Intervenção do PR no acto central do descobrimento da ilha do Príncipe

“A coesão nacional como princípio inerente à unidade de São Tomé e Príncipe como nação tem que ser defendido por todos, sem qualquer transigência ou concessão, seja quais forem as circunstâncias”. Declaração do Presidente da República esta tarde na ilha do Príncipe.

Senhor Presidente da Assembleia Legislativa Regional

Senhor Presidente do Governo Regional

Senhores Membros do Governo Regional
Senhores Embaixadores e membros do Corpo Diplomático
Principenses

É com enorme satisfação que me associo, pela primeira vez, às cerimónias oficiais evocativas de mais um aniversário do descobrimento da ilha do Príncipe, na sequência do convite do Senhor Presidente do Governo Regional que, desde já, quero agradecer.

Não posso, também, deixar de expressar publicamente o meu agradecimento pela forma calorosa com que mais uma vez sou recebido pela população do Príncipe.

A evocação desta data histórica não pode ser um exercício meramente retórico e formal porque é na história que se fundam as raízes da nossa identidade como país, como povo e como nação.

Como já afirmei no passado, conhecer e compreender a história é uma ajuda preciosa para resolver os problemas do presente e dessa forma ganhar o futuro.

E na história recente da nossa república não poderia deixar, neste momento, de aludir a esse importante marco que constituiu a consagração da autonomia regional do Príncipe através do seu estatuto político-administrativo aprovado em 1994 pela Assembleia Nacional.

Ainda não passaram 20 anos desde a criação da região autónoma do Príncipe, o que para uma ilha descoberta há mais de 500 anos é muito pouco, mas existem já sinais claros que permitem fazer um balanço positivo dos resultados alcançados até aqui.

O aprofundamento da autonomia, ao aproximar o estado dos cidadãos, é um caminho irreversível desde que percorrido com responsabilidade e com a necessária solidariedade institucional decorrente do carácter unitário da República de São Tomé e Príncipe e tendo sempre em conta o interesse nacional.

A descentralização do estado, seja através da autonomia regional, seja através do poder local autárquico, pode e deve ser um instrumento fundamental para a criteriosa gestão dos recursos públicos, no quadro de uma administração mais eficaz, com ganhos evidentes para as respectivas populações e naturalmente para o país.

Para que tal aconteça é absolutamente indispensável a existência de permanente articulação e diálogo com o poder central na prossecução do objectivo fundamental do desenvolvimento harmonioso do país como um todo e a atenuação das assimetrias que ainda persistem entre as várias regiões do país.

Este aspecto, aparentemente simples, encerra uma importância decisiva nas actuais circunstâncias históricas e sociais do nosso pequeno país. Como referiu Nelson Mandela em Londres, em 3 de Fevereiro de 2005 “enquanto persistirem no mundo a pobreza, a injustiça e as desigualdades gritantes, nenhum de nós pode verdadeiramente descansar”. “A pobreza não é natural. É obra humana e pode ser vencida e erradicada pelas acções dos humanos.” “Vencer a pobreza não é um gesto de caridade.” “É um acto de justiça. É a protecção de um direito fundamental, o direito à dignidade e a uma vida decente.”

Este objectivo tem que ser o tema central da acção política nacional, regional e local. A luta sem tréguas à corrupção é o instrumento mais poderoso no caminho a percorrer para vencer a pobreza.

Por isso, o interesse específico de cada região ou distrito não deve, em circunstância alguma, ser confundido com interesses ou egoísmos particulares desligados da realidade que o país enfrenta.

Temos, portanto, que estar atentos ao mundo que nos rodeia e tirar as ilações necessárias para conseguirmos, à nossa maneira, optimizar recursos em benefício da melhoria das condições de vida do povo,  evitando os erros cometidos noutras experiências autonómicas, algumas das quais muito mais antigas do que a nossa.

Temos um território pequeno, com recursos escassos e, ao contrário de muitos outros países, uma continuidade territorial que não pode ser posta em causa, nem pela geografia e pelo mar que nos separa, nem por quaisquer outros condicionalismos.

A cooperação entre os diversos órgãos do estado é uma condição essencial para que São Tomé e Príncipe na sua unidade territorial e com as particularidades de se tratar de um arquipélago enfrente com determinação e sucesso os desafios que se lhe colocam ao nível das infra-estruturas, bem como ao nível do desenvolvimento das actividades-chave como o turismo, a hotelaria, energia e a agricultura.

A via do diálogo cooperante e construtivo é a única que nos resta para que, de uma vez por todas, São Tomé e Príncipe entre no caminho do desenvolvimento sustentável de modo a vencer a pobreza. Esse é, repito, o grande desígnio nacional que a todos tem de mobilizar.

Não posso deixar de reiterar o que afirmei recentemente:
- a coesão nacional como princípio inerente à unidade de São Tomé e Príncipe como nação tem que ser defendido por todos, sem qualquer transigência ou concessão, seja quais forem as circunstâncias.

O rigor, a transparência e o combate à corrupção são exigências patrióticas que a todos obrigam independentemente da posição que ocupam nos diferentes órgãos do estado.

Não tenhamos dúvidas que, tendo em conta a crise internacional, 2012 será um ano decisivo para o país, o que exige de todos um acrescido sentido de responsabilidade.

Estou, no entanto, firmemente convencido de que, com união, disciplina e, sobretudo, muito trabalho será possível, já este ano dar passos significativos, a caminho do desenvolvimento sustentável e da melhoria das condições de vida do nosso povo.

Muito obrigado pela vossa atenção.

(conteúdo do discurso proferido pelo Presidente da República na celebração do 541º do descobrimento da ilha do Príncipe)

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    Voz da razão Responder

    Muito bem!…Viva STP.

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    Cobra Preta Responder

    Pai Grande,força.
    O nº1 tem que ser o exemplo.
    Ajudar a unir os Santomenses com rigor,disciplina e mais trabalho. Temos que ter esperança que melhores dias virão com a contribuição de cada um e de todos nós sem excepção.

    Bem-haja

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      Galinha Responder

      Concordo consigo,

      O No1 tem que dar exemplo; so que o pai qrande devia ser chamado de preguicoso grande, nunca fez nada na vida, alias e o Homem de um so oficio; ser presidente. E quando nao esta no poder fica na cama a dormir.Resumindo este Sr. nao tem moral para apelar aos Santomenses ao trabalhem.

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    Joao Batepa Responder

    Nao é suposto isto ser formal?
    Este senhor tem o peito aberto. Deve usar uma grata uma vez que adpata o ocidentalismo. Ou entao usar um traje Africano.

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      João Oquê Ponte Responder

      Bom discurso, senhor Presidente. Continua neste rumo, chamando atenção dos políticos e do povo, de forma pedagógica e cívica, para que o país encontre um rumo certo. Desde a sua eleição as coisas parece que estão a mudar. Parece que há mais responsabilidade, mais acerto, mais respeito, até. É isso mesmo. Vai deixando a sua marca. Eu que não esperava este comportamento tenho de reconhecer que as coisas estão agora muito melhor.
      Unidos Venceremos.
      João Oquê Ponte

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      Helder Pinto Responder

      Joao Batepa
      O por da gravata não segnifica nada, o saber do homem não esta na maneira de vestir. Deves crescer e aparecer

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        josé castro Responder

        bem dito Dedé!

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      Mimi Responder

      Ajudar-nos-ia muito reflectir mais sobre o conteúdo. Os rótulos (fato e gravata)sao simplesmente rótulos. Refletir mais nas ideias e nao nas pessoas também traz muito proveito!

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    Burkina Bé Responder

    Tens razão João Batepa, Mas este senhor é o PRESIDENTE DA REPUBLICA!!! modere um pouco a tratar o seu superior.
    Devias louvar o discurso do Senhor PR.

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      Galinha Responder

      Meu caro,

      O facto do Pinto da costa ter sido reeleito Presidente da republica de STP, faz dele o presidente de todos os Santomenses, com certeza.Mas felizmente por um determinado tempo, sinceramente, espero que passe rapido, muinto rapido.Este senhor e igual o nino viera so queria ser presidente e acabou como acabou. Bem enfim, custumo valorizar as pessoas nao por aquilo que fala mas, por aquilo que faz, e o Pinto Da Costa durante a vida toda so conseguiu publicar um livrinho de banda desenhada de 10 paginas.

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        Calibre-12 Responder

        Claro que sim. Consegui em toda a vida publicar seu livrinho de 10 p+aginas – uma verdadeira banda desenhada de histórias que todos conhecemos de cor e salteado, isto por um lado e por outro conseguiu também durante a vida toda dirigir viaturas “jeeps” de um canto para o outro vendo a banda passar, assistindo de longe a pobreza que ele ajudou a “plantar” nos primeiros anos que se seguiram a independência.
        Olha! Esqueci-me. Também durante os anos da sua existência consegiu ser Presidente por duas vezes. Granda mérito!

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    Anca Responder

    Muito bem Sr.Presidente da Republica.

    Sentido de Estado, responsabilidade, maturidade política, humildade, ponderação, exemplo de como servidor de estado se de ser e estar(pensamento comportamento) agir e fazer, de modo a consignar a unidade e coesão do país(território/população), ingredientes essenciais para estabilidade e paz social, para a modernização sócio/cultural/política, para juntos delinearmos caminhos de desenvolvimento ambiental/económico e financeiro homogéneo e sustentável tanto da geração presente bem como da futura, no combate a corrupção, na justiça social e repartição justa de recursos, na gestão transparente do país(território/população), no desenvolvimento mediante integridade homogeneidade territorial, na luta contra a fome miséria e pobreza, sempre na base de possibilidades/estruturação de educação/formação de qualidade do Homem Santomense, para o trabalho árduo, na construção de um país(território/população) moderno mediante diálogo construtivo e permanente, onde todos podemos dar o nosso contributo, sem onerar as gerações futuras nem a sustentabilidade dos recursos escassos ou naturais.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    Anca Responder

    Neste dia de celebração de 541 anos de descobrimento da ilha de nome Príncipe, ou ilha do Príncipe, tal como a visão e missão além mar dos navegadores Portugueses, indo mais além do pensamento do seu povo mediante condicionalismos internos, na altura, que conduziram Portugal de outrora à condição de Império.

    Quero deixar aqui um repto, ao Sr, Presidente da República, ao Sr, Primeiro Ministro, aos membros do governo(Ministros), ao Presidente do Governo Regional, aos Presidentes das Câmaras Distritais, aos Líderes Partidários, aos Srs Deputados, as autoridades competentes, bem como as instituições do Estado( da qual todos fazemos parte), e os cidadãos no geral, que tenhamos a grandeza honra e discernimento de pensar, gerar e estruturar o país(território/população), mais além, do que os condicionalismos da realidade, social/cultural e político, do momento presente actual, que é por vezes deveras momentâneo e tenta ofuscar, os grandes desígnios planos e projectos que devem servir de bases sólidas de estruturação de nortear o país(território/população), rumo a modernidade progresso e desenvolvimento sustentável, de forma homogénea à todas a regiões, transversal, à todos os sectores de gestão do território e população, tenhamos orgulho nesta missão, na base da união, da disciplina e muito empenho no trabalho árduo, para mudarmos a realidade social/cultural/política/ambiental/económica e financeira, de pobreza, fome e miséria, que assola-nos como país(território/população), sejamos fortes, corajosos, firmes no pensamentos comportamentos e convicções, na luta contra a corrupção, contra o analfabetismo, contra a fome miséria e pobreza, contra falta de cuidados de saúde as nossas crianças, jovens e mulheres, bem como protecção aos idosos, acreditemos é possível sim.

    Acreditem, força, coragem

    Com humildade e ponderação mediante diálogo conseguimos

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    Há uma nação a ser construída, precisa de contribuição de todos, mediante pensamentos e comportamentos, mais além do que somente os condicionalismos da realidade presente.

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    Valentim Cravid Responder

    O João Batepa é muito fino.

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    josé castro Responder

    Só me preocupa os múrmurios internos que dao dentro de sí as entidades estrangeiras com representacao no nosso país, que dizem:” possas pah, esse pais é mesmo uma miséria, e essa ilha do Principe, em particular, é mesmo relegada ao abandono”.

    Nisso é que os dirigentes deviam pensar e ter vergonha na cara.

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    Feijoada Responder

    Ja vivemos de muitos discursos e melhores.
    O futuro de STP não depende de discursos.
    O Pinto da Costa não fez, não faz, nem fara nada para esse país. è so discursos, deixemos de pai grande e passemoa ao grande pai. Os discursos devem por fim e começar a prática.
    O prometido nem se quer começou. Convenhamos porq ja não somos povos de discursos….

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    DA e DOI Responder

    Muito obrigado Papa Grande.Demonstra ao senhor PM que o senhor sabe dirigir o país com unidade disciplina e trabalho mesmo na democracia, a contrario que ele tinha dito, que o senhor deveria pedir apoio de outros politicos da nossa praça para saber estar na democracia. Viva STP somos capazes.

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      Realista Responder

      Em pleno seculo vinte e um Siceramente! estamos muito atrasados na mentalidade e assim nao iremos a lado nenhum.Santomenses acordem.

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    Estudante Responder

    Tu gosta ou não pai grande muito ajuda e não chama tvs para firmar stp para ir rumo ao desenvolvimento deve começar por dialogo, consciência de cada um, união, disciplina que muitos não tenham em stp farsa pinto você é o único que vai mostrar diferença e postura rigor e derrota a corrupção.

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    Anjo do Céu Responder

    Muito discurso.Pouca pratica.O Sr.Presidente não se esqueça de que o SR é Doutorado em economia e sua função é ajudar,orientar e encaminhar os Ministérios das Finanças e outros congeneres para põr São Tomé num patamar seguro rumo ao pogresso.Põe sua experiencia na pratica o k aprendeu durante os tempos.Precisamos da sua coperação institucional junto com os Ministérios e não deixa-los a deriva.Este é o seu papel como Doutorado em Económia.Estou atento.Um bem haja

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      George Rocha Responder

      Embora o Presidente Pinto da Costa seja formado em Economia, pela informacao que tenho, se nunca exerceu a profissao de economista, que experiencia tem para transmitir os outros?

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      Mimi Responder

      A funcao de orientar e dirigir os ministerios é do Governo. Nao vá agora o Presidente ser acusado de interferir nas actividades executivas…

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    Porto Real & Sundy Responder

    Este homem tem colete?
    Aparenta um bom fisico. vida longa.
    Não tenho palavras!
    Para quando um Consul em Cabo Verde!!!
    Nunca Mais. Aqui temos Consul de Cabo Verde em cabo verde não temos NAda de nada. Muitos anos de inoperancia!!
    para quê descobrir Principe!!!
    Força de de Caue a Pague!!!

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      Folha Chaléla Responder

      Carlos, você devia ter vergonha. Já foste ministro pelo PCD tendo feito só asneiras. Já foste secretário do governo regional do Príncipe de onde abandonaste de forma vergonhosa o barco para ires para o governo central. Correram contigo do governo central e voltaste a bater a porta do governo regional do Príncipe.
      Traíste o teu partido PCD, por umas migalhas, para fazeres campanha pelo candidato do teu chefe Patrice Trovoada. Deste o máximo nesta campanha presidencial e o teu candidato perdeu. Cheio de vergonha foste bater a porta do governo regional para te arranjarem qualquer coisa.
      Agora estás a espera que o Patrice te arranje um emprego como Consul em Cabo Verde.
      Eu nunca vi ninguém com tanta ambição e desnorte. Pára e pensa rapaz. A vida não é só feita de falcatruas, aldrabices e indignidades. Seja homem e sinta orgulho naquilo que tu és e que tu sabes. Não passa a vida a te venderes.
      Fui
      Folha Chalélá

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    Porto Real Responder

    o discurso ja está grande, ja tem idade suficiente, quase 40 anos. Falta o pão para se comer.
    Formação e oportunidade. Eu sou moncó, ja sofri muito!

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    Anjo do Céu. Responder

    Mimi diz.Tenha juizo e pensas melhor.Sr.Presidente da República preside conselho de ministro quando bem entender.Mas uma razão como Doutorado em Economia k é tem por obrigação de dar orientação e conciliar em determinados aspectos que seja benefico ao País em materia da economia.Não é estar lá como cortafita.Aliás SR.Presidente tem dito desde a sua campanha eleitoral LUTA CONTRA CORUPÇAO e até agora na pratica ainda se viu nenhuma reaçao positiva em termo de materialização.Só estamos a viver com teoria nos discusos de sempre.Estou atento

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    jão Responder

    uma brincadeira

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