Portugal disponibiliza 10 milhões de euros para sector privado nacional

A linha de crédito, foi anunciada pelo Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, que assinou esta manhã o acordo de financiamento com o Ministro das Finanças Américo Ramos.

O acordo assinado no Palácio do Governo, teve Patrice Trovoada como testemunha. Os sectores de Agro-Indústria, energia, e turismo são os alvos da linha de crédito de 10 milhões de dólares.

As empresas são-tomenses e portuguesas terão acesso a linha de crédito após análise minucioso do projecto. Criação de emprego, e au mento da produção e da riqueza a nível interna são os grandes objectivos da linha de crédito concedida por Portugal. «Está disponível e vem no seguimento de um conjunto de instrumentos que Portugal tem vindo a construir com as autoridades de São Tomé e Príncipe, para construir uma relação económica mais forte entre os dois países», afirmou o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, Luís Campos Ferreira..

O Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, disse que o acordo de financiamento ao sector privado, marca um sinal sobre o alcance da cooperação com Portugal na vertente empresarial. «Um dos grandes pontos fracos das empresas e empresários são-tomenses hoje é o acesso ao crédito. Vai permitir as empresas concorrentes a um financiamento mais barato mais competitivo, e fazer com que elas possam nos sectores que vão ser identificados pelo governo ajudar a resolver o problema de desemprego», destacou Patrice Trovoada.

.O Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, recordou que na segunda – feira, foi inaugurada em São Tomé, uma delegação da AICEP – Agência de internacionalização e comércio externo de Portugal.

Segundo Luís Campos Ferreira, agora é altura de «arregaçar as mangas e vamos ao trabalho e deixar o negócio a quem os deve fazer, as empresas. Os governos são só para ajudar», pontuou.

Abel Veiga

 

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    ANCA Responder

    Uma boa notícia.

    A parceria estratégica entre as empresas SãoTomenses e Portuguesas, ou entre os empresários Portugueses e SãoTomenses, ou entre empresários SãoTomenses e Taiwanese, ou Angolanos, ou Brasileiros, etc,etc…para criação de postos de trabalho, de ter em conta a cota/percentagem de trabalhadores estrangeiros e nacionais,… que na minha modesta deve ser de 50%…sendo que deve-se apostar nos quadros qualificados nacionais, bem como na formação de operacionais nacionais menos qualificados, de modo a obterem a aprendizagem, saber e saber fazer.

    Pois sabemos que as empresas Portuguesas, Taiwanesas, Angolanas, Brasileiras, ou outras internacionais, dão preferências, aos seu pessoal quadro – pois conhecem a dinâmica e processos da empresa, bem como a própria questão cultural – mas é necessário que os quadros qualificados nacionais, os operacionais nacionais, sejam incluídos nesta partilha de conhecimentos/trocas de experiências, aprendizagem, saber e saber fazer…

    Neste sentido é um bom presságio/sentimento uma boa concretização, ter presente em São Tomé, uma delegação da .

    A nossa lei de trabalho, o nosso enquadramento legal, deve ser ajustado, consoante a nova realidade futura que se advinha, mudanças e modernização dos sectores da economia nacional, criação de postos de trabalho, estrutura de postos de trabalho, higiene e segurança alimentar, inspecção laboral, deveres e direitos laboral, etc, etc…

    Os Empresários SãoTomenses e Empresários Portugueses, o Governo/Administração/Gestão de São Tomé e Príncipe, representantes do Governo/Administração Portuguesa, a Câmara de Comércio Indústria e Turismo de São Tomé e Príncipe, a AICEP – Agência de internacionalização e comércio externo de Portugal, devem sentar a mesma mesa delinear estratégia futuras, de implementação de melhorias e modernização, nos sectores de economias acima referidos – Agro-Indústria, Energia, e Turismo, que serão alvos da linha de crédito de 10 milhões de dólares, disponibilizados por Portugal- para a obtenção de mais valia qualitativa/quantitativa sustentável social, cultural, ambiental, económica e financeira, para o benefício mútuo…

    Organização e Trabalho árduo…

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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      ANCA Responder

      Uma boa notícia.

      A parceria estratégica entre as empresas SãoTomenses e Portuguesas, ou entre os empresários Portugueses e SãoTomenses, ou entre empresários SãoTomenses e Taiwanese, ou Angolanos, ou Brasileiros, etc,etc…para criação de postos de trabalho, de ter em conta a cota/percentagem de trabalhadores estrangeiros e nacionais,… que na minha opinião deve ser de 50% para cada empresa…sendo que deve-se apostar nos quadros qualificados nacionais, bem como na formação de operacionais nacionais menos qualificados, de modo a obterem a aprendizagem, saber e saber fazer.

      Pois sabemos que as empresas Portuguesas, Taiwanesas, Angolanas, Brasileiras, ou outras internacionais, dão preferências, ao seu pessoal quadro – pois conhecem a dinâmica e processos da empresa, bem como a própria questão cultural, do trabalho, saber fazer – é necessário que os quadros qualificados nacionais, os operacionais nacionais, sejam incluídos nesta partilha de conhecimentos/trocas de experiências, aprendizagem, saber e saber fazer…

      Neste sentido é um bom presságio/sentimento uma boa concretização, ter presente em São Tomé, uma delegação da AICEP – Agência de internacionalização e comércio externo de Portugal.

      A nossa lei de trabalho, o nosso enquadramento legal, deve ser ajustado, consoante a nova realidade futura que se advinha, mudanças e modernização dos sectores da economia nacional, criação de postos de trabalho, estrutura de postos de trabalho, higiene e segurança alimentar, inspeção laboral, deveres e direitos laboral, etc, enquadramento e defesa do ambiente etc…

      Os Empresários SãoTomenses e Empresários Portugueses, o Governo/Administração/Gestão de São Tomé e Príncipe, representantes do Governo/Administração Portuguesa, a Câmara de Comércio Indústria e Turismo de São Tomé e Príncipe, a AICEP – Agência de internacionalização e comércio externo de Portugal, devem sentar a mesma mesa delinear estratégia futuras, de implementação de melhorias e modernização, nos sectores de economias acima referidos – Agro-Indústria, Energia, e Turismo, que serão alvos da linha de crédito de 10 milhões de dólares, disponibilizados por Portugal- para a obtenção de mais valia qualitativa/quantitativa sustentável social, cultural, ambiental, económica e financeira, para o benefício mútuo…

      Organização e Trabalho árduo…

      Pratiquemos o bem

      Pois o bem

      Fica-nos bem

      Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    São João dos Angolares Responder

    Atenção:

    Não sei se são boas notícias este tipo de linhas de credito, Portugal estará a jogar dinheiro à rua.
    Há muita coisa que os Portugueses, Santomenses e investidores em geral, antes de avançarem para investimentos em São Tomé e Príncipe, devem procurar saber o que aconteceu com o investimento que foi feito na concessão das cartas de condução e como foi tirado o tapete debaixo dos pés daquela gente. Parece mesmo que segundo, o que saiu, há já algum tempo na televisão da STV, que foram mesmo chamados a apresentar um projecto pelo governo de Patrice que antecedeu o de Gabriel Costa.
    Foi criada e aprovada legislação para a concessão, a concessão começou a funcionar, fizeram exames de condução, emitiram cartas, passaram certidões e aplicaram as regras que a lei estipula. Mas os interesses particulares de pessoas ligadas aos interesses instalados e obscuros de STP, tudo destruíram. Porquê e para quê? Quem esteve à frente das acções que e que pagou por baixo da mesa é que sabe, é a essas pessoas que interessa que o caos e a desorganização continue. Segundo relatos de quem assistiu ao fecho das instalações da entidade, quem executou a ordem de fecho foi um chefe do sindicato e não um qualquer oficial de justiça mandatado para tal. Ouviram-se mesmo gritos de vai-te embora “óh branco” e outras ameaças de teor racista, estava mesmo preparado um grupo que acompanhava o sujeito para uma acção de força se necessário. Nunca desde a data de encerramento o governo santomense procurou resolver a situação.

    Outras situações são também comuns, como terrenos que foram vendidos a particulares por um governo e depois outro governo veio e cancelou o negócio, ficando com o terreno e o dinheiro que foi pago.

    Condenações do governo em tribunal para pagarem indemnizações a cidadãos que tinham intentado acções contra o Estado e que nunca foram pagas a quem de direito, como acontece com um português residente em São Tomé.

    São Tomé e Príncipe é um país onde as leis não valem nem o papel onde são escritas, por incrível que pareça muitas delas, mesmo depois de aprovadas, nunca chegam a ser publicadas em diário da república. Ora isso também não faz mal, pois que ninguém se interessa em aplicar tais leis.
    Quantas pessoas em São Tomé e Príncipe, mesmo as que fazem as leis ou os governantes sabem que há documentos oficiais de São Tomé e Príncipe que já não são validos em STP ou mesmo no estrangeiro. Qual a validade de documentos como passaportes, bilhetes de identidade, cartas de condução, certificados de habilitação ou certidões comerciais que são facilmente obtidas através de subornos, de troca de favores, de conhecimentos de amigos e familiares e onde nunca se vai confirmar os dados pedidos. Até os passaportes diplomáticos já foram distribuídos sem rei nem roque.
    País onde a administração central não funciona, é desorganizada, depende do entendimento dos chefes ou dos directores sem capacidades e com desconhecimentos das regras que regulam os seus serviços.

    Portugal e todos os países benfeitores de São Tomé e Príncipe, só deveriam financiar quando o país estivesse em ordem. Dar canas de pesca a STP sem ensinar a pescar, o mais certo será a destruição dessas mesmas canas de pesca. Neste caso estão a ser dadas canas de pesca sem linhas e anzóis. Depois de aplicados os financiamentos os casos de sucesso vão ser “0″, que os interesses instalados não querem o progresso e a riqueza de todos.

    Que São Tomé nos valha para salvar STP do seu malfadado destino.
    Para tudo correr bem bastava aplicar o lema nacional – UNIDADE, DISCIPLINA, TRABALHO acompanhada de igualdade, fraternidade e liberdade (não libertinagem como vemos por todo o lado)

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    sol Responder

    RAP também tem empresários. Não se esqueçam disso.

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    santola Responder

    quando é que o meu país vai perceber que precisa desenvolver por si mesmo
    sem ficar sentado a espera dos outros?
    quando é que os santomenses vão entender que se eles querem um país desenvolvidos são eles (nos) que temos começar trabalhar deixar de ser preguiçoso.
    parar de pensar na ajuda dos outros e por mãos a obra
    logo a torneira fecha e o ficamos pior…

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    Me expliquem por favor PRÍNCIPE Responder

    Há coisas que eu não entendo
    Se o país está mal
    Se Os empregadores(sector privado) estão sufocados
    Se mesmo assim as finanças continua com apertos as Empresas,
    Como é que o governo explica que vão dar 900.000.000,00 as pessoas a fundo perdido?
    Será que isto já é um investimento de campanha?
    Este dinheiro não seria melhor aplicado aos empregadores com juros bonificado?
    Ou a novas iniciativas sem juros mas repor para favorecer os outros interessados?
    Gentes por favor, vamos fazer melhor…..

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    Nova empresa Responder

    Sou Português e vim para S. Tomé para investir numa pequena empresa que pretende dar formação e emprego a 5 ou 6 pessoas de Nacionalidade S. Tomense.
    No entanto deparo-me com vários entraves, sendo que o primeiro vem logo do do S.M.F que nos diz que não posso aqui ficar, que terei que ir embora por 60 dias e só depois voltar, ou então para ficar terei que pagar 65 milhões de dobras e esperar até eles me darem a permissão para eu poder ficar. Mesmo pagando não me dão um prazo. Depois de eu ja ter constituído a empresa, e querer arregaçar mangas para trabalhar e dar trabalho, pois além de funcionários irei precisar de Mobiliário, o qual irei pedir para fazer aqui, precisarei de estrutura eléctrica, preciso de alugar o espaço, etc… serão gastos que pretendo fazer e esses gastos estarão a melhorar a vida das empresas e das pessoas. No entanto em vez de ter ajuda por parte das entidades competentes, tratam-me como sendo um forasteiro. Pergunto se serei um caso à parte ou se tratam assim todos os estrangeiros que querem investir no país, que trazem as suas economias, o seu conhecimento, as suas famílias, e que se vieram é porque gostaram do país e das suas gentes. Tanto ouvi este Governo a pedir investimento externo, e eu por querer investir, dar emprego, formação, e querer aqui ficar a residir onde gastarei o que ganho, me colocam tantos problemas.

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    ISTO É MESMO ASSIM Responder

    Isto é mesmo assim meu caro, são as normas do país. Se a tua empresa é para dar formação a meia dúzia de indevidos não é tão relevante, pelo que não é considerado de grande investimento.Eu estive em portugal durante cinco anos a espera de um cartão de residência. Ao contrario do que pensam a situação era semelhante.Tens que fazer o que diz a regra ou se mexer para legalizar existe outras formas, é preciso que se mexa. Mas meu amigo pode crer que este é o melhor País do mundo para um cidadão estrangeiro se instalar. Dê um saltinho aos Países vizinhos e verás como é tratado um estrangeiro. N L

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    costa Responder

    NOVA EMPRESA, segue o meu conselho: Pega nas tuas coisinhas e anda embora porque comigo aconteceu o mesmo. Esse pessoal não merece nada, é tudo farinha do mesmo saco. Pela parte que me toca deixei aí mais de 50.000€ e como já ouvi aqui dizer “vai prá tua terra oh branco” (comigo também acontece isso e muito mais)Há gente boa e amiga, mas se colocares as coisas na balança, vais ver que ficas a perder.
    Nunca mais vais sair da cepa torta, e quanto mais tempo ficares mais perdes.
    Um Abraço

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