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Comunidade de Estados da África Central propõe tratado para controlo de armas de guerra na região

Reunidos em São Tomé durante 2 dias, os ministros dos 11 países membros da Comunidade Económica d África Central, comprometeram-se em assinar um  tratado que proíbe a comercialização de armas no seio da comunidade que tem cerca de 200 milhões de habitantes.

É uma das decisões saídas da trigésima segunda reunião do comité consultivo permanente das Nações Unidas, sobre a segurança na África Central, que terminou quarta-feira em São Tomé.

São Tomé e Príncipe que lançou no ano 2006 a iniciativa para proibição do comércio e circulação de armas ligeiras e de pequeno calibre na região da África Central, acabou por lançar mais uma iniciativa, desta vez para reforçar o controlo de armas de guerra na região da África Central.

Os 11 países da sub-região africana representados pelos ministros do sector da defesa e segurança, prometeram assinar um tratado internacional que limita o comércio de armas na África Central.

A pirataria marítima crescente na região, do Golfo da Guiné, é outro ponto que deverá merecer atenção da comunidade internacional. Os Camarões país que tem sido alvo de vários ataques de piratas, pediu colaboração da CEEA, para realização de uma cimeira internacional para envolver a comunidade internacional na luta contra a pirataria no golfo da Guiné.

Até Setembro próximo São Tomé e Príncipe preside o comité consultivo permanente das Nações Unidas sobre questõ3es de segurança na África Central. Altura em que será a realizada a trigésima terceira reunião ministerial em Bangui, capital da República Centro-Africana.

Abel Veiga

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    Lévé-Léngue Responder

    A ploriferação dessas armas tem trazido consequências graves para a humanidade. Quem as inventou certamente nem imaginou que o seu indevido uso seria tão penalizante com consequências catastróficas. É preciso limitar e controlar essa ploriferação, para o bem comum.
    Força África!

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