Sector da Defesa e Ordem Pública é o mais prejudicado por causa da crise líbia

No conjunto das rubricas inscritas no OGE para 2011, o Governo direccionou o financiamento directo do Governo Líbio para o Orçamento Geral do Estado, a favor do sector da Defesa e Ordem Pública, no valor superior a 1 milhão e 400 mil euros.

O executivo que está a criar a lei de programação militar, decidiu aplicar o financiamento directo ao OGE prometido pela líbia no sector da Defesa e Ordem Pública.

Para aquisição de materiais e equipamentos, para as forças de defesa e segurança, foi inscrito no OGE um total de  1 Bilhão e 200 milhões de dobras cerca de 49 mil euros. O OGE para 2011, inscreveu também 16 biliões 445 milhões e 750 mil dobras, equivalente a 671 mil euros, para aquisição de outros equipamentos para o sector da defesa.

Porque as forças armadas se deparam com falta de meios de transporte, o executivo agendou 14 biliões e 700 milhões de dobras, para aquisição de meios rolantes para as forças armadas, cerca de 600 mil euros.

Para fardamento e equipamentos de comunicação, o OGE prevê a uma verba de 700 milhões de dobras, o mesmo que 28 mil e 571 euros.  Também para fardamento e botas para as forças de defesa e segurança, este previsto 102 mil e 40 euros.

Financiamento que deveria ser garantido pelo governo Líbio.

Para além do investimento directo no Orçamento Geral do Estado, o estado são-tomense contava receber este ano mais injecção de capital líbio de forma privada através do fundo solidário, que em consequência da guerra civil na Líbia, foi congelado.

Abel Veiga

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    Osama bin Laden Responder

    Acabem com as forças armadas, não precisamos de militares para nada, os Estado com desmantelamento das forças armada pouparia muito dinheiro e evitaria também golpes de Estados extemporâneos, com objectivos ocultos.

    Temos no quartel um grupo de homens que não fazem nada, com salários chorudos a viver a conta do orçamento.
    STP não está em guerra nem está sobre ameaças de guerra, hoje em dia ganha-se a guerra com tecnologia e não com homens.
    A Suíça não tem forças armadas, mesmo assim nunca foi invadido por ninguém.

    Fim das forças armadas já, só precisamos de guarda costeira, pois é no mar que está a nossa riqueza, e é ali onde não existe patrulhas constante para defender as nossas fronteira marítima.

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      benavides pires sousa Responder

      tem boas ideias dentro do que dizes, mas falta coisitas ai…

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      Buter teatro esquecido Responder

      Senhor Osama Bin Laden;
      É de salientar,que a sua ideia foge um pouco questões de segurança do Estado. Aproveito, para o lembrar que estamos na lista de países com a grande reserva do Petróleo, razão pela qual defendo uma melhoria das novas forças armadas e não a sua extinção.
      Contudo, gostaria de o lembrar que temos poucos efectivos no seio das nossas forças armadas, o que de facto acontece é a má utilização dos recursos humanos no nosso País. Mais não concordo que haja tropas somente quando há conflitos.

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      Gino Responder

      HAHAHA!!! Maluco meu Mano!!se acabares com as FA em stp o ARLECIO vai fazer golpe

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        Osama bin Laden Responder

        Tu não me conheces, chama-me logo maluco, só porque as minha ideias são contraria as suas, por amor de Deus tenha contenção na língua.
        Respeito é bom e eu gosto, provavelmente, tu também deves gostar da palavra respeito!

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          Fulano Responder

          Concordo. Respeito mútuo :-)

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    Renato Correia Responder

    concordo plenamente.para que alimentar habitos ou despesas desnecessárias.com este dinheiro podia-se preparar uma guarda costeira eficaz para poder servir melhor os destinos da nação.

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    RS Responder

    Onde está o meu comentário em que explicava ao Sr Osama que a Suiça tem forças armadas e a forma de funcionamento delas? Foi censurado? Não menti, não insultei ninguém, não faltei ao respeito a ninguém.

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    Matabala Responder

    É como dizer que não coloco seguro do meu carro porque vou conduzir devagar…besteira…Muitos problemas não existem porque existe a prevenção meu caro. O que precisamos é rentabilizar as actividades dos nossos militares…por exemplo, ha muitas casas necessitando de reabilitação nas roças, ha muitas zonas onde os jovens só passam vida na bebedeira…não ha planos de formação de animação, de ocupação dos tempos livres, de apoio aos mais carenciados, de apoio a erradicação de doenças como o paludismo, campanhas de limpeza e sensibilização das populações…penso que isso poderia ser um bom motivo para existencia do serviço militar em São Tomé e Príncipe. Seria também uma forma de eles conhecerem melhor o seu país, em vez de ficarem ai dentro do quartel fazendo apenas duas refeições diárias e cantando.
    A Suíça é um país onde cada cidadão ja tem o seu futuro garantido, eles ja fizeram todos os seus trabalhos de casa…
    Ainda estamos a tempo de fazer o nosso.

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    Xnove Responder

    Prezado Bin Laden
    Ja ouvistes falar do Haiti que fica no continente americano? Esse msm pais se encontra em atual estado de desgraça pq um dito presidente resolveu acabar com as forças armadas e abriu espaço p mercenários, pega leve meu chapa.

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    ke kwa Responder

    A Suiça tem de facto forças armadas. Mesmo no aeroporto de Zurique pode se ver alguns militares fardados incluindo de raça negra e se fores a Genebra na zona bancária e hoteleira mais concretamente próximo do Hotel Embaixador está lá nas traseiras um quartel com militares fardados e armados. A Costa Rica nao tinha FA mas acredito que com a actual conjuntura internacional já deve as ter.

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    Olhos de Tartaruga Tartaruga Responder

    É certo que a questão da extinção das Forças Armadas deve ser analisada de forma descomplexada, desapaixonada e racional.

    Não parece ser razoável a extinção das forças armadas, elas deve manter como um serviço cívico, onde todos devem dar o seu melhor, sacrificando em benefício da nação santomense, até porque juram com a própria vida para tal, mas no entanto não exigiria tanto até aí.

    Nós não temos guerra armada, mas se calhar hão de concordar comigo que temos sim muitas batalhas não menos piores que a armada como pobreza, e as doenças como a malária, tifóide, parasitas intestinais, a cólera, e outras directamente relacionadas saneamento de meio, e porque não a protecção das praias.

    Há outra grande batalha que é a degradação e o abandono das infra-estruturas agrícolas, refiro-me fundamentalmente aos edifícios de arquitectura invejável das sedes e dependências das antigas roças, não esquecendo das pistas de pedras calcetadas limitadas por flores, pontes e aquedutos em betão que hoje só se repara dos vestígios, enfim…

    Enfatizo pela necessidade de se reestruturar aquelas infra-estruturas porque não há dúvidas que são um potencial atractivo turístico, e sabe-se que o turismo está tornando hoje uma indústria bem posicionada economicamente.

    E mais aquelas infra-estruturas e as plantações agrícolas devem ser todas consideradas Património Nacional ao cuidado e a protecção de todos santomenses em particular das Forças Armadas porque estas estão ao serviço da nação.

    Assim, por um lado pelo menos quando deixarem de ser militar após os dois anos de serviço obrigatório sairão com honra, dignidade e do dever cumprido de ter efectivamente servido a nação que lhe viu nascer e ainda teremos mais pessoas com conhecimento da agricultura propriamente dito, em obras de restauros, organização e administração agrária. E acredito ainda que será uma forma de aliciar aos tais jovens após ao serviço militar ao trabalho rural, evitando porém estrangulamento existente nos passeios da nossa cidade por homens e mulheres que certamente nos envergonha, e por outro lado justificar a manutenção do efectivo militar e demais encargos inerentes.

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    Fulano Responder

    No nosso continente usa-se militares como ferramentas dos corruptos para permanecer ditadura, roubos e corrupcao da elite estupida e ignorante. Temos que educar muita gente.

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