Política

Gabão lança em Maio próximo concurso público internacional para venda de 42 blocos de petróleo em águas profundas

gabao.jpgO orçamento geral do estado gabonês, depende em mais de 70% das receitas do petróleo. No entanto segundo a imprensa local, nos últimos anos o país vizinho regista uma acentuada redução na produção do ouro negro. Para inverter a tendência o governo do Presidente Ali Bongo, decidiu em conselho de ministros realizado na última sexta – feira lançar uma vasta ofensiva no mercado internacional para atrair investidores para o sector petrolífero. 42 Blocos de petróleo vão ser colocados no mercado. Pode-se dizer que São Tomé e Príncipe que recentemente lançou o primeiro leilão de blocos da sua zona económica exclusiva, tem pela frente grande concorrência.

No dia 2 de Março São Tomé e Príncipe colocou 7 blocos de petróleo no mercado internacional. Só até Setembro próximo o estado são-tomense pretende negociar com as empresas interessadas nos blocos.

Mas na sub-região africana, por sinal rica em ouro negro, o vizinho Gabão também anunciou na última sexta – feira que vai vender blocos de petróleo da sua zona económica exclusiva, num total de 42 blocos. Gabão que é u7m antigo produtor de petróleo na sub-região tem a vantagem de possuir uma zona marítima reconhecida e comprovada internacionalmente como rica em ouro negro, enquanto São Tomé e Príncipe é uma zona cujo potencial petrolífero é ainda desconhecido.

O país vizinho avançou pela promoção no mercado internacional dos blocos de petróleo da sua zona económica exclusiva, porque está a registar uma acentuada baixa de produção do petróleo. A imprensa regional dá conta que o orçamento geral do estado gabonês depende em 70% das receitas do petróleo.

Para o leilão dos 42 blocos de petróleo, previsto para 5 de Maio próximo, o conselho de ministros do Gabão, orientou o ministro das minas, Jules Nkogue Bekale, a proceder um programa de marketing do petróleo gabonês no mercado financeiro internacional. A imprensa indica Paris, Houston, Singapura, Londres e Calgary no Canadá, como praças internacionais onde os blocos de petróleo do gabão estão a ser promovidos.

Abel Veiga

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