Anuário de oportunidades concretas de investimento está na forja

O Governo está a definir as oportunidades concretas para o investimento privado em São Tomé e Príncipe. Uma iniciativa do Ministério da Economia e Cooperação Internacional, que pretende criar um anuário que orienta o investidor sobre as áreas concretas para aplicação do capital.

O Ministro da Economia Cooperação Internacional, Agostinho Fernandes, anunciou que a iniciativa de criação de um anuário que aponta as oportunidades concretas de investimento, é uma das acções do Governo no sentido de tornar o mercado nacional mais competitivo na atracção de investimento privado estrangeiro. «Não apenas dizer ao investidor que há oportunidade no domínio das pescas, da agricultura ou do turismo. Mas sim, podermos dizer concretamente o quê que o investidor pode fazer, onde e com quem», explicou o ministro da economia e cooperação internacional.

O Governo pretende também alterar algumas legislações para facilitar o investimento privado. Agostinho Fernandes deu exemplo do visto para entrada no país que em alguns casos deverá conhecer baixa de preço, para estimular o investidor.

A tarefa imediata do governo em parceria com os órgãos de poder local, é «serrear todas as oportunidades concretas, produzir um anuário, produzir informação digital, que a partir de qualquer parte do mundo o investidor pode ter acesso a essas informações concretas, que periodicamente serão actualizadas», pontuou.

Segundo o Ministro, ainda neste ano o Governo vai reunir-se com os doadores internacionais, para dar a conhecer as oportunidades de investimento no país.

Abel Veiga

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    José Jango Responder

    E uma ideia de louvar….mas o que qualquer verdadeiro investidor precisa de saber antes de dar o primeiro passo e de: dados estatísticos, o que significa ter um instituto de estatistica a fornecer informação atempada e fidedigna; informações sobre a situação da económica do pais , isto e, que o banco central melhore o seu desempenho e ainda que o próprio ministério da economia crie um gabinete de estudos prospectivos e deixemos de tomar decisões politicas a “cega”…o que propõe agora viria por acréscimo….
    Caso contrario, vamos e atrair investidores aventureiros aos que eu chamaria de “buscateiros”

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    MJC Responder

    Eu discordo com a ideia de baixar preço dos vistos, nós não somos tão ricos para dar-mos ao luxo de ceder tanto. STP está a tornar-se, per si, num país atrativo pelo seu potencial natural, pela beleza paisagística e hospitalidade peculiar do nosso povo. Basta de tanta cedência aos estrangeiros, se não é impossível arrecadar receita. Ao invés de reduzir o preço dos vistos deveria ser ponderada a abolição de taxa aeroportuária para os cidadãos nacionais, que seria mais que justo já que infelizmente há isenção dos vistos para os cidadãos angolanos que eu considero uma decisão extremamente injusta.

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