Primeiro-ministro promete acções para pôr fim ao ciclo dos apagões

Numa reacção a TVS, sobre mais uma ronda de racionalização de energia eléctrica, imposta pela empresa Estatal EMAE, o Primeiro-ministro Patrice Trovoada, deixou entender que não estava ao corrente das causas do corte cíclico de energia eléctrica, que o país está a conhecer há cerca de 15 dias.

«Dentro de alguns dias poderemos ter uma ideia mais precisa daquilo que está a passar», afirmação do Chefe do Governo, em relação ao regresso dos cortes de energia eléctrica.

Patrice Trovoada recordou que tradicionalmente os cortes de energia são cíclicos no país. «A questão da energia é sempre cíclica. Investe-se e depois conhecemos queda, e depois temos que investir para depois conhecermos quedas. Eu creio que este ciclo vai ter que parar», precisou o Primeiro-ministro.

O Chefe do Governo prometeu tomar decisões para de uma vez por todas, por fim a crise cíclica de energia no país. «Temos algumas decisões que estão na gaveta, estamos a acabar de prepara-las e depois trazermos ao público», concluiu.

Abel Veiga

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    Helves Santola Responder

    Todos os são-tomenses sabem que os governos sempre têm projectos na gaveta, na carteira, ou como quiserem chamar… o que inconforma é o facto desses projectos, quando são realizados, se revelas autênticos fiascos e sem a devida responsabilização. Temos que parar com isso, temos que trabalhar com mais responsabilidade e transparência, meus senhores, façam isso e o país irá se desenvolver!

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      Helves Santola Responder

      * “se revelarem”

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    lino Responder

    queremos ver.
    sejam activos de uma vez por todas.
    deixem-se de blá-blá-blá..
    o que temos visto…é só vergonha.
    De certeza que nas casas dos srs. dirigentes ninguém anda as escuras.
    Têem tudo.

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    optimista Responder

    MEU DEUS

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    Mimi Responder

    Mais uma promessa…

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    Feijoada Responder

    Será que teremos novo Director Geral?
    Assim sou…

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    Fonseca Responder

    E Montalvão, Riba Mato, Almas, Caixão Grande, Montalegre continuam sem água potável!

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    HLN Responder

    Outra vergonha, um Primeiro Ministro não está a corrente da desgraça do seu país. , sem vergonha. Vive a onde esse homem? que coisa. Pois vive no país das mil maravilhas e não sabe o que passa no outro.

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      "Nós por cá e a nossa maneira" Responder

      ..é normal que o senhor PM não saiba…porque,sua excelencia passa mais tempo em viagens do que no país…. e quando esta tem um conjunto de geradores a sua disposição que não precisa da energia corrente da ENAE….. Logo é perfeitamente normal que o senhor PM não tenha conhecimento do sofrimento da população miuda que paga os seus impostos e que paga a tempo e hora a enrgia, mas, que passa noites com e noites sem energia,, por causa alheias a sua vontade a mais de 36 anos….

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    Isidoro Porto Responder

    PLANO PARA ACABAR COM APAGÕES CÍCLICOS A MÉDIO PRAZO EM STP.

    1. Reparar as centrais térmicas e hidro-eléctrica existentes no país para manter a capacidade instalada.

    2. Construir paulatinamente (de dois em dois em dois anos) uma mini-hídrica capaz de abastecer cada distrito de forma independente.

    3. Simultaneamente ao PONTO 2, lá onde for possível, introduzir paulatinamente o uso de energias renováveis (SOLAR, LÁ ONDE CHOVE MENOS E EÓLICA, LÁ ONDE AS CHUVAS SÃO MUITO ABUNDANTES – ZONA SUL POR EXEMPLO, APROVEITANDO AS MONTANHAS E BEIRA-MAR ONDE OS VENTOS SÃO MAIS FORTES).

    4. Interligação de todos sistemas existentes (térmico, hidro-eléctrico e renováveis) reduzindo o uso do térmico no periodo chuvoso e aumentando-o no periodo seco em que os caudais dos rios reduzem-se e consequentemente o rendimento das hidro-eléctricas baixam).

    5. Capacitacao dos quadros (tecnicos e gestores) pa

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      Paracetamol 500mg Responder

      Demitir os incompetentes e sanear os maus gestores, e acabar com as negociatas existentes na Emae (negocio gasóleo e sub-facturação).

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    o estado a que o Estado chegou Responder

    O que esperam os sucessivos Governos para ou privatizar a EMAE, e quem sabe longe das mãos do Estado ela se torna “mais eficaz”, ou então, entregar a produção de energia a uma outra empresa!!! qualquer Governo interessado ponderaria nisso! Quem investe num buraco fica sem luz, neste caso, literalmente.

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    Almeida Paquito Responder

    Brincadeira.

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    Carlos Ceita Responder

    Só cíclico meu caro Primeiro-ministro cá para mim trata-se de um problema crónico do país desde há muito tempo a esta parte. Há que aproveitar os rios e vento para diversificar as fontes de energia.
    A Mimi falou de mais uma promessa e tem toda a razão. Lembro-me o Primeiro-ministro ter ficado impressionado com as energias renováveis de visita e Cabo Verde e pareceu que pretendia o mesmo para São Tomé e Príncipe. Será que a ideia intenção e os projectos foram todos parar a gaveta? È evidente que a problemática da falta de energia a par da corrupção são temas tão prementes que deveriam constituir designo nacionais independentemente de Governos. De contrário o pais jamais sairá do estado do subdesenvolvimento.

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      Celsio Junqueira Responder

      Carissimo Carlos Ceita,

      Concordo consigo e é o minimo que se espera de um PM como o nosso.

      O problema energetico é basico e primario, so se deve pensar fazer outras coisas depois de ver resolvido esta situaçao. De contrario andamos todos a nos enganarmos/entretermos mutuamente.

      Vamos ser claro e sinceros, nao existe Desenvolvimento sem Sector Energetico a funcionar na sua plenitude. E se a opçao gerador-privado fosse algo muito comum no mundo, todos os cidadaos do planeta teriam um. Poucos sao os paises onde essa pratica esta generalizada, e STP é um dos casos raros.

      Ja temos o isolamento natural e fisico, e todo o tipo de constragimentos inerente ao facto de sermos arquipelago, se juntarmos mais esta dificuldade, nao seremos atractivos e muito menos viavel.

      Finalizando, gostei das propostas do Isidoro Porto, e de uma forma geral e sucinta esta la o essencial para começar a resolver este problema, e repito basico.

      Saudaçoes

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    Daniel Responder

    já basta de promessas, queremos acções, farto de todo dia fazer, e fazer, e por fim não fazer nada.

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    paparazzi Responder

    sinceramente sr 1º ministro nao esta a corrente dos apagoes em sao tome e principe nao sabe da subida dos preços combustiveis penso eu que nao vive em sao tome deve estar a viver no ilheu das rolas.e melhor acertar os dircursos para convencer os seus eleitorados senao depois nao se queixam acertam bem nosn projectos engavetados para por cobro a esta situaçao e uma vergonha

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    kua li tassondu Responder

    Senhor primeiro -ministro! vamos deixar de entretanto e passar de uma vez por todas a finalmente!!!!!!!! realmente estamos canssados de ter projectos nas gavetas…

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    Cauteloso Responder

    Tudo mmentira sr 1º ministros! quer dizer que durante 15 dias não tinhas conhecimento desses apagões.De certeza que, o sr tem conhecimento quando um determinado grupo de pessoas, falam mal de se mesmo até, onde não chega o sinal do telemóvel. É mais uma finta, mais um túnel como se diz no futebol.Pena é que, aquele povo não abre os olhos.

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    malekitone Responder

    São muitas promessas mesmo, A população de Margarida Manuel ñ tem Estrada, água e energia………só promeças…bômé cú ská contakuê…….

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    Martelo da justiça Responder

    O Primeiro-Ministro não tinha conhecimento da causa dos apagões?? Estranho!!!!??? O Ministro desta área o que é que anda a fazer?? Há qualquer coisa que não bate certo.

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    Esperanças Renovadas Responder

    Sinceramente!Subscrevo, sublinho e junto a minha vóz de protexto a tantos outros comentários que antecederam o meu para dizer o seguinte:
    1-Este Governo já começa a meter os pés pelas mãos, demonstrando uma clara desorientação e desgaste.Este 1º. Ministro tem a sua frente um grande texte.
    2.Enquanto o chefe do executivo P.T. deve reduzir viagens desnecessárias e chamar a sí o verdadeiro papel de liderança para levar a cabo um trabalçho de equipa a fim de conhecer o País profundo e real porque o estado de graça já acabou.Já é do domínio público que o nosso Primeiro Ministro trabalha em S. Tomé e vive no estrangeiro.
    3-Infelizmente,entra e sai do País,como quer e quando quer sem dar satisfações a ninguem e não se sabe o que vai lá fora tratar.Logo desconhece tudo que se passa no País.Enquanto isso, a nossa Assembleia Nacional,mais precisamente,as forças políticas e sociais, as bancadas parlamentares dos partidos da oposição não se pronunciam e vêm isto de uma forma impavida e serena.
    4. E está ehem.Perante tudo isto, o País pecisa saber toda a verdade.A transparência precisa-se de modo a que cada um de nós possa fiscalizar e proteger o nosso erário público-. Cordeais Saudações!E.R.

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    Josy Neto Responder

    Se a memória não me falha, à alguns anos atrtás, houve uma proposta de uma empresa internacional que quis construir uma grande central hidroeléctrica no Rio Yo Grande, e que a proposta foi rejeitada por alguns técnicos da EMAE e a oposição na altura.
    Lí esta noticia no mesmo Tela Non. Será que o Tela Non pode me dizer qual foi a alternativa que aquele grupo apresentou ao mandar anular aquela proposta?
    Se não apresentaram nenhuma, então vai ser dificil que a proposta que o primeiro ministro disse ter na gaveta, passe.
    Enquanto estivermos na lógica de Não Faço, nem Deixo Fazer, adeus ao futuro de S.Tomé e Príncipe
    Josy

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    Anca Responder

    A grande problematica, prende-se com resolver o problema de falta de energia eléctrica no país.

    Que antes de mais para, o Século em que vivemos(modernização de informação e tecnologias), continua para nós Santomenses, a ser um problema estrutural de desenvolvimento sustentável e consequentemente conjuntural,de subdesenvolvimento, devido a falta de vontade, falta investigação, estudos de viabilidades, antes de pormos em pratica qualquer projectos estrutural de desenvolvimento sustentável para o país, como se diz na nossa língua, é preciso pensar antes de fazer, é preciso pensar antes de agir, é preciso analisar pensamentos antes de comportamentos, em que o acto de pensar implica -ideias- e o acto de se comportar implica -agir-acção.

    Vamos a raiz dos problemas;

    Questão estrutural

    Falta de energia eléctrica.

    Que tipo de energia produzir neste momento, limpa e amiga do ambiente ou poluidora do ambiente?

    Porquê, como ,quem , quando, onde, produzir energia eléctrica?

    Questão conjuntural

    É muito caro.

    Avarias.

    É cara?
    É limpa?
    Tem custos futuros para novas gerações?

    De que meios financeiros dispomos de momento para solucionar o problema, para termos de gerar economias de escalas?

    Neste momento o país dispõe de recursos financeiros, capaz de solucionar a questão, estrutural e conjuntural atrás referidos?

    Que tipo de meio(tecnologias informação) mais rentável, é hoje possível, implementar, para a produção de energia eléctrica, mais limpa para o ambiente e menos cara para os recursos financeiros que o país dispõe neste momento e no futuro?

    Não podemos querer imitar tudo aquilo(modelos) que se faz noutros países, sem ter em conta a nossa dimensão, como país, a cultura do povo, números de habitantes por Km2 e os recursos naturais disponível.

    Nós hoje, estamos no século da transmissão e desenvolvimento de informação e tecnologias, mas não podemos aceitar todos os modelos que nos oferecem só porque precisamos, sem antes ter uma escolha ponderada em harmonia com a nossa realidade enquanto país e povo, sem antes, pensar em adaptar e aperfeiçoar as informações e tecnologias(modelo que nos oferecem), para que possamos ter economias de escalas.

    Pois a basta o nosso modelo democrático, que foi nos oferecido de bandeja, e que copiamos sem a devida adaptação, justeza e aperfeiçoamento, para aquilo que é a nossa realidade enquanto país, dimensão territorial , cultura do povo , números de habitantes por Km2, recursos naturais e financeiros disponíveis, ter sido um fracasso.
    Mas ainda vamos muito a tempo de corrigir e aperfeiçoamos os erros e falta de visão estratégica de como estruturar o país
    salvo as situações conjunturais do país.

    Mas para que isso aconteça a mudança tem que se gerar dentro do sentimento de fazer o bem em cada um de nós Santomenses, em relação aquilo que desejamos de bem e para o melhor do nosso país e para o nosso povo – aquilo que tanto reclamamos – e não somos capaz de concretizar na hora da verdade no momento certo e concreto.

    Não se deve pegar num modelo Tawianes; Português; Angolano; etc,etc,…e por em pratica só porque a conjuntura financeira o país não permite uma estrutura melhor.
    O que importa a médio e longo prazo é resolver questões de atraso estrutural, do país nas áreas social de desenvolvimento prioritário, Energia, Saúde, Educação/Formação de qualidade, Emprego, Desporto, Pesca, Agricultura, etc, etc… e não andar a tapar o sol com a peneira.

    Pois a somos adultos enquanto povo, enquanto país, para fazer-mos escolhas que nos tragam vantagens e não desperdícios e mais misérias e pobreza.

    Santomenses acreditem, somos capazes

    Acreditem, sonhem, continuem a persistir no aperfeiçoamento dos vossos conhecimentos e modernização do vosso país.

    Apresentem projectos estruturais de modernização, em todas aquelas áreas onde a vossa crítica faz surgir – pois constituem áreas de combate a misérias e pobreza.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem Santomenses

    Deus Abençoe São Tomé e Príncipe

    Bem haja a todos

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    Nando Vaz (Roça Agostinho Neto) Responder

    Basta de “Mentira”, estamos perante um governo que até está parte ainda não apresentou um plano estratégico para inverter a situação débil da económia. E todos sabemos qual é a importância da económia para para resolução de catastrófica situação do país.
    Ó Patrice como economista que dizem que voçê é, pensa em criar riquezas, dinamiza a economia logo projecto em gaveta!..

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    Sulila Miranda Responder

    Não há dúvida que o Sr PM foi infeliz ao assumir públicamente que não tinha conhecimento da situação energética do país, falha muito gave!,porquanto é suposto ele esteja atento a tudo quanto nos rodeia, … mas também é verdade que a situação energética do nosso país não é ” pouca carga”.
    Por isso Sr PM, arregaça as mangas e resolva esse problema, se quer sair-se bem neste mandato! Tente introduzir nas ilhas, energias renovaveis, modernize esse e outros sectores do país, o Sr é jovem e conhece boas coisas, deseje o mesmo para o seu povo, porque esse povo tem bom coração, só assim se entemde que tenham confiado em si sem o conhecerem profundamente, por isso não os decepcione!

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    samuel Responder

    Equanto o governo nao perceber que so tem a ganhar com o bem-estar da populacao, nada vai mudar!

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    engenheiro-Lisboa Responder

    Sem vergonha desse primeiro ministro….
    Anda mais tempo a passear e fazer governação no Gabinete, como é que pode saber o que se passa? Devia mais é ter cuidado naquilo que vai dizer? Um país de 1001 quilómetros quadrados e o senhor não não consegue governar com conhecimento e sabedoria.
    Levanta o cú da cadeira e inteira-se da situação.
    A palavra ministro significa servo. É para servir o povo que te elegeu com maior dinamismo e conhecimento das coisas.

    Governa com o povo e não para o povo, porque exemplos destes estamos cansados.

    Tanto engenheiro que há na EMAE e não são capazes de dimensionar uma rede HIDROELECTRICA que consiga satisfazer de uma vez por todas a reais necessidades energéticas do país??? E continuam a contratar tècnicos estrangeiro para reparar geradores???
    VERGONHA E BURRICE MORAM AÍ.

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    João Gomes Pimentel Responder

    O remédio para pr fim tudo isso, temos que pensar seriamente em parceria publico privado.
    Esta demostrado que os sucessivos governos não conseguem resolver o problema do Pais, com parceria publico privado vamos criar riqueza no pais disciplinar os meus produtivos.

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    Trinta Responder

    !!!!!!!!!!!!!!!!!BOA SORTE!!!!!!!!!!!

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