Política

Príncipe ganhou centro de Internet e novo Jardim de Infância

No âmbito das celebrações do 541º aniversário do seu descobrimento, a ilha do Príncipe viu abertas várias janelas para descobrir o mundo. O Centro de Internet inaugurado esta manhã na cidade de Santo António pelo Presidente da República, Manuel Pinto da Costa, é mais uma oportunidade, para desencravar a ilha isolada.

O Presidente da República que chegou a ilha do Príncipe na última segunda – feira, reuniu-se de imediato com o Presidente do Governo Regional José Cassandra, no Paço do Concelho. Logo a seguir inaugurou um novo jardim-de-infância, que vai ajudar a melhorar as condições das crianças da comunidade de Hospital Velho.

Um momento de festa vivido pelo Chefe de Estado na companhia do Presidente do Governo Regional José Cassandra. Esta terça feira, foi a vez do Presidente da República e do Presidente do Governo Regional, abriram janelas de oportunidades para os habitantes do Príncipe, principalmente da cidade de Santo António, descobrirem o mundo. A internet é a ferramenta que abre tal oportunidade.

O novo centro de Internet de acesso gratuito está instalado no Centro Cultural Português do Príncipe. Por volta das 11 horas de hoje começou o acto central das actividades, marcado pelo discurso do Presidente da República e Chefe de Estado, assim como actividades culturais.

Esta quarta – feira o Presidente da República Manuel Pinto da Costa, prossegue a visita a ilha do Príncipe. O projecto de construção de casas sociais, merecerá atenção especial do Chefe de Estado, que só no final da tarde de quarta – feira regressará a capital São Tomé.

Abel Veiga

    14 comentários

14 comentários

  1. The Politics

    17 de Janeiro de 2012 as 16:10

    Cada vez que leio uma noticia dessas me remove o estomago, com a importancia e o pamfleto que fazem dessas noticias.
    Um centro de Internet que estou seguro que so vai funcionar durante 2 ou 3 meses e depois tudo esta esquecido. Uma velocidade de Internet que nem siquer se pode baixar uma musica mp3 em menos de 15 minutos, coisa que em outro pais se faz em 15 segundos.
    O pais esta a necessitar de obras grandes e não de essas migalhas que o governo Português e outras instituições doutros paises continuam a doar e que em troca estão a levar uma porrado de dinheiro de deversas formas para seus respectivos paises. Porque será que a CST ainda não pois em marcha a banda larga? porque pretende maximar no que resta os seus lucros com o carrissimo preço de internet.
    DIPUTADOS, MINISTROS, PRESIDENTE, ETC. Começam a fazer em prol do pais e deixem de receber migalhas. Disse.!!!

    • santoespirito

      25 de Janeiro de 2012 as 14:29

      se nao sabe fazer melhor nao critique. melhor um na mao do que dois a voar.

  2. Takora Mohamed

    17 de Janeiro de 2012 as 18:54

    Caro “The Politics”, é lamentável ver gente como o Sr. se pronunciar neste espaço democrático que deve ser de construção e não de destruição perjorativa.

    O Principe e os seus jovens ganham sim com o novo espaço de internet gratuito, e com sempre só sabemos maldizer de tudo o que é feito de bom nesta terra.

    Eu sou um utilizador frequente e assíduo da internet em STP desde o quarto dia em que se começou a ter este acesso disponível nesta terra. De lá pra cá sempre fui crítico para melhorias, no entanto reconheço que demos passos muito largos e estamos no bom caminho. Em muitos paises da europa e não só chegamos a ter a internet com a mesma velocidade ou pior do que a que temos cá, outros há em que a velocidade é quase a da luz. No entanto a nossa é bastante satisfatória e sabemos que a partir do final deste ano será muito melhor.

    Se o seu objectivo é apenas baixar mp3 na internet, quero lhe dizer que em nada esta a contribuir para nossa cultura ou a dos outros, pois em vez de se dedicar a pirataria na internet compre os discos e dixara de ter problemas de baixar mp3 em segundos.

    Pense nos jovens do Principe que hoje nada têm e que ter acesso gratuito já lhes abre muito a porta para saber também aquilo que muitos sabem e que pelo isolamemnto nunca souberam.

    Que outras oportunidades surjam para os jovens da ilha irmã do Principe apar da infraestruturação da ilha.

    Naveguem na internet e aumentem os vossos conhecimentos só assim estarão em pé de igualdade daqueles que não desejam que o desenvolvimente chegue a ilha.

    Bem haja ilha do Principe, bem haja a juventude das ilhas.

    PARABÉNS A NOSSA SELECÇÃO “PAPAGAIO”

    • The Politics

      19 de Janeiro de 2012 as 14:49

      Coloquei o exemplo de mp3 porque é um formato que muita gente conhece. O Sr. parece que nunca saio de STP por isso ve isso como “um paço longo”, mas para quém este noutras paragem isto não significa nem siquer meio passo, porque estou seguro que este centro vai funcionar 2 ou 3 meses. O Sr. já me dirá. A minha critica não é destrutiva mas sim verdadeira. Basta de pequenas obritas o mais precisa de grandes obras que durar 20 ou 30 anos, obras que crie empregos e possa realmente fazer diferença na vida da população, estou quase certo que este centrinho não fara nehuma diferença.

  3. Zezé

    18 de Janeiro de 2012 as 8:37

    Também até agora ganhou uma coisa inédita. A impunição por um acto mais escandaloso de um país que, como qualquer outro se possa comparar. Refiro-me ao crime de queima da bandeira nacional. Este acto nunca deverá passar impune, a não ser que haja envolvimento de filhos das ilustres figuras daquela Ilha.O país fora informado que uma equipe de policial e exercito deslocaram-se àquela parcela do território nacional para proceder as investigações, mas até então, não houve nenhum pronunciamento das autoridades sobre o caso. É mais um caso, considerado “nado morto”. Se não se provar os autore deste crime, é mais uma prova da injustiça que vê neste país, justiça a duas velocidades e com dois pesos e duas medidas. ESTE O TAL PAÍS DENOMINADO “REPÚBLICA DAS BANANAS” COMO DISSE UMA VEZ UMA INDIVIDUALIDADE
    PORTUGUESA. HAVER VAMOS.

    • Folha Chaléla

      19 de Janeiro de 2012 as 11:13

      Espero que o senhor não tenha esquecido na sua argumentação outros crimes que entretanto foram cometidos em S.Tomé e Príncípe.
      O senhor esqueceu, de propósito estes crimes e não esqueceu da bandeira. Vou enumerá-los alguns crimes que o senhor esqueceu de enumerar.

      Primeiro – Quem aprovou o projecto de Agripalma, como alguém já disse neste espaço, deve ser preseo imediatamente, porque este projecto é um autêntico crime que pretendia matar a população do Príncipe para que algumas pessoas, como o senhor Rafael Branco e mais alguns, pudessem ganhar muito dinheiro. Portanto, estas pessoas, ministros e directores, que aprovaram o projecto Agripalma devem ser imediatamente presos por este crime.

      Segundo – Quem aprovou o projecto de cabo submarino de fibra óptica que exclui o Príncipe deste projecto também deve ser imediatamente preso porque isto é sinal de crime na medida que compromete um desenvolvimento harmonioso do país provocando divisões entre as duas ilhas como acabou por acontecer, com o acto de queima da bandeira. Portanto, se a queima da bandeira é um crime os actos que a provocaram, que são actos criminosos, como alguém já disse, também servir para que os seus actores sejam presos e julgados. A impunidade não pode ser só para aqueles que queimaram a bandeira.
      O acto político obstinado de abandonar, prejuducar, marginalizar uma população inteira, levado a cabo por este governo como pelo governo do Rfael Branco devem ser comparados a um crime grave. Os actores políticos destes actos devem responder também em Tribunal poe seus actos. Em qualquer país com leis estes políticos seriam julgados e condenados porque existe má-fé, intenção de prejudicar uma população inteira. E os sen hores Patrice Trovoada e Rafael Branco são os pais desta intenção criminosa.
      Fui
      Folha Chaléla

  4. josé castro

    18 de Janeiro de 2012 as 18:04

    Bem, faz-me lembrar (sobretudo) os anos 90,(porque eram em maior número) em que na altura da campanha eleitoral, até um triste chafariz de água para povoados ou populacao carenciada, iam ministros presidir ou entao, os politicos emergentes á candidatos que financiavam ditas construcoes.

    Exemplo disso, é o que ainda se pode ver em plena cidade capital, no chafariz diante do mercado municipal, onde está escrito: ” com patrocinio da ADI, Patrice Trovoada”. que baixeza de mentalidade politica que perdura até as dias de hoje…!!!! triste!!!

  5. manu mau

    19 de Janeiro de 2012 as 18:11

    é sempre bem vindo a estes projectos.
    mas só que os projectos da ilha benificia a população de centro da cidade, não da localidade. temos que fazer algo melhor para localidade da ilha eles tambem precisão. o gorveno do principe só pensa em vender roças que é um beneficio p ele e os outros.
    vamos preparar a nossa estada aeuroporto alfaniga (porto) iluminação na ilha toda,
    agua canalizada para população do principe, condições nos hospital. transporte publico.

    são estes projecto que precisamos para ilha. não coisas de boa vida meus senhores já é hora de trabalhar não de brancadeira
    ate ja manu mão

  6. Zezé

    20 de Janeiro de 2012 as 8:55

    Folha chalela, eu concordo perfeitamente com a tua dose de consciencia. Não gostaria de ser incompreendido, por ti ou pelos outros que leram a minha crítica. Senão vejamos: O país é São Tomé e príncipe. Não está e nem pode estar em causa o atendimento de alguns benefícios em detrimento de outra parcela do território nacional. As leis devem ser iguais para todos os cidadãos, quer estejam em São Tomé, em Mé Zóchi, Cantagalo, na região Autónoma do Príncipe, lembá, etc.Não deveria haver atropelos no fazer da justiça nessa república.Mas para se inverter esse estado de coisas, deve ser a nova geração, muito lúcida, descomplexada e intelectualemente habilitada, que poderá mostrar ao povo destas ilhas a outra face da moeda. Não se vê na cadeia nenhum ex-ministro ou outro pessoal que exerceu o cargo de dirigente, isto significa que todos têm governado bem. Então pergunta-se: Porque que o país não desenvolve, e fala-se de corrupção constantemente.Esses deputados que andam alí na Assembleia, são uns tantos intereseiros, pretendem sim tirar partido dos seu objectivos pessoais quando optam em aprovar esta ou aquela lei.Eles não representantes do povo coisa nenhuma.O povo nem lhes conhece, como é que dizem k são representantes do povo. São sim representantes do POLVO.Dever-se-ia substituí-los pelo conselho Superior do Estado. Acho que essas individualidades têm maior responsabilidade e honestidade com os actuais constragimentos pairados no nosso país: a injustiça social/salarial, a degradação da economia e falta de transparencia na gestão de coisa pública, a punição de todos quanto cometem crimes passíveis de sanção nesse país, o comabte a criminalidade em todas as suas vertentes com um engajamento sério e credível dos deputados na feitura das leis para o efeito,enfim…são muitos males que merecem muitos remédios.

    • Folha Chaléla

      20 de Janeiro de 2012 as 22:21

      E onde é que o senhor estava que só reparou que é crime ou impunidade queimar a bandeira? O senhor, para ser justo e imparcial, deveria reparar noutros crimes como o abandono, marginalização e discriminação da ilha do Príncipe para, então, emitir a sua opinião sobre a bandeira.
      Fui
      Folha Chaléla

  7. Boca Pito

    22 de Janeiro de 2012 as 12:33

    Olá amigos.
    Na onda de críticas contrutivas ao actual governo, quero deixar bem claro o seguinte:
    a) Como é que aparece uma notícia no Jornal Kê Kwá,em que dá conta que São Tomé encontra-se no quarto lugar no mundo como país mais corrupto e perigoso para o investimento, quando os governos anteriores e o actual, nada fazem para apetrechar a Polícia de Investigação criminal de condições mínimas para trabalharem? Foram obrigados há dias a emprestar viaturas de outros sectores do estado para operações que passara na TVS. Os agentes foram para operações cheios de vontade e cheios de fome: Que injustiça?Isto porque não têm um salário que lhe dá para ssobreviver numa semana, quanto mais para um mês.Vivem a mendigar na nossa urbe, outros até por falta de como resolver os seus problemas financeiros em termos de sobrevivencia, cometem actos muito lesivos para o bom nome da Instituição que representam. Como é que se pretende uma polícia de investigação de crimes de carácter cintífico, quando os seus técnicos são pedintes e desgraçados financeiramente? resolvendo o problema de conceder-lhes algo que tenha o nome de “salário”, vamos para questão de equipamentos, dizem que alí eles não têm computadores, como vão trabalhar? Será que têm inernet, intranet e os agentes sabem dominar estas ferramentas? Esta polícia não passa de um departamento dos governos sucessivos desse país, para atender as situações que preocupam os governos enquanto estão no poder, e nada mais. Se não vejamos: Para inverter a situação, basta dotar os agentes de um salário condígno, meios informáticos a altura das exigencias do mundo moderno, um orçamento cuja gestão seja autónoma e enquadramento de algumas legislações que merecem ser refeitas. Daí, os agentes terão quase toda a prontidão para agir sem desmotivação e revolta no espírito. Só não buscam outro emprego, porque o mundo está muito conturbado.MAS A DESMOTIVAÇÃO E REVOLTA É MUITO GRANDE NO SEIO DESSE MILAGROSOS “CACHOROS” QUE ATÉ HOJE TÊM DADO TUDO SI, PARA ESTADO SANTOMENSE, não obstante haver algunss deles que merecem ser licenciados compulsivamente dado os seus comportamentos e condutas muito incorrectas.
    MESMO COM GREVES OU PARALIZAÇÕES DOS SERVIÇOS ESSES “CACHOROS” NÃO VÃO CONSEGUIR OS SEUS OBJECTIVOS, ALIÁS JÁ FORAM SANCIONADOS POR ESSA TENTATIVA, SEGUNDO INFORMAÇÕES.
    Será que existe uma delegação desta Polícia permanentemente na Ilha do Príncipe? Nós cá não precisamos dos serviços desta instituição? É muita bricadeira de mau gossto neste País. Esse governo debveria ser queixado no tribunal internacional ou noutra instituição internacional pelas violações das leis que tem praticado.
    Tchau ê….

  8. Zezé

    22 de Janeiro de 2012 as 15:52

    Boca Pito,
    Muito bem. Gostei da tua reflexão, mas falta mais alguma coisa. Estive no Fórum sobre a Justiça realizado ultimamente, no país no qual pretendeu-se priorizar outros sectores da Justiça como os Tribunais o Ministério Público, esquecendo-se novamente da Polícia de Investigação Criminal e da Cadeia Central. Aí foi muito boa a intervenção do Magistrado actual director da PIC. Este interveio muito claramente, apresentando questões devidamente justificáveis para que a PIC fosse tida em conta como sector da Justiça a ser atendido em primeito lugar.Muito bem, senhor Reffel Raposo, gostei imenso da sua intervenção enquanto director da PIC. Os sucessivos e o actual governo nunca se empenhou em modernizar este Polícia como deve ser, não por falta de verba no orçamento, nada disto:Mas sim porque estando esta polícia devidamente apetrechada, e funcionável na sua plenitude, encomodaria muitos governantes,ex-dirigentes, deputados, e outros da elíte santomense. Daí a razão de não quererem ter a PIC devidamente apetrechada, porque eles se sentiriam perseguidos.Porquê o medo? Então têm rabos presos e econdidos aí? A justificação só pode ser esta. Temos um aeroporto onde esta polícia não tem nenhuma interferencia sobre o controlo de entrada e saída de passageiros, os “portos públicos” não têm nenhuma sintonia com esta Polícia, os “pequenos portos privados” pior um pouco.Não existe uma política de coordenação em termos de seguimento aos emigrantes clandestinos que se refugíam em São Tomé e no Príncipe.
    Isto para dizer este País tem razão de ser considerado o “abrigo de bandidos” pelas entidades governamentais. Fala-se que a INTERPOL deve trabalhar nesse sentido, há uma representação desta instutição funcionável em São Tomé e no Príncipe? Os jovens quadros da região do Príncipe não poderiam ser formados para ocupar esse posto na região Autónoma do Príncipe? Quantas viaturas roubadas no estrangeiro entram no nosso país e estão em circulação, sem o controlo das autoridades competentes e devidamente equipadas para o efeito? Há uma clara vontade deste governo de pôr o país a sua maneira, porque neste momento é pertença sua.Mas isto é gravíssimo.
    Devemos deixar de populismos baratos e infelizes, dando conta sim, das nossas capacidades e atribuições enquanto dirigentes eleitos pelo povo.

  9. agua fresca

    22 de Janeiro de 2012 as 15:58

    Muito bem dito,
    Fui.

  10. Boca Pito

    22 de Janeiro de 2012 as 16:44

    ok caríssimos leitores,
    Falando da crítica construtiva ao actual governo, gostaria de tecer algumas considerações:
    Estive presente no último fórum sobre a justiça em são Tomé e príncipe. Nesse encontro, gostei imenso da intervenção do Magistrado Reffel Raposo o actual Director da PIC. Este na sua intervenção em tom aborecido com toda a razão, discordou que a PIC ficasse para o segundo plano nas opções dos intervenientes. Sublinhou muito claramente as carências por que passa esta instituição policial, o que levou os presentes a considerarem que a instituição em causa fosse colocada no primeiro lugar a ser atendido. Esperemos que os compromissos não fiquem apenas pelo papel. A verdade é que os governos não querem esta policia devidamente apetrechada, porque eles, os ex-governantes,deputados e outros da elite saotomense se sentiriam perseguidos com as actuações desta policia. Alias, estando um agente a ganhar um bom salario, e ter uma vida condigna, ele nunca estaria propenso as tentações de corrupção ou mendiguice por parte de seja quem fosse. Por estes factos, leva-me a enteder que São tomé e principe não passa realmente como noticiou o jornal Ke Kwá, o quarto país mais perigoso do mundo. É por isso um escoderijo de bandidos, que entram e saem do pais sem o controlo filtrado da Policia judiciária também. Que muitas viaturas roubadas na Europa e não só, entram no país sem serem devidamente controladas pelas autoridades competentes e com mmeios disponíveis para o efeito. Que o movimento de entrada e saida dos passageiros nos portos públicos e privados, seja vulnerável. Para ver que o actual governo não pretende ter uma polícia criminal apetrechada e funcionável, mas sim um departamento que serve o governo quando ele entender que for necessário. Como por exemplo, há dia numa grande operação, viu viaturas emprestadas na operação,e a PIC sem nem uma viatura própria. A atitude permanente dos sucessivos governos é de remeter os agentes a mendiguice e totalmente desmotivação para que fiquem dependentes de terceiros. É preciso que o governo atribua um salário condgno a este MILAGROSOS “CACHOROS”, se bem que alguns merecem ser licenciados copulsivamente devido as suas condutas expressamente incorrectas.

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