São Tomé e Príncipe chora por causa dos custos da democracia

De mãos estendidas e a suplicar, assim continua São Tomé e Príncipe, até mesmo para continuar a manter o exercício da democracia (poder do povo). O país chora porque tem eleições marcadas para 17 de Julho, mas ainda não tem meios financeiros nem materiais disponíveis para o povo exercer o seu poder.

O país está a enfrentar sérias dificuldades para financiar a democracia. O Presidente da Comissão Eleitoral Nacional, Victor Correia descreveu para os representantes dos 14 candidatos às eleições presidenciais de 17 de Julho, E para a imprensa, a situação crítica que o país vive para continuar a manter a democracia.

Para garantir a realização das eleições no dia 17 de Julho, a CEN precisa de 350 mil euros. Quando faltam pouco mais de 20 dias para a realização das eleições o Governo que parece ter os cofres do Estado vazios, veio dizer que para já só garante 50% do valor que a CEN precisa. «Em relação as finanças estamos a trabalhar com o governo, que já fez a promessa de avançar 50% do valor para breve. No orçamento da CEN precisamos de 350 mil euros», afirmou Victor Correia.

50% do valor não resolve os problemas, mas a CEN tem fé que até 17 de Julho, o governo consiga adiantar a outra parte. Victor Correia descreveu outras situações que provam a dificuldade do país em garantir o financiamento da democracia.

Segundo o Presidente da CEN, o Estado são-tomense não conseguiu desbloquear meios financeiros suficientes para financiar o processo de recenseamento eleitoral de raiz na diáspora. Até o pagamento dos subsídios dos agentes recenseadores esteve atrasado, ao ponto de os agentes recenseadores em Portugal terem retido os kits de recenseamento, como forma de pressão para que o Governo pagasse os seus subsídios.

Japão é um dos parceiros que financia as eleições em São Tomé e Príncipe. Através do fundo de contra-partida resultante da venda do arroz ofertado a São Tomé e Príncipe, o reino nipónico colocou cerca de 1 milhão de dólares a disposição do Governo para financiar o processo eleitoral. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento é outro patrocinador das eleições em São Tomé e Príncipe. Mesmo assim as dificuldades persistem.

Dificuldades financeiras que se juntam a desorganização reinante no Estado democrático, e que não deixam a CEN respirar de alívio.

Victor Correia, apresentou mais um constrangimento para as eleições presidenciais de 17 de Julho. Tem a ver com os boletins de voto. Portugal país que tradicionalmente apoia a realização das eleições em São Tomé e Príncipe, produziu mais de 96 mil boletins de voto para as eleições de 17 de Julho, semqualquer custo para São Tomé e Príncipe, incluindo o transporte dos boletins. A encomenda foi feita depois do Supremo Tribunal de Justiça ter anunciado à Comissão Eleitoral Nacional a ordem dos candidatos no boletim de voto. Segundo o Supremo Tribunal de Justiça 13 candidatos deveriam constar no boletim.

Mas, quando a encomenda já estava a ser aviada, de repente o Supremo Tribunal de Justiça avisou a CEN que o número de candidatos subiu para 14. Victor Correia descreveu a situação difícil que se seguiu. A cooperação portuguesa não sabia o que fazer com os mais de 96 mil boletins de voto contendo 13 candidatos. «Tivemos que fazer muitos telefonemas. Muitos contactos cá e em Portugal», precisou o Presidente da Comissão Eleitoral.

Momento difícil, mas que foi superado. A cooperação portuguesa prometeu produzir e ofertar como habitualmente à São Tomé e Príncipe São Tomé e Príncipe, novos boletins de voto desta vez com 14 candidatos.

Segundo Victor Correia, a cooperação portuguesa compreendeu a situação e já está a produzir os novos boletins de voto. No entanto surge mais um problema. É que desta vez a cooperação portuguesa deixou para São Tomé e Príncipe, a responsabilidade de garantir o transporte dos novos boletins de voto. Victor Correia fez saber que nesta altura de férias, os aviões estão lotados. Por isso a chegada a tempo dos boletins de voto para a realização das eleições de 17 de Julho, é uma incógnita. «Estamos optimistas e achamos que vamos poder superar tudo isto. Em relação a chegada dos materiais estamos a trabalhar com o Governo e com a cooperação portuguesa. Isso cria de facto algum embaraço, porque ficamos nesta expectativa, chega não chega… quando é que chega», pontuou Victor Correia.

Incertezas que não tiram confiança a CEN quanto a realização das eleições na data prevista. «No dia 17 de Julho tem que haver eleições. Até agora nada nos leva a crer que não haverá eleições no dia 17 de Julho», concluiu o Jornalista que Preside a Comissão Eleitoral Nacional.

País que só produz 7% de receitas para satisfazer as suas necessidades, São Tomé e Príncipe, posiciona-se como um pedinte internacional, que não consegue se quer garantir o mais importante exercício da democracia, as eleições.

Abel Veiga

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    João Responder

    Diabo leva quem pegou país e deixo assim.
    João

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      Ramos Neto Responder

      Caros leitores! este assunto requer uma reflexão profunda e séria. São- Tomé é muito pequeno para estar a passar por estas dificuldade, visto que temos tido muitas agudas internacionais já era o tempo de STP mostrar que não precisa mais de “batatinhas”, estamos cada vez mais num profundo abismo. Obrigado

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        luis Responder

        concordo, sou portugues e tenho a felicidade de ja ter visitado tão belo país e povo de coração que me deixou muitas saudades, entristece-me ver o abismo a aproximar-se de são tomé e principe, e ainda mais triste fico ao ver que o governo nao consegue ou quer mudar essa direção, não caiam no erro de outros governantes, apoiem o povo, invistam em formação potenciem os recursos do país,café..oleo de palma, cacau, TURISMO… voltem-se para o importante, gerar riqueza num país significa honrar os seus cidadãos com mais qualidade de vida, e ai sim acreditem pois um país é feito de gente, de trabalho, e não so de governos, não deixem de ser quem são, continuem. Um tudo de bom e do melhor para todos voçes.

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      PIDE Responder

      Quem devia pagar esses custos todos é o senhor Fradique que fez cair governo e mais governo, feito uma grande louca a procura de “cassete”….

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      Antonio Responder

      Será verdade!!!! ouvi á pouco na rtp africa que um candidato desistiu da corrida ás presidenciais devido ao seu partido não o apoiar directamente…

      ….Mas, quando a encomenda já estava a ser aviada, de repente o Supremo Tribunal de Justiça avisou a CEN que o número de candidatos subiu para 14. Victor Correia descreveu a situação difícil que se seguiu. A cooperação portuguesa não sabia o que fazer com os mais de 96 mil boletins de voto contendo 13 candidatos. «Tivemos que fazer muitos telefonemas. Muitos contactos cá e em Portugal», precisou o Presidente da Comissão Eleitoral.

      Momento difícil, mas que foi superado. A cooperação portuguesa prometeu produzir e ofertar como habitualmente à São Tomé e Príncipe São Tomé e Príncipe, novos boletins de voto desta vez com 14 candidatos.

      Segundo Victor Correia, a cooperação portuguesa compreendeu a situação e já está a produzir os novos boletins de voto. No entanto surge mais um problema. É que desta vez a cooperação portuguesa deixou para São Tomé e Príncipe, a responsabilidade de garantir o transporte dos novos boletins de voto. Victor Correia fez saber que nesta altura de férias, os aviões estão lotados. Por isso a chegada a tempo dos boletins de voto para a realização das eleições de 17 de Julho, é uma incógnita.

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    Granger Causality Responder

    Sao Tome e Principe por ser um pais fraco em recurso deveia emplentar sempre o modelo de lideranca de custo ou seja um modelo que visa a reducao do custo com a operacao.Com um regime presidencialista ficaria mais barrato e ajudaria o estado a poupar mais dinheiro, por nao ser necessario fazer duas elecoes praticamnete em simultaneo.

    UM barco!

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      Sr Lei Responder

      Desculpa-la mas compatriota, como economista procure na dar muita bandeira na escrita. Sem quererofender ok?

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        Uwé-Beto Responder

        Escrevestes duas linhas e errastes nas duas. Cada um escreve como sabe, repara nos teus erros antes de corrigir os outros. Não comentes se não tens ideias.

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          Sr Lei Responder

          Xtou 100% de acoldo conxigo e a xua opiniao e valida para muitos que andam neste site. Ambos os dois elamos! Es mesmo Uwe Beto..Manuel

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      Montecara Responder

      Conordo plenamente|||||

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    Sr Lei Responder

    Mais caricato sera ainda se o Ministerio Publico tiver que excluir candidatos! Tristeza, tristeza e tristeza. A ver vamos as cenas do proximo capitulo

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    J. Maria Cardoso Responder

    O transporte dos boletins de voto ao país e a diáspora africana, não deve constituir qq problema a realização do acto eleitoral na data prevista, ao acreditarmos que o Chefe do Governo são-tomense nas suas digressões ao estrangeiro usa vôos privados.
    O Presidente da CEN deve comunicar ao Chefe do Executivo da data em que a encomenda esteja disponível para o embarque.
    O nosso Primeiro-Ministro não terá dificuldade em dar uma boleia aos boletins com as caras dos nossos 14 jogadores ao tempo da realização das presidenciais no dia 17 de Julho.
    Tudo resolve-se!

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      Montecara Responder

      Reflexão oportuna José Maria! O PM, pelo que nos habituou não teria dificuldades para resolver este problema.
      Por utrolado, seria importante que quem de direito revisitasse as despesas da CEN com o pessoal ( os membros). Não é justo que esses senhores levem para a casa por cad eleição em média o equivalente a mais de três anos de seus salarios na função pública. Alias, salario, na função pública que continuam a receber embora em funções na Comissão eleitoral.

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    ze cabra Responder

    viva o colonialismo aquele tempo estavamos felizes pergunto a esses libertadores o que de bom que fizeram para o pais.porque nos fomos sempre livres quem era escravos eram os tongas e os caboverdianos a independencia veio fazer bem a uns e a desgraça dos restantes

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      RS Responder

      Mesmo que se equacionasse actualmente uma Federação com Portugal, ou um estatuto parecido ao da Madeira e Açores para São Tomé e Príncipe, que abriria as portas ao financiamento forte por parte da União Europeia, acho que Portugal também está com graves dificuldades financeiras e dificilmente teria disponibilidade para entrar numa aventura dessas.

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    MÉ SOLO Responder

    STP chora por custos da democracia porque durante os 35 anos pouco foi feito para criar riquezas, tudo que nos é dado é mal aplicado.

    A corrupção tem aumentado, ninguém presta conta a ninguém, carros de luxo tem aumentado no país, casas de luxo em todo canto do país.

    Temos o caso mais recente com o donativo do governo brasileiro que foi muito mal aplicado, ninguém presta conta e até dizem que é o caso STPTRADING é um Teatro, o mais grave é q temos que pagar este montante.

    A Democracia tem preço, e fica mas caro quando não se aplica REGRAS.

    È pena que todos choramos mesmo não tendo culpa.

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    MÉ SOLO Responder

    A CEN não equacionou a questão custo benefício.

    Pelo que sei o CEN fez deslocar a diàspora vários elementos para o trabalho de recenceamento.

    A CEN sairia a ganhar se fizesse deslocar apenas um quadro para dar formação e fazer acompanhamento a pessoas préviamente selecionada.

    No meu entender o MP também contribuiu para mas lágrimas ao permitir que entra-se mais um candidato.

    Segundo o Tela Non , só um candidato tem razões para sorrir, e o CEN já mandou refazer os bolitins de voto. Caso um ou outro pré candidato não venha regularizar a sua situação, já não vamos CHORAR vamos é GRITAR.

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    Telmo Responder

    Peçam o dinheiro aos candidatos, são tantos se cada um fosse obrigado por lei a contribuir com um significativo montante haveria dinheiro que chegue.

    Aprendam com os americanos! Afinal estamos em democracia e economia de mercado, e temos tantos candidatos porque temos muitos particulares cheios de dinheiro!

    O Estado serve para obrigar os cidadãos a participarem para o bem de todos.

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      Jangada Submarina Responder

      Excelente ideia!

      São 14 candidatos, basta que cada um desse 12.500Euros para que os 50% que faltam ficasse garantido.

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    Horácio Will Responder

    Abel Veiga
    A notícia saiu mal.
    Como podemos chorar pelos custos de algo que não existe?
    Temos eleições livres, o que só se pratica em estados democráticos.
    Tenho dúvidas:
    -Temos apenas eleições livres ou temos democracia?
    Se a democracia implica a passagem de grandes decisões pelo povo o que visará o bem-estar do próprio povo, podemos dizer que quem legitimou a imunidade parlamentar, ou talvez, a impunidade dos parlamentares foi o povo? Pelo que sei, o povo não foi tido nem achado quando criaram a lei para defesa da corrupção que o consome.
    Os representantes do povo deviam demonstrar que os seus lugares são de pessoas exemplares e acima de suspeitas. O que se tem visto, pelo contrário, é aproveitamento de cargos nobres para esconder acções nascidas da pobreza de espírito.
    Se quisermos uma democracia a sério, vamos afastar os que governam em função da conquista do poder sem saber o que é escrúpulo e vamos exigir que a governação seja exercida em função da causa pública. Se o conseguirmos, teremos democracia e de certeza que nunca mais se dirá que se chora pelo preço dela.

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      Horácio Will Responder

      Abel Veiga
      Devia dizer a notícia saiu mal, colocando aspas porque só queria ironizar como introdução para o conteúdo que se seguiu.
      A dedicação do Abel e o aumento da seriedade dos leitores/comentadores têm ocasionado uma interessante melhoria de qualidade do seu jornal.
      Referindo-me a oito meses para cá, desde que comecei a ler os comentários, acho que estamos a ficar cada vez mais bem servidos com o Téla Nón.

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    Sr Lei Responder

    Neste código de conduta poderia ficar estipulado que qualquer candidato que não conseguir pelo menos 5% dos votos (cerca de 4632 eleitores se todos votarem), deve suportar 5% dos custos necessários para a realização do acto eleitoral. Tenho a certeza que deste modo o número de aventureiros nesta corrida eleitoral diminuiria consideravelmente e não seriam apenas os pobres a pagar este dinheiro.

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      Ovumabissu Responder

      Sr. Lei, volto a insistir, a coisa não pode ser vista desse prisma.

      o que se faz, por exemplo na Alemanha, é o esatdo não dar qualquer comparticipação/subvenção aos partidos que arrecadem menos de 5% de votos.

      Se o Estado não dá qualquer ajuda aos candidatos e os custos não são (á primeira vista) proporcionais ao número de candidatos, não vejo qualquer razão para fazer pagar os candidatos menos votados.

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        Sr Lei Responder

        A minha ideia parece irritar-lhe! Será que é ou tem intenções de se candidatar um dia? Para sua informação se não fossem algumas dificuldades teríamos mais de 20 candidatos! Acha isso razoável? De certeza que não tem noção do que é custo!
        Os custos não são proporcionais?
        1 – O custo em gastar tinta para escrever o nome de 5 candidatos é menor do que aquele necessário para gastar com 20? Idem para o número de funcionários necessários para tratar todos estes processos.
        2 – Esta a ver como é que a nossa cidade vai estar poluída com cartazes de 14 candidatos (uns mais feios que outros!).
        3 – Limpar este lixo todo depois tem custos! Esta a ver a quantidade de pessoas que não vai trabalhar durante período eleitoral porque é mandatário/apoiante de um candidato qualquer?
        Vamos ver quantas opiniões favoráveis vão ter a minha e a sua opinião.

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      Jangada Submarina Responder

      Acho justo.

      Só acho que deviam pagar adientado os 5% do custo e caso atingissem esta percentagem, sê-los-ia devolvido a garantia no final.

      Parece-me justo.

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        Jangada Submarina Responder

        Pensando melhor, talvez não fosse boa ideia. Porque iria privar pessoas com competência e que não tivessem capacidade financeira, de participar nas eleições.

        Transformava as eleições presidenciais em eleições para ricos apenas e os pobres capazes ficariam de fora.

        Por isso, faço mea-culpa e retiro o que disse, no comentário anterior.

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    Deus é Grande e Seja Louvado Responder

    Como sãotomense, estou muito triste…….
    É vergonhoso………………………..
    No entanto vislumbra-se alguns pseudo ricos da nossoa praça a exibirem sinais exteriores de riqueza (carros, casas,viagens, mulheres e outros artefactos), béns do povo de S.tomé e Principe que os mesmos uzurparam para seu proveito próprio, efim, é revoltante……
    Apesar destes atropelos e má fé,existem os infelizes mensageiros da desgraça de sempre que culpam o Sr. Dr. MANUEL PINTO DA COSTA devido a seus 15 anos de presidente…………
    É triste de mais…………………..
    Mas acho que é momento de todos os sãotomenses dar a mão para bém do nosso PAÍS, por isso vou deixar uma sugestão a CNE/STP……………………….
    Se for pemitido por lei, de forma a poupar alguma verba que podem ser ncessaria para outros fins,existem Sãotomenses na diáspora com a vida bastante estável e conslidada capáz de asseguar alojamentos, refeições, transporte e outros Afins………..
    Se acharem boa ideia estou disponivel para ajudar e contactar outros para devidos efeitos……………….
    Viva S.tomé e Principe
    Viva Téla nón
    UNIDOS VENCEREMOS
    Bom fim de semana a todos

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    Eliseu Viana Responder

    Sabendo da realidade do Pais,na verdade,os candidatos deveriam apoiar com alguns valores sim,por que antis de o PR anunciar a data da eleiçao,deveriao saber de onde viriam os valores,sendo assim si cada um iria participar com x valor,nao teriamos tantos sem vergoganhas a concore o mas alto cadeirao,fica aqui uma pontuaçao para os leitores deste jornal,voces sao nota dez

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    Eliseu Viana Responder

    tantos sem vergonha queria eu escrever

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    Buzio sem pena Responder

    Tirem copia de Cabo Verde, deixem de odios, rancores e disavenças, vamos nos unir esquecendo o passado.
    Vamos lutar unidos para tirar o país da miseria com a contribuiçao de todos nos.
    Viva

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    alegria Responder

    MEU DEUS

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    Virtual Responder

    Vamos ver se é desta vez que tomam vergonha! Porque se vierem a reduzir o n.º de candidatos aí é que serão elas! Pois, tudo servirá para mostrar que as coisas devem ser bem planeadas e bem pensadas! E se correrem mal, as responsabilidades devem ser assumidas. Porque não sei como é admissível o Supremo Tribunal lançar o boletim de votos sem antes avaliar as condições das candidaturas apresentadas!? Pois, ao meu ver aí reside todo este problema.

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    Isidoro Porto Responder

    Eu não acredito na boa fé destes 14 jogadores, com excepçãao do Evaristo de Carvalho. Não pela competência para cargo, mas pelo menos como único garante de estabilidade politico/governativa nos proximos 3 anos que restam ao presente GOVERNO legítimamente eleito pela maioria relativa do povo santomense.

    Todos outros gritam aos 4 ventos que querem a estabilidade político/governativa em São Tomé e Príncipe. Quando entervistados apresentaram pretensões/ideias com um pendor 100% governativo, mesmo não sendo conferidos pela actual Constituicao do pais, de poderes governativos. Isto, em primeira e última análises, uma vitória de qualquer outro candidato que não seja Evaristo de Carvalho, caso tais candidatos não renunciem as suas declaradas pretensões/ideias de pendor 100% governativo, entrarão necessàriamente em rota de colisão com Governo nas suas ações ou então teremos dois Governos paralelos no terreno, desenvolvendo ações para tirar o país no estado em que se encontra. Sendo assim o expectro da instabilidade política que foi enterrado desde a MOÇÃO DE CENSURA PARLAMENTAR de 2008, será desenterrado a partir de 17 de Julho próximo, caso um candidato que não seja da cor política do Partido que governa actualmente, seja eleito.

    É certo que Evaristo de Carvalho será o “PAU MANDADO” do actual Primeiro Ministro, mas teremos garantida da estabilidade político/governativa a 50%, (PERSIDÊNCIA e GOVERNO, pois os outros 50% caberão ao Parlamento que neste caso ninguém poderá prever o que sairá daí ao longo dos restantes 3 anos próximos, tendo em conta a maioria relativa do partido no poder.

    Por outro lado, todos os outros candidatos, além dos comprimissos legítimos que têm com São Tomé e Príncipe, sua Terra Natal, presumo que todos sem excepção, têm compromissos com os países e parceiros que os apoiam ou lhes “EMPURRAM” nessa luta de candidatura presidencial.

    Esses países e parceiros estão acima de tudo, tentando hastear mais alto as suas bandeiras nacionais no solo santomense, em nome de irmandade, solidariedade e coisas que possam distrair ou adormecer os santomenses, enquanto vão sugando cada vez mais o nosso povo, a nossa economia e protegendo os seus lacaios santomenses, “SEUS PAUS MANDADOS” e seus rodeantes.

    É nesta defesa dos seus interesses, que os paises e parceiros empurram os santomenses ao desentendimento e consequentemente á instabilidade política, sob forma de alteração da Constituição para acomodar o PRESIDENCIALISMO o mais ràpidamente possível, o que vai desembocar num GOLPE PALACIANO ou seja na DESTITUICAO de um Governo legìtimamente eleito durante o seu mandato.

    Tendo o povo se apercebido da carnavalesca MOÇÃO DE CENSURA PARLAMENTAR DE 2008 e decidido aplicar uma verdadeira MOÇÃO DE CENSURA POPULAR EM 2010 aos detratores, agora surrateiramente querem derrubar o actual Governo com um hipotético Presidencialismo, como se o PRESIDENCIALISMO fosse uma varinha mágica que vá resolver os graves problemas de um país cheio de preguiçosos, invejosos, rebeldes, incumpridores das leis vigentes, etc.

    1. Prova de tudo que afirmei acima está no facto de candidatos que se propalam querer desenvolver São Tomé e Príncipe, quando estão em São Tomé e Príncipe são santomenses, em Angola, angolanos, em Portugal, portugueses, nos Estados Unidos, americanos, em Gabão, gaboneses, em França, franceses, em Cabo Verde, caboverdianos, etc, etc.

    Esses homens têm os seus corações divididos em vários países e deste modo enquanto Presidentes de SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, em negociações com tais países onde partilham nacionalidades, (mesmo que renunciadas), não defenderão a 100% os interesses de São Tomé e Príncipe, porque devem favores (DEVER MORAL) aos Estados que lhes concederam as nacionalidades ora renunciadas a velocidade de relâmpago.

    2. Esses candidatos que gastam milhões com campanhas, banhos, músicos contratados no estrangeiro, viagens com comitivas ao estrangeiro para campanhas, etc, não se dignam a canalizar voluntáriamente nem Dbs: 0.01 (UM CENTIMO DE DOBRAS) ao Tesouro do Estado a fim de o Governo canalizá-lo á CNE (COMISSÃO NACIONAL ELEITORAL) com o propósito de suportar o seu pesadelo nesta árdua tarefa de consolidação da democracia.

    Desta forma estes candidatos estariam a dar provas que:
    a. Estão engajados em trabalhar em sintonia com o Governo para consolidar o bom entendimento entre a futura Presidência e o atual Governo;

    b. Que estão realmente engajados a trabalhar juntos com o Governo no sentido de “CORTAR AS MÃOS ESTENDIDAS” do pais ao estrangeiro, como têm propalado nas suas declarações;

    c. Estariam a dar um novo exemplo ao exterior, demostrando que AGORA SIM, os santomenses estão determinados a inverter o estado de coisas no país.

    Posto isto, lanço um repto aos 14 candidatos presidenciais com dupla, tripla ou quádrupla nacionalidades: tendo o Governo prometido custear 50% do orçamento proposto pela CNE de EUR: 350.000.00 (ou seja 175,000.00), peço encarecidamente a cada um dos 14 candidatos, que de uma forma voluntária e em nome de São Tomé e Préncipe que dizem defenderem até a última gota dos seus sangues, que cooperem com o Governo e DEPOSITEM no Tesouro do Estado 1/14 (UM CATORZE AVOS) dos restantes 50% que faltam ao CNE (ou seja apenas EUR:12,500.00 – DOZE MIL E QUINHENTOS EUROS para cada candidato) no sentido de mandarmos uma vigorosa mensagem aos nossos parceiros externos que estamos a dar os primeiros passos para que a Mudança seja uma realidade no nosso país.

    Sei que há candidatos que prometeram dois milhões de dólares para compra de blocos petrolíferos na nossa ZEE. Sendo verdade, não acredito que sejam relutantes em oferecer DOZE MIL EUROS para a festa que esles próprios são principais artistas.

    O meu último apelo aos santomenses, mas em primeiro lugar a aqueles que juraram defender São Tomé e Príncipe até a última gota dos seus sangues:

    VAMOS MOSTRAR AO MUNDO QUE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE JÁ NÃO VAI CHORAR /ESTENDER AS SUAS MÃOS SUJAS E PREGUIÇOSAS AO ESTRANGEIRO PELOS MÍSEROS TREZENTOS E CINQUENTA MIL EUROS POR UMA CAMPANHA ELEITORAL DE 14 PRESIDENCIÁVEIS.

    VAMOS MOSTRAR AO MUNDO, QUE QUALQUER UM DOS 14 PRESIDENCIÁVEIS É REALMENTE A SOLUÇÃAO PARA A LAVAGEM DESTAS MÃOS SUJAS, PREGUIÇOSAS E SEMPRE ESTENDIDAS DE SAO TOME E PRINCIPE.

    24/JUN/2011

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      Ito Pereira Responder

      Gostei, este comentário deixou-me a reflectir, acho que tens conhecimentos mais profundos da situação do que eu que estou fora.
      Obrigado

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      rr Responder

      Tudo isto é para quem ler? Credo

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      Helves Santola Responder

      Adorei o texto!! Idem….

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    Leoter Viegas Responder

    Minha Nossa Senhora de Guadalupe!!!

    Os Governantes, os responsáveis políticos, os responsáveis das instituições santomenses não têm ideia do tamanho do prejuízo que estão a causar na imagem de STP. Imagem esta que já não é la muito boa.
    Meus senhores, basta de mendicidade, basta de humilhação.
    Se considerarmos que cada fotocópia custam 0,05€ (cinco cêntimos), 96.000 boletins de votos fotocopiados custam 4.800€ (Quatro mil e oitocentos euros).
    Meus senhores, se STP não tem 4.800€ para suportar as despesas com os boletins de votos, eu aconselho o 1º Ministro a declarar a falência e bancarrota do País.
    Mais, deixo aqui uma pergunta:
    – Quando custa ao cofre de STP uma viagem do 1º Ministro ao estrangeiro?
    Se calhar, menos uma viagem ja teríamos poupado o suficiente para mandar fotocopiar os boletins de voto necessários para as eleições.

    É tempo de dizer basta…
    Leoter Viegas

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      RS Responder

      Fazendo o boletim de voto em tamanho A5, cada folha de papel dava para dois boletins e reduzia-se o valor das fotocopias a metade.

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    Digno de Respeito Responder

    Caro Abel,

    O título da notícia que apresenta não me parece coerente porque o povo não foi tido nem achado nos custos de que tende transparecer. Sim, é a falta de responsabilidade dos que representam o povo. Alguns dos representantes provocam custos elevadíssimos à democracia confundindo a liberdade com a libertinagem. A democracia implica, liberdade e responsabilidade. Logo, as regras devem estar sempre presentes no seu quotidiano. É justamente essa a parte mais vulnerável na nossa sociedade. Se há situações que parecem alimentaar o indício à curupção e a pluriferação de imunidades dos que confundem a ética, o bom senso com o proteccionismo e a prevaricação logo o povo não é tido nem achado na matéria. Logo, não pode chora devido o “…custo da democracia”. O povo chora sim a falta de ética, moral e ausência de civismo mental que revela alguns dos que o representa.

    Talvez, sim o povo seria culpado se em momento das eleições não fosse chamado para mostrar um dos cartões – verde, vermelho ou amarelo aos que julgar merecer segundo as respectivas consciências.

    Acredito que perante as notícias do quotidiano o povo saber limpar as suas lágrimas para amanhã ter motivos para sorrir e fazer rir os nossos filhos e netos…

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    lino Responder

    não há dinheiro porque esbanjam com fartura!
    Quando há….é equacionado e os dividendos vão parar sempre aos mesmos bolsos….por isso meus amigos——vergonha completa.
    é dificil arranjar-se palavras para comentar isto.
    a única que me ocorre é…..tristeza e vergonha.
    já agora …..peçam ao delfin neves e companhia!
    os campeões de corrupção da nossa terra que se organizem, ofereçam dinheiro salvem a CNE desta vergonha.
    obrigado

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    Pedro Cassandra Responder

    O título dessa matéria deveria ser ” A incompetência reinante na comissão eleitoral e os tribunais põem em causa as eleições em STP.
    O sr deveria ter vergonha de vir ca tentar colocar a culpa nos candidatos, a culpa esta antes de mais na sua incopetencia e na dos tribunais, nao se entende como podem ter ordenados os candidatos para o boletim sem mesmo ter decidido quem realmente vai participar, caso pra dizer so analfabeto faz isso.
    Quanto a Nao ter dinheiro para as eleições Nao Eh nuvidade o governo vai continuar a faEr isso Porq essa sempre foi a postura desse governo. Alguem tem duvida q se Fradique Nao forcasse a marcação da data dessas eleições sem ter auscultado o governo ate Hj a gente ficaria nessa lenga lenga de Nao ter dinheiro, Fradique ao saber quem eram os seus novos comprades nem deu bola, desenrasquem.
    Outra coisa as eleições em stp custam muito dinheiro ao estado esses senhores vao ali trabalhar em compadrio e ganham rios de dinheiro em pouco tempo, Eh subsidio pra tudo qto eh coisa, Eh caro alugado pra tdo qto eh coisa e os caros com combustíveis pago pelo dinheiro do estado vai levar mulher dos senhores membros da cen ate pra catar lenha no Mato….minha gente Ninguem em STP pensa em STP como um pais pobre e q todos nos precisamos contribuir se esforçando mais,. Falo tudo isso caro senhores do telanon Porq trabalhei no CEN em tres eleições distintas e sei como Eh isso ai, tem gente ai q fica pedindo a Deus q caia governo pra q eles possam ir pra Cen trabalhar.
    Quanto a esse governo so o tempo dirá Porq, pra de ter uma idéia pra tudo eles deixam pra ultima hora ou alem disso, caso Pra dizer as bolsa continuam atrasadíssimas, chega a ser vergonhoso.

    Saudações de Cuba e Brasil
    Que Deus tenha misericórdia do povo santomense, mas tb minha gente abre olho neh, Porq com essa coisa de leve leve sempre, a gente n vai chegar a lugar nenhum rodiados desses gatunos.
    Fuiiiiiiiii

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    kua li tasondu Responder

    O senhor primeiro ministro pode muito bem vender o jeep k tem,o FRADIQUE se vender os 20 porcento de bem k possui ja e suficiente.

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    mandimba Responder

    O pior está para vir meu povo, se houver a segunda volta das presidenciais, devido ao numero de candidatos,
    CNE vai precisar de mais dinheiro para custear as despesas inerente!
    S.Tomé e Príncipe ao contrario do que muitos pensam, tem capacidade de gerar
    riqueza sem precisar de ajuda externa! É só sabermos aproveitar o que de melhor temos,
    a nossa terra é tão rica, basta deixar-mo-nos de crítica pouco construtivas e
    focarmos realmente naquilo que é mais importante! Nós somos conotados
    como preguiçosos, que só gostamos de boa vida, de facto é!!! Temos de deixar de
    falar menos e trabalhar mais! Nós todos o Santomenses somos responsáveis pela
    situação em que o País se encontra, uns com mais culpa e outro com menos, claro!
    Não vamos tentar procurar os culpados nem os inocentes,
    até porque o País não tem dinheiro para construir centros pressionais e nem tempo para isso.
    o Pior de tudo é que a geração mais nova esta a seguir os mesmos passos dos mais velhos!
    Sou Jovem e quero voltar para o meu País é poder contribuir de qualquer maneira para construção de S.Tomé e Príncipe!

    São Tomé e Príncipe e Santomenses em primeiro lugar!!!
    Vamos todos ser mais optimista em relação ao desenvolvimento do nosso País!!!

    :-)

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      luis Responder

      Mandimba, apoiado, desculpem se sou um forasteiro e que esteja á parte da realidade são tomense, mas tens toda a razão no que dizes;

      S.Tomé e Príncipe ao contrario do que muitos pensam, tem capacidade de gerar
      riqueza sem precisar de ajuda externa! É só sabermos aproveitar o que de melhor temos,
      a nossa terra é tão rica.

      Sou Jovem e quero voltar para o meu País é poder contribuir de qualquer maneira para construção de S.Tomé e Príncipe!

      São Tomé e Príncipe e Santomenses em primeiro lugar!!!
      Vamos todos ser mais optimista em relação ao desenvolvimento do nosso País!!!;

      Não esquecer que a falar é que se começa alguma coisa…..e neste caso esta aqui um belo forum de discusão.

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    boca calada Responder

    Pinto da costa ,Miguel trovoada , Fradique de Meneses… voces é que fizeram que o nosso belo S.T.P esta com tanta miséria …tirem o dinheiro e resolvem a menos este problema …kakí.

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      Uwé-Beto Responder

      Acho que o nosso pais está neste situação porque o nosso povo tem a memoria curta e sempre caem no mesmo erro. Ja era tempo para aprendermos e excluirmos os que repetidamente estão a apoderar o que é do povo. Façamos a escolha certa e votemos naquele com projecto credível e sem muitas promessas duvidosas.
      Por um São Tomé prospero.

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    kwa pia Responder

    Agora resulta que nao ha dinheiro para eleiçoes isso nao e problema nemhun esta o senhor Aurelio y otros mais eles tenhem dinheiro e podem ajudar se dizem que querem mudar o pais devem começar por aqui desembolsam o que tenhem e a eleiçao em fente para o dia 17 de julho que deus nos ajude ,sou santomense me da vergonha de ler essas meserias na net mais que poca vergonha senhores aprendam com o vizinho Cabo-verde.

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    Truqui Sun Dêçú Responder

    O mais provável, é não haver um vencedor com maioria absoluta na 1*. volta das eleições. Como vão resolver o problema dos boletins para a 2ª volta? Mais 95/96.ooo boletins para a votação. Quem paga isto tudo?? Os mesmos de sempre ou os novos amigos Líbios, Gaboneses, Angolanos ???

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    manuel sousa Responder

    O mal de S.T.P, é colocar em 1º lugar o “eu”,em 2º lugar o “eu” em 3º lugar o “eu” e só depois se vê se dá para realizar o compromisso.
    As coisas antes de chegarem ao destino, sao desviadas pelo sistema “eu”.
    Acho engraçado estarem a chorar que isto e aquilo nao chega. Talvez chegaria,se evitassemos o sistema “eu”.

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    Marta Responder

    Realmente adoro a Democracia! Deixa-nos aflitos, e quando estamos aflitos começamos a pensar.Por isso é que muitos preferem a ditadura, preferem se auto-refugiar nas asas e na culpa de uma só pessoa.

    Parece-me que, tal como a maioria dos países africanos, o nosso problema é de gestão: somos pobres pq somos maus gestores.

    Como cidadã ponho-me a pensar: o CNE não tem um orçamento? Não sabe quanto um candidato gasta em média numa eleição? Não se autofinancia com taxas (mesmo em parte)? Então deve acontecer o mesmo com o país!

    Parece-me que somos ricos, melhor riquíssimos, não temos é um sistema tributário e de repartição de riqueza que que permita que todos contribuam para o desenvolvimento do país.

    Fui….

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    Isidoro Porto Responder

    Caros “CAMARADAS e COMPATRIOTAS”!
    Estamos perante um falso problema. Os problemas desencadeados em cadeia, pela autorizacao do 14º. (DECIMO QUARTO CANDIDATO) após a publicação dos 13 candidatos iniciais no Boletim de Votos, com consequencias gravosas para a CNE, e para todo processo eleitoral, tem um causador e por conseguinte tem um rosto.
    Em função desta desordem, as minhas perguntas são:
    1. Quando os bolseiros não recebem as suas merecidas bolsas, a quem temos responsabilisado neste TELA-NON? RESPOSTA: O 1º. Ministro e o Ministro da Educahção. E responsabilizámo-los “SEM PAPAS NA LÍNGUA”.
    2. Quando não temos água, luz, arroz, etc, a quém temos responsabilizado neste TELA_NON? RESPOSTA: Ao 1º. Ministro e os seus respetivos Ministros. E têmo-lo feito “SEM PAPAS NA LÍNGUA”.
    3. Quando o governo anterior assinou um contrato de venda de arroz com a empresa D&D, ela pagou e o presente Governo nao honrou o comprimisso, a quém responsabilizamos a devolver o dinheiro e com juros, neste TELA-NON? RESPOSTA: Foi o actual GOVERNO e com recurso ao tribunal.

    Posto isto, “MEUS AMIGOS E CAMARADAS”, porque razão a CNE não encontra neste caso a quem chamar de “VIVA VOZ” a responsabilidade para arcar com todos os prejuízos económicos, de programaçãao e até mesmo MORAIS e se necessário for, recorrendo aos TRIBUNAIS (se de fato os advogados da nossa praça não agem com DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS)?

    TODOS nossos políticos agem com dois pesos e duas medidas (esta é uma característica de qualquer ser humano):
    Senão, vejamos:
    1. A Constituição diz que todos cidadãos são iguais perante a lei. Entretanto , quando são chamados a depôr nos tribunais, escondem-se atrás das inumidades parlamentrares. Neste caso, o presssuposto de que TODOS CIDADÃOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, da Constituição, não vale. Foi elaborada e aprovada por loucos ou analfabetos, seus próprios colegas. Mas quando se trata de concorrência a Presidência, AÍ SIM, é levantada a bandeira, segundo a qual, TODOS CIDADÃOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI. Os que a elaboraram e a promulgaram foram uns sábios, iluminados e coisas do género.
    2. Como podem os actuais 13 candidatos presidenciais cumprirem com as suas promessas de justiça, competência, trabalho e de uma vida melhor para São Tomé e Príncipe, se já no início da picada, não rebelam contra as práticas antigas de dois pesos e duas medidas na publicação dos boletins de votos uns (13) são impressos duas vezes e 1 apenas uma? Ao meu ver, cabia (no mínimo)aos atuais 13 candidatos (da primeira publicação) fazer vincar, desde já, que estão disposto a por termo a este carnaval que tem reinado em São Tomé e Príncipe. Se eles aceitarem o 14º. nesta fase, estarão a assinar um cheque em branco as Instituições de Direito, para o deixa andar, o faz de conta, a incompetência, a injustiça, o clientelismo, etc, etc.
    3. Ser áque o 14 º. canditado está tão confiante na sua VITÓRIA, que mesmo sabendo as consequências negativas que estácausando ao processo eleitoral no geral, não se resignou e voluntàriamente decidiu voltar atrás poupando esforços a CNE, ao COVERNO, aos restantes 13 adversários seus e em última instância, a São Tomé e Príncipe que ele próprio diz defender? Será que acha que só ele poderá defender São Tomé e Príncipe, mesmo começando com prejuizos e embaraços incalculáveis?
    Meus caros Camaradas e Compatriotas!
    As imperfeições verificadas ao longo deste processo eleitoral, demonstram claramente que as Instituições do país (ou melhor, OS DIRIGENTES E QUADROS DAS INSTITUIÇÕES DO PAÍS) estão de costas viradas. Não há espírito de entre-ajuda entre eles. Cada qual, quer aparecer, mesmo fazendo figuras tristes. Querem apenas aparecer. E ISTO TEM CUSTADO MUITO CARO AO POVO E AO PAÍS.

    Para concluir, mesmo não acreditando que qualquer um dos 13 candidatos por si só, consiga inverter o estado de coisas reinantes no país , (quanto ao14º., com todo o meu respeito, e pela evoluçao da publicação dos boletins de votos, considero-o “PATO”), desejo ao vencedor MUITO BOA SORTE NOS DESTINOS DA NAÇÃO.

    QUE VENÇA O MAIS VOTADO E LUTE EM PRIMEIRO LUGAR PELA ESTABILIDADE POLÍTICO/GOVERNATIVA SEM RECORRER NECESSARIÀMENTE AO PRESIDENCIALISMO.

    O PRESIDENCIALISMO NÃO É UMA VARINHA MÁGICA QUE VÁ RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS DE UM PAÍS CHEIO DE PREGUIÇOSOS, QUE SÓ GOSTAM DE VIDA FÁCIL, DE INVEJOSOS. REBELDES, INCUMPRIDORES NATOS DAS LEIS VIGENTES NO PAIS, ETC. O PRESIDENCIALISMO É TÃO SOMENTE, A CONCENTRAÇÃO DE DOIS PODERES (PRESIDENCIAL E GOVERNATIVO) NUMA SÓ INSTITUÇÃO (PRESIDÊNCIA), VIA MAIS RÁPIDA PARA A DITADURA INSTITUCIONAL DISFARÇADA.

    QUE CADA UM COMECE, DESDE A SUA CANDIDATURA A RESPONSABILIZAR AS PESSAOS E AS INSTITUIÇÕES, PELOS PREJUÍZOS CAUSADOS Á NAÇÃO.

    26/JUN/2011

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    VÛNGO DOCHE Responder

    O primeiro culpado de tudo isso é o Tribunal Constitucional, foi a Instituição que não fez o seu trabalho de casa publicando com antevidência o número total dos candidatos. Caso publicasse o país não estaria a arcar com esse custo. MELHOR, 90% dos problemas do país é originado pelo Tribunal de Constitucional, ora vejamos:
    1º O país vive numa descrença total porque a justiça não é para todos.
    2º Alguns dos pré-candidatos que lá estão têm problemas que tribunal ainda não resolveu.
    3º Existe ainda questões de nacionalidade dos candidatos que ainda não está resolvido a menos de um mês das eleições presidencial. Provavelmente, depois dessa resolução, o país ainda incorrerá de custos. Quem é a culpa? R: Tribunal constitucional.
    CONCLUSÃO: O entrave do desenvolvimento do país começa na Justiça. A pior instituição do país é os Tribunais. Fala-se na justiça, mas ela nunca é feita. Se não, todos esses malandros (alguns deles PRÉ-CANIDATOS) estariam FECHADOS.

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    Carlos Ceita Responder

    Meu caro Deus seja louvado se o teu candidato fizer tudo o que achas que ele vai fazer eu serei o primeiro a dar mãos a palmatória. É tudo uma falácia e pura demagogia. No actual quadro constitucional ele não tem poder executivo. Ele não governa. Este é o regime semipresidencialista. Por favor sejamos honestos não vamos enganar mais uma vez o povo. Qualquer dos candidatos que faça promessas no sentido de que pode melhorar saúde educação segurança etc está a apenas a tentar manipular os cidadãos eleitores para não dizer coisa pior. Eu também sou critico do regime pos Pinto da Costa embora ele se tenha mantido em silencio quando o seu partido também teve responsabilidade na actual situação.Se algum candidato tem um projecto consistente inovador para mudar STP então desista da candidatura e lute pelo regime presidencialista ai sim ele poderá por em prática as suas ideias. Gostava de ver Pinto da Costa com as ideias que tem como líder do MLSTP e candidato não há um regime semipresidencialista mas candidato a Primeiro-Ministro.
    Por fim lamento que alguns aqui venham fazer apologia do regime colonialista (para o caso do nosso STP) e Salazarismo (para o caso do povo português). Não tenho saudades deste tempo mesmo que alguns dizem que as coisas eram melhores nesta altura.
    Estamos a falar de tempos de torturas perseguição censura, atraso cultural e sobretudo de ausência de liberdades de expressão. Fico satisfeito de saber que os cabo-verdianos souberam tirar proveito da independência e estão consolidando a democracia tendo apenas 3 candidatos a eleições presidências. E se calhar perante o fantasma de bancarrota do país colonizador os cabo-verdianos dirão que valeu a pena terem sido independentes.

    Abraços

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