Política

Pinto da Costa apela a libertação imediata dos dirigentes guineenses detidos na sequência do golpe de Estado

Numa declaração à Nação são-tomense e ao mundo, o Presidente da República reiterou esta quarta – feira a posição de São Tomé e Príncipe de condenação do Golpe de Estado na Guiné-bissau. O Chefe de Estado são-tomense, pediu rápida reposição da ordem democrática e constitucional na Guiné-bissau, e apelou aos responsáveis pela situação a procederem a «libertação imediata de todos os que em consequência do golpe de estado ficaram privados da sua liberdade, assegurando a salvaguarda da sua integridade física e moral».

Na declaração lida de forma solene no salão nobre do Palácio do Povo, o Chefe de Estado são-tomense, reafirmou o apoio incondicional de São Tomé e Príncipe, as iniciativas diplomáticas em curso, nomeadamente da CEDEAO, da União Africana, da CPLP e das Nações Unidas, no sentido de pôr fim ao conflito que opõem as forças armadas da Guiné-bissau ao poder civil. «Manifestar a minha firme convicção que só através da renúncia de uma vez por todas a violência armada será possível a Guiné-bissau afirmar-se no seio da Comunidade Internacional, e dessa forma criar condições para assegurar um desenvolvimento sustentado na melhoria das condições de vida do seu povo irmão», referiu Pinto da Costa.

Valores defendidos por Amílcar Cabral, pai da independência da Guiné-bissau, foram citados pelo Presidente da República. «Para que a memória de Cabral, o fundador do Estado guineense que um dia afirmou só querer saldar a sua dívida para com o povo, prevaleçam acima de tudo, os valores de liberdade, solidariedade, tolerância, respeito mútuo, concórdia, e fraternidade», concluiu, o Chefe de Estado são-tomense.

Abel Veiga

    9 comentários

9 comentários

  1. Macalacata

    19 de Abril de 2012 as 14:02

    Senhor presidente entendo e concordo consigo mais vejo esta ralidade com pessemismo porque os guineenses fazem da arma o presidente da republica,de anarquia o seu governo e de mulekes o seu povo.Assim sendo povo guineense nasci,cresce e morre confusento.

  2. ze

    19 de Abril de 2012 as 15:03

    Com tantos problemas em S. Tomé por se resolver….!

  3. rapaz de riboque

    19 de Abril de 2012 as 17:05

    vejo esta iniciativa do senhor presidente com agrado ou seja como tem feito muitos chefes de estado do mundo. È pena que na Guiné a lei das armar falam mais alta do que a voz do povo que sofre com as consequencias da malvadez de alguns seres humanos, é pena que os soldados e a classe de sargentos e oficiais de baioxa patente alinham nesta onda da malvadez porque recusassem todos a revoltar meia duzia de altas patentes sozinhos não faziam nada. Que muitos homens de má fé tirem conclusões nas concequencias das suas ambições porque ver um povo sofrer por causa deles é triste infelizmente temos pessoas com este timbre na nossa terra caso do senhor professor doutor LÙCIO AMADO se podesse faria o mesmo que estão a fazer na Guiné mas felizmente ele não conta nada para a nossa sociedade e o nosso povo e os nossos militares felizmente são homens de bom caracter apesar de ser pequenos e pobres somos grandes em muitas coisas por issoa a nossa liberdade e a nossa Democraia ira ser sempre respeitada apesar de haver altos e baixos na nossa terra. Força irmãos Guinienses que um dia a paz e a estabelidade chegue para sempre a vossa terra que o grande Lutador pela vossa liberdade Amilcar Cabral onde esteje possa sorrir de alegria fruto do seu esforço que fez para a vossa libertação, e ao nosso presidente e a todas nossas forças politicas que tem feito o que podem para o povo Guinieense é de louvar.

  4. Ôssôbô

    21 de Abril de 2012 as 16:59

    Senhor presidente, faz a sua parte.
    Se os Guinenenses quiserem ouvir que ouçam.
    Procura evitar que o mesmo aconteça nas ilhas maravilhosas.
    Força!

  5. Argenezio Antonio Vaz

    23 de Abril de 2012 as 17:16

    Olha, seria bom ocuparmos de STP, sobretudo quem não tem, não pode dar. Em STP houve pessoas que ficaram presas e nada foi feito, tambem ca em STP temos que dar resposta a historia. Guiné tudo bem , mas senhor presidente e “nos por cà”? Seria bom que se esclarecesse o que passou com os nossos golpes, as pessoas responsaveis, desde da primeira republica.Guiné sabera resolver os seus problemas.
    Abraços

  6. Chiquinho Cabral

    23 de Abril de 2012 as 17:39

    Senhor Presidente da Republica, se São Tomé e Principe foi o primeiro país africano a transitar de um regime de partido único para uma democracia de matriz ocidental, que seja tambem o primeiro a ter uma “lei mãe”digna do seu nome, baseada nos principios gerais da nação. Senhor Presidente para quando a III Revolução. Agora mais do que nunca, o país precisa mudar de sistema.

  7. San Imé

    27 de Abril de 2012 as 19:51

    Eu acho que Sr Presidente deveria apelar a tribunal para averiguar o caso do Roberto Raposo e Adelino Isidro e Delfim e Amandio Pinheiro isso sim em vez de Guiné Estado falhado e São Tomé e Príncipe não esta longe de ser estado falhado senhor prometeu muita coisa quando veio a Portugal melhor ter mais atenção com sujidade que esta a decorrer no tribunal isso que queremos um abraço meu POVO..!!

  8. KABRAL

    12 de Dezembro de 2013 as 12:58

    “RAPAZINHO DE RIBOQUE”, você é mesmo um sem vergonha e um grande TROCA TINTAS…hoje você diz branco, amanha diz preto. Que HORROR!!! Se os que fizeram a LUTA ARMADA tivessem a sua posiçao de GIRA SOL, nos guineenses nuca teriamos obtido a independência…falo directamente, porque fui victima directamente. Foi gente como você, que assassinou o Amilcar Cabral.
    Você nunca poderia ser o meu amigo. NUNCA!!!!

  9. djatta

    22 de Fevereiro de 2014 as 1:46

    Guineense não é saotomense…conheceu à luta armado, libertou o seu povo, o seu país com muito suor, sofrimento , sangue humano…por isso RESPEITO, povinho de STP. Não conhecemos gente não patriota, como os Trovoada, pessoa como o Patrice não tem lugar na Guiné Bissau. Compreendem melhor à nossa mentalidade? Saotomenses Sao malvados com as nossas Damas, já é muito abuso, mas que não se metamel.na nossa política!

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