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Governo e empresa da China Popular fazem renascer o sonho do Porto em Fernão Dias

A empresa chinesa, China Harbour Engineering Company Ltd, por sinal a mesma empresa que construiu o porto em águas profundas no vizinho Camarões mais concretamente em Kibri, assinou um memorandum de entendimento com o Governo são-tomense com vista a construção do Porto em Águas profundas na zona de Fernão Dias.

Um empreendimento que segundo o memorandum está avaliado em 800 milhões de dólares. A primeira fase do projecto deverá estar concluída em 2018. A conclusão do porto foi indicada para 2019. A empresa da República Popular da China vai investir 120 milhões de dólares na realização da obra.

O futuro porto para transbordo de mercadorias, será segundo o comunicado distribuído em língua inglesa, «uma infra-estrutura de classe mundial e será desenvolvido para atender as necessidades logísticas do golfo da Guiné».

Segundo o memorandum de entendimento assinado no dia 7 de Outubro de 2015, a empresa “China Harbour Engineering Company Ltd” assume a responsabilidade de toda a engenharia do projecto, assim como o design e a construção real de todas as fases do projecto.

Abel Veiga

    12 comentários

12 comentários

  1. José

    14 de Outubro de 2015 as 16:20

    Boa, Pinto da Costa

  2. Katia gonsaves

    14 de Outubro de 2015 as 16:53

    Força doctor Patrice e seu governo o povo esta contigo, isso é so começo de muitas mudanças….

    • Atento ao Dossier

      17 de Outubro de 2015 as 0:09

      Por acaso já pagaram ao antigo dono a roça Fernão Dias?

      • Tony de cá

        18 de Outubro de 2015 as 21:30

        Caro Atento, por acaso está a falar do dono real da roça , isto é, de quem a construiu e a fez produzir ou algum herdeiro da independência? Gostava de saber.

        Sabe que em qualquer País do mundo existe uma coisa que se chama interesse nacional, e de facto as indemnizações são pagas aos reais donos mediante o valor patrimonial registado nas finanças. Isto aconteceu em muitas obras de pontes e autoestradas em Portugal, aconteceu em muitas obras de edifícios tipo Assembleia nacional em Angola. Mas foram pagas mediante o cálculo das finanças aos reais proprietários. É assim que um Estado paga o interesse Nacional. Mas como já existiu uma nacionalização de tudo em Stp, não vejo qual o problema que levanta.

        Obrigado

  3. Santola

    14 de Outubro de 2015 as 19:21

    Um grande salto para o desenvolvimento de STP, bom trabalho do nosso governo.

  4. Adimirado

    15 de Outubro de 2015 as 2:51

    Eu só peco uma coisa.
    Comam o dinheiro que quiserem, mas façam alguma coisa.

  5. kua tela

    15 de Outubro de 2015 as 7:15

    haver vamos se isso será, é pena que com muita pedra lançada pelo este governo e k nunca vemos obras a construir .kkkkk

  6. Malé File

    15 de Outubro de 2015 as 10:34

    Senhores,
    Importante não é quem foi a busca do apoio e nem quem assinou o memorandum;
    Importante é aproveitar os bons negócios que posteriormente venha desenvolver STP, mesmo sendo o governo anterior a dar ponta pé de saída;
    Repare bem na minha reflexão, se todos os governos tiverem aproveitando as boas políticas do governo anterior, de certeza que este pais conhecerá dias melhores.
    Portanto meus irmãos, sejam menos arrivistas de modo a contribuir positivamente para esta nação.

  7. MJ

    15 de Outubro de 2015 as 15:06

    Muita atenção com negócios da China! Angola abriu-lhes as portas e hoje eles exploram os angolanos e levam toda a divisa para China. Há défice de divisas em Angola e os angolanos vêm-se aflitos para trocar Kwanzas. Bili uê ô !

  8. da trindade

    15 de Outubro de 2015 as 18:01

    Boa inciativa a nossacidade precisa de projecto como esses ,vamos desenvolver o pais com mais iniciativas do genero sem esquecer de agricultura ,turismo e outros………

  9. Vaima Shamar

    15 de Outubro de 2015 as 21:30

    Três notas para reflexão:
    1. Afigura-se muito pouco credível que uma empresa da China vá investir num País que tem relações diplomáticas com Taiwan. Mesmo admitindo que uma empresa privada o quisesse fazer, parece muito pouco provável que o Governo autorizasse tal passo.
    2. Se o porto vai custar 800 milhões e a tal empresa vai investir 120, donde virão os outros 680 milhões? De um empréstimo? Isso mais que duplicaria o nível de endividamento do País, que iria atingiria cerca de 150% do PIB, um nível de endividamento absolutamente incomportável.
    3. Finalmente, seria este o parceiro ideal? É pertinente lembrar que a companhia está banida pelo Banco Mundial devido ao pagamento de luvas e corrupção. Ou será que isso é um ponto a seu favor?

  10. Vaima Shamar

    15 de Outubro de 2015 as 21:41

    Correcção: o nível da dívida atingira cerca de 270% do PIB.

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