio de subsistência de mais de 500 extratores de vinho de palma, na qual, constitui renda para os extratores e vendedores. Depois da independência, o país foi beneficiado com uma linha de crédito para plantação de 650 hectares de palmeiras dendém, até 1990 o país chegou a produzir 2000 toneladas de óleo ao ano, o que permitia cobrir as necessidades do país. E hoje estes sectores estão a quem das espectativas. Mesmo assim, fala-se de crédito a economia.

Fonte: http://oilpalminafrica.wordpress.com

Dando a estas características macroeconómicas que são deficientes, a dívida externa encontra-se a um nível extremamente preocupante.

Que caminho devemos trilhar de modo a diversificar a debilidades macroeconómicas que assombram o São Tomé e Príncipe?

Na minha modesta opinião, acho que devemos trabalhar nos seguintes pontos:

1-      Reformar as instituições e, consequentemente, qualificar e melhorar o desempenho individual e coletivo do homem santomense;

2-      Identificar as prioridades nacionais de desenvolvimento e, de igual modo, monitorizar o comércio externo;

3-      São Tomé e Príncipe, não precisa de mais plataformas de diálogo, mas sim de mais trabalho, visão e mais progressos tangíveis na via da integração nacional;

4-      A coordenação Nacional melhorará o poder de negociação com os países emergentes e contribuirá para aumentar a escala dos projetos de investimento a níveis em que os parceiros emergentes terão uma contribuição significativa para o desenvolvimento do sector privado, resultando num círculo virtuoso de maior integração económica a nível nacional e internacional;

Se começarmos a trilhar esses caminhos, de certeza que o futuro será mais risonho para todos nós.

Deve ler a cópia ilustrativa – Curso-Ciclo Economico Nacional (1)

Obrigado

POR: Wadirluchtter Pires

    10 comentários

10 comentários

  1. braneto

    11 de Dezembro de 2013 as 8:06

    Valeu a intenção. Mas, a escrita está péssima. Tantos erros de palmatória!.. Por exemplo: “Dando a estas características…”.
    Um conselho: antes de publicar, peça a alguém para rever o texto. Assim dá preguiça de ler. Credo.

  2. Auditor Senior

    11 de Dezembro de 2013 as 8:38

    outra vez a tentar aparecer?
    Problema de STP não é teoria, são coisas concretas.
    Por exemplo, com esta linha de credito que Angola vai colocara disposição de STP, tens que dizer, segundo as tuas teorias económicas, o que de concreto deve se fazer para usar da melhor forma o dinheiro, de modo que o pais desenvolva e daqui a prazo acordado, possamos pagara divida……é isso que nós precisamos em STP

  3. Kuá flogá

    11 de Dezembro de 2013 as 9:50

    Apoio incondicionalmente, temos que dar valor ao trabalho,a quem trabalha, e ao saber, cultivar a sabedoria e boas práticas de vida e de desenvolvimento.

  4. Kuá flogá

    11 de Dezembro de 2013 as 9:56

    Devemos acabar com inveja e ataques infundados aos nossos conterrâneos, principalmente esses que trabalham e empreendem, valorizar mais o que é nosso, “di nós”, acabar com impunidade.

  5. Alê madô

    11 de Dezembro de 2013 as 11:33

    Parabéns pelo Artigo meu. abraços

  6. Male

    11 de Dezembro de 2013 as 14:18

    Toda gente ja foi Ministro ate o Albertino Boa Morte, logo deixa o jovem tambem sonhar e ser Ministro, tendo em conta que esta na moda.

  7. Chiquinho Cabral

    12 de Dezembro de 2013 as 10:21

    Meus parabéns pelo artigo, que acredito ser um bom ponto de partida para, por exemplo, analisarmos às sucessivas faltas de produtos alimentares de base no nosso mercado.

  8. Jequiti

    29 de Dezembro de 2013 as 17:34

    Parabéns pelo artigo caro Wadirluchtter, apesar dos erros ortográficos entendi perfeitamente a mensagem que você queria passar. Aos críticos, ao invés de só apontar os erros, parem e refletem sobre a mensagem que o artigo quer passar. Acho que assim daremos dor forma o nosso contributo.

  9. Arnaldo

    6 de Fevereiro de 2014 as 22:08

    Há muitos jovens estudantes em são tomé que precisam apostar no empreendedorismo, assim poderão crescer empresas concorrentes que poderão investir mais, e também parabéns caro Wadirluchtte, gostei do conteúdo.

  10. ana cabral

    27 de Fevereiro de 2014 as 17:40

    senhor Wadirluchtter .o seu pensamento em grande parte está correto ,e concordo ,em parte .
    mas s tomé e principe têm grandes problemas relacionados com a cultura , que sâo travões para o seu desenvolvimento .começando por cima ,para um sâotomense sinónimo de director e chefe ( é trabalhar pouco )( é o que um sâotomense quer ). ou seja s tomé necessita sim de directores e chefes operativos que estejam pouco tempo na secretária e muito tempo no terreno .para um trabalhador normal ser efectivo de uma firma é a mesma ideia ( já nâo necessita de trabalhar muito ) . esta mentalidade destrói o país . seja em que área for , o pensamento de um sâo tomense está muito virado para ( quando se fala em trabalho é o mesmo que falar no diabo ) . quando falarem na máquina produtiva sâotomense pensem neste assunto .

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