São Tomé já tem pólo comunitário do centro dos estudos estratégicos de África

Os membros fundadores do pólo comunitário do Centro dos Estudos Estratégicos elegeram na quarta-feira os órgãos sócias do organismo que vai assegurar a parceria entre o Estado são-tomense e o Comando Militar dos Estados Unidos de América para África, AFRICON.

O Centro dos Estudos Estratégicos  sediado em Washington e vocacionado para a garantia da paz, defesa e segurança em África, tem doravante um pólo comunitário em São Tomé e Príncipe. Assembleia Geral é o órgão máximo do pólo. Tenente Coronel Luís Maria é o Presidente da Assembleia Geral, a Comissão Executiva é dirigida pelo tenente coronel na reserva Óscar  Sousa, e o conselho fiscal  chefiado pelo Major Alexandre Segundo. «É um pólo que se vai dedicar a matéria de defesa e segurança, em parceria com o governo no sentido de encontrar soluções, quer a nível interno quer regional,  no combate as questões  que brigam com a segurança e estabilidade em Africa», explicou o Tenente Coronel Marçal Lima.

Segundo o oficial superior das forças armadas são-tomenses, o Centro de Estudos Estratégicos em África, é uma entidade militar da universidade de defesa americana que apoia  os países africanos  em matéria da pesquisa e investigação que visa garantir a paz  e segurança no continente, africano. « É este centro que faz a formação em  Washington e em capitais africanas, sobre temáticas varias de defesa e segurança em África», reforçou o Tenente Coronel Marçal Lima.

Com a criação deste organismo, no território nacional, as autoridades são-tomenses vão beneficiar de mais apoios dos Estados Unidos de América,  para reforçar vários níveis das forças armadas  santomenses.

Sónia Lopes

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    Cobra Responder

    Isto nao vai servir para nada! É mais uma forma dos americanos mostrarem que são eles que mandam no mundo!

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    ANCA Responder

    Muito Bem

    São Tomé e Príncipe, deve apostar na Segurança, Segurança Interna e Segurança Marítima, bem como em parceria estratégica de defesa com instituições regionais e internacionais, para a segurança e paz regional e mundial.

    Neste contexto, São Tomé e Príncipe, deve estar na linha da frente de contribuição, na modernização na forma como trabalhamos informações de segurança e defesa, na modernização de estruturas de segurança e defesa nacional, devemos saber estar á altura dos desafios de segurança e defesa, quer a nível nacional, regional e mundial.

    Devemos saber aproveitar, as parcerias estratégicas, para a modernização, desenvolvimento ssustentável, com instituições regionais e internacionais.

    É preciso planear, organizar e investir, nas tecnologias de informação e comunicação, equipamentos de defesa e segurança, na formação e capacitação de efectivos militares, para militares e civis, de modo a estarmos á altura de desafios de modernização informação da segurança e defesa interna e regional.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

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    ANCA Responder

    Se quermos nos tornar numa plataforma de serviços, na região é imperioso, a modernização, mais planeamento, mais organização, e investimento, na melhoria das condições de criação de ambiente de negócio, tanto para atração e incentivos aos investidores nacionais, bem como á captação de investidores/investimentos externos.

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    Lede di alame ça ua Responder

    Pena…mas o pior e que o pais ainda pode pagar caro por isso, porque com os americanos..”Imperialistas” tens que estar sempre a ordens deles, no dia que disseres nao…..? e so choro, djabo leva esses politicos de sao tome, alem de curruptos, agora poem a nacao em perigo, com esses lacos de cooperacao com criminosos do mundo.

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    ANCA Responder

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

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    realista Responder

    mil vezes melhor s.tome ser comandado pela AMERICA do k montes de lavradores de cofres do povo

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    Zunu Grilo Responder

    quando chego no país sinto-me um estranho. alô gentes do aeroporto, STRANGERS não quer dizer ESTRANGEIROS, quer dizer ESTRANHOS e eu tenho vergonha do meu país quando vejo isso. dá para mudarem o letreiro, se calhar, trocar por FOREIGNERS, que é a palavra certa em inglês. alguém meu conterrâneo sabe o que é língua inglesa?

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      Conveta Quá Responder

      Quando chegas ao teu país vindop de onde?
      Onde também és estrangeiro? Deve ser confortável para ti os outros também terem a vergonha de te verem nesses lugares onde andas.

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    ÔSSÔBÔ Responder

    Vamos ver o que é que isso poderá dar!

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    carlos rodrigues Responder

    não vamos so nús mentir ,,a quanto tempo q santome esta sem apoio militar,e naõ so ,,,,,a quanto tempo q uns parceiro de ,de santome , é taiwam , para-alem de sér taiwam o maior e é o mais antigo ,, pergunto sera q naquela altura não existia um outro paìs ,ou não existia estedo unido,,hoje ja porquié E.U A ,vamos pença com calma,ja se tem a certeza do petrolio ,ja se tem a certeza q o turismo é um dos candidato forte no pais e para completar é quere trava ,boas relações com o pais tem os outro,,,,,,,,,,eles querem mostra q saõ poderoso se naõ houve-se petrolio não podiamos ter essas oferta nem a presencia delis

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