Política

Governo procura novo parceiro para instalação da zona franca do aeroporto internacional

O Primeirozona-franca-de-sao-tome.JPG Ministro Joaquim Rafael Branco que anunciou esta semana o início das demarches judiciais para anulação do contrato com a sociedade de desenvolvimento de São Tomé e Príncipe(na foto Presidente do Grupo Português), garantiu também que o executivo já está a procurar um novo parceiro para desenvolvimento da zona de comércio livre. Rafael Branco afirmou que  a sociedade de desenvolvimento de São Tomé e Príncipe dominada por capital português, demonstrou não ter capacidade para investir no desenvolvimento da zona franca.

 Após a decisão do conselho de ministros que orientou o governo a anular o acordo de concessão de uma extensa área localizada próxima do aeroporto internacional de São Tomé, para o desenvolvimento da zona franca, o Primeiro Ministro Rafael Branco, veio reforçar as razões que motivaram tal decisão. «Houve incumprimentos das obrigações contratuais. Houve uma clara falta de capacidade de investir no desenvolvimento da zona. E o nosso país não pode continuar a coexistir com contratos e outros acordos que nitidamente não contribuem para o desenvolvimento», declarou o Chefe do Governo.

Segundo o acordo de concessão o grupo privado português deveria depositar cerca de 500 mil euros a favor do estado são-tomense, o que não aconteceu. O arranque das obras da zona de comércio livre, ficou pelo lançamento da primeira pedra em 2006.

Abel Veiga

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