“O estado são-tomense deve ser o mais comunista do mundo”

ministro-da-saude-ac.jpgDeclaração do Ministro da Saúde Arlindo Carvalho, a respeito dos custos da saúde que são suportados na totalidade pelo estado. O ministro explicou que os 7 mil milhões de dobras(um euro equivale a 24.500 dobras), orçamentados para assegurar a evacuação de doentes para tratamento em Portugal em 2010, já esgotaram. Porque o estado paga quase tudo para todos, considera que é o mais comunista do mundo. Arlindo Carvalho diz que é altura de se começar a pensar na comparticipação dos custos com a saúde.

Arlindo Carvalho que se reuniu quarta-feira, com os médicos do hospital Ayres de Menezes, para tentar organizar os serviços internos e melhorar as condições salariais dos profissionais de saúde, disse que o sistema nacional de saúde está falido. «Temos menos de metade daquilo que precisamos para fazer o sistema funcionar», confirmou.

O país tem muitas limitações financeiras, acrescentou o ministro. Apesar disso «O estado são-tomense tem assumido despesas que em mais nenhum país hoje se assume. É um estado comunista. O estado são-tomense deve ser o mais comunista do mundo, onde praticamente se paga tudo para todos», reclamou o ministro da saúde.

Arlindo Carvalho deu o exemplo da evacuação de doentes para tratamento em Portugal. Para esta rubrica o orçamento geral do estado para saúde fixou 7 mil milhões de dobras para o ano 2010. Até Abril o montante evaporou-se. «Há duas semanas enviados 24 pacientes em junta, suportado pelo estado. Na última semana uma outra quantidade similar. A este ritmo não há estado que aguente. Temos cerca de 7 mil milhões de dobras para suportar as evacuações, mas que geralmente no mês de Março a Abril esgota-se», explicou.

No entanto os casos graves de saúde não param de acontecer, e o ministério da saúde tem que buscar alternativas para garantir a evacuação dos doentes. Segundo o Ministro da Saúde a solução passa por retirar as verbas orçamentadas para outras rubricas do ministério para atender a evacuação de doentes. Por isso disse Arlindo Carvalho muita coisa fica por fazer no sistema nacional de saúde. «As pessoas têm direito de exigir, mas acredito que é preciso começarmos a pensar na comparticipação dos custos», sublinhou.

Ministro da Saúde defende a comparticipação dos custos de saúde. Uma intenção já aventada no passado por outros governos, mas que nunca foi implementada. Também este governo não o conseguirá implementar. Porque está em gestão até as eleições legislativas de 1 de Agosto. E por causa dessas eleições governo nenhum em São Tomé e Príncipe arrisca-se a tomar implementar medidas consideradas de impopulares, ou que podem pôr em causa os votos a serem arrecadados nas urnas.

Abel Veiga

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    Helder lima Responder

    olha o senhor ministro que me desculpe mais antes dele pensar nisso ele deveria ser melhor a situacao interna da saude porque se as pessoas estao a sair do pais a buscar de melhores condicoes de saude e porque o Pais nao oferece condicoes para tratar dos doentes com certos tipos de doencas. pergunta ao senhor ministro um familia dela estevesse na situacao de pedir junta se dele pagaria medate das despesas de custo com tratamentos.

    Isso nao e pensamento que um ministro dever num pais com grave situacao de saude como STP COM UM UNICO Hospital com menos de 200 mil habitantes.
    isso e pensamento de borro nao de quem estudou como ele.

    muito obrigado desculpa por qualquer coisas.

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      para vaz Responder

      oolha se soubeces k em stp cada duente tem k lever a sua agua para ratamento ou para igiene pessoal………….uk dirias?ou soris ou choras…..e biba stp

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    para vaz Responder

    e estamos quaze a ter um bimbo da costa en stp rizos…………..

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    Helves Santola Responder

    Bom dia, me desculpe, mas vocês não têm como corrigir os erros constantes nos comentários das pessoas?

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