Política

MLSTP/PSD banaliza as acusações do MDFM-PL

jose-viegas.jpgJosé Viegas secretário-geral do MLSTP/PSD(na foto), considera que o último ataque político do MDFM-PL contra o governo, acusando o Primeiro-ministro Rafael Branco de distribuição de produtos deteriorados e o MLSTP/PSD de ser responsável pelo assalto a comissão eleitoral nacional, como sendo mais uma demonstração da atrapalhação que tomou conta do partido de inspiração do Presidente da República.

A acusação do secretário-geral do MDFM-PL, segundo a qual o MLSTP/PSD tem responsabilidade no assalto a comissão eleitoral nacional, é para José Viegas, muito grave. «Nós ouvimos falar de assalto a comissão eleitoral nacional. Acho que é uma acusação muito grave vinda de alguém que a bem po0uco tempo tinha a tutela da administração interna. Acho que no mínimo as pessoas deviam ter um pouco de seriedade para não atrapalhar mais a própria militância do MDFM», afirmou o secretário-geral do MLSTP/PSD.

José Viegas acrescentou que «a prática de assalto não é desta casa. Gostaríamos de aconselhar o MDFM a ver quem algum dia protagonizou assalto a alguma instituição. Nunca foi o MLSTP», referiu fazendo alusão a operação relâmpago levada a cabo em 2006, contra o supremo tribunal de justiça.

No que concerne a distribuição dos produtos importados pela STP-Trading do mercado brasileiro, o secretário-geral do MLSTP/PSD, esclarece que «os produtos estão a ser distribuídos pelas câmaras distritais. O MLSTP nunca teve interferência na distribuição desses produtos. É muito mau quando o MDFM reage assim, e nas câmaras há vereadores que são do MDFM então está a acusar essa gente de distribuir produtos estragados, isso é mais uma martelada na sua própria militância e não é muito bom», sublinhou.

O partido do primeiro-ministro Rafael Branco, pede ao MDFM, «para serenar os ânimos. Compreendemos a atrapalhação que o MDFM vive neste momento. Mas deve trazer a colação coisas sérias para serem discutidas, e não essas coisas que estão neste comunicado, coisas que nem dignificam o partido», concluiu José Viegas.

Abel Veiga

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