Política

PTS,UNDP e FDC denunciam Primeiro Ministro

Três partidos políticos sem assento na Assembleia Nacional, protestam contra o facto do Primeiro-ministro ter recusado a sua proposta, com vista a promover a inclusão e a unidade dos são-tomenses. As três forças políticas que anunciaram o fim do período de graça dado ao actual governo, prometem uma oposição firme e construtiva.

Para os partidos FDC, PTS e UNDP, o período de graça dado ao Governo terminou.

Segundo as três forças políticas, no passado dia 28 de Outubro, encontraram-se com o Primeiro-ministro, apresentaram uma proposta com vista a promover o união dos são-tomenses, mas foi rejeitada.

Na avaliação dos 14 meses do Governo, chegam a conclusão que o país vai mal.

FDC, UNDP e PTS, dizem que estão unidos, para promover a democracia participativa. Visita as comunidades mais pobres já está agendada para os próximos dias. Para ler na íntegra o comunicado das 3 forças políticas sem representação parlamentar CLIQUE –CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Abel Veiga

    14 comentários

14 comentários

  1. Afonso Pereira

    2 de Novembro de 2011 as 21:47

    Fiquei sem entender o que esses senhores estão questionando, ou seja que proposta é essa que eles sugerem, a nota esta evasiva, mais parece uns questionamentos do que efetivamente proposta. Para proxima procurem ser mais claro. STP ja esta farto de larapios que aproveitam desgraça do pais para ganharem dinheiro como esses senhores nos momentos de campanha.

    Um abraço cordial

  2. Dlima

    3 de Novembro de 2011 as 11:27

    Meus caros, eu defendo a democracia e a liberdade de expressão, mas convenhamos que vocês não faziam igual e muito menos melhor.

    Todos temos a consciência de que a situação conjuntural internacional, no seu todo, e nacional em partical não é a melhor. Portanto, não se pode esperar muito de um Governo cujo o seu orçamento depende em cerca de 90% das ajudas dos parceiros internacionais, parceiros estes que todos sabemos das suas defíceis situações perante a crise mundial.

    O País pouco ou nada produz, ao nível macroeconómico apresenta uma balança comercial extremamente negativa, portanto, não se pode esperar grandes coisas desse ou de outro qualquer Governo, apesar de saber que a “genica” ou a “habilidade governativa” de cada Governo conta muito.

    Meus caros, diz o velho ditado que “A UNIÃO FAZ A FORÇA”, portanto, ao invés de andarmos por ai a criticarmos despropositadas por ganas ao poder, por ódio, por vingança, ou por mero prazer de o fazer, unamos todos em prol de um País melhor, seja la com que Governo for.

    Sã Tomé plodoso dêcê uê piá nón…

    • Dlima

      3 de Novembro de 2011 as 11:31

      Correcção…
      …ao invés de andarmos por ai a criticarmos despropositadamente por ganas ao poder,…

    • Riboque

      4 de Novembro de 2011 as 12:15

      Senhora Dilma

      O seu discurso é de gente que está empoleirada, fixa, colada… Quando assim é a tendência é debitar receitas compatíveis com este estado de alma. Ou seja, receitas que indiciam a manutenção no comodismo, laissez faire,laissez passer, no pântano, no lévê-levê, na estagnação, enquanto a senhora e os seus compnheiros de engorda vão enchendo os bolsos, a cara, as costelas, as pernas, a barriga, os braços, as ancas, a boca, até que um dia acabam por rebentar com tanta engorda.
      Se o país não produz nada é obrigação dos governos criarem condições para que ele passe a produzir mais apostando em aactividades e investimentos que acrescentem valor ao tecido económico, que contribuem para a atracção do investimento estrangeiro, etc. O que é que este governo central tem feito neste âmbito? Nada! Nada! Não se conhece uma ideia bem elaborada que faça as pessoas entender este propósito nas políticas realizadas por este governo. É só viajar, prometer, prometer, viajar, viajar, nomear familiares e amigos para cargos importantes, perseguir as pessoas ou comunidades que têm feito alguma coisa, etc. Como é que a senhora quer união se é o próprio governo que incentiva a “não união”? O governo persegue umas pessoas e promove outras, coloca umas pessoas contra as outras, dá umas coisasa a umas pessoas e tira outras coisas a algumas pessoas, sobretudo os adversários políticos. A senhora quer união com este tipo de comportamentos?
      Riboque

  3. Helves Santola

    3 de Novembro de 2011 as 11:46

    É disso que estou a falar. É o povo a querer se inteirar mais das acções do governo, com vontade de fazer alguma coisa para melhorar a suatiação…. a nossa postura está a mudar…..

  4. Assuncao

    3 de Novembro de 2011 as 14:04

    Mas que raio de proposta ‘e essa k estive aki a procurar e nao vi?!!!ke fizessem 1 sumula da mesma, nao?!convenhamos!!!ja da “radiografia” do estado do pais ja todos sabemos, ….
    Com cumprimentos.

  5. Tlaba Só Ca dá Tê

    3 de Novembro de 2011 as 15:13

    O senhor Anacleto Lourim devia procurar alguma coisa para fazer na vida.. Deixa boa vida e de preguiça, será que senhor não tem qualificação para pelo menos ir dar aulas? Credo preguiça vai trabalhar,faz tempo que esse senhor anda nisso..

    • m

      4 de Novembro de 2011 as 8:16

      Meu senhor, dar aulas nao e “pelos menos”. Os professores devem ser respeitados e dignificados,ta?

      • Riboque

        4 de Novembro de 2011 as 12:24

        Eu gostei desta! Há uma tendência que se instalou no país que as pessoas desconsideram o papel dos professores na sociedade. Existe uma quantidade de professores, formados em várias áreas, que estão fazendo asneiras em áreas de que não percebem nada e, no entanto, deveriam estar a dar aulas valorizando profissionalmente. A culpa não é dos professores, é dos dirigentes políticos que transformaram a acção educativa numa espécie de profissão menor em detrimento de tachos políticos. Por isso é que o país está como está pois, reflecte a pouca valorização da profissão docente encomendada pelos nossos políticos nos últimos trinta anos. O país vai pagar caro por esta opção. Eu acredito que os políticos nacionais não têm a noção daquilo que andam a fazer e todos os dias, com a sua política, estão a transformar o país num inferno. O aumento da criminalidade e marginalização deve-se em parte a este fenómeno.
        Riboque

  6. António Nunes

    4 de Novembro de 2011 as 16:30

    Senhor Rolim, Senhor Arlécio, Senhor Damião, vão mas é a trabalhar.
    O país não pode avançar com preguiçosos como vocês.
    O que é que vocês fazem na vida. Diga-me onde é que trabalham. Existe as roças encapoeiradas e vocês andam na cidade a dizerem que são politicos. Politicos de quê. Qual partido vocês representam, que nas eleições nem conseguem vinte votos. O senhor Arlécio com o seu partido concorreu as eleições legislativas, mas estava a fazer o tempo de antena para PCD. Que Partidos são vocês. Em vez de Partido, vocês estão QUEBRADOS.
    Vaiam trabalhar, PREGUIÇOSOS

  7. Jorge Jose Da Mata

    4 de Novembro de 2011 as 22:08

    Meus senhores, viva a Democracia.
    Mas estes senhores não querem nada com a Democracia.
    Mulherada, festa, show de comes e bebes é como entendem a Democracia.
    Macacada e parvoíces é o que mais fazem e dizem que é Democracia.
    Malandros e desonestos que se escondem atrás da Democracia.
    Mendigos sem vergonha a sujar o que melhor temos neste país… a Democracia.
    Malditos, que o diabo vos carregue para longe… da nossa Democracia.

  8. lualua

    4 de Novembro de 2011 as 22:32

    E onde está a proposta, seus políticos de meia tijela.Vão arranjar trabalho.

  9. NINA

    5 de Novembro de 2011 as 6:03

    MEU DEUS …

  10. Barão de Água Ize

    6 de Novembro de 2011 as 18:42

    Enquanto os partidos com sem assento na Assembleia; o Governo e o Presidente da República, não derem importância que a Economia deve ter, só resta ao povo de STP assistir e alimentar-se de politica e não da riqueza que a Agricultura pode criar.
    É imperioso e devia ser designio Nacional o retorno em massa à Agricultura. O verdadeiro petróleo de STP está debaixo dos nossos pés mas a parasitagem politica prefere andar a pedir ajudas externas.

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