Política

Militares estão atentos ao evoluir da situação política

Garantia do brigadeiro, Felisberto Maria Segundo, Chefe de Estado maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, a saída do encontro com o Presidente da República. Disse que os militares são a partidários, estão tranquilos e que não se preocupam com as acções dos políticos.

Segundo o Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, a sua instituição deve ser informada ao mais alto nível sobre os acontecimentos de âmbito político que ocorrem no país. «O país vive uma situação difícil, e nos como militares, temos que estar informados, através das entidades máximas do país sobre o evoluir da situação. É assim que o senhor Presidente da República e Comandante Supremo das Forças armadas quis saber como é que estão os militares. Estamos tranquilos. Estamos a acompanhar atentamente a situação», declarou o brigadeiro Felisberto Maria Segundo.

Não se esqueceu de avisar que «somos apartidários. A nossa missão é defesa da soberania nacional», frisou.

As actividades políticas também não são motivo de preocupação das forças armadas.

Note-se que no auge da crise política que o país vive, surgiram declarações inflamáveis e ameaçadoras para a estabilidade interna do arquipélago.

Abel Veiga

    14 comentários

14 comentários

  1. Graça Francisco

    30 de Novembro de 2012 as 18:43

    Devido a tarde decisão do Garante da Constituição “””””””””

  2. JOSE CARLOS

    30 de Novembro de 2012 as 18:50

    Muito bem, mantenham sempre o espirito que nos norteia como são-tomenses -STP(somos todos parentes), quem quiser guerra, desacatos ou caos que vá pro Afeganistão

  3. EMILIOS FREITAS

    30 de Novembro de 2012 as 18:51

    Que venham então as matanças, quem sabe assim possamos sair e esquecer alguns gananciosas. uns morrem mas outros hão de viver. Estou pronto a ir pra perto do senhor, pelo bem dos que ficarem, é demais

  4. maribel

    30 de Novembro de 2012 as 19:44

    Caos,caos,caos, rebeldia,guerra,matanças, são palavras de quem gosta ou tem ligações com o terrorismo. Esses Satanás que querem conflito que metam no avião e vão ao Afeganistão,Siria,e outros Paises ligados ao terrorismo e deixam-nos em Paz..

  5. O HOMEN

    30 de Novembro de 2012 as 21:02

    Que o povo santomense é passivo, la isso é uma verdade, mas isso não nos tem servido pra nada, pelo contrario tem servido para esses politicos , ratos, usurparem de tudo e ainda terem o descaramento de nos dizer que somos todos parentes, qual parente quel quê, estamos sim morrendo aos poucos , vivendo uma vida de fantoxi e pura miseria, a vida é so uma não cabe vive-la a mercê dos ditames dos malfeitores.É preciso romper-se com o passado, nem que pra isso recorremos aos metodos mais animais possiveis. Esses senhores que povoam a nossa AN ha varios anos querem mesmo isso. O Cóbó inventou de dar uma golpe e n matou ninguem ,lhe encostaram de ainda lhe deram uma giba devido o seu dedo do meio, hoje em dia isso n vai acontecer é preciso ir-se ao extremo com esses larapios, Não mais

  6. zanguzagu espantado

    30 de Novembro de 2012 as 21:12

    O meu amigo Freitas porque que ficas a distancia e com ambicao destas? Quereres isso mais tens que estar la na terra junto as eles

  7. luisó

    30 de Novembro de 2012 as 23:04

    Palavras de grande sabedoria, o que também revela que o senhor Brigadeiro esteve atento às diversas formações e reuniões que durante anos participou no âmbito da CPLP e em Portugal.
    Os militares antes de o serem são cidadãos e filhos do povo e são o ultimo garante da soberania nacional contra ameaças internas ou externas.
    Atenção senhor Brigadeiro contra algumas ameaças veladas de alguns “políticos da praça” que julgam que só eles podem salvar o País e que sem eles é o CAOS.
    Com serenidade e com bom senso as FASTP saberão se necessário agir e devolver sempre ao povo a última palavra, e estou confiante que o senhor Brigadeiro será o primeiro a primar por estes valores.
    Um abraço.

  8. Vane

    30 de Novembro de 2012 as 23:50

    Com inteligência se ganha, favor ignorem esses homens maus q só pensam no seu próprio bolso e que estão pouco preocupados com o bem estar da população, que exibem seus bens materiais as custas da desgraça de muitos.

    Avante STP não percam tempo com essa gentália!!

    Ousadia e alegria!

  9. Entende mal

    1 de Dezembro de 2012 as 2:21

    O Pinto ja esta assustado.Tas com medo da catana.Levy ate agora so usou palavras.

    • conveta quá

      1 de Dezembro de 2012 as 10:10

      A irresponsabilidade verbal devia ser também um critério para censura dos comentários.

  10. Graça Francisco

    1 de Dezembro de 2012 as 10:28

    As ultimas decisões estamos a espera do Garante da Constituição(PR) mas que deve ser mais rápido em prol de ultrapassar a crise Política de modo que haja o Andamento do S.T.P para um país melhor seja breve é um apelo ao PR.

  11. Carlos Soares

    1 de Dezembro de 2012 as 15:06

    Muito bem o presidente da republica, o pais foi ameaçado com a declaração do secretário geral do ADI Levy Nazaré ele deve ser chamado pelas autoridades competentes para prestar a forte declaração de ameaças q o mesmo proferio, e so para ver q tipo de dirigente temos sen conhencimento politico, agora autoridades competentes deve estar alerta porquer houve uma declaração de estabidade pelo secretario geral do ADI menino de rua Levy Nazare.

  12. pascoal de carvalho

    1 de Dezembro de 2012 as 18:08

    nessa altura e perante o o evoluir das coisas, todos reagiremos mais de forma emocional e não com ou pela razão. será que nos valerá a pena ser partidários e defender uma facção ou confissão verbal, procurar inteirar e perceber aquilo que realmente se passa de concreto?

  13. Barão de Água Ize

    2 de Dezembro de 2012 as 21:25

    Os militares em democracia devem estar pacificos no quartel. A defesa de STP por inimigos externos é a sua função e devem sim, estar muito atentos às fronteiras e deixarem os partidos fazerem politica.
    Só em última e excepcional, como defender a legalidade da Constituição em vigor, se pode imaginar os militares sairem do quartel.

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