Política

Relações entre São Tomé e Príncipe e Angola são invioláveis

Uma garantia dada ao Primeiro-ministro Patrice Trovoada pelos encarregado de negócios da embaixada de Angola em São Tomé e Príncipe Samuel Carvalho. O diplomata angolano encontrou-se com o Chefe do Governo são-tomense para entregar a Patrice Trovoada uma mensagem endereçada pelo Presidente da República e Chefe do Governo angolano José Eduardo dos Santos.

Angola é o único fornecedor de combustíveis de São Tomé e Príncipe. Ainda no sector energético a companhia angolana Sonangol, comprou a empresa nacional de distribuição de combustíveis, a ENCO, tornando-se assim num parceiro a que São Tomé e Príncipe muito depende para funcionar.

Angola assinou com o governo são-tomense, através da Sonangol acordos para construção de um porto logístico na zona norte de São Tomé, assim como outros protocolos para a modernização do aeroporto internacional, e reabilitação do porto de Ana Chaves.

São Tomé e Príncipe que neste ano ficou sem possibilidades de carregar e descarregar mercadorias no porto de Ana Chaves por causa do incêndio nas duas gruas do porto, viu a situação resolvida com apoio de Angola que colocou uma grua e outros equipamentos para descarga de contentores.

Um parceiro importante, que está a registar crescimento económico galopante, e que por arrasto pode influenciar o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe. O primeiro-ministro Patrice Trovoada já colocou Angola na sua agenda de visitas para os próximos tempos.

Abel Veiga

    15 comentários

15 comentários

  1. osvado pinheiro

    9 de Setembro de 2010 as 11:18

    fala mal do outro país agora quero simpatia esse nosso primeiro ministro é brincalhão ainda mais põe em causa as relações só por causa de não aceitação do país da sua amizade entrar na c p l p guiné equatorial nós naõ queremos um primiiro ministro q vem criar mal relação com os parceiro historico.

  2. sydnei

    9 de Setembro de 2010 as 11:53

    não podemos afastar nenhum parceiro neste momento, porque n temos condiçoes finaceiro…por isso temos que abraçar todos os parceiro seja la o que for ..
    e angola já é um dos parceiro muito antigo na cooperações ……..
    força..STP

    • Tony

      10 de Setembro de 2010 as 8:52

      Sou da opinião de que a cooperação é mecessária, para o nosso desenvolvimento, e com Angola uma das primordiais, mas,apesar de não termos meios financeiros neste momento, por si só ñ quer dizer que “poderemos abraçar todos seja lá quem for”…

  3. Alberto Nascimento

    9 de Setembro de 2010 as 12:32

    Co-operaçao! sempre

  4. moreno

    9 de Setembro de 2010 as 13:11

    Inviolaveis, pessoalmente nao estou de acordo talvez, conveniente sim. alias como escreveu um leitor, nao estamos em condicoes de afastar nenhum parceiro. somos pobres e no caso de Angola a cooperacao e de certa maneira muito benefica , por varias razoes.Temos que buscar mais parceiros porque ” quem muito aparece aborrece.

  5. jp

    9 de Setembro de 2010 as 14:42

    Seja quem estiver no poder, as relações entre Angola e S. Tomé são de irmandade, por isso há que perceber isso !

    • Hilário

      9 de Setembro de 2010 as 15:13

      Concordo. No entanto um país pequeno como o nosso não se pode dar ao lucho de estar a dizer que o seu posicionamento estratégico é só com Angola e Portugal, mesmo que seja este. Um mais pequeno como o nosso e insignificante no mundo tem de se abrir ao mundo inteiro e tirar vantagens de toda a parte, mesmo que tenha relações mais privilegiadas ou estratégicas com dois ou mais países, não é preciso dizê-lo de forma assumida e descarada. Se a nossa relação é estratégica e privilegiada com Angola e Portugal porquê que andamos a pedir dinheiro a Taiwan, Guiné Equatorial, etc.? Estas coisas devem ter âmbito de estado e não aparacer governantes a falar a torto e direito. Por isso, o Patrice fez muito bem em dizer que o país está aberto a todos os países e não só a Angola e Portugal muito embora seja este o nosso posicionamento estratégico.
      Hilário

  6. mé pó feladu

    9 de Setembro de 2010 as 17:26

    mas digo-vos somos um povo indipendente mas muito dependente.
    temos que pensar no futuro do nosso pais…lembrem-se do nosso verso “michidage só fé muala vé tê homé”
    muito cuidado ao lidarmos com estes casos tais como:
    cst;emae;enco;entre outros, são problemas de todos santomenses não somente do sr. primeiro ministro.

    por favor sr. primeiro ministro juntos como feiche de vassoura temos que acabar com estes monopólios todos. a que haver descentralização destes serviços imprescindiveis para o povo.
    ou seja que no futuro haja mais concorrencias e reduções de preços.

    obrigado…

  7. BLAGA PENA

    9 de Setembro de 2010 as 18:00

    Temos que ter cuidados e sermos cautelosos
    Angola é e sempre foi um parceiro estrategico de STome e Principe
    venha quer vier, diam o q quiserem

    • BLAGA PENA

      9 de Setembro de 2010 as 18:11

      correcçao (digam o que quiserem)

  8. merilym

    9 de Setembro de 2010 as 19:47

    St tem que deixar de depender dos outros paises, principalmente na parte de inergia, agua e por ai a fora….é um absordo St por esses assuntos na mão dos outros

  9. Digno de Respeito

    10 de Setembro de 2010 as 3:52

    Notre premièr, sabe bem o que disse. Porque olhando para a dimensão do País, a sua produção e o seu posicionamento e comparando com as necessidades locais, temos de ser convenientes em termos estratégicos. Por isso digo-vos, há diferença entre ser parceiro histórico, parceiro previlégiado, parceiros excusivamente previlegiado entre outros modos operantes. E ao falarmos de cooperação no contexto internacional, deve-se previlegiar tudo quanto seja favorável ao desenvolvimento de São Tomé e Principe procurando aproveitar a melhor das oportunidades e a potencialidade de cada um dos países parceiros.

    Considero o momento mais importante é o de negociações. Carece de muita ponderação e reflexividade ao se transpor o acto de negociação para termos de comprimisso. Mas isso é uma matéria que não domino e deixo essa parte para os sabedores em matéria das Relações internacionais, de Cooperação e Multilateralismo….

  10. Pm

    10 de Setembro de 2010 as 8:33

    Olha Sr. 1º. Ministro, por favor não dê importância aos sensuras venenosas. o a nossa terra precisa de trabalho e não de discursos, tente fazer as coisas e falar menos, porque o segredo é sem dúvidas a alma de qualquer negócio. Não vamos brincar com as Cooperações, os nossos parceiros sem comparações merecem todos respeito maximo, já que não produzimos. Vamos ser serios, porque o que aqui falamos para a Comunicação Social não fica por ai, o mundo hoje é globalisado e as informações andam mais rápidas que a V. da Corrente electica.

  11. Folha Pacatá

    10 de Setembro de 2010 as 11:02

    O nosso país produz sim, mas insuficiente para sustentar as nossas despesas. Devemos produzir mais e não tornar-mo-nos dependente total como no passado. As cooperações devem existir mas de forma recíproca. Não devemos pedir td a um só parceiro por mais que ele seja estratégico. Entendo que não temos uma estratégia definida. Então que estratégia estariamos a falar com o nosso parceiro Angolano? Compra de combustível? E como troca venda a uma tuta e meia da ENCO e futuramnte da EMAE? Devemos repensar se é mesmo isso que queremos. Continuaremos as cooperações ja existente, mas devemos ir a busca de outros parceiros tb visinhos(Africanos )para junto partilharmos o que temos e não temos. Como sabemos a Europa tem tirado comprapartida avultante nos apoios que nos são concedidos. Vamos doravante estar atentos a tudo que envolve a sociedade santomense.

  12. kimposso

    12 de Setembro de 2010 as 9:39

    Angola eh um parceiro de desenvolvimento que STP devera sempre preservar.Para alem dos beneficios que poderemos lucrar, tem o papel e a importancia que Angola tem ou podera vir a ter no continente africano.
    Eh importante vermos os pontos positivos desta cooperacao e nao encararmos com negativismo as relacoes entre Angola e Sao Tome e Principe.

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