BISTP desafiado a financiar projectos no domínio do Turismo

O desafio foi lançado pelo Ministro do Plano e Finanças Hélio d´Almeida, na reinauguração da primeira delegação do BISTP na capital são-tomense. A delegação vizinha ao mercado municipal de São Tomé, foi modernizada, o ministro apelou ao financiamento das pequenas e médias empresas.

Primeiro banco comercial a se instalar no mercado nacional há mais de 20 anos, o BISTP, é também o maior banco do país em termos de carteira de clientes.

Na inauguração da sua nova sede, a administração do banco privado, que tem capital português, angolano e do Estado são-tomense, admitiu a possibilidade de internacionalizar-se tendo o mercado do Golfo da Guiné como um dos destinos. A Administração do banco, deu ênfase para países de expressão portuguesa ou que venham a entrar na comunidade lusófona. Uma referência indirecta a vizinha Guiné Equatorial.

Sinal de crescimento, que justifica o apelo lançado pelo Ministro do Plano e Finanças, Hélio d´Almeida na reinauguração da primeira delegação do BISTP na capital são-tomense. «Reforçar o nosso apelo no sentido de olhar de forma diferente para as pequenas e médias empresas, ao sector privado, e porque não aproveitar a ideia já manifestada pelo BISTP, para financiar projectos que tragam valor no domínio do Turismo», declarou o ministro do Plano e Finanças.

Sendo o Estado são-tomense um dos sócios do banco privado, o Ministro Hélio Almeida, considerou o progresso do BISTP, como prova clara de uma parceria público-privada de sucesso.

A Administração do BISTP, foi desafiada também a estender sua rede de cobertura à outros distritos do país. Na capital São Tomé o BISTP tem cerca de uma dezena de delegações espalhadas pela cidade, e uma outra na ilha do Príncipe.

Sem por em causa a rentabilidade do Banco, o Ministro do Plano e Finanças desafiou a administração a ir de encontro as populações dos distritos, «as zonas mais recônditas do país».

Abel Veiga

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    Barão de Água Izé Responder

    “…as zonas mais recônditas do País….” O Sr. Ministro ou não tem noção do que disse ou estava a tentar poetar. Onde está
    o rendimento das pessoas que vivem nas tais zonas recônditas? A actividade financeira não é benemérita.

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    Eterno Madiba Responder

    Se o governo na pessoa do Ministério do Plano e Finanças não vai a procura de ninguém, como pedir a um banco privado que faça o papel de Estado? É muita hipocresia de um ministro formado em economia. Por esta e outras razões este país continua assim.

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    Tarraxinha Xuxuada Responder

    Realmente, com estas taxas de juro de 25% , 30% grandes contributos em perspetiva

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    Santiago Responder

    “…desafiou a administração a ir de encontro as populações dos distritos…” Não se esqueça que o de encontro é oposição.

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    Investidor Responder

    Atenção a esses sao tomenses. Apanham-se com dinheiro e não pagam a quem devem… Só querem sacar ao branco.

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