Cooperação Taiwan – São Tomé e Príncipe é para avançar

Garantia do Presidente do Poder Judicial de Taiwan, função equiparada a de Primeiro-ministro. Rai Haumin que se reuniu com o Presidente da República Manuel Pinto da Costa, assegurou que a cooperação bilateral entre os dois países é imune a mudança de Presidentes da República.

A nível nacional é reconhecido que o novo Presidente da República, Manuel Pinto da Costa, tem amizade e simpatia para com a República Popular da China.

Aliás Pinto da Costa, foi um dos contestatários da decisão do antigo Presidente da República Miguel Trovoada em estabelecer relações diplomáticas com Taiwan, o que provocou o corte pela China Popular das relações diplomáticas entre os dois países estabelecida logo após a independência nacional em 1975.

Questionado pela imprensa sobre o futuro das relações entre São Tomé e Príncipe e Taiwan, com Pinto da Costa como Presidente da República, Rai Haumin, Presidente do Yuan Judicial, órgão de poder taiwanês equiparado a Primeiro-ministro, manifestou-se confiante no aprofundamento das relações bilaterais. «A nossa política de cooperação vai continuar. Não vai haver qualquer alteração independentemente da mudança de Presidentes da República. Temos amizade e interesses comuns. Estou certo que vamos avançar», afirmou o Presidente do Yuan Judicial de Taiwan após encontro com Manuel Pinto da Costa.

Rai Haumin, veio a São Tomé e Príncipe como enviado especial do Presidente de Taiwan, para assistir a cerimónia de investidura do novo Presidente Manuel Pinto da Costa.

Desde 1997 que anualmente São Tomé e Príncipe recebe donativo financeiro de Taiwan na ordem de 10 milhões de dólares para sustentar o Orçamento Geral do Estado. A partir de 2006 Taiwan decidiu acrescentar ao valor de base, cerca de 5 milhões de dólares para financiamento de projectos de desenvolvimento. O novo Liceu da Trindade e a nova Central térmica de Santo Amaro, são exemplos de projectos realizados com base no financiamento suplementar de Taiwan.

O investimento do governo de Taipei foi e continua a ser fundamental na luta contra o paludismo. Doença que até antes de 2004, matava centenas de são-tomenses. Actualmente o paludismo reduziu de forma drástica.

Acções de cooperação que reforçam a confiança do dirigente taiwanês, no reforço da cooperação bilateral nos próximos anos. «Estou convencido que o Presidente Doutor Manuel Pinto da Costa e nosso Presidente têm visão comum sobre a cooperação bilateral. Vamos investir no reforço da cooperação para o benefício dos dois países e povos», referiu Rai Haumin.

Taiwan, aposta no reforço da cooperação com São Tomé e Príncipe, e projecta para o futuro o incremento de intercâmbio entre os dois países a nível cultural.

Abel Veiga

  1. img
    Jovem Santola Responder

    Eu gostaria de saber o que Taiwan, assim como os outros parceiros têm a ganhar injectando dinheiro em STP. Será que tem alguma coisa a ver com o petróleo?

    A cooperação com os asiáticos sempre foi benéfica para o país e, de facto, deve ser reforçada ao máximo!

  2. img
    Carlos Ceita Responder

    Caro jovem Santola a tua pergunta é pertinente eu também padeço da mesma curiosidade e/ou duvida. É sabido que não há almoços grátis nestas coisas de cooperação internacional. Diz-se por ai que ajuda tem a ver com o reconhecimento de São Tomé e Príncipe de Taiwan como pais independente da China Continental. Mas será só isso? Ou estas “ajudas” constituirão dívidas para novas gerações?
    Das duas uma ou aproveitamos estas “ajudas” para reabilitar o pais economicamente e torna-lo auto-suficiente ou corremos o ricos de ficar na bancarrota como a Grécia e Portugal. Ainda vamos a tempo de emendar os erros e aprender com a recente crise económica financeira internacional.

    • img
      RS Responder

      Essa parte de ficar na bancarrota como Portugal ou a Grécia é piada não?

      • img
        Ovumabissu Responder

        Só pode ser piada, porque STP está na bancarrota há quase 30 anos!!!

  3. img
    lino Responder

    fácil, amigo.
    basta s.tomé e principe reconhecer taiwan como estado independente e soberano para ter direito a esses bonos.
    Bonos esses que servem depois para engorgar as contas bancárias desses malandros que lá temos na terra.
    do resto, o povo bem pode chuchar no dedo.
    como sempre foi.
    seja louvado, a todos.

  4. img
    Flá Dialeto Responder

    Caro Jovem Santola, a velho ditado que se diz e continua-se a usar até os dias de hoje quando a oferta é muito devemos discunfiar que tem que haver algo em troca. E um dia as de ver que os paises que tanto nos apoia ira ainda domina esse pequeno território………………………………………………………..mui cuidado com os estrangeiros………………………….na sao tomé e principe……

    • img
      caboverdiano Responder

      mais isto ja foi a bues mano agora santola ja tem outra mentalidade vive o presente f.. pra futuro man porque ao futuro pertence ao DEUS.

  5. img
    Milagrosa Responder

    Mas isso deve significar sobretudo a continuação dos investimentos e a sua valorização. Quero com isso dizer que a DOCA de Pesca nunca pode ser um Supermercado. Podia ser um estrutura de apoio a pesca internacional, nas nossas aguas, sem fiscalização, sem inspectores de pesca e sem lugar de instalação. Acho o local ideal para promover a Aquacultura.
    Pinto da Costa, vai actuar no sentido de infleunciar a desastrosa atitude.

  6. img
    ZE Mulato Responder

    Temos que reinforcar a cooperacao com a Republica Popular da China tambem. China, nao so Taiwan, ambos os paises ajudaram STP muito. Taiwan deixa os corruptos roubarem o dinheiro e oferta que deve ser destinado para o povo Africano. Um parceiro que nao se preocupa onde entra/sai dinheiro de apoio/ajuda nao deve um parceiro que povo deve contar com ele no final. China minha preferencia! Se nao os dois: Taiwan e China. Lembrem-se que Tawian nao esta completamente separada da China. China quem tem mais poder ali. Reconheco o apoio total da China durante o regime de partido unico em Sao Tome e Principe. China e’ que da! A nivel do panorama internacional, o pais mais temido do mundo!

  7. img
    zeme Almeida Responder

    Alguns comentarios ali nao tem razao de ser.Nao podemos dar de luxo de que o nosso petroleo e tudo?Daremos gracas a Deus que este Pais tem dado muito ao nosso S.Tome e Principe.Em toda parte mundo, cooperacao entre os Paises, sempre existiu e de maneira alguma nao podemos estar a pensar em coisas que nao existe.Sera que o nosso Pais na verdade tem petroleo?Quando se fala de Taiwam ate parece o unico Pais que tem o seu dinheiro injectado em S.Tome e Principe!Esqueceram-se da Franca,Angola,Portugal,Libia e mais!Caros compatriotas deixeram atirar pedras atoa.Viva RDSTP.

  8. img
    zeme Almeida Responder

    Quero dizer{deixemos de atirar pedras atoa}.

  9. img
    Anca Responder

    Vos deixo aqui uma pesquisa simples, breve, sobre o termo cooperação, feito através da enciclopédia livre;

    “Cooperação”

    “Cooperação, no contexto da economia e sociologia é uma relação baseada na colaboração entre indivíduos ou organizações, no sentido de alcançar objectivos comuns, utilizando métodos mais ou menos consensuais.” “A cooperação opõe-se, de certa forma, à competição.” “Contudo, o desejo de competir com outros do mesmo grupo no sentido de obter um estatuto mais elevado é, por vezes, considerado como catalisador da acção cooperativa.” “Da mesma forma, os indivíduos podem organizar-se em grupos que cooperam internamente e, ao mesmo tempo, competem com outros grupos.”

    “A cooperação é ainda vista por muitos indivíduos como a forma ideal de gestão das interacções humanas, pondo a tónica na obtenção e distribuição de bens e serviços em detrimento da sua confiscação ou usurpação.” “Para esse fim, coopera-se através da troca ou pela partilha altruística.”

    “Certas formas de cooperação são ilegais em algumas jurisdições porque prejudicam o acesso das populações a alguns recursos, como acontece com a fixação de preços por cartéis.”

    “A Cooperação Humana”

    “Ainda que a totalidade dos membros de um grupo beneficiem da cooperação de todos, o interesse próprio de cada indivíduo pode agir em sentido contrário.” “Nós seres humanos somos verdadeiramente egoístas e não existe nenhuma forma de cooperação pura.” “A cooperação embora seja vista como interacção grupal não passa de uma forma egoísta.” “Neste contexto cada ser humano retira da cooperação o que mais lhe convém dando assim à sua caracteristica intrínseca do egoismo e egocentrismo.” “Os indivíduos agem de forma a maximizar os seus ganhos em todos os aspectos da sua vivência.” “Cooperação pressupõe também que os individuos se preocupem com os outros que pense no coletivo também.” “Por vezes o indivíduo tem que se sacrificar pelo todo (o louva-a-deus macho deixa que a fêmea lhe coma a cabeça para que possa retirar daí nutrientes que lhe permitiram dar continuidade à espécie) proporcionando assim um maior desenvolvimento e progressão do coletivo e por consequência do individual também.” “A colaboração pode ser usada como ferramenta pedagógica.”

    “Referências bibliográficas”
    -” The Evolution of Cooperation, Robert Axelrod, Basic Books,”
    -”The Selfish Gene, Richard Dawkins (1990), 2.ª edição”
    -”Os Sete Desafios: Uma Apostila e exercícios para uma comunicação mais cooperativa Dennis Rivers. Tradução para o Português (2005): Irene E. Schardi”

    “Cooperação internacional para o desenvolvimento”

    “A Cooperação para o Desenvolvimento (ou Cooperação Internacional para o Desenvolvimento) consiste no esforço levado a cabo conjuntamente por países desenvolvidos e países em desenvolvimento, com a finalidade de combater as dificuldades económicas e socias dos últimos de forma sustentável e duradoura.”

    “Distinção de ajuda humanitária”

    “A Ajuda humanitária visa aliviar os efeitos imediatos de catástrofes naturais (como tsunamis ou terramotos) e humanas (como guerras e conflitos violentos), sendo normalmente de pouca duração, terminando quando se dá um aliviamento da situação.” “A Cooperação para o Desenvolvimento tem finalidades de longo prazo, procurando alterar estruturas socias e económicas de países e regiões, de forma a combater problemas de origem bastante mais complexa.”

    “O pós-2ª Guerra Mundial”

    “O Plano Marshall marcou o início da Cooperação para o Desenvolvimento na Europa e nos EUA.” “Destinando-se a ajudar a reconstruir a Europa devastada pela Segunda Guerra Mundial, pode ser tratado como o 1º projecto específico de Cooperação para o Desenvolvimento entre estados soberanos.” “De forma a coordenar as actividades associadas aos fluxos monetários, foram criadas várias instituições que se tornaram determinantes no campo da Cooperação para o Desenvolvimento, como por exemplo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico(inicialmente denominada OECE).” “O pensamento sobre o crescimento e desenvolvimento na altura era dominado por teorias de crescimento económico keynesianas e as teorias de modernização.” “Estas consistem na ideia de que o estado devia intervir no desenvolvimento de um país, criando as condições para que o capital produzido no país contribuirá para o desenvolvimento.” “Esse desenvolvimento consiste na transição de uma cultura tradicional para uma cultura moderna ou industrializada.” “Desde que haja capital, o estado regularizá a situação, criando as condições para que a acumulação de capital permita a transição para uma sociedade moderna.” “Se um estado não tiver capital e necessitar de ajuda, basta injectar capital no país e a situação se resolverá.” “Para compreender a Cooperação Internacional é necessário desenvolver um conhecimento acerca do funcionamento das instituições internacionais.” “Nesse sentido, as duas principais perspectivas teóricas são a racionalista e reflexiva.”

    “As primeiras décadas da Cooperação para o Desenvolvimento”

    “Com o fim da 2ª Guerra Mundial iniciou-se o início de um vasto processo de descolonização, durante o qual várias colónias de potências europeias ganharam a sua independência.” “Este processo intensificou a recente Cooperação para o Desenvolvimento, priveligiando as antigas potências colonizadoras o relacionamento com as suas ex-colónias.” “A selecção dos países a apoiar, para além do relacionamento ex-colonizador-colónia, fez-se sobretudo por considerações geo-estratégicas na rivalidade entre os blocos ocidentais e soviéticos, procurando-se que os países receptores da ajuda não passassem para “o outro lado”.” “De acordo com as teorias keynesianas de crescimento e as teorias de modernização, visou-se ajudar as economias injectando capital nos estados recém-formados, esperando desta forma se ter o sucesso como o encontrado na reconstrução da Europa.” “Contudo, o sucesso não era o desejado.” “A razão pela qual se pensava que isso aconteceu foi a fraca modernização dos países subdesenvolvidos.” “Assim, passou-se a apoiar projectos de industrialização, construindo-se infra-estruturas modernas nos países subdesenvolvidos, desde estruturas como hospitais, a indústria, agricultura, educação, e outros.” “Esta abordagem foi designada de “paradigma dos projectos sectoriais”, visto que consiste em apoiar directamente projectos de vários sectores económicos e sociais.”

    “A crise do petróleo e a crise da dívida”

    “Com os projectos sectoriais e a modernização da infra-estrutura, os países em desenvolvimento não só se tornaram dependentes do petróleo para garantir o funcionamento de sua economia, como também fizeram imensas dívidas para pagar muitos dos projectos bastante complexos.” “A Crise do petróleo emergente na década ’70, fez com que o preço do petróleo aumentasse extraordinariamente, o que teve como efeito uma recessão nos EUA e na Europa.” “Como consequência disso, as taxas de juro aumentaram.” “Os países em desenvolvimento viram-se confrontados com vários problemas: o preço para as suas importações de petróleo subiu, os países desenvolvidos diminuíram os fundos para a Cooperação, o mercado internacional importou menos Matéria-prima oriunda dos países em desenvolvimento, e, a pior delas todas: tiveram de pagar taxas de juros muito mais altas do que tinham em consideração inicialmente.” “Assim, os países em desenvolvimento caíram numa crise financeira que ficou conhecida como a crise da dívida.” “Este acontecimento evidenciou a fraqueza do pensamento dominante sobre o desenvolvimento; que o estado criava as condições para o desenvolvimento, demonstrando a dependência deste de acontecimentos externos.”

    “Washington Consensus e o Ajustamento estrutural”

    “Durante a década de ’80 fortaleceram-se as ideias de que uma abertura do mercado, com desregulação e liberalismo económico, criava as condições necessárias para os países subdesenvolvidos se adaptarem a flutuações internacionais.” “Esta fase viu dois acontecimentos importantes: o Consenso de Washington e o colapso do bloco soviético.” “O Consenso de Washington consiste em medidas específicas propostas a países da América Latina para combater as suas dívidas e rapidamente foram adoptadas por outros países em desenvolvimento.” “Na sua génese estiveram instituições ligadas ao Banco Mundial.” “O colapso do bloco soviético, iniciando-se com a queda do muro de Berlim em 1989, fez com que as considerações geo-estratégicas como critério de eligibilidade para obter ajuda proveniente da Cooperação para o Desenvolvimento deixaram de ser as mais importantes.”

    “A satisfação das necessidades básicas da população é posta de lado em favor da estabilidade macro-económica dos países.” “Esta estabilidade é conseguida ao aproximar a estrutura económica dos países subdesenvolvidos aos países desenvolvidos, processo conhecido como ajustamento estrutural.” “Com a perda de interesse militar nos países em desenvolvimento, surgem vários conflitos armados e guerras civis entre os países em desenvolvimento.” “Pela primeira vez na história da Cooperação surge também uma redução dos fluxos financeiros, que por sua vez começam a ser distribuídos mais por instituições internacionais como intermediários entre os estados (cooperação multilateral) do que directamente entre os estados (cooperação bilateral).” “A nível global, assiste-se a dificuldades de financiamento da ajuda, visto não haver certezas sobre os fluxos assegurados pelos países doadores.” “Sente-se a falta de coordenação geral das actividades.”

    “O Monterrey Consensus”

    “Em 2002 realizou-se a Conferência sobre o Financiamento do Desenvolvimento, cuja finalidade foi responder às dificuldades sentidas na Cooperação para o Desenvolvimento nas últimas décadas.” “O resultado desta conferência foi muito importante, considerando-se que a Cooperação para o Desenvolvimento entrou num novo paradigma: o Paradigma do Monterrey Consensus, do Consenso de Monterrey.”

    “Os resultados a que se chegou são:”

    “Estados receptores e Organizações não-governamentais devem ser parceiros dos países doadores, e não meramente receptores passivos de ajuda.”
    “Os Objectivos do Milénio como norteadores de toda a Cooperação a nível mundial.”
    “Coerência e Harmonização entre as políticas dos diferentes países.”
    “Eficácia como medida de avaliação da Cooperação.”

    “Critérios de eligibilidade de Cooperação para o Desenvolvimento”

    “Ao longo da recente história da Cooperação para o Desenvolvimento, os critérios pelos quais os países doadores escolhem os países receptores foram-se modificando.”

    “Herança Colonial”

    “A relação entre as antigas potências colonizadoras e as suas ex-colônias é de cariz completamente diferente do que com um país em desenvolvimento que pouco se destingue de todos os outros.” “Assim, as antigas potências sempre tiveram preferência em trabalhar com as suas antigas colônias.”

    “Considerações Geo-estratégicas”

    “Com o aparecimento da Guerra Fria, as considerações principais para escolher os parceiros para Cooperação estavam ligados ao uso que o parceiro podia dar na competição indirecta com o inimigo.” “O mundo estava divido entre os blocos ocidentais, democratas, sob liderança dos EUA, e os comunistas, sob liderança da União Soviética.” “Países que se encontravam em guerra com um poder inimigo eram apoiados, travando-se de facto guerra indirectamente por meios financeiros, com países em desenvolvimento como executantes.”

    “Boa Governação”

    “Depois do colapso do bloco soviético, os líderes dos países ocidentais proclamaram a Boa Governação como o factor determinante para determinar os futuros parceiros de Cooperação.” “O conceito de Boa Governação determina se um país consegue gerir os assuntos públicos de forma justa e eficaz.” “O uso deste termo leva automaticamente a um juízo de valor, que é baseado na percepção ocidental de justiça.” “Assim, um país com boa governação deve garantir ao povo:

    “Estabilidade política e ausência de violência,
    Liberdade de expressão e comunicação,
    Capacidade reguladora do Governo,
    Cumprimento da Lei,
    Controlo da corrupção.”

    “O uso destes indicadores faz com que os países sejam escolhidos consoante a adopção – ou não – de valores e ideias de governo ocidentais, facto que levou a críticas.”

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Bem haja

    Pratiquemos o bem, a investigação, a leitura,

    Pois o bem, a investigação, a leitura

    Fica-nos bem, trás-nos conhecimento, o saber e saber fazer, saber ser estar, permiti-nos desenvolver, modernizar;

    Santomenses

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  10. img
    ZE Mulato Responder

    Cooperacao? Deixe-me exclarecer sem contradizer o que dizia anteriormente.
    Entre paises nao existe nada disto!
    O que existe sao interesses! O que temos que fazer e’ tormar decisoes a nivel governamental, entidades e organismos privados, e organizacoes nao-governamentais, etc, de interesse e beneficio do continente Africano, do povo Africano, e de Sao Tome e Principe em particular. Ninguem atira pedras. Algumas pessoas te^m visao e conhecimentos diferentes do que os outras. Repito temos que tomar decisoes que favorecem o desenvolvimento e prosperidade do nosso povo! ponto final

  11. img
    Carlos Ceita Responder

    RS e Ovumabissu compreendo o vosso desconforto. Vos é que não entendestes a piada. Nós a Grécia e Portugal estamos na bancarrota.
    Talvez seja um problema de interpretação do que escrevi antes. Mas quem disse que São Tome e Príncipe não está na bancarrota. Um país que há muito tempo a esta parte depende das “ajudas” para a sua própria sobrevivência. Quem só juízo perfeito dirá que São Tome e Príncipe é um país rico? É bom que os santomenses e São Tomé e Príncipe assumam este facto. Como seria bom que os Gregos e os portugueses também assumissem que não são ricos. E quem sabe muitos países que supõe que é rico mas na verdade são pobres. Ou os que julgavam pobre e são na verdade ricos. Mas não fico feliz por isso. Por isso quando digo que temos de saber aproveitar as “ajudas” para reabilitar a economia o propósito é exactamente sair da bancarrota sair da pobreza e caminhar decididamente para o desenvolvimento.

    Abraços

Deixe um comentario

*