Parlamentos são-tomense e português reforçam cooperação

Publicado em 27 Jan 2010
Comentários; fechado

cooperacao-parlamentar.jpgOs secretários gerais dos dois parlamentos que estão a trabalhar juntos em São Tomé no sentido do reforço da parceria bilateral, garantem que a parceria vai ser mais dinâmica e proveitosa nos próximos 3 anos. Numa altura de avaliação dos últimos três anos de cooperação parlamentar São Tomé e Príncipe e Portugal, dizem que foi um sucesso.

Assembleia da República Portuguesa é uma das principais parceiras da sua congénere são-tomense. Nos últimos anos vários quadros do parlamento são-tomense foram formados em Lisboa e em São Tomé. Portugal forneceu também equipamentos informáticos e de biblioteca para melhorar a qualidade de serviço da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe.

Adelina Sá Carvalho, Secretária Geral da Assembleia da República de Portugal, confirmou o sucesso das acções desenvolvidas, sobretudo na formação de quadros da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe. «Formação do pessoal é essencial. Essa formação fez-se em Lisboa e fez-se aqui. Temos sobretudo investido na área da informática que é fundamental para o bom funcionamento e aceleração do trabalho parlamentar», afirmou a secretária geral do parlamento português.

No fecho de 3 anos de cooperação, os secretários gerais dos parlamentos de São Tomé e Príncipe e de Portugal, projectam acções mais estruturadas até 2013. O secretário-geral da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe, Romão Pereira de Couto, anunciou que o parlamento são-tomense pretende ter apoio de consultores portugueses para melhorar os trabalhos de apoio ao plenário. «Pensamos nesta área ter assessoria no domínio do arquivo e documentação e também nos impactos da lei antes de ser aprovada e depois de ser publicada. São tarefas que ainda não fazemos e que queremos levar a prática», afirmou o Romão Pereira de Couto.

Remodelação da base de dados do processo legislativo, é outra grande aposta da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe, na cooperação com o parlamento português para os próximos 3 anos. «Temos uma Intranet e Internet a funcionar e queremos negociar assessoria técnica para ajudarmos a remodelar a nossa base de dados de processos legislativos», precisou Romão Pereira de Couto.

Abel Veiga